Quem Me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida. João 8:12.
Mulyono era o nome de um garoto de doze anos que vivia nas selvas da Indonésia. Certo dia, ao ir da escola para casa, encontrou um pedaço de papel amassado em que se lia: “Onde estão os mortos?” Nunca pensara nisso. Assim, enfiou-o no meio dos livros e leu à noite, enquanto preparava suas lições de casa. O assunto era uma ressurreição que acontecerá um dia quando os mortos levantarão para encontrar a Jesus. “Estranho”, ele pensou, “sempre ouvi que Jesus era apenas um profeta. Poderia realmente ser Ele o Filho de Alá?”
Na manhã seguinte, ele perguntou isso ao pai. Mas o pai ficou muito irado. Tomou o papel das mãos de Mulyono e o jogou no fogo.
Vários anos se passaram, e Mulyono saiu de casa para trabalhar na cidade de Motoling. Uma noite, alguns amigos o convidaram para fazer arruaça na tenda em que estavam acontecendo algumas reuniões cristãs. No pensamento deles, Alá não devia estar contente com os ensinamentos daquele livro, que era diferente do Alcorão.
Mulyono esperou do lado de fora, até que o missionário se levantasse para falar. Tinha uma boa mira e ficou preparado. Queria acertar bem na lanterna de querosene acima da cabeça do missionário. “Que medo vai sentir o palestrante!”, ele pensou. De repente, atirou a pedra, que foi bem na direção da lanterna. Quando estava para acertá-la, uma misteriosa mão brilhante a interceptou. Ele ficou mais atemorizado ainda quando a estranha mão desapareceu diante do seu olhar assustado. A lanterna, que deveria ter-se quebrado, agora parecia brilhar mais do que antes. Ao mesmo tempo, uma dor muito forte tomou conta do braço de Mulyono que atirara a pedra. Depois disso, não só o braço mas todo o lado direito ficou paralisado. Ele não conseguiu andar ou fugir. Caiu no chão sem ser visto pelos que estavam dentro. Desse modo, ouviu toda a mensagem do pregador.
Aos poucos, o entorpecimento do seu corpo passou. Ele voltou nas noites seguintes. Aceitou a mensagem da verdade com mais quatro companheiros de gangue. Foi para um colégio, onde estudou teologia, e tornou-se um pastor. Tudo porque a mão de um anjo mudou o curso de sua vida!
Entretanto, Deus me tem ouvido e me tem atendido a voz da oração. Salmo 66:19.
Ruth e Berenice eram irmãs e estavam desfrutando as férias na Flórida. Berenice deu a idéia de irem passar uns dias na praia de Florida Keys. Para chegarem lá, teriam que atravessar o pantanal da Flórida. Ruth estava preocupada, pois só havia uma estrada que atravessava o pantanal, e era pouco freqüentada. E se tivessem algum problema com o carro?
Poucos dias depois, Berenice convenceu a irmã a irem. A viagem estava sendo agradável. O carro era novo e tudo corria bem. Berenice olhou o relógio. O Sol estava começando a se pôr. Ficou preocupada, pois não conseguiriam atravessar o pantanal durante o dia. E a estrada não tinha muito movimento de carros.
De vez em quando, parecia que via olhos observando-a no meio da escuridão. Ela orou, pedindo que Deus as ajudasse a não terem nenhum problema com o carro. A brisa da noite quente era agradável, e logo Ruth estava cochilando. Ela acordou com uma freada forte.
Numa voz tremente, Berenice apontou mais à frente e perguntou a Ruth o que estava vendo. Ela respondeu que via três homens, e que haviam fechado a passagem com uma corrente esticada sobre a estrada. Eram bandidos. Berenice disse que fazia mais de uma hora que não via outro carro na estrada.
Não podiam voltar, pois não teriam combustível suficiente para chegar ao posto. As duas quase desmaiaram de tanto medo. Não sabiam o que fazer. Então oraram pedindo ajuda a Deus. Quando terminaram a oração, perceberam outro carro vindo de trás, com faróis bem fortes.
– De onde ele veio? Aqui é tão plano. Já o teríamos visto há mais tempo – comentou Ruth. – Olhe, os bandidos também o viram e estão recolhendo a corrente. Penso que não querem assaltar dois carros ao mesmo tempo.
Berenice aguardou que o outro carro chegasse perto. Então acelerou e passou rapidamente pelos bandidos. Quando elas olharam para trás, o outro carro simplesmente havia desaparecido, embora o lugar fosse plano e reto.
