11 de dezembro Quinta

Removendo a Pedra

Não queremos que [vocês] se tornem preguiçosos. Hebreus 6:12

Havia um rei que não gostava muito dos hábitos preguiçosos de seu povo. Ele se esforçava para tornar seu povo trabalhador e cauteloso, pois nada poderia se esperar de uma nação que deixava os outros resolverem seus problemas.

Uma noite, enquanto todos dormiam, o rei pôs uma enorme pedra na estrada. Escondeu-se atrás de uma moita e esperou para ver o que aconteceria. Primeiro, apareceu um camponês com sua carroça carregada de madeira.

– Como isto pôde acontecer? – perguntou-se contrariado. – Por que esses preguiçosos não mandam retirar esta pedra da estrada? – Ele reclamou, mas não tocou na pedra.

Depois apareceu um soldado. Cantarolando, não percebeu a pedra e tropeçou nela. Ele se levantou, sacudiu a poeira da roupa e começou a reclamar dos preguiçosos que haviam deixado a pedra na estrada. Também foi embora sem retirar a pedra.

Durante todo o dia aconteceu a mesma coisa. Todos passavam por ali, reclamando e vociferando por causa da pedra no meio do caminho. Mas ninguém tocava na pedra.

Perto de escurecer, uma menina, que era filha do marceneiro da vila, passou por ali. Era muito esforçada no trabalho e estava voltando cansada para casa. Ao se deparar com a pedra, disse a si mesma: “Já está quase escurecendo, e alguém pode tropeçar nesta pedra e ferir-se gravemente. Vou tirá-la do caminho.”

A pedra era muito pesada, mas a moça empurrou-a com todas as forças que lhe restavam. Quando conseguiu retirá-la da estrada, percebeu que havia uma caixa debaixo da pedra. Era uma caixa pesada e estava com um bilhete: “Esta caixa pertence a quem retirar a pedra do caminho.”

Quando a moça abriu a caixa, não pôde acreditar. Estava cheia de ouro!
Ao ler esta história, a quem você se compara? Espero que você seja como aquela moça, que prefere remover as pedras que surgem no caminho.


12 de dezembro Sexta

Marcas

Se isso é assim, imaginem então quanto maior ainda é o poder do sangue de Cristo! Hebreus 9:14

Há muitos anos, em um lugarejo da China, uma garotinha doente foi levada pelos pais aflitos até um médico missionário. A perna da menina estava muito queimada e, não tendo sido tratada adequadamente, a panturrilha inchou de tal maneira que parecia unida à parte posterior da coxa. Por causa disso, ela não podia andar.

– O senhor pode nos ajudar? – perguntaram os pais.

– Sim – afirmou o médico. – Eu removerei a crosta, mas terei que enxertar um segmento de pele na superfície lesionada, e então a cicatrização acontecerá naturalmente.

– Eu doarei um pouco de minha pele – adiantou-se o pai.

Depois de ter lavado e raspado o braço do pai, o médico pegou o bisturi. Mas o homem disse:

– Não, eu não posso suportar isso!

– Então – disse o médico para a mãe –, você concordaria em dar parte da pele para sua filha?

– Não, não! Eu não posso suportar tal coisa.

O médico voltou-se para seu assistente e disse:

– Você precisa cortar um pedaço de meu braço. Nós não podemos deixar a menina nesta situação.

– Não, não – disse o assistente. – Eu não agüentaria cortar um missionário.

– Então, terei de fazer isso sozinho. – afirmou o doutor.

Pegando o bisturi, ele cortou um pedaço de pele de seu próprio braço e o dividiu em cinco partes. Em seguida, enxertou na superfície ferida da perna da menina. Depois de um tempo, a perna cicatrizou e a menina voltou para casa. O resultado foi tão bom que logo ela estava correndo como as demais crianças.

E o médico? Carregou as marcas de seu amor por toda a vida. Isso nos lembra que Cristo também carrega cicatrizes de Seu imenso amor por nós. Suas marcas nas mãos e nos pés são a demonstração clara do sofrimento que Ele suportou para que tivéssemos esperança de salvação e chance de viver uma vida totalmente transformada por causa de Seu sacrifício.


13 de dezembro Sábado

Brasa Sem Calor

Não abandonemos, como alguns estão fazendo, o costume de assistir às nossas reuniões. Hebreus 10:25

Infelizmente, não é tão difícil encontrar pessoas que um dia se afastaram da igreja de Deus. Não devemos julgar seus motivos. Contudo, ainda não encontrei alguém que, depois de tomar tal decisão, sentiu-se mais confortado ou feliz. Ao contrário, um vazio parece tomar conta do coração. Basta perguntar sobre isto para uma pessoa que passou pela experiência de deixar a igreja e depois voltou.

Certo dia, um cristão decidiu deixar de freqüentar a igreja. Depois de algumas semanas, o pastor foi visitá-lo. Era uma noite bastante fria. O pastor encontrou o homem em casa, sozinho e aquecendo-se na lareira.

O homem logo desconfiou do motivo da visita do pastor. Deu-lhe as boas-vindas e o conduziu a uma cadeira perto da lareira. Acomodando-se, o pastor olhou para o fogo e não disse mais nada. O silêncio só não era total por causa do crepitar da madeira no fogo. Depois de alguns minutos, o pastor levantou-se e revirou as brasas que se formaram. Escolheu a mais incandescente e, cuidadosamente, colocou-a longe das demais. Então, voltou para a cadeira, sem dizer uma só palavra. O dono da casa permaneceu atento e atônito a tudo. A brasa separada foi perdendo sua chama aos poucos, até que seu fogo se extinguiu.

O homem percebeu que a brasa, antes viva e quente, agora não passava de um pedaço frio e negro de carvão, recoberto por uma camada de fuligem cinzenta. Desde que o pastor entrara, nenhuma palavra fora trocada entre eles. Antes de ir embora, o pastor empurrou a brasa fria para junto do fogo. Em segundos, ela se tornou incandescente novamente, graças ao calor ardente das demais brasas. Quando o pastor alcançou a porta para sair, o homem disse:

– Obrigado, pastor. Sua visita foi um sermão sem palavras. Prometo voltar a freqüentar a igreja.

Nada no mundo substitui o calor de nossa família espiritual, que é a igreja. Você tem sido uma brasa quente ou um carvão frio?


14 de dezembro Domingo

Amigo em Todo o Tempo

Abraão creu em Deus, e [...] foi chamado de “amigo de Deus”. Tiago 2:23

Ter amizade com outra pessoa é muito legal. Imagine, então, ser amigo de Deus! Abraão teve esse privilégio, bem como outros heróis bíblicos. Você também pode ter amizade com Deus. É para isso que existe a oração e o estudo da Bíblia. Quando oramos, falamos com Deus; quando lemos as Escrituras, podemos ouvir a voz divina.

Amigos são honestos entre si, não se permitem esquecer um do outro e gostam de conversar. Os amigos podem ser como bússola, ajudando-nos a encontrar o caminho correto. Como disse alguém: “Só existe amizade onde existe o desejo de partilhar tudo: cuidados, sofrimentos, alegrias, trabalhos, temores, idéias, projetos.”

Durante uma guerra, um soldado perdeu-se de seu batalhão. O amigo dele foi até o tenente e disse:

– Senhor, solicito permissão para buscá-lo.

– Permissão negada – respondeu o oficial. – Não posso permitir que arrisque sua vida por um soldado que provavelmente esteja morto.

– Mas, senhor, ele é meu amigo! – afirmou o soldado.

– Sinto muito. A resposta é não.

Ignorando a proibição, o soldado saiu correndo e só voltou uma hora mais tarde. Estava bastante ferido, mas conseguiu trazer o corpo sem vida do amigo.

Furioso, o oficial lhe disse:

– Eu não tinha dito que ele estava morto? Agora, posso perder mais um homem! Será que valeu a pena ir até lá trazer um cadáver?

O soldado respirou fundo e disse:

– Valeu a pena, sim, senhor! Quando cheguei lá, ele ainda estava vivo e me disse: “Tinha certeza de que você viria.”

Jesus quer ser o nosso amigo de todos os momentos. Que tal convidá-Lo agora mesmo para uma conversa?


15 de dezembro Segunda

Fonte do Bem

A língua é um fogo. Ela é um mundo de maldade. Tiago 3:6

A Bíblia nos adverte sobre o perigo da língua. Não, não é da língua como órgão físico, mas das palavras que pronunciamos com ela. Palavras que podem ser bênção ou maldição. Quem já não ouviu alguma coisa vinda da boca de outra pessoa que machucou o coração? É preciso muito cuidado com o que se diz, pois a língua pode despejar um “veneno mortífero”, como diz Tiago.

Um grande rei, que viveu há muito tempo, era conhecido por sua imensa sabedoria. Sua inteligência e riquezas superavam as de qualquer outro conhecido. Um dia, um de seus líderes o abordou, pesaroso:

– Grande rei, vossa majestade é o homem mais sábio que conheço. Mas, ao andar pelo nosso reino, ouvi coisas que não esperava. Muitas pessoas, em todo lugar, elogiam sua pessoa. Entretanto, encontrei também pessoas que falam muito mal de vossa majestade. Reclamam de seus atos e até fazem piada com seu nome. Como pode, ó rei, existir gente assim tão insubordinada em seu reino?

O rei abriu um sorriso e respondeu:

– Você sabe muito bem, assim como os demais, o que tenho feito pelo povo deste reino. São sete os países que estão sob meu controle. Todos eles alcançaram paz e prosperidade no meu reinado. Em todos estes países, a maioria das pessoas me ama por causa de minha sabedoria e justiça. Ainda posso fazer muita coisa, pois tenho poder para isso. Mas existe uma coisa que não posso fazer: não posso fechar a boca dos meus súditos. Não posso retirar a língua deles. Apesar das coisas más que alguns dizem a meu respeito, vou continuar a fazer o bem.

O rei estava certo. Não se pode cortar a língua das pessoas que não sabem controlá-la. Afinal de contas, falar o que pensamos faz parte da liberdade de escolha que Deus nos dá. Entretanto, tudo o que sai de nossa boca é anotado pelos anjos. E um dia teremos que dar contas a Deus daquilo que falamos de errado.

Que sua língua seja usada sempre para dizer coisas boas, e não para o mal!


16 de dezembro Terça

O que Você Vê?

Existe entre vocês alguém que seja sábio e inteligente? Pois então que prove isso pelo seu bom comportamento e pelas suas ações, praticadas com humildade e sabedoria. Tiago 3:13

Certa vez, um homem decidiu encontrar a verdadeira sabedoria. Viajou até um mosteiro na montanha, onde foi bem recebido, e foi logo dizendo:

– Vim buscar sabedoria.

Tornou-se discípulo, começou a aprender muitas coisas. Mas, depois de algum tempo, não se sentindo sábio o bastante, ele reclamou:

– Senhor, aprendi muitas coisas neste lugar. Mas ainda não consegui alcançar a sabedoria que procuro. Quero desistir dessa experiência e voltar para minha aldeia.

– Só me permita descer a montanha com você – disse o mestre.

De madrugada, o discípulo encontrou o mestre. Ao saírem pelo portão, o mestre lhe perguntou:

– Diga-me: o que você vê?

– Vejo o céu estrelado, uma lua maravilhosa e sinto o aroma do orvalho.

Eles começaram a descer a montanha. Então, o mestre perguntou:

– E agora, o que está vendo?

– Vejo os primeiros raios de sol, sinto a brisa da manhã e escuto o canto dos pássaros.

– E agora, o que vê?

– Sinto o vento da montanha, o som do rio no vale e os animais em harmonia com a natureza, o camponês em sua plantação e crianças a brincar.

– Pois bem – disse o mestre –, você encontrou a sabedoria.

– Como assim? – perguntou o discípulo.

– Em cada etapa de nossa caminhada, você percebeu a importância da natureza, compreendendo seus sons, aromas, imagens e cores. Você valorizou a vida e compreendeu a importância da jornada. Isto é sabedoria.


17 de dezembro Quarta

Seis Cegos e um Elefante

Quem você pensa que é, para julgar os outros? Tiago 4:12

Você tem o costume de julgar os outros pelas aparências? A história a seguir mostra os perigos de julgar.

Um sábio pediu que colocassem um elefante diante de seis cegos e lhes disse:

– Há um objeto diante de vocês. Vocês deverão tocar nele e depois dizer o que acham que é.

Como eles eram cegos, não tinham a menor idéia do que fosse um elefante, mesmo sentindo o cheiro dele. O primeiro se aproximou, tocou o animal e disse:

– Parece um muro.

O segundo homem tocou outra parte e afirmou:

– É uma lança.

– De jeito nenhum! – exclamou o terceiro. – Não há dúvidas de que se trata de uma cobra.

– Bem – falou o quarto homem, apalpando o animal –, parece uma árvore.

Todos riram dele. O quinto homem colocou a mão sobre o animal e disse:

– Com certeza, é um leque.

Finalmente, o sexto cego tocou o elefante e exclamou:

– Parece-me uma corda!

– Que confusão! – disse o rei, desanimado. – Tantas opiniões diferentes, e ninguém sabe que é um elefante.

– Pois é – concordou o sábio –, mas veja que interessante, ó rei: o elefante tem, na verdade, flancos como muros, dois dentes como lanças, uma tromba que parece cobra, orelhas que são como dois leques e o rabo parece uma corda.

Ou seja, os homens não estavam tão longe da verdade; contudo, isso não foi o suficiente para saberem que se tratava de um elefante. Assim é quando julgamos as pessoas somente por aquilo que podemos ver exteriormente.


18 de dezembro Quinta

Adversários, mas Ainda Amigos

Finalmente, que todos vocês tenham o mesmo modo de pensar e de sentir. Amem uns aos outros e sejam educados e humildes uns com os outros. 1 Pedro 3:8

Eram dias difíceis. Hitler estava disposto a provar sua teoria sobre a superioridade ariana nas Olimpíadas de Berlim, em 1936. Para ele, negros e judeus eram raças inferiores.

No estádio olímpico, um atleta negro norte-americano, chamado Jesse Owens, sabia que teria que se superar para vencer o rival alemão. O salto de aquecimento, no entanto, acabou sendo computado como oficial. Ele tentou novamente e fracassou. Restava apenas um salto quando o atleta alemão Luz Long se aproximou. Jesse o cumprimentou:

– Prazer em conhecê-lo – disse o atleta americano. – Como vai você?

– Eu me encontro muito bem – respondeu Long. – Mas a questão é: e você?

– O que você está querendo dizer? – interrogou Owens.

– Algo está errado com você. Tenho plena certeza de que você poderia obter a classificação, mesmo que tentasse de olhos fechados. O que está acontecendo?

Os dois atletas continuaram a rápida conversa, observados por milhares de pessoas. Owens era filho de um agricultor, e Long era o modelo sonhado pelos nazistas. Acontece que Long não acreditava na superioridade ariana. Ofereceu, então, alguns conselhos para Owens ganhar a prova.

Naquele dia, apesar do talento do atleta alemão, Jesse Owens quebrou o recorde de salto em altura e ganhou a medalha de ouro. Hitler estava presente quando Long cumprimentou Owens. Eles se tornaram amigos e essa amizade durou até a morte de Long, em 1943. Tempos depois, Jesse Owens disse: “Poderiam fundir em um só conjunto todas as medalhas e taças que ganhei, e isso não seria capaz de equivaler à amizade de 24 quilates que tive com Luz Long.”
Você poderia dizer algo parecido de algum amigo seu?


19 de dezembro Sexta

Teste de Humildade

Que todos prestem serviços uns aos outros com humildade. 1 Pedro 5:5

Adriano tinha, finalmente, chegado ao estágio que tanto queria. Receberia a faixa preta do mestre de artes marciais. Depois de anos de treinamento, o momento de glória havia chegado. No dia marcado para a entrega da faixa, o mestre lhe disse:

– Antes de eu lhe entregar seu prêmio, você terá que passar por um outro teste.

– Estou pronto – afirmou Adriano, esperando mais um adversário para derrubar na lona.

– Quero que você responda a uma pergunta essencial: Qual é o verdadeiro significado da faixa preta?

– É o fim da minha jornada – respondeu Adriano, com o peito estufado. – A recompensa merecida pelo meu esforço.

O mestre suspirou alto, pois a resposta não o deixara satisfeito. Então, disse a Adriano:

– Você ainda não está pronto para receber a faixa preta. Volte daqui a um mês.

Um mês depois, Adriano voltou e se colocou diante do mestre, que lhe fez a mesma pergunta:

– Qual é o verdadeiro significado da faixa preta?

– Ela é símbolo do mais alto nível que um lutador pode chegar. – foi a resposta de Adriano.

O mestre ficou calado por alguns instantes. Não satisfeito ainda, disse:

– Você ainda não está pronto para a faixa preta. Volte daqui a um mês.

Adriano esperou mais um mês, quando voltou ao seu mestre.

– Qual é o verdadeiro significado da faixa preta?

– A faixa representa o início de uma nova jornada – respondeu Adriano, humildemente – onde a disciplina, o trabalho e a busca incansável são os elementos mais importantes.

– Sim, agora você está pronto para receber a faixa preta e iniciar essa nova jornada.

Hoje, peça que Deus lhe dê humildade no trato com as pessoas. Sendo humilde, sua vida será mais feliz.


20 de dezembro Sábado

Nada se Alcança Sem Esforço

Farei tudo o que puder. 2 Pedro 1:15

Dois irmãos foram admitidos em uma empresa como faxineiros, pois tinham pouca instrução. Um dia, a empresa ofereceu a oportunidade para os funcionários cursarem o supletivo depois do horário do expediente. Um dos irmãos aproveitou a oportunidade para estudar, enquanto o outro disse:

– Depois do trabalho, eu vou é descansar. Não fico por aqui nem mais um minuto.

Algum tempo depois, a oportunidade de estudo se repetiu. Toda sorte de cursos foi oferecida: informática, contabilidade, relações humanas e publicidade. Enquanto um agarrava cada chance como uma oportunidade para seu desenvolvimento pessoal e profissional, o outro sempre tinha uma desculpa. Era o futebol, o programa de televisão ou o bar com os amigos.

Depois de alguns anos, o rapaz que investiu em seu tempo, com esforço e diligência, foi se destacando na empresa. Cada nova função para a qual era chamado fazia com que ele se dedicasse mais.

Finalmente, ele se tornou um dos presidentes da empresa. Na verdade, o mais competente deles.

Um dia, fizeram uma grande festa para o rapaz. Alguém que não sabia do parentesco entre os irmãos, se aproximou do faxineiro e lhe disse:

– Esse rapaz é formidável.

– Pois é, ele é... é meu irmão... – disse o faxineiro.

– Ele é seu irmão?! – o homem perguntou, assustado. – Ele é gerente e você faxineiro?

– É que ele teve mais sorte na vida do que eu.

Como você deve ter percebido, a diferença entre aqueles dois irmãos não tinha nada que ver com sorte. Enquanto um era esforçado e diligente, o outro vivia acomodado e despreocupado. O resultado foi visível para qualquer um que quisesse ver.

Com qual dos dois irmãos você quer se parecer?