Quem ama o seu irmão vive na luz. 1 João 2:10
Era uma manhã fria na cidade de Amiens, na França. As pessoas circulavam de um lado para o outro, cuidando da vida. Poucos notaram um mendigo esfarrapado, tremente de frio, junto a um muro da cidade. Quando o pobre homem estendia a mão, ignoravam-no, num misto de piedade e repugnância.
Um grupo de soldados do imperador se aproximou do local. Eles conversavam alegremente, recebendo a admiração de todo o povo pelas ruas. Suas espadas e lanças brilhavam ao sol.
Um jovem soldado puxou as rédeas, ao cruzar a muralha onde o mendigo permanecia. Percebeu que se tratava de apenas um desafortunado maltrapilho. Nenhum dos seus amigos lhe estendeu um único olhar de misericórdia. Concluiu que talvez ele mesmo tivesse sido enviado para ajudar o homem.
Contudo, não havia dinheiro em sua bolsa. Mesmo assim, ele sentiu que precisava fazer alguma coisa.
Então, de repente, ele teve uma idéia. Retirou dos ombros a capa militar, puxou a espada e a cortou ao meio. Chegou perto do mendigo, disse uma palavra de conforto e colocou a meia capa sobre seus ombros trementes. Devolveu a espada à bainha, colocou a outra metade da capa de volta sobre os ombros e partiu velozmente para alcançar os companheiros.
Alguns dos soldados que observaram a cena deram gargalhadas; outros pareceram tocados pelo gesto.
Naquela noite, Martinho, como era chamado o soldado da boa ação, teve um sonho. Viu Jesus cercado de anjos e vestido com metade de uma capa. Jesus Se dirigiu aos anjos e disse:
– Vejam o agasalho que Martinho me deu.
Diz a tradição que Martinho converteu-se ao cristianismo pouco depois desse episódio, tornando-se bispo de Tours e fundando a Abadia de Marmoutier.
Jesus fica muito feliz quando demonstramos amor pelas pessoas. É um sinal de que estamos andando na luz de Deus.
Não amem o mundo, nem as coisas que há nele. 1 João 2:15
É triste notar que as coisas do mundo causam tanto fascínio na vida de muitas pessoas, a ponto de elas deixarem de lado o que é mais importante. O dinheiro, as posses terrenas, os bens materiais e tantas outras coisas parecem deixar os homens cegos. O verso de hoje é um alerta.
Um grande príncipe chinês possuía uma coleção de porcelana muito rara, conservada por seus ancestrais durante séculos. Eram quinze pratos, com desenhos de admirável beleza.
Um dia, seu empregado de maior confiança limpava as preciosas porcelanas, quando um dos pratos caiu e se fez em pedaços. Quando soube do ocorrido, o príncipe ficou enfurecido e sentenciou o empregado à morte.
A notícia se espalhou pelo império. No dia anterior à execução do infeliz empregado, um conhecido sábio se comprometeu a resolver o problema do prato quebrado, caso o servo fosse perdoado.
O príncipe reuniu seus conselheiros e resolveu aceitar a oferta do velho sábio. Este pediu que todos os pratos restantes fossem colocados sobre uma mesa de madeira, bem como os pedaços quebrados. Também pediu que, embaixo dos pratos, colocassem uma toalha de linho.
Depois de ter o pedido atendido, o sábio colocou-se junto à mesa e, num movimento inesperado, puxou a toalha de linho, fazendo com que todos os pratos voassem em direção ao chão, despedaçando-se completamente.
Diante do olhar pasmo do príncipe e de todos os presentes, o velho homem disse:
– Conforme prometi, todos os pratos estão iguais novamente. Agora, ó príncipe, pode mandar me matar. Se essas porcelanas valem mais que vidas humanas e, tendo em vista que já vivi o bastante, sacrifico-me em favor das quinze vidas que irão morrer no futuro.
O príncipe retirou-se para seus aposentos e, no dia seguinte, libertou o empregado e o sábio, pois compreendeu que nada no mundo é mais precioso que a vida de uma pessoa.
Que Jesus seja mais importante na sua vida do que qualquer bem terreno que você possua.
Deus é amor. 1 João 4:8
No período da Idade Média, houve um rei que, apesar de crer na existência de Deus, tinha dificuldade de aceitar Sua bondade. Porém, ele tinha um amigo que sempre insistia em dizer que Deus é amor.
Um dia, o rei saiu para caçar juntamente com seu amigo, quando um leão saiu de um bosque e os atacou. O amigo do rei conseguiu matar o animal, mas não pôde evitar que o rei perdesse um dos dedos da mão. O rei ficou furioso por ter perdido o dedo e não mostrou a mínima gratidão ao homem que lhe salvou a vida. Ao contrário, agora ele duvidava mais ainda da bondade de Deus.
– Está vendo? Deus é bom agora? Se Deus é amor, por que permitiu que eu fosse atacado e ainda perdesse meu dedo?
– Meu rei – disse o amigo –, apesar de tudo, posso garantir que Deus é bom. Mesmo a perda de seu dedo revelará a bondade de Deus.
O rei ficou furioso com as palavras do companheiro e mandou prendê-lo.
Depois de algum tempo, o rei foi caçar novamente. Dessa vez, ele foi atacado por nativos, conhecidos por seus métodos de canibalismo e rituais de sacrifício humano. Eles começaram a preparar a festa para o ritual do sacrifício. Quando tudo já estava pronto, o rei foi colocado no altar. O sacerdote da tribo apareceu e examinou a “oferta” de sacrifício.
– Este homem não pode ser sacrificado – disse o sacerdote furioso. – Ele é defeituoso. Falta-lhe um dedo!
O rei foi libertado e voltou para o seu palácio. Então, libertou seu antigo amigo, abraçou-o carinhosamente e disse:
– Realmente Deus é bom! Escapei da morte justamente por não ter um dedo. Mas ainda tenho uma dúvida: Se Deus é amor, como você sempre diz, por que Ele não impediu que você fosse preso?
– Bem, se eu estivesse naquela caçada com você, certamente seria sacrificado, pois não me falta dedo algum.
O amor de Deus o impressiona? Ore a Ele hoje e peça que Seu amor seja derramado abundantemente em seu coração.
Se alguém diz: “Eu amo a Deus”, mas odeia o seu irmão, é mentiroso. 1 João 4:20
O pequeno Júnior estava zangado. Sentia raiva de um garoto da escola que havia derrubado seu lanche de propósito. O avô percebeu que havia algo errado com o menino e perguntou:
– O que aconteceu?
– Estou com ódio de um garoto da escola – respondeu Júnior.
– Deixe-me lhe falar um pouco sobre esta coisa de sentir ódio – disse o idoso homem calmamente. – Eu também senti ódio de muitas pessoas que me prejudicaram, especialmente quando percebia que era pura maldade. No entanto, percebi que, com o tempo, o ódio se volta contra nós mesmos, corroendo nosso coração. E a pessoa odiada nada sofre. É como tomar veneno e desejar que o inimigo morra. Tomei a decisão de mudar de atitude.
– O que o senhor fez, vovô? – perguntou Júnior, bastante curioso.
– Bem, é como se eu tivesse a sensação de que existem dois lobos dentro de mim. Um lobo é bom, só quer o bem das pessoas e não machuca ninguém. Ele vive em harmonia com o mundo e não se ofende, não fica magoado. É um lobo que luta pelo que é certo sem ferir os outros.
– E o outro lobo, vovô? – perguntou Júnior, mais curioso ainda.
– O outro lobo é cheio de raiva. Qualquer coisa pode desencadear sua ira. Briga com todos e, muitas vezes, sem motivo para isso. Não consegue nem pensar direito, porque seu ódio é tão grande que gasta toda sua energia mental. É uma raiva sem sentido, pois não pode mudar nada. Às vezes, é difícil conviver com os dois lobos dentro de mim, porque ambos tentam dominar meu espírito.
– Mas, vovô – disse o garoto intrigado –, qual deles vence?
O avô sorriu e respondeu baixinho:
– Vence aquele que eu alimento mais freqüentemente.
Nas decisões do dia-a-dia, qual dos lobos você está alimentando mais?
Com a nossa fé conseguimos a vitória sobre o mundo. 1 João 5:4
Um viajante caminhava por um imenso vale, rumo ao seu destino. Deparou-se com um grande lago. Pensou em dar a volta, mas estava cansado demais. Começou, então, a imaginar como faria para chegar ao outro lado.
Olhando para o horizonte, seus pensamentos foram interrompidos por um homem de cabelos brancos, que se ofereceu para levá-lo até a outra margem. Ele mal conseguia acreditar em tal bênção.
Dentro do pequeno barco desbotado e sujo, havia dois remos feitos de madeira de carvalho. O viajante olhou atentamente para eles e notou que havia alguma coisa escrita neles. Ao colocar os pés dentro do barco, observou que eram duas palavras, uma em cada remo. No esquerdo, foi talhada a palavra acreditar, e no direito, agir.
Não contendo a curiosidade, o moço perguntou ao idoso a razão daquelas palavras nos remos. O barqueiro pegou o remo no qual estava escrito acreditar e remou com toda a força. O barco deu voltas em torno de si mesmo, sem sair do lugar. Depois, ele pegou o remo em que estava escrito agir e remou vigorosamente. De novo, o barco não foi adiante. O viajante não entendeu nada.
Finalmente, o velho barqueiro segurou os dois remos e movimentou-os simultaneamente. O barco deslizou calmamente através das águas e chegou à outra margem.
Enquanto ajudava o viajante a sair, o barqueiro disse:
– Este barco pode ser chamado de vitória. E a margem é a meta que queremos alcançar.
– E os remos? – perguntou o rapaz.
– Para que o barco da vitória navegue com segurança e alcance a outra margem, é necessário que utilizemos os dois remos. Precisamos acreditar e agir.
Deus fica satisfeito quando temos fé nEle. Orando e estudando a Bíblia, nossa fé sempre crescerá.
Eu sou aquele que vive. Estive morto, mas agora estou vivo para todo o sempre. Apocalipse 1:18
Certo dia, um pastor experiente viajava em um navio quando conheceu um jovem simpático, porém, incrédulo. O rapaz, ao saber da crença cristã do velho sacerdote, começou a ridicularizá-lo por crer em alguma coisa que não se podia ver.
– Você também crê em muitas coisas que nunca viu – disse o pastor, com um sorriso.
– Não, de forma alguma! – Afirmou o jovem.
– Você crê que existe um país chamado Austrália, não é mesmo?
– Claro!
– Mas você nunca o viu!
– Não, mas outros viram.
– Oh, entendi – ponderou o pastor. – Você crê apenas no que você ou alguma outra pessoa viu.
– Sim! – confirmou o moço.
O velho pastor fez uma pequena pausa e, com um sorriso um tanto maroto no rosto, disse:
– Você alguma vez já viu seu cérebro?
– Bem... eu não.
– Alguma outra pessoa viu seu cérebro?
– Não...
– Você crê que tem cérebro? – perguntou o pastor.
O rapaz pensou por um momento e se retirou envergonhado. Sentia-se um tanto confuso.
Quando vejo o brilho do sol refletido nas ondas do mar, sei que o Sol está lá, mesmo não olhando para ele. Da mesma maneira, quando vejo o amor de Deus refletido na natureza e no coração dos homens, sei que Ele existe e que me ama muito.
E você? Tem sentido a presença maravilhosa de Deus em sua vida?
Não tenham medo do que vocês vão sofrer. Apocalipse 2:10
Nenhum missionário havia conseguido desembarcar na Ilha de Mussau, até aparecer Gilbert McLaren. Com um grupo de jovens das Ilhas Salomão, ele ancorou perto de uma aldeia da ilha, esperando a oportunidade de fazer contato com os nativos. De repente, apareceu uma porção de canoas, cheias de guerreiros armados. Eles rodearam a lancha de McLaren, batendo seus instrumentos de guerra nas bordas das canoas, e gritando: “Fora! Fora!”
Os missionários não sabiam o que fazer, pois os nativos pareciam cada vez mais ameaçadores. Foi quando McLaren ouviu uma voz que dizia: “Cantem!” Imediatamente, eles uniram as vozes num lindo hino cristão.
Enquanto cantavam, os nativos guerreiros olharam uns para os outros e interromperam os gritos e as batidas contra as canoas. Com isso, os rapazes cantaram mais animados ainda. Cantaram todos os hinos de que se lembravam. Quando o sol estava se pondo, as canoas voltaram silenciosamente para a aldeia.
Os missionários dormiram por ali mesmo e, no dia seguinte, o chefe da tribo foi até a lancha.
– Vocês podem ensinar meu povo a cantar?
– É claro que sim! – afirmou McLaren. – Mas levará certo tempo, pois precisamos de uma escola neste lugar. Eles têm de aprender a ler e escrever.
– Isso fará com que cantemos como vocês?
– Com certeza!
– Sim, nós queremos isso!
Algumas semanas depois, a lancha de McLaren retornava com mais missionários. O trabalho foi feito com dedicação, e logo toda a ilha de Massau se tornou cristã.
Quando saímos para pregar o evangelho de Cristo, as barreiras que o inimigo coloca para nos atrapalhar são derrubadas pelo Seu poder. O Espírito de Deus pode apaziguar o coração do mais terrível guerreiro. Pode acreditar nisso!
Eu lhe dei tempo para abandonar os seus pecados. Apocalipse 2:21
Um homem na cidade de Bruxelas dizia não acreditar em Deus e criticava constantemente as igrejas cristãs. Apesