11 de novembro Domingo

A Força de Deus

E os discípulos, cheios de medo, diziam uns aos outros: – Que homem é este que manda até no vento e nas ondas?! Marcos 4:41, NTLH.

Preocupado, Scott olhou pela janela da escola e viu o tempo ameaçador. O céu estava negro, como se uma poeira estivesse cobrindo tudo. Durante todo o dia havia ameaçado chover. Ele esperava que não houvesse nenhum aviso de tornado. Tentou concentrar-se na lição de matemática.

Ao começar o primeiro problema, a campainha soou e uma voz no alto-falante avisou que as crianças deveriam ir para o corredor interior da escola. Elas obedeceram rapidamente e foram para o local interno, segurando os livros sobre a cabeça, como já haviam feito outras vezes. Mas naquele dia havia uma coisa diferente. Scott podia ouvir a sirene do corpo de bombeiros. Esse era o aviso para os moradores da cidade de que um tornado havia sido detectado na região.

Scott tremia de medo. Enquanto estava ali, lembrou-se de uma coisa que o pai havia falado no último fim de semana. Eles haviam ido nadar. Quando o pai entrou na água fria, carregando nas costas o pequeno Brian, Scott perguntou ao irmãozinho se ele estava com medo. Brian respondeu que não, pois estava nas costas do pai. Aproveitando a ocasião, o pai lhes disse que eles também deviam confiar no Pai do Céu. Deus está no controle de todas as circunstâncias da vida. Quando Scott se lembrou disso, sentiu alívio.

Poucos minutos mais tarde, um som que se parecia com o barulho de um trem começou suave e foi aumentando, ficando cada vez mais forte. Scott sabia que aquele era o barulho do tornado. Ainda estava com medo. Mas não tanto, pois sabia que Deus estava no controle, mesmo na presença de um tornado.

Às vezes, as tempestades são bastante assustadoras. Moro em um lugar em que as tempestades com ventos, raios e trovões são muito fortes, principalmente no verão. Há uma árvore junto à nossa garagem que perdeu muitos galhos grandes durante o último verão. Mas devemos confiar em Deus. O Seu poder é superior ao dos ventos e das ondas.


12 de novembro Segunda

A Madrasta Malvada – 1

Obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, melhor do que a gordura de carneiros. I Samuel 15:22.

renda queria saber que horas começaria o culto naquela sexta-feira à noite. Ao passar pela cozinha, pegou um dos biscoitinhos que a mãe havia acabado de fazer. Nisto, a mãe de Brenda apareceu no alto da escada, e viu a filha comendo. Um ar de desaprovação passou por seu rosto:

– Por que está comendo agora, Brenda? Não sei mais o que fazer para que você se lembre de não comer antes das refeições.

Em pouco tempo, a mãe chamou todos para o jantar. Havia no ar um aroma de sopa de batatas e sanduíche grelhado. De repente, Brenda percebeu que não estava com fome, embora aquela fosse uma de suas comidas prediletas. Lembrou-se daquele biscoitinho que havia comido!

Ao chegar à mesa, os pais já a aguardavam. Curvaram a cabeça, enquanto o pai fazia uma oração de agradecimento. Em seguida, a mãe encheu uma tigela de sopa para Brenda. Ela esforçou-se para que a mãe não notasse sua falta de apetite e contasse ao pai sobre o seu antigo hábito.

Naquela noite, a igreja estava cheia. Brenda percebeu que o diretor da escola estava sentado à plataforma. Sobre o que falaria? Após o serviço de cânticos e a oração, ele se levantou e foi ao microfone.

– Tenho alguma coisa diferente que gostaria de partilhar com todos nesta noite. Como amanhã é o “Sábado de Temperança”, creio que o assunto fará com que nos sintamos estimulados à reflexão.

Brenda deu um leve sorriso, antecipando o senso de humor do Sr. Lang. Ele começou a falar:

– Era uma vez uma menina que vivia com a madrasta em uma pequena casa de pedras no meio da floresta. Todos os dias, pela manhã e à tarde, a menina era obrigada a tirar o leite da vaca e carregá-lo do estábulo até a casa por um caminho sinuoso. Aquele era um trabalho pesado para uma menina tão novinha. Quando chegava, sempre estava muito cansada. Mas a madrasta era muito malvada e não a deixava descansar, nem por um minuto.

Bem, este é apenas o início da história. Não deixe de ler o texto de amanhã.


13 de novembro Terça

A Madrasta Malvada – 2

Será que vocês não sabem que o corpo de vocês é o templo do Espírito Santo, que vive em vocês e lhes foi dado por Deus? I Coríntios 6:19, NTLH.

O Sr. Lang continuou a história da menina que tinha uma madrasta malvada:

– Quando o serviço de ordenha terminava, era hora de bater manteiga. Essa era outra atividade para a pequena menina que morava com a madrasta malvada. Ela se sentava sobre a cadeira dura de madeira, ao lado da grande e pesada batedeira. Então, agarrando a pá, começava a bater a nata para fazer a manteiga. Exatamente quando a pequena pensava que estava terminando o trabalho, a madrasta malvada aparecia, erguia a tampa e derramava mais nata dentro da batedeira. Os olhos da pequena enchiam-se de lágrimas. Não havia nada que pudesse fazer, a não ser bater novamente a manteiga.

– “Pra cima e pra baixo, pra cima e pra baixo” ia a batedeira. A menina estava tão cansada que quase não conseguia erguer os braços. Depois de um tempo, ela parou e olhou dentro. A manteiga estava se formando novamente. A menina quase se esqueceu da dor, e rapidamente continuou batendo para terminar logo. Nesse instante, viu a madrasta malvada vindo com mais nata. Lágrimas correram por sua face.

O Sr. Lang, que contava esta história, fez uma pausa e olhou ao redor. Então prosseguiu:

– No caso de não terem adivinhado ainda, a pequena menina com a batedeira representa nosso estômago. Sempre que comemos entre as refeições, mesmo que seja só um pouquinho, nosso estômago tem que começar novamente o processo de digestão, como a menina que tinha que começar a bater novamente quando a madrasta malvada derramava mais nata na batedeira. Imaginem quão cansado nosso estômago fica quando comemos um bocado aqui e outro ali, nunca lhe dando um momento de descanso.

Brenda pensou nas bolachinhas que gostava de comer a qualquer momento do dia. Não havia parado para pensar no que estava fazendo ao seu estômago.

Brenda olhou para a mãe. Ela sabia que, na próxima vez que se sentisse tentada a comer fora de hora, se lembraria do seu estômago.


14 de novembro Quarta

As Sete Maçãs – 1

Visto que nós respeitamos os nossos pais aqui na Terra, embora eles nos castigassem, não devemos com muito maior satisfação nos submeter à educação de Deus, a fim de que possamos realmente começar a viver? Hebreus 12:9, BV.

– Eu não quero ser chamado de “maricas” – disse Melwood. – Por favor, mãe, deixe-me ir com a turma esta noite. Chuck não é tão mau como você pensa. É o melhor líder que já tivemos.

– Você não vai, filho! – ela respondeu. – Esqueça isso, e vá até lá embaixo e pegue uma bacia de maçãs. Traga seis bem vermelhas e bonitas. Depois, pode preencher os espaços restantes com as outras cheias de pintinhas pretas.

Melwood ajeitou cuidadosamente as seis maçãs no fundo da bacia, e preencheu o restante com aquelas cheias de pontos pretos, que, depois de limpar, a mãe usava para preparar tortas. Então, voltou para a cozinha.

– Obrigada! – a mãe disse sorrindo, enquanto tirava as maçãs feias e as colocava em outra vasilha. Guardou, porém, uma junto com as bonitas. O filho achou aquilo estranho, mas deixou para lá.

Duas semanas se passaram, e, sob a liderança de Chuck, a turma havia realizado duas atividades. A maneira interessante como contavam as peripécias que tinham vivido era demais para Melwood. No silêncio da noite, enquanto preparava suas lições da escola para o dia seguinte, quase podia ouvir o ruído de sua pulsação enquanto lia o bilhete de Chuck: “Por que você sempre tem que ouvir sua mãe? Por que teima em contar tudo para ela? Seu mariquinhas! Estaremos na Avenida Três, esperando por você, às 19h em ponto. Se não vier dessa vez, considere-se fora da turma. Chuck.”

No final da aula, no dia seguinte, Chuck esperou por Melwood e lhe disse que aquela era a última chance para ele fazer parte do grupo. Melwood prometeu estar no lugar e hora combinados.

Naquela tarde, a mãe ficou desconfiada. O filho não parava de olhar para o relógio e parecia sonolento. Finalmente, disse que estava com dor de cabeça e foi para o quarto. Às 18h40, percebeu que aquela era sua chance de escapar para a rua pela janela. A mãe estava ocupada na cozinha. Ia mostrar que não era maricas.

Como você acha que terminou esta história? Leia o texto de amanhã.


15 de novembro Quinta

As Sete Maçãs – 2

Não é nada agradável ser castigado, na hora em que está acontecendo – dói mesmo! Mas depois podemos ver o resultado: um crescimento tranqüilo, em virtude e caráter. Hebreus 12:11, BV.

Os meninos estavam todos esperando por Melwood na rua combinada.
– Urra! Nós sabíamos que você não era maricas – disse Chuck. – Vamos lá, pessoal! Hoje iremos ao velho moinho abandonado.

E lá se foram os meninos liderados por Chuck. Depois de explorarem a velha construção por vários minutos, reuniram-se em um lugar que antigamente tinha sido o escritório. Ficaram aguardando as instruções de Chuck. Ele tirou um maço de cigarros do bolso e o passou aos seis meninos.

– Eu não fumo, obrigado – disse Melwood.

– Eu não fumo! – imitou Chuck, com uma risada. – Deixe de bobagem. Você se acostuma. Nós já estamos craques. Basta uma tragada para transformar um maricas em homem.

– Tá bom! – concordou Melwood. – Dê-me o isqueiro.

Sem muito jeito, ele acendeu um cigarro. O que sua mãe diria se o visse naquele momento? Ou o que diria o pai, que não fumava e nem por isso era um maricas?

Enquanto Chuck contava piadas, Melwood deu um jeito de sair daquele lugar. Se era isso que a turma chamava de divertido, preferia ser um maricas. Foi correndo de volta para casa.

No silêncio da noite, de repente se ouviu o som das sirenes do corpo de bombeiros. A mãe foi à janela e percebeu que o fogo se concentrava na direção do velho e abandonado moinho. Na escola, no dia seguinte, o assunto principal era o fogo que acabara com o moinho.

Quando Melwood chegou em casa, a mãe estava tirando uma torta de maçãs do forno. – Melwood – pediu a mãe –, pegue agora aquela bacia com uma maçã ruim no meio das seis boas que guardamos. Creio que nos será útil neste momento.

Uma nuvem de mosquitinhos voou quando Melwood colocou a bacia sobre a mesa. Aquela maçã pintada de preto apodreceu, e cada uma das outras seis maçãs saudáveis agora tinha uma mancha podre. Melwood compreendeu a lição, e contou à mãe sobre sua experiência no moinho e a decisão tomada.


16 de novembro Sexta

Camuflagem

Venham cá, vamos discutir este assunto. Os seus pecados os deixaram manchados de vermelho, de vermelho escuro; mas Eu os lavarei, e vocês ficarão brancos como a neve. Isaías 1:18, NTLH.

Experimente fazer o seguinte: pegue duas folhas de papel em branco e preencha-as com pontinhos feitos com uma canetinha. Os pontos podem ser feitos à vontade. Procure encher bem ambas as folhas. Depois, sobre uma delas faça o contorno de uma borboleta e recorte-a.

Coloque essa borboleta em cima da outra folha cheia de pontinhos, e dê um passo para trás. Não olhe com o objetivo de ver detalhes. A borboleta combina com a folha? Fica difícil visualizá-la, não é mesmo?

Isso é camuflagem. Alguns animais usam a camuflagem para se esconder de seus inimigos. As lagartas podem se esconder entre as folhas; suas cores e desenhos se confundem com pequenos galhos. Algumas mariposas têm desenhos que combinam com a casca das árvores, onde gostam de pousar.

Se um inseto se parece com a casca, folha ou flor onde pousa, há muita chance de ele não ser visto pelos inimigos. Porém, a camuflagem só funciona se o inseto ficar imóvel. Agora, mova sua borboleta pela folha de papel. Viu como fica mais fácil vê-la? Mesmo que a camuflagem seja perfeita, o inimigo vai perceber o inseto se ele se mover.

Agora, preste atenção no que Satanás nos diz: “Vocês são pecadores e merecem morrer.” Ele está certo. No entanto, em contrapartida, Jesus diz: “Eu morri pelos seus pecados e já paguei o preço.” Jesus é justo.

A justiça de Cristo cobre nossos pecados. Na Bíblia, encontramos uma oração que diz: “Esconde-me à sombra das Tuas asas.” Salmo 17:8. Jesus nos concede a “camuflagem” que pode nos proteger do inimigo – Satanás.

Imagine-se sem a camuflagem de Jesus. Seria mais ou menos como se estivesse vestido com uma roupa de um vermelho muito vivo, parado no meio de um campo todo coberto de neve.

O Deus Eterno diz: “Venham cá, vamos discutir este assunto. Os seus pecados os deixaram manchados de vermelho, vermelho escuro; mas Eu os lavarei, e vocês ficarão brancos como a neve.” Isaías 1:18, NTLH.

Ao pedirmos perdão pelos nossos pecados, estamos também pedindo a justiça de Cristo. Ela pode nos camuflar contra o inimigo.


17 de novembro Sábado

A Lição Sobre o Sábado

Portanto, guardareis o sábado, porque é santo para vós outros; aquele que o profanar morrerá; pois qualquer que nele fizer alguma obra será eliminado do meio do seu povo. Êxodo 31:14.

O capitão do exército americano estava bastante satisfeito com o andamento da viagem. Os nativos carregadores papuanos eram bons homens. Logo parariam para passar a noite. Mas, como ainda não estava escuro, dava para caminhar durante mais uma hora.

De repente, ele viu os homens olhando para o sol e apontando com os dedos. Os outros assentiram com a cabeça. Sem uma palavra de aviso, eles saíram da estrada e colocaram a carga gentilmente sobre a grama em uma pequena clareira.

“Por que será que pararam?”, perguntou-se o capitão. Ele reclamou com o líder dos papuanos que ainda não estava escuro e que dava para caminhar pelo menos durante mais uma hora. Com muito jeito, o papuano explicou:

– Desculpe, senhor. O sol está se escondendo no horizonte e o dia de Deus está chegando. Não andaremos nenhum passo mais até amanhã à noite.

O oficial ficou furioso e disse:

– Amanhã à noite?! Eu contratei vocês para carregarem esta bagagem. Não podem parar aqui. Temos que alcançar a base! Ordene aos seus homens que levantem a carga e sigam andando.

– Eu o avisei – respondeu educadamente o chefe dos carregadores – que todos nós somos adventistas do sétimo dia e não fazemos transportes nesse dia.

O capitão continuou argumentando e discutindo que o dia de descanso era o domingo. Ali, na selva, aquele capitão começou a aprender com um grupo de nativos sobre o verdadeiro dia de guarda. Sua insistência e palavras de persuasão, gritos e gesticulações não adiantaram nada. Ele teve que engolir sua raiva e ódio.

O sábado é a “menina dos olhos de Deus”. Ele leva muito a sério o modo como nós o guardamos. E nós também deveríamos levar isso a sério. Se nos programarmos, com certeza, estaremos com tudo pronto para recebermos o santo sábado de Deus quando o sol se esconder no horizonte.


18 de novembro Domingo

Cinco Corações

Que variedade, Senhor, nas Tuas obras! Todas com sabedoria as fizeste. Salmo 104:24.

Acho que você já observou, ao cavar a terra na horta de sua casa, que existem ali uns seres compridos e lisos chamados minhocas. E para que servem essas minhocas? Alguns de vocês vão dizer que servem para pescar peixes. Outros vão dizer que servem de alimento para as aves. Essas respostas estão certas. Mas elas também servem para melhorar o solo.

Embora não soe muito apetitoso, elas passam uma boa parte do seu tempo comendo lodo sujo. Enquanto comem, vão cavando pequenos túneis na terra. Esses túneis facilitam a passagem do ar e da água para as raízes das plantas. Assim, um pedaço de terra pode ter quilômetros e quilômetros de túneis e milhões de minhocas.

Cleópatra, rainha do Egito mais de 2.000 anos atrás, conhecia a importância das minhocas para tornar o solo mais rico. Por isso, deu uma ordem para que não fossem perturbadas.

Quantas espécies de minhocas existem? Você acredita que já foram pesquisadas mais de 9.000 espécies? É isso mesmo! Existem minhocas de cores diferentes; pequenas de uma polegada (mais ou menos 2,75 cm), até uma gigante de três metros, encontrada na Austrália.

Por quanto tempo pode viver uma minhoca, se é que não vira comida de passarinho antes? As pequenas, que não vivem em grandes profundidades, podem chegar a dois ou três anos. As maiores, que vivem no solo mais profundo, podem chegar à idade de oito anos.

Curiosamente, a minhoca tem cinco corações, e todos localizados perto da cabeça, no final do seu corpo. Por isso, quando você corta uma minhoca, a parte onde estão os corações continuará vivendo, e uma nova cauda crescerá. O corpo dela é constituído de 80 por cento de água.

A minhoca é apenas uma espécie das muitas criaturas maravilhosas criadas por Deus para tornar nossa vida melhor e mais interessante aqui na Terra. Na próxima vez que você vir uma minhoca, lembre-se de que, se Deus dá a ela tudo quanto necessita, incluindo cinco corações, com certeza não só cuidará de nós, mas também será um “alto refúgio e proteção” para nós.


19 de novembro Segunda

Qual é a Nossa Bandeira?

O Senhor é minha bandeira. Êxodo 17:15.

A bandeira é um objeto que representa união ou comunhão de objetivos e ideais de um estado, de uma sociedade de um país. Ela é o símbolo que mexe com o nosso coração. Sua origem remonta à Idade Média, quando os exércitos aliados usavam um pedaço de pano hasteado num estandarte, com as cores e sinais de identificação do batalhão ou companhia, para não se confundirem uns com os outros.

Experimente ficar fora da sua pátria. Depois de algum tempo, quando você vir a bandeira de seu país, será tomado por um sentimento de saudade e de luta em defesa de sua terra.

Em nosso calendário, temos um dia especial para homenagear a nossa bandeira. É hoje. Recordemos o que querem dizer suas cores. O verde traz à lembrança aquilo que primeiro funcionou como bandeira: os ramos arrancados das árvores pelos homens primitivos, em atitude espontânea de alegria. Essa cor representa as nossas matas exuberantes. O amarelo representa nossa riqueza mineral e a aventura dos bandeirantes à procura do ouro. De maneira poética, nos leva à imagem do sol, astro que nos garante condições essenciais de sobrevivência. O azul representa a cor do nosso céu. E o branco representa a paz que sempre queremos que reine em nosso país.

Alguém se expressou assim quando falou da nossa bandeira: “Bandeira brasileira, eu te amo, não por seres a mais bonita, mas porque és minha. Amo o verde de tua natureza amiga e tranqüilizante, amo o ouro de tua libertação total. Amo o azul de teu otimismo fecundante. Amo o branco de tua fraternidade universal. Amo-te como és, com teus erros e acertos, com teus fracassos e tuas vitórias.”

Para Moisés, não há bandeira mais linda do que o nome de Deus: “O Senhor é minha bandeira.” Êxodo 17:15.

Fazer parte do grupo que pertence a Jesus, hoje, significa levar a gloriosa bandeira do evangelho. A igreja de Deus é o Seu exército. Por isso, como diz o hino: “Marche firme, com força e vigor, sempre conduzindo a Palavra do Senhor. Juntos, vamos a todos ensinar que Jesus virá em breve aqui reinar.”


20 de novembro Terça

As Jóias de Cornélia

Honra a teu pai e a tua mãe. Lucas 18:20.

James Baldwin, em seu livro Cinqüenta Histórias Famosas Recontadas, narra a seguinte história:

Era uma magnífica manhã na velha cidade de Roma, centenas de anos atrás. Dois irmãos estavam parados em um lindo jardim. Observavam a mãe e sua amiga caminhando por entre as flores.

– Você já viu uma senhora mais bonita do que a amiga de nossa mãe? – perguntou o mais jovem dos irmãos. – Ela parece uma rainha.

– Ah! Mas não é mais bonita do que nossa mãe – retrucou o menino mais velho. – O vestido dela é muito bonito e caro, é verdade. Mas sua face não é tão nobre e bondosa como a de nossa mãe.

– Isso é verdade – disse o outro. – Não há mulher aqui em Roma que se pareça tanto com uma rainha como a nossa mãe.

Em seguida, Cornélia, a mãe dos meninos, chegou onde estavam.

– Filhos, tenho uma coisa a dizer-lhes.

Eles se curvaram diante dela, como era costume entre os rapazes romanos, e perguntaram qual era o assunto.

– Vocês estão convidados a tomar um lanche conosco aqui no jardim. Depois, nossa amiga vai mostrar-nos sua linda coleção de jóias das quais já ouviram falar.

Seria possível que aquela mulher tivesse mais jóias, além das tantas que usava no momento?

Quando a refeição terminou, uma serva trouxe a caixa com a coleção. A amiga da mãe a abriu. Que jóias esplendorosas! Havia pérolas brancas como leite, rubis vermelhos como brasas vivas, safiras azuis como o céu daquele dia de verão e diamantes que brilhavam como o sol.

Finalmente, a caixa de jóias foi fechada e levada para dentro. A amiga perguntou a Cornélia sobre suas jóias.

– Aqui estão minhas jóias – respondeu Cornélia puxando os filhos para junto de si. – Não me sinto pobre, pois eles valem muito mais do que todas as suas jóias juntas.

Esse fato marcou para sempre a vida daqueles filhos, que se tornaram importantes cidadãos romanos.

Você também vale mais do que uma jóia preciosa.