O amor é eterno. 1 Coríntios 13:8
Muitos consideram o amor o maior e mais poderoso de todos os sentimentos. As pessoas almejam sentir e receber amor. No entanto, o mundo ao nosso redor, com toda a sua violência e indiferença, parece cada dia mais escasso de amor. Martin Luther King afirmou: “O amor é a força mais perdurável do mundo. Este poder criador, tão maravilhosamente exemplificado na vida de Cristo, é o instrumento mais poderoso e eficiente para a paz e a segurança da humanidade.”
Mãe e filha caminhavam pela praia no fim da tarde, sentindo a suave brisa do mar. Conversavam sobre muitas coisas, até que entraram no assunto do amor. A menina, ainda juvenil, perguntou:
– Mamãe, como se faz para manter um amor?
A mãe olhou para a filha, percebendo seu real interesse, e pensou de que forma poderia explicar algo tão importante.
– Pegue um pouco de areia e feche a mão com força.
A menina obedeceu prontamente e percebeu que, quanto mais forte apertava a areia, mais ela escapava por entre os dedos.
– Mamãe, mas assim a areia cai!
– Eu sei. Agora abra a mão completamente.
Novamente, a menina obedeceu. Mas um pequeno vento levou a areia que restava em sua mão.
– Assim também não consigo mantê-la em minha mão.
A mãe, com um sorriso, lhe disse:
– Agora, pegue outra vez um pouco de areia. Mantenha a mão aberta como uma colher, nem muito fechada, nem muito aberta. Apenas o suficiente para protegê-la e, ao mesmo tempo, dar-lhe liberdade.
A menina fez conforme a mãe lhe pediu e percebeu que a areia não lhe escapava da mão e estava protegida pelo vento.
– É assim que se faz para manter o amor.
Acima de tudo, o amor é um dom de Deus. Espero que você use esse dom segundo a orientação da Bíblia. Os resultados, sem dúvida nenhuma, perdurarão para a eternidade.
Porém a maior delas é o amor. 1 Coríntios 13:13
Ao terminar seu poema sobre o amor, o apóstolo Paulo deixa claro que, de todas as coisas importantes da vida – a fé, a esperança e o amor, a mais importante delas de fato é o amor.
Um garoto perguntou ao seu avô sobre algo que o deixava curioso.
– Vovô, qual é a importância das coisas?
O idoso homem não respondeu à pergunta. Em vez disso, pediu ao neto que pegasse um vaso e colocasse nele algumas pedras grandes.
– O vaso está cheio? – perguntou o avô.
– Sim – respondeu o garoto.
Então, o velhinho pediu que o menino colocasse alguns pedregulhos dentro do vaso.
– E agora, está cheio?
– Sim.
Dessa vez, o avô pediu ao neto que colocasse água no vaso. Foi quando o garoto se adiantou e disse:
– Acho que entendi, vovô. O senhor está querendo dizer que a real importância das coisas está na forma como as armazenamos.
O velho deu um sorriso e explicou:
– Não. O vaso só pode ser cheio dessa forma porque as grandes coisas foram colocadas primeiro, depois as menores, e assim por diante. Na vida, você deve fazer a mesma coisa. Priorize as coisas que realmente são grandes e importantes, como o amor a Deus, o amor à família e, depois, seu amor aos semelhantes. Em seguida, priorize as menores. Se você tivesse começado a encher o vaso com os pedregulhos, as pedras grandes jamais caberiam nele.
Em um mundo em que os reais valores estão cada dia mais esquecidos, encha o vaso de sua vida da maneira indicada pela Palavra de Deus.
Ele nos auxilia em todas as nossas aflições. 2 Coríntios 1:4
– Nosso chefe está morto! Alguém matou nosso chefe! – choravam os nativos. – Quem teria feito isto?
– Provavelmente foi o professor cristão de Maibikee – disse um dos líderes da tribo. Devemos ir até onde ele e seu povo vivem. Mataremos a todos, e depois queimaremos tudo!
Irados diante da situação, 50 guerreiros prepararam suas espadas e lanças para matar Faole e os cristãos de Maibikee, em Papua-Nova Guiné. Mas um membro da tribo, não concordando com a possível chacina, decidiu correr até onde vivia o missionário mais próximo. Este partiu imediatamente para ajudar Faole. Contudo, a viagem demoraria algumas horas.
Faole e os demais nada sabiam dos planos da tribo selvagem. Mas, naquela noite, ele não conseguia dormir. Incomodado, reuniu a família para ler um verso da Bíblia.
– Vamos confiar em Deus. Nada temos a temer, pois Ele cuidará de nós.
Depois que os cristãos de Maibikee dormiram, os guerreiros chegaram enfurecidos. Mas não puderam avançar, pois havia uma grande fila de guardas vestidos de branco, em pé, protegendo a aldeia. Os guerreiros, temerosos de enfrentar os homens de branco, esperaram a noite toda em silêncio. Por fim, desistiram e voltaram para sua aldeia.
Quando o outro missionário chegou lá, percebeu que tudo estava em paz. Faole lhe disse:
– Não tivemos nenhuma perturbação por aqui. O Senhor nos guardou.
O missionário, intrigado, foi até a aldeia dos guerreiros, cujo chefe havia sido morto.
– Alguém da aldeia foi até Maibikee para matar cristãos? – ele perguntou.
– Sim, mas não conseguimos.
– Por quê?
– Um exército de soldados vestidos de branco estava protegendo a aldeia.
Não é maravilhoso perceber como Deus cuida de Seus filhos? Entregue-se a Jesus hoje e Ele também o guardará de todo mal.
A Minha graça é tudo o que você precisa, pois o Meu poder é mais forte quando você está fraco. 2 Coríntios 12:9
Certo rapaz voltou para a casa de seu pai, depois de quinze anos que havia partido, e pediu conselhos. Disse necessitar da sabedoria do pai para resolver o enorme problema que estava enfrentando.
– Pai, estou esgotado da luta de cada dia. As dificuldades que tenho enfrentado são imensas. Quando mal consigo me livrar de um problema, aparece outro maior. Preciso de sua ajuda. Que devo fazer?
O pai refletiu por um instante, e depois convidou o filho para uma caminhada pela fazenda. Levou-o até a margem de um grande lago, de onde podia se avistar a barragem de uma usina.
– Meu filho – ponderou o pai calmamente –, qual é o seu maior sonho na vida?
– Sonho, pai? Ora, eu não tenho mais sonho nenhum. As dificuldades acabaram com meus sonhos.
– Olhe para este lago, filho. Isto aqui era um rio, até que se construiu a barragem e formou-se este lago.
– O que isto tem a ver comigo, meu pai?
– Você sabe que esta água produz energia que ilumina várias cidades da região?
– Sim, pai – respondeu o moço, intrigado.
– Toda a energia acumulada neste lago vem do objetivo da água de chegar até o oceano, meu filho. Se a água não tivesse esse objetivo, não teria a energia. A barragem tenta frear a água, mas ela continua a correr pelas turbinas, até chegar ao mar.
– Pai, aonde o senhor quer chegar?
– Deus lhe deu forças e energia, meu filho. Para usar tudo isso em seu favor, você precisa ter grandes sonhos. Mesmo que uma grande dificuldade atrapalhe seu sonho, continue sonhando. Nada poderá detê-lo!
Quais são seus sonhos? Converse com Jesus sobre eles. Talvez eles se tornem realidade mais cedo do que você pensa.
Quando perco toda a minha força, então tenho a força de Cristo em mim. 2 Coríntios 12:10
Um garoto, que perdeu o braço esquerdo em um acidente de carro, decidiu praticar judô. Depois de meses de treinamento, o garoto fazia grandes progressos. Contudo, o professor lhe havia ensinado um único movimento. Um dia, o garoto disse:
– Senhor, eu não deveria aprender outros movimentos?
O professor respondeu calmamente:
– Este é o único movimento que você sabe e, de fato, é o único que precisa saber.
O menino não entendeu muito bem. Mas, como respeitava o professor, continuou treinando. Algum tempo depois, o professor fez a inscrição do menino para seu primeiro torneio.
Surpreendentemente, o garoto venceu facilmente seus dois primeiros combates. O terceiro combate levou mais tempo, mas também foi ganho com o único movimento que podia ser desferido pelo menino.
Mal acreditando, ele se viu nas finais do torneio. Mas, dessa vez, seu oponente era maior e mais forte. Alguns dos juízes cogitaram cancelar a luta para que o menino sem braço não se machucasse.
– De jeito nenhum – disse o seu professor. – Deixe-o continuar.
Assim, o garoto entrou para o combate sabendo um só movimento. Quando teve oportunidade, ele o usou. Inacreditavelmente, ele ganhou a luta e o torneio!
Mais tarde, o menino perguntou ao professor:
– Mestre, como pude ganhar o torneio se usei apenas esse movimento?
– Você ganhou por dois motivos – respondeu o professor. – Primeiro, você dominou um dos golpes mais difíceis do judô; e, em segundo, a única defesa conhecida para esse movimento é seu oponente agarrar seu braço esquerdo.
A maior fraqueza do garoto tornou-se sua maior força.
Quando você se sentir impotente diante das dificuldades da vida, vá a Jesus e se entregue a Ele. Você perceberá que sua fraqueza se tornará em força pelo poder de Cristo.
Cuidado para não acabarem se matando! Gálatas 5:15
Durante uma avalanche de neve, cinco homens ficaram presos numa caverna. Teriam que passar a noite ali, pois o socorro só chegaria de manhã. Cada um tinha um pouco de lenha, e havia uma pequena fogueira para se aquecerem. Quando o fogo estava para se extinguir, perceberam que havia chegado a hora de cada um colaborar com sua lenha. Só assim sobreviveriam.
O primeiro homem era racista. Olhou para os demais e descobriu que havia entre eles um de pele escura. “Jamais darei minha lenha para um negro.” E guardou-a dos demais.
O segundo homem era um rico avarento. Olhou para os outros e reparou que um deles era muito pobre, pelas roupas remendadas que usava. Ele olhou para sua lenha e pensou: “Não vou dar minha lenha para aquecer um preguiçoso.”
O terceiro homem era um pobre camponês. Conhecia aquelas montanhas mais do que ninguém. Sabia dos perigos da nevasca e ponderou consigo: “Esta tempestade pode durar vários dias. Vou guardar minha lenha.”
O quarto indivíduo era negro. Seus olhos transmitiam ira e ressentimento. Seu pensamento era um só: “Ninguém deve gostar de negros aqui. Vou guardar minha lenha para me defender.” E guardou sua lenha com cuidado.
O último homem trazia no corpo as marcas de uma vida de intenso trabalho. Olhando para suas mãos calejadas, ele pensou rápido: “Esta lenha é minha. Custou muito trabalho. Não darei a ninguém nem o menor dos gravetos.”
Sendo assim, os cinco homens permaneceram imóveis. A última brasa da fogueira se apagou em meio às cinzas.
De manhã, quando a equipe de socorro chegou, cinco homens foram encontrados sem vida, cada qual agarrado ao seu feixe de lenha. O chefe da equipe, contemplando tal cena, disse:
– O frio que os matou não foi o de fora, mas o de dentro.
O frio do ressentimento e do preconceito pode matar pessoas. Espero que em seu coração não exista espaço para tais sentimentos.
Ajudem uns aos outros e assim vocês estarão obedecendo à lei de Cristo. Gálatas 6:2
Durante um inverno muito rigoroso, dois amigos caminhavam nas montanhas em busca do refúgio mais próximo. Ambos estavam doentes e tinham pouca roupa para se sentirem aquecidos.
Enfrentando os golpes do ar gelado e da perspectiva de chuva, se depararam com uma criança semimorta na beira da estrada. Um deles foi logo dizendo:
– Não podemos perder tempo. Sigamos em frente ou vamos morrer neste frio.
– Amigo, não podemos deixar esta criança para morrer.
– Olha, estamos cansados e com frio – disse friamente o outro. – Seria um peso a mais. Precisamos economizar energia para nos salvar.
O homem de bom coração olhou para a criança e decidiu ajudá-la. Enquanto o outro se distanciava, ele se agachou, pegou a criança, colocou-a junto ao peito e, com muita dificuldade, retomou sua marcha. Para piorar, a chuva começou a cair e durou quase toda a noite. A estrada estava lamacenta, e os pés do homem pareciam congelados. Mesmo assim, o viajante não abandonou a criança. Esgotado, alcançou finalmente a hospedaria.
Enquanto a criança era levada para receber cuidados, o homem procurou seu amigo que viera na frente. Mas não o encontrou. Somente no outro dia, depois de muita procura, o homem descobriu onde estava seu amigo: numa vala à beira da estrada, sem vida.
A causa da morte era óbvia: na pressa para salvar-se do frio, o homem enfrentou sozinho a caudalosa chuva, mas seu corpo abatido não tinha como enfrentar a temperatura. Enquanto isso, o amigo que foi solidário com a pobre criança recebeu seu calor junto ao peito, conseguindo superar os obstáculos da noite gelada. Ajudando a criança abandonada, ele ajudou a si mesmo.
Nunca se esqueça desta lei da vida: quando ajudamos o próximo, de alguma forma nós somos os mais beneficiados. Se hoje alguém necessitar de seu auxílio, faça a sua parte e ajude. Você vai se sentir muito bem.
Não nos cansemos de fazer o bem. Pois, se não desanimarmos, chegará o tempo certo em que faremos a colheita. Gálatas 6:9
George Bolt era recepcionista em um dos maiores hotéis da Filadélfia. Um dia, um idoso senhor solicitou um quarto.
– Lamento, senhor – disse Bolt –, todos os quartos estão ocupados para esta noite.
O homem olhou por um tempo para Bolt e disse:
– Minha esposa está doente e preciso de um quarto. Não consegui encontrar nenhum nesta noite.
– Sinto muito mesmo, senhor. Não há um único quarto vago no hotel.
O idoso homem virou-se para sair, mas Bolt lhe pediu para esperar.
– Senhor, eu disse que não havia quarto vago no hotel, mas se sua esposa está doente e, se o senhor não se incomodar, poderá ficar no meu quarto. Eu posso dormir em uma dessas cadeiras quando acabar meu trabalho. Por favor, acompanhe-me.
Bolt levou o casal para seu próprio quarto e o instalou confortavelmente.
Na manhã seguinte, o idoso homem ligou para o gerente do hotel e disse:
– O senhor tem um funcionário por sobrenome Bolt, que estava trabalhando na noite passada?
– Sim, tenho – confirmou o gerente. – O nome dele é George Bolt. O senhor vai precisar dele?
– Se vou? Meu nome é John Jacob Astor. Irei construir o maior hotel da América. Quero que aquele rapaz seja o gerente de meus negócios. Por anos tenho procurado um homem que saiba como tratar bem aos outros.
O hotel que aquele idoso homem construiu ficou famoso com o nome de Waldorf-Astoria Hotel, e George Bolt ficou famoso como gerente do hotel por longos 40 anos.
Vale a pena seguir o exemplo de Bolt e fazer o bem a todos com quem entramos em contato. O resultado pode nos surpreender.
Façam tudo para conservar, por meio da paz que une vocês, a união que o Espírito dá. Efésios 4:3
Existe uma fábula que conta de certa carpintaria, em que aconteceu uma estranha reunião. Foi uma reunião das ferramentas, para tirarem suas diferenças.
O martelo depressa apareceu para ser o presidente da reunião, mas logo foi notificado que ele teria que renunciar. Indignado, ele perguntou o motivo. Disseram-lhe que fazia demasiado ruído, e também passava muito tempo dando golpes.
O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que o mesmo fosse feito com o parafuso. Afirmou que ele tinha de dar muitas voltas antes de prestar para alguma coisa.
Então, foi a vez de o parafuso acusar a lixa e pedir sua expulsão. Argumentou que ela era muito áspera em seu tratamento e sempre teria atrito com os demais. A lixa concordou, desde que o metro também fosse expulso, pois sempre ficava medindo os demais de acordo com sua própria medida, como se fosse o único perfeito. Nisso, o carpinteiro entrou, colocou o avental e iniciou o seu trabalho. Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso.
Depois de um tempo, a madeira rústica tornou-se um móvel bonito e perfeito.
Quando o carpinteiro foi embora, a reunião recomeçou.
– Senhores – disse o serrote –, ficou provado hoje que todos nós temos os nossos defeitos. Entretanto, o carpinteiro trabalha com nossas qualidades. É exatamente isso que nos torna valiosos. Assim, creio que devemos deixar de lado nossas diferenças e concentrar nossa atenção em nossas virtudes.
Depois disso, chegaram à conclusão de que o martelo era forte, o parafuso causava união, a lixa removia a aspereza e o metro era preciso e exato. Reconheceram, então, que formavam uma equipe capaz de produzir móveis de alta qualidade.
Não é preciso dizer que na igreja as coisas não são muito diferentes daquela carpintaria. Todos possuem suas limitações, mas têm também suas virtudes. E se, com a ajuda de Deus, cada um desempenhar sua parte, a união será uma feliz realidade.
Se vocês ficarem com raiva, não deixem que isso faça com que pequem e não fiquem o dia inteiro com raiva. Efésios 4:26
Talita ganhou de presente um joguinho de chá. Ela convidou sua amiguinha para brincar. Depois de algum tempo brincando juntas, Talita foi para dentro de casa, deixando Letícia com seus brinquedos.
Quando voltou, Talita ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado pelo chão. Notou a falta de algumas peças, e a bandejinha estava toda quebrada. Furiosa, ela foi desabafar com a mãe:
– A senhora não vai acreditar no que a Letícia fez! Estragou meu brinquedo novo e ainda sumiu com algumas peças.
Vermelha de raiva, Talita pediu para ir à casa de Letícia pedir explicações. Mas, com voz mansa, a mãe ponderou:
– Filhinha, você se lembra daquele dia em que saiu com um vestido branco e um carro que passava jogou lama nele? Quando chegou em casa você queria lavar imediatamente o vestido, mas a vovó não deixou. Lembra-se do que ela disse?
– Ela disse para deixar o barro secar primeiro, pois ficaria mais fácil para limpar.
– Pois bem, com a raiva é a mesma coisa. Deixe a raiva secar primeiro. Depois, você resolverá tudo.
Talita ficou pensativa por um instante, e disse:
– Tudo bem, depois eu resolvo. Vou assistir televisão.
Uma hora depois, alguém tocou a campainha. Era Letícia, com um embrulho na mão. Então, ela falou:
– Talita, lembra-se daquele menino da outra rua que fica correndo atrás da gente? Ele apareceu para brincar com suas coisas, mas eu não deixei. Ele então quebrou o brinquedo que você ganhou. Fiquei tão assustada que corri para casa. Mamãe ficou preocupada e resolveu comprar para você outro brinquedo igualzinho. Espero que você não fique com raiva de mim. Não foi minha culpa.
– Não tem problema. Minha raiva já secou!
Que bom que Talita seguiu o conselho da mãe e esperou a raiva passar!