21 de dezembro Sexta

Súplica de Natal

Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque Ele salvará o seu povo dos pecados deles. Mateus 1:21.

Gosto muito do mês de dezembro por causa do Natal. As pessoas ficam mais simpáticas, sorriem e conversam mais. Tornam-se corteses. Uma das coisas boas é passear pelos shoppings das cidades. Cada um quer apresentar uma decoração mais bonita. Ouvem-se melodias de Natal por onde quer que se vá. Tudo é muito colorido e cada um carrega na mão pelo menos uma sacolinha com presentes. O cheiro nas cozinhas, onde as mães e as vovós preparam guloseimas, fica irresistível.

Porém, não teríamos Natal se Jesus não houvesse nascido. O Filho de Deus veio para que você e eu tivéssemos salvação.

Lídia J. Martins, uma poetisa que não conheço, escreveu uma poesia muito bonita sobre o Natal. Na verdade, ela faz uma súplica profunda nestes versos, que dizem:

Neste dia, Senhor, em que no mundo
Festeja-se o Natal do bom Jesus,
Eu Te peço, em anseio mui profundo:
Derrama sobre nós a Tua luz.

Como a estrela que, lá do firmamento,
Os Magos conduziu até Belém,
Possa o brilho do céu, neste momento,
Guiar os filhos Teus ao Sumo Bem.

Não permitas que os gritos do pecado
Abafem bruscamente o teu falar.
Oh! Que a voz do Teu Filho muito amado
Por todos seja ouvida, sem cessar.

Que a mensagem de paz do coro santo,
Entregue pela hoste angelical,
Possa ainda se ouvir, em doce canto,
E a todos alegrar neste Natal!

Assim como os magos e os pastores foram até Jesus mais de dois mil anos atrás, que nós também possamos fazê-lo.


22 de dezembro Sábado

Uma Bênção de Natal

Aquele que não poupou o Seu próprio Filho, antes por todos nós O entregou, porventura, não nos dará graciosamente com Ele todas as coisas? Romanos 8:32.

Gosto da música de Natal. Quando chega o mês de dezembro, vou à estante onde estão os meus CDs e seleciono todos que trazem as músicas dessa época. Uma canção é mais linda do que a outra. Não é apenas a música que amo, mas o espírito completo que o Natal nos traz.

Carolyn Willis conta sua experiência acontecida há alguns anos, na época do Natal. Ela comprara as entradas para um concerto de Natal em uma igreja na cidade de Toronto, no Canadá. Naquele ano, a apresentação tinha como título: “A árvore viva do Natal”. Num sábado à tardinha, ela e o marido se dirigiram para o local do concerto. Estava muito frio. Mas, como estavam adiantados no horário, resolveram passar por um pequeno mercado, onde compraram algumas latinhas de suco. Com as mãos cheias deles, Carolyn correu para o carro, tremendo de frio.

Chegando à igreja, logo encontraram os lugares e sentaram para esperar o começo da apresentação. No palco, havia uma enorme árvore – o tema principal do concerto. Um pouco antes de começar, Carolyn percebeu que alguém estava vendendo o CD do concerto. O melhor seria comprá-lo logo. Ela pegou a bolsa que estava ao lado para tirar o dinheiro da carteira. Mas, incrível! A carteira não estava lá. Ela a procurou muitas vezes, sem sucesso. Sabia que a havia usado um pouco antes para comprar as latinhas de suco. Explicou ao marido o que estava acontecendo e disse que precisava voltar ao mercado, embora acreditasse que não encontraria a carteira. O marido dispôs-se a ir junto. Eles oraram fervorosamente. Era muito importante encontrar a carteira.

Quando chegaram ao estacionamento do mercado, Carolyn pulou e correu até o local onde havia comprado o suco. Inacreditável! Ali estava sua carteira, onde todos os que passavam a podiam ver. “Com certeza, deve estar vazia”, ela pensou. Abrindo-a com mãos trementes, ela constatou que não faltava nada. Seu coração encheu-se de muita gratidão.

Aliás, gratidão, paz, alegria e amor, além de cores, música e concertos, são alguns presentes que o Natal nos oferece. Porém, a maior dádiva de Deus para nós é Jesus. Agradeçamos por esse amor maravilhoso.


23 de dezembro Domingo

Transmitindo Alegria no Natal

Encontraram o menino... O adoraram... e Lhe ofereceram presentes: ouro, incenso e mirra. Mateus 2:11, NTLH.

Aquele Natal ia ser muito diferente dos outros. Ainda menino, Romeu sentia o coração apertado por causa da morte do seu avô querido, que ocorrera alguns dias antes. Sua mãe estava se esforçando para trazer um pouco de alegria naquele Natal. Montara uma linda árvore, toda enfeitada com bolas coloridas. O cheiro que vinha da cozinha era tentador e todo característico.

Romeu acariciava um sonho naquele Natal. Queria ganhar uma nova e linda bola de basquete. Jogava no time da escola e achava que merecia esse presente.

Na mesma rua de Romeu, morava um amigo. Ele se chamava Roby, e seu pai havia desaparecido fazia muito tempo. Ele era muito pobre e sua mãe não podia lhe comprar uniforme esportivo nem os tênis. Por isso, não jogava no time da escola. O máximo que conseguia era assistir pacientemente os outros meninos jogando.

Quase todos os dias, os dois amigos treinavam basquete na casa de Romeu. Treinavam aqueles lances mais difíceis para ficarem realmente “craques”. Roby era realmente muito bom no basquete. Ele tinha um dom especial para o jogo. Além da boa técnica, ele jogava com o coração.

Na noite de Natal, tudo que Romeu imaginara aconteceu. Lá estavam os presentes, inclusive uma linda bola oficial de basquete. Na manhã seguinte, a primeira coisa que ele fez foi correr até a casa de Roby e mostrar sua linda bola.

Quando a mãe de Roby abriu a porta e ele entrou, Romeu viu o amigo sentado à mesa para o café da manhã. Compreendeu que o amigo não ganhara nada. Romeu, que fora se exibir com o seu presente, sentiu que isso causaria mais dor e tristeza ao amigo. No ímpeto, expressou o pensamento que lhe veio à mente:

– Roby, esta bola é um presente para você. Não deu tempo de embrulhar, pois não sou bom nisso. Espero que você possa fazer bom uso dela. – Romeu não acreditava que havia dito aquilo. Contudo, que alegria sentiu quando viu o brilho nos olhos do amigo!


24 de dezembro Segunda

Noite Feliz

Deus nos mandou um Menino que será nosso rei. Ele será chamado de... Príncipe da Paz. Isaías 9:6, NTLH.

Em um restaurante na Alemanha havia uma gaiola com um passarinho que encantava as pessoas com a música do seu lindo canto.

Ludwig Eck, regente do coral da catedral de Berlim, tomava o seu desjejum naquele restaurante e ouviu a melodia que o pássaro cantava. A espécie daquela ave é chamada “bullfinch”, que é um pequeno pássaro europeu de penas cinza e rosa. Diante do que ouviu, a expressão do regente ficou transtornada. Havia sete anos ele vinha procurando o compositor daquela melodia, a pedido do imperador.

– De onde veio este pássaro? – perguntou ao garçom.

O rapaz lhe disse que o pássaro viera de um tal Felix Gruber, estudante no convento de São Pedro, que ficava na fronteira com a Áustria, perto de Salzburgo. Ele mesmo havia treinado o pássaro para cantar aquela melodia.

O regente Eck se dirigiu imediatamente para o convento, onde pediu ao abade para falar com Felix Gruber. Era um garoto de apenas 15 anos, que confirmou ter ensinado o pássaro.

– Meu pai escreveu a melodia e um amigo escreveu a letra – disse o jovem com certo orgulho.

Na semana seguinte, o regente Eck e Felix Gruber chegaram à vila de Hallein, onde o Sr. Franz Gruber era o organista da igreja local. Ele explicou como fora composta aquela melodia:

– Na véspera do Natal de 1818, o órgão da igreja quebrou, e parecia que não teríamos nenhuma música no culto de Natal. Meu amigo Joseph Mohr, já falecido, havia escrito um poema sobre o nascimento de Cristo. A seu pedido, coloquei a melodia na letra e toquei-a em meu violão. Nunca pensamos que ela se tornaria tão popular.

O compositor foi convidado a visitar o imperador, que desejava muito conhecê-lo. O cântico era conhecido na Europa como “Cântico do Céu”. Quando perguntaram a Gruber que título haviam dado ao cântico no dia em que o compuseram, ele respondeu: “Noite Feliz!” Na versão do Hinário Adventista, chama-se “Noite de Paz” (n0 42). Feliz Natal!


25 de dezembro Terça

Milagre de Natal

Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? Salmo 121:1.

Era o dia 23 de dezembro de 1908. A praga da difteria se alastrava pela Tchecoslováquia. Na vila de Velky Slavkov, um solitário homem caminhava carregando um balde com tinta preta. As casas onde a doença havia chegado, ele marcava com um X, o que queria dizer “morte” e “proibida a entrada”. A última casa que marcou foi a casa de Suzanna e Jano Boratko. A filha mais velha havia morrido alguns dias antes. Agora o pai preparava dois caixões para enterrar os dois filhos mais novos. Entre soluços, Jano tossia, pois também já havia contraído a doença.

Suzanna preparou as crianças e as colocou nos caixões. Em uma carroça puxada por cavalos as levaram para o cemitério. O frio era cortante. O casal chorava diante da profunda dor que estava sentindo.

O dia seguinte seria véspera de Natal. Quando o casal voltou do cemitério para a casa fria e vazia, necessitava de conforto. Mas nem cumprimentos de Natal teriam naquele ano.

Suzanna colocou mais um pedaço de lenha, para que tivessem calor durante a noite. Estava certa de que o marido iria morrer. Mas a manhã chegou e ele ainda estava com vida. Ela olhou para as montanhas e se lembrou do Salmo 121:1: “Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro?” De repente, viu a figura de uma mulher que caminhava na neve e no vento, na direção de sua casa. Bateu à porta! Suzanna abriu com receio e avisou que seu marido estava com a doença. Porém, assim mesmo, a mulher pediu para entrar. E deu a seguinte instrução:

– Pegue um pedaço de pano limpo e enrole em seu dedo. Embeba em puro óleo de querosene e passe na garganta do seu marido. Faça com que ele engula uma colher desse óleo. Estarei orando por você e sua família. – A mulher apertou a mão de Suzanna e foi embora.

Não é que Jano melhorou, e na manhã de Natal sua febre havia acabado? Não houve presentes embaixo da árvore, mas o frasco do óleo de querosene atravessado pela luz do sol na janela foi um presente de vida para gerações. Depois disso, Suzanna partilhou o remédio caseiro com muitos vizinhos. Jesus hoje também nos oferece o “óleo” da salvação, que poderá nos livrar definitivamente do pecado.


26 de dezembro Quarta

A Toalha de Mesa – 1

A Minha casa será chamada Casa de Oração para todos os povos. Isaías 56:7.

Alguns anos depois que os exércitos de Hitler devastaram a Europa, um jovem pastor cuidava de uma igreja muito antiga. Ele e sua esposa pensavam que, com uma boa pintura, martelo e fé, poderiam arranjá-la para ficar usável. Mas em dezembro, já chegando o Natal, houve uma tempestade muito forte, e parte do reboco atrás do púlpito caiu. O que fariam para cobrir aquela mancha feia?

Naquela tarde, o casal foi a um leilão em benefício de um grupo jovem. O leiloeiro, em dado momento, abriu uma caixa e tirou de dentro uma linda, mas antiga, toalha marfim e dourada. Quem se interessaria por ela? Foram feitos alguns pequenos lances. Então, o pastor teve o que pareceu uma grande idéia. Ele ofereceu seis dólares e cinqüenta centavos por ela, e a arrematou.

Depois, levou a toalha para a igreja e a pendurou atrás do púlpito, cobrindo assim o local de onde havia caído o reboco. Sua beleza, os desenhos bordados e o brilho emprestaram ao ambiente um verdadeiro espírito de Natal. Feliz, ele foi para casa preparar o sermão de Natal.

À tardinha, na véspera do Natal, quando o pastor estava abrindo a porta da igreja, notou a presença de uma senhora passando frio no ponto de ônibus. Sabendo que a condução só passaria dali a quarenta minutos, ele a chamou para que fosse aquecer-se dentro da igreja.

A desconhecida contou-lhe que havia ido à cidade naquela manhã para ser entrevistada para o trabalho de governanta de crianças. Porém, não a haviam aceitado, pois era uma refugiada da guerra e o seu inglês não era muito bom.

Ela sentou-se em um dos bancos, orou e depois olhou para a frente, onde viu o pastor ajeitando melhor a toalha que havia sido colocada lá. Querendo ver melhor, levantou-se e caminhou até a frente, onde o pastor sorriu e começou a lhe contar sobre a tempestade e o estrago que havia acontecido na parede. Mas ela parecia não ouvir. Algo lhe chamou muito a atenção. O que era? Você vai saber no texto de amanhã.


27 de dezembro Quinta

A Toalha de Mesa – 2

Eis que vem com as nuvens, e todo olho O verá. Apocalipse 1:7.

A mulher que o pastor havia acolhido na igreja foi até o local em que a toalha estava e esfregou parte dela nas mãos.

– Esta toalha é minha! – ela exclamou. – É a minha toalha de banquete. – Erguendo um canto dela, a mulher mostrou ao surpreso pastor as duas iniciais de seu nome bordadas na toalha. – Meu marido mandou fazer esta toalha em Bruxelas, especialmente para mim. Não existe outra igual.

Nos minutos seguintes, a mulher e o pastor conversaram animadamente. Ela explicou que era vienense. O marido e ela eram contra o nazismo e decidiram deixar o país. Foram aconselhados a sair separadamente. O marido a colocou num trem para a Suíça. Os planos eram que ele se juntaria a ela assim que despachasse a mudança para fora da Áustria. Nunca mais ela tivera qualquer notícia dele. Mais tarde, soube que havia morrido em um campo de concentração.

O pastor tentou confortá-la. Ofereceu-lhe a toalha de volta, mas ela não aceitou e foi embora.

À noite, a igreja começou a encher-se de pessoas. Estava claro que a toalha seria um grande sucesso. Após o culto, os membros comentavam o quanto a igreja estava bonita. Um senhor de meia-idade, o relojoeiro da cidade, com rosto muito simpático, parecia confuso. Então, com sotaque estrangeiro, disse ao pastor:

– É estranho! Muitos anos atrás, minha esposa e eu tínhamos uma toalha dessas. Lá em nosso lar em Viena, ela a colocava na mesa somente quando o pastor vinha nos visitar e almoçar conosco.

Após ouvir esse senhor, o pastor da igreja ficou agitado e contou-lhe sobre a mulher que tinha estado na igreja naquela tarde. Será que era ela?

O pastor e o senhor foram à casa da família onde ela disse ter sido entrevistada, e lá conseguiram o endereço. Quando o dia de Natal amanhecia, aquele homem e sua mulher, que haviam ficado separados por tantos anos, enfim se reencontraram.

Parece que o propósito da tempestade que danificara a parede da igreja estava agora bem claro. Todos diziam que a tempestade produzira o milagre do reencontro. Como é bom reencontrar aqueles a quem amamos. Imagine como será ver a Cristo quando Ele vier.


28 de dezembro Sexta

Natal Diferente

Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo. I Coríntios 15:57.

Natal é a celebração do aniversário de Jesus Cristo, o Messias. É um tempo de solidariedade, cordialidade, presentes, música, comida gostosa, festas e lembranças. No entanto, nunca devemos deixar de lembrar que Cristo é o centro da época do Natal. Jesus é muito mais para nós do que o bebê na manjedoura. Ali foi apenas o início de redenção da humanidade.

Veja estas interessantes sugestões dadas na Revista Adventista de dezembro de 1995. O Natal pode ser um preparativo para que o ano que se aproxima se torne mais feliz ainda:

O melhor presente que nós podemos dar a Deus somos nós mesmos. Deus quer que aceitemos a Jesus como nosso Salvador, entregando-Lhe nosso coração, porque Ele mesmo Se deu a nós como um presente.

Com Jesus, nossa vitória estará garantida e a nossa vida será um manancial de indescritíveis bênçãos.


29 de dezembro Sábado

Como Será Viver no Céu?

Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que O amam. I Coríntios 2:9.

Muitas vezes já forcei minha imaginação para pensar no que teremos e faremos no Céu. Porém, tão acostumada como está minha mente com as coisas da Terra, não tenho a mínima capacidade de imaginar a grandiosidade e as maravilhas que presenciaremos lá. Já li muitas vezes as descrições que o profeta João faz sobre o Céu. Também li os relatos da Sra. White quando conta aquela visão que teve do Céu. Mas sinto que tudo não passa de lampejos diante do que realmente nos espera.

É muito difícil imaginar o que é viver para sempre, especialmente porque crescemos com o conceito de que todas as coisas boas acabam e têm fim. Você já deve ter ouvido o ditado: “Tudo que é bom dura pouco”. É como ir a uma festa de aniversário e se divertir tanto e achar que tudo está tão gostoso que você gostaria que ela durasse para sempre. No Céu só existirão bons momentos e eles nunca terão fim.

Um pastor conta que, quando estava na quinta série, perguntou a uma professora quanto duraria a eternidade. Ela respondeu que ele deveria imaginar um conta-gotas tirando uma gota do oceano a cada mil anos. Quando o oceano secasse, teria passado o primeiro segundo da eternidade.

Haverá muita coisa divertida para aprender e descobrir no Céu. A Bíblia nos diz que “nem olhos viram, nem ouvidos ouviram… o que Deus tem preparado para aqueles que O amam”. I Coríntios 2:9.

Descobrir todas as maravilhas do lugar que Jesus foi preparar será como abrir lindos presentes de Natal. Em cada pacote haverá uma surpresa. Já sabemos que lá não sentiremos mais dores. Não ficaremos doentes. Não teremos desapontamentos, brigas, nem lágrimas. Seremos cem por cento felizes, o tempo todo. Mas o melhor de tudo é que viveremos para sempre com Jesus.

Que tal fazer esta oração antes de sair para a escola ou outras atividades? “Querido Jesus, neste dia, dá-nos Tua tranqüilidade, guia-nos por caminhos seguros. E que nossa mente constantemente pense e imagine o que será viver pela eternidade no maravilhoso Céu que estás preparando para Teus filhos. Amém.”


30 de dezembro Domingo

Bilhetinhos Para Jesus

Se você Me chamar, Eu responderei e lhe contarei coisas misteriosas e maravilhosas que você não conhece. Jeremias 33:3, NTLH.

Você já escreveu algum bilhete para o seu melhor amigo na escola? Ou então uma carta a um amigo desconhecido? Talvez no bilhete você tenha escrito sobre planos, segredos. Talvez tenha feito perguntas, ou partilhado alguma coisa sobre você. Escrever bilhetes e cartas é um importante meio de comunicação entre amigos. Essas mensagens nos ajudam a conhecermos melhor quem é o nosso amigo.

Sabia que é possível escrever também cartas e bilhetes para Jesus? Embora não seja possível ver Jesus, a Bíblia diz que Ele está sempre conosco. Ele Se preocupa com tudo que acontece e nunca está ocupado demais para nos atender. Quer ser nosso melhor Amigo.

Às vezes, parece difícil ser amigo de quem não podemos ver. Porém, ao escrever cartas e bilhetes a Jesus, Ele Se tornará mais real para nós. Podemos escrever sobre qualquer coisa, como escreveríamos aos amigos que vemos. Aqui estão algumas coisas sobre as quais podemos escrever:

“Querido Jesus, Eu me sinto muito sozinho hoje.” “Meu irmão me deixa tão nervoso!” “Mamãe e papai estão brigando novamente. Fico com medo quando gritam um com o outro.” “Querido Jesus, tirei um dez em matemática hoje.” “A Cristina conversou comigo na hora do intervalo.” “O Pastor João está falando sobre o batismo em seu sermão. Tenho uma porção de perguntas sobre ser batizado. Como saber que estou preparado?”

Não precisa de nada muito especial para escrever. Basta uma folha de agenda, uma caneta ou lápis. Guarde todos os bilhetes em uma caixinha. Vai ser interessante, depois de algum tempo, reler o que escreveu.

Também será bom receber respostas, não é? A Bíblia contém todas as respostas aos nossos bilhetes. Veja isto: “Se você Me chamar, Eu responderei e lhe contarei coisas misteriosas e maravilhosas que você não conhece.” Jeremias 33:3.

Saiba que enquanto estamos escrevendo Deus já está lendo. Mais do que isso, Ele lê até os nossos pensamentos.

Da próxima vez que mandar um bilhete para um amigo, tire outro papel e passe um bilhete para o melhor Amigo de todos: Jesus. Que tal começar isso no Ano Novo?


31 de dezembro Segunda

Cada Vez Mais Perto

Assim também, quando virem acontecer aquelas coisas, fiquem sabendo que o Reino de Deus está para chegar. Lucas 21:31, NTLH.

Você já viu um mágico apresentando seus números? Embora pareça real, todos sabem que aquilo não é verdade. Assim que descobrimos qual é o truque, não há mais mágica.

Estamos vivendo num tempo repleto de “mágicas”: viagens espaciais, raio laser, telefones celulares, games, computadores, máquinas digitais, coisas com as quais ninguém teria sonhado cem anos atrás. Cada ano que passa, vão aparecendo novidades mais rápidas e mais poderosas. Imagine a televisão de plasma. Quem sonharia com uma coisa dessas? Dá-se a impressão de que as novidades vão se multiplicando mais rápido do que conseguimos absorvê-las.

Quando o anjo disse a Daniel que o conhecimento aumentaria (Daniel 12:4), referindo-se inclusive ao conhecimento da Bíblia, e que as pessoas estariam correndo de lá para cá, ele não estava brincando. Por milhares de anos as pessoas fizeram as coisas sempre do mesmo jeito. Mas, desde o século passado, o conhecimento começou a se multiplicar. E as coisas estão mudando cada vez mais rápido. Se precisarmos de uma prova de que as profecias são verdadeiras, é só olhar em volta. As “mágicas” que vemos diariamente são uma clara evidência de que o conhecimento está aumentando, e nossa corrida para lá e para cá também.

Jesus disse: “Quando vocês vêem que as suas folhas começam a brotar, vocês já sabem que está chegando o verão. Assim também, quando virem acontecer aquelas coisas, fiquem sabendo que o Reino de Deus está para chegar.” Lucas 21:30 e 31, NTLH.

Amanhã é Ano Novo. O ano velho passou rapidamente. Fiquemos atentos para o fato de que, quanto mais rápido as coisas acontecerem e mais novidades surgirem através das modernas tecnologias, menor é o tempo que nos separa do glorioso dia da vinda de Jesus.

O texto bíblico que encerra nossas meditações deste ano diz que o "reino de Deus está para chegar". Mais ainda dá tempo de você ir a Deus e se preparar.