Berenice sorriu para a irmã e disse: – Ruth, acho que vimos um carro dirigido pelos nossos anjos da guarda celestiais.
Bendito o homem que confia no Senhor e cuja esperança é o Senhor. Jeremias 17:7.
Philip e Gladys estavam carregando a caminhonete para irem a um acampamento de desbravadores. Como já eram idosos, Philip disse que esse seria o último acampamento do qual participaria e também seria a última vez que usaria o uniforme do clube. Sua esposa o aconselhou a não tomar nenhuma atitude precipitada, mas esperar o final do encontro. O carro também teria que ser trocado.
– Acho que você deve pedir a Deus orientação sobre esse negócio de aposentar-se dos desbravadores – disse Gladys. – Livrar-se desta velha caminhonete é uma coisa, mas a esperança que você tem em Jesus é um dom a ser partilhado com outros, especialmente com os desbravadores.
Philip concordou e, enquanto viajavam, oraram pedindo a orientação divina. Quando passaram perto da Escola Adventista, ouviram um forte estouro. Philip parou a caminhonete. Um pneu havia explodido. Muita fumaça estava saindo de debaixo do carro. Rapidamente, ele voltou ao volante e dirigiu a caminhonete até um estacionamento ali perto.
Pediu um extintor a um homem. Mas ele não funcionou. O homem foi buscar um outro, que também não funcionou. Philip pediu que chamassem os bombeiros. A essa altura, o fogo queimava tudo que encontrava.
Os bombeiros chegaram. Mas havia pouco ou nada a fazer. Quando o fogo acabou, os bombeiros foram embora, deixando para trás um casal desolado. Durante a hora seguinte, eles remexeram as cinzas que sobraram. Mas aquilo que o fogo não havia queimado, a água e a fumaça haviam arruinado.
Enquanto remexiam as cinzas, Philip ficou muito admirado com uma coisa que viu. Ali, pendurado no pedaço do teto que sobrara, estava intacto o seu uniforme de desbravador. Estava sem manchas e não havia nem cheiro de fumaça.
Tanto Gladys quanto Philip entenderam a mensagem de Deus: aquele uniforme ainda não estava pronto para a aposentadoria. Voltaram para casa com as esperanças renovadas no Senhor. Continuariam trabalhando com os jovens.
Então Jesus disse aos Seus discípulos: “Se alguém quiser acompanhar-Me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me.” Mateus 16:24, NVI.
A igreja perto da casa de Pepe estava toda iluminada porque ia haver um casamento. O ar era de festa! Ao chegar, Pepe viu um homem atrás das grades do portão da igreja. A princípio, pensou que era um senhor conhecido da igreja e o cumprimentou. Porém, logo notou o engano. O homem estava bêbado.
– Senhor – disse Pepe gentilmente – está prejudicando seu corpo com a bebida. Deus espera que cuide bem de seu corpo, pois quer entrar em seu coração.
O bêbado olhou para ele com um olhar anuviado, sem compreender nada.
– Entre na igreja. Vai haver um casamento, e a música será muito linda – convidou Pepe. O homem aceitou o convite e sentou ao lado do menino. Emocionado, as lágrimas enchiam-lhe os olhos e escorriam pelo rosto.
No final da cerimônia, a mente do homem estava mais sóbria. Ele desabotoou o casaco sujo e, de repente, segurava na mão uma horrenda faca.
– Pegue-a! – ordenou.
Os joelhos de Pepe começaram a tremer. Aquele era um tipo de faca que ele tinha visto homens usando nas brigas de rua.
– Pegue, menino! – repetiu o homem. – Você me livrou de matar um homem esta noite. Estava esperando atrás do portão até que ele passasse. Nós tivemos uma briga, e eu ia matá-lo com esta faca. Tome, é sua!
Com as mãos tremendo, Pepe pegou a enorme faca. Não sabia onde escondê-la, pois seus bolsos eram muito pequenos. Carregou-a até chegar em casa. Lá, contou toda a história a seus pais. Eles ficaram impressionados.
A mãe de Pepe decidiu que não usariam aquela faca. Ela ficaria pendurada na parede, como um lembrete da diferença que Deus pode fazer na vida das pessoas.
Você também pode aproveitar todas as oportunidades que surgirem para falar de Jesus a alguém. Deus fará o restante.
Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Tiago 4:7.
Como capitão da lancha Luminar, o Pastor Paulo Seidl muitas vezes viajava uma extensão de 800 km pelo rio São Francisco, atendendo a mais de cinco mil pessoas a cada ano. Às vezes, era preciso viajar em lombo de cavalo para chegar a lugares distantes no interior da Bahia, pois não havia outro meio de transporte.
Em uma dessas viagens, o Pastor Seidl e seu amigo Pastor Plácido Pita tiveram experiências muito interessantes. A comida consistia basicamente de arroz, feijão e mandioca. A água era escassa, e à noite dormiam em redes.
Por volta das 11 horas do terceiro dia dessa viagem específica, os viajantes chegaram a um grupo de árvores à beira de um regato de águas claras.
Levaram os cavalos para a beira do regato, onde a grama era mais macia e abundante. Improvisaram um fogão e colocaram o arroz para cozinhar. Enquanto o almoço ficava pronto, resolveram tirar uma soneca. O Pastor Plácido instalou sua rede e o Pastor Paulo preferiu deitar no chão, embaixo das árvores.
Depois de quinze minutos, o Pastor Plácido abriu os olhos sonolentos e olhou na direção do companheiro, que dormia tranqüilamente no chão. Seus olhos se arregalaram, de repente. Quase deu um berro, mas tentou controlar-se. Perto das pernas do Pastor Paulo estava uma cascavel contorcendo-se.
– Não se mova, Pastor Paulo, ou estará morto – o Pastor Plácido cochichou.
O Pastor Paulo obedeceu. Um momento depois, estava totalmente acordado, enquanto uma criatura asquerosa se arrastava sobre suas pernas, estômago e peito. Ele fechou os olhos e permaneceu imóvel.
Aos poucos, a cascavel parecia formar um grande oito em cima do corpo do pastor. “Envia Teu anjo, ó Senhor, se for da Tua vontade. Estou a Teu serviço!”, ele orou em pensamento.
O tempo passou muito devagar. Finalmente, a criatura mortal desceu para o chão, tomando o seu próprio caminho. O Pastor Paulo resistiu e a cobra fugiu. Assim é com Satanás. Com a ajuda de Deus, devemos resistir e ele fugirá de nós.
Quem está unido com Cristo é uma nova pessoa; acabou-se o que era velho, e já chegou o que é novo. II Coríntios 5:17, NTLH.
Porcos são egoístas. Eles se comportam exatamente como porcos! Mário descobriu isso quando foi ajudar o tio na fazenda, durante as férias de verão. Uma tarefa que tinha que ser feita diariamente, pela manhã e à tarde, era alimentar os porcos. O tio puxava com o trator uma carroça cheia de milho seco até o local onde os porcos ficavam, que era bem longe da casa, por causa do cheiro insuportável. Todos (havia uma centena deles) corriam ao encontro de Mário e do seu tio. Empurravam-se, guinchavam e reclamavam, brigando para ficar perto da carroça. Amontoavam-se de tal maneira que o fazendeiro tinha que usar uma pá para jogar o milho nas costas deles. Parecia realmente uma manada de porcos egoístas!
Enquanto o tio atirava o milho, o trabalho de Mário era mexer com uma pá um tipo de mingau dentro de um enorme barril amarelo. Era uma mistura azeda de milho, água e outros produtos. O cheiro era terrível, mas os porcos a apreciavam muito. Mário colocava baldes cheios nos coxos. Era preciso correr para dar conta, pois os porcos eram tão gulosos que alguns se deitavam dentro do coxo para comer, não deixando os outros chegarem perto. O tio resolveu o problema colocando barras nos coxos, para que eles não pudessem deitar.
Mário aprendeu que porcos nascem e morrem egoístas. Sim, esse é o modo como os porcos são. Pessoas que entendem de porcos dizem que é possível dar-lhes banho, deixando-os bem limpinhos. Mas no minuto seguinte eles estarão rolando na lama novamente. Sabemos que o porco é egoísta e sujo porque é um porco. Ele não tem capacidade para decidir mudar.
Mas as pessoas são diferentes. Deus as criou especiais, à Sua imagem. Infelizmente, algumas vezes vemos meninos e meninas se comportando como aqueles porcos egoístas, especialmente quando é hora de partilhar alguma coisa ou serem bondosos com alguém.
A Bíblia diz que, quando aceitamos Jesus em nosso coração, Ele nos transforma em novas criaturas. Isso só pode ser feito através de Jesus.
Um dos dez, vendo que fora curado, voltou, dando glória a Deus em alta voz. Lucas 17:15.
Alguns anos atrás, não passava pela cabeça de ninguém que poderia haver perigo no passeio de um barco ao longo do lago Michigan. Durante os meses de verão, quase sempre o lago estava calmo e agradável. Muitas pessoas iam lá nadar e se refrescar do calor. Mas um dia, de repente, uma tempestade varreu o lago. Ondas enormes se formaram com o vento, e muita chuva caiu sobre ele. Naquele dia, um barco com mais de vinte pessoas flutuava ali. Todas entraram em pânico. Não suportando o vento, a chuva e as ondas, o barco virou. As pessoas a bordo lutavam para sobreviver.
Da praia, um jovem observou a fúria do lago e percebeu a difícil situação em que se achavam aquelas pessoas. Rapidamente, atirou-se nas ondas enfurecidas e nadou em direção aos náufragos. Agarrou um deles e o levou até a praia. Uma segunda pessoa que se agarrava a um mastro partido também foi levada à praia. Indo e voltando repetidas vezes, aquele jovem conseguiu salvar 19 pessoas da morte quase certa, até que um navio chegou para ajudar. Quando acabou, estava exausto. Foi hospitalizado, pois contraiu pneumonia.
Depois de um ano do acidente, jornalistas foram à sua casa para uma entrevista. Entre as perguntas que lhe foram feitas, estava esta:
– Qual é o momento daquele dia que você mais se lembra?
Sua resposta pareceu um tanto chocante: – Nenhum dos 19 náufragos teve a gentileza de dizer muito obrigado.
Jesus também sofreu muito para conseguir nossa salvação. Será que você e eu temos sido agradecidos por isso? Escolher a Cristo como nosso Salvador é o único caminho para alcançarmos a vida eterna. Jesus efetuou o maior resgate do mundo!
Dos dez leprosos curados por Jesus, somente um voltou e agradeceu. Não caiamos no erro dos outros nove, nem daqueles náufragos salvos pelo jovem da nossa história. Agradeçamos a Deus, agora mesmo, por nos resgatar das ondas do pecado.
De lá, buscarás ao Senhor, teu Deus, e O acharás, quando O buscares de todo o teu coração e de toda a tua alma. Deuteronômio 4:29.
Quando meu filho era pequeno, havia uma coleção de livros bastante popular chamada Onde Está Wally? Esses livrinhos ainda podem ser encontrados em livrarias e bibliotecas. Quem teve oportunidade de ver um deles, sabe como é Wally. Sempre usa um boné branco e vermelho, combinando com a camiseta de listras também brancas e vermelhas. Tem um sorriso pateta e usa óculos de aros grossos. Wally está em todas as gravuras dos livros. Mas é difícil encontrá-lo. Às vezes, se gasta bastante tempo para achá-lo.
Procurar Wally nas gravuras é até divertido, ainda mais quando você aposta com um amigo para ver quem vai encontrá-lo primeiro.
Quando Jesus esteve na Terra, em muitas ocasiões as pessoas procuravam por Ele. E por que procuravam? Por que só Ele podia dar-lhes o que necessitavam.
Jesus viajou por muitos lugares ensinando, pregando e curando os doentes. Tornara-Se muito conhecido. Um falava para o outro o que sabia sobre Ele. Quando chegava, grandes multidões se reuniam ao redor dEle. Iam para ouvir seus ensinamentos sobre o amor de Deus e para serem curados de suas doenças.
Um dia, Jesus visitou a casa de Simão Pedro. Ao chegar, soube que a sogra dele estava de cama, com febre. Tomando-a pelas mãos, ajudou-a a levantar. Imediatamente a febre a deixou. Ela ficou curada e alegremente passou a servi-los.
Na manhã seguinte, Jesus acordou mais cedo que os outros e saiu para passar alguns momentos com o Pai em oração. Mais tarde, Pedro e os outros discípulos foram procurá-Lo.
Jesus lhes respondeu que deviam ir a outros lugares, às povoações vizinhas, para que Ele pregasse também ali, pois para isso é que havia vindo. Assim, Ele viajou por toda a Galiléia, ensinando, pregando e curando as pessoas.
Na atualidade, as pessoas ainda procuram Jesus. Procuram porque precisam de perdão e vida eterna. Estamos procurando Jesus? Quem procura de todo o coração encontra.
Honra ao Senhor com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda. Provérbios 3:9.
Um dia de outono, o pregador foi visitar um membro de sua igreja, que já era idoso e tinha uma grande horta. O homem contou que acabara de colher batatas muito bonitas e que estava orgulhoso por ter sido abençoado com tão boa colheita. Perguntou se o pastor gostaria de ver as batatas. Assim, enquanto o pastor contava o quanto também gostava de batatas, foi seguindo o velho homem ao escuro porão. Quando o velho acendeu a luz, o pregador ficou surpreso em ver tantas batatas gigantes. Estavam cuidadosamente acondicionadas sobre papel jornal. Realmente a colheita havia sido muito abençoada.
O pastor observou que algumas batatas defeituosas estavam colocadas a um canto, meio separadas. O agricultor as havia lascado quando as estava desenterrando. Elas seriam perfeitas, se não fosse a ação da enxada usada para extraí-las da terra. O velho senhor assegurou ao pastor que elas apenas estavam lascadas e que uma pessoa poderia facilmente cortar aquelas manchas fora. Pegando algumas daquelas batatas lascadas, o velho agricultor as colocou sobre um papel e disse que o pastor poderia levá-las como um presente de sua horta. O pastor as embrulhou no jornal e sentiu tristeza pelo velho homem. Aquele presente era o presente de um egoísta. Ele não tinha vontade de partilhar, embora sentisse que devia fazer alguma coisa.
A Bíblia diz que devemos oferecer nós mesmos a Deus. Isso significa dedicar nossa vida ao Seu serviço. Devemos dar-Lhe o melhor. Não importa se crescemos para sermos varredores, barbeiros, funcionários de fábricas, doutores, advogados, pregadores, ou o que seja. A razão para darmos o melhor a Deus é que Ele nos deu o Seu melhor quando enviou Jesus a este planeta para nos salvar. Na Bíblia, lemos: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” João 3:16.
Se Deus nos deu o Seu próprio e único Filho, que é a melhor dádiva que poderia oferecer, como não Lhe daremos também o melhor do que somos e temos? Honre ao Senhor com todos os seus bens, é o apelo do verso bíblico de hoje.
Então, o Anjo do Senhor apareceu a ele e disse: Você é corajoso, e o Senhor está com você! Juízes 6:12, NTLH.
Margie foi uma desbravadora, muitos anos atrás. Quando já estava no internato, escreveu uma carta para a mãe, que dirigia o clube. Aqui estão alguns parágrafos daquela carta. Veja se você concorda com o que essa ex-desbravadora escreveu:
Querida mãe:
Fico feliz em saber que você ainda continua trabalhando com o Clube de Desbravadores, mesmo que eu não esteja mais aí.
Eu podia escrever centenas de palavras a respeito do clube, e ainda não teria sido capaz de começar a contar todas as coisas boas que ele fez por mim. Ser uma desbravadora ensinou-me a lidar com tipos diferentes de pessoas e a ajudar o meu próximo, deixando o egoísmo de lado.
Como desbravadora, eu tinha coisas úteis para fazer em meu tempo livre. Em nossas caminhadas pela natureza, aprendi sobre a grandeza e o amor de Deus. Os pássaros, as flores e as árvores se tornaram meus amigos.
O Clube de Desbravadores me ajudou a crescer mental, física e espiritualmente. Aprendi o segredo de como fazer meu melhor, em todas as atividades a mim confiadas, e também a trabalhar em grupo. Ainda descobri que a coisa mais importante em ser desbravadora é a formação do caráter.
Convivendo com os professores, pudemos entender a importância de amar pessoas adultas, principalmente as que trabalhavam e brincavam conosco. Encontrei adultos que verdadeiramente amam os jovens.
Lembro-me, com saudades, das visitas aos hospitais, dos nossos cânticos e das orações que fazíamos com as crianças doentes.
Continuo praticando e amando os princípios do nosso voto e nossa lei.
Sei que é preciso muita paciência, amor, uma grande medida de fé e oração para você fazer esse trabalho pelas crianças da igreja. A recompensa está no fato de que essa juventude terá mais forças para repelir o mal e permanecer dentro da igreja. Mãe, continue nesta atividade. Sua recompensa lhe será entregue no Céu! Beijos! Sua filha Margie.
E você? Já é desbravador? Se não, aliste-se em um clube na primeira oportunidade. Se é, repita comigo a famosa frase que o anjo disse a Gideão: “Você é corajoso, e o Senhor está com você.” Juízes 6:12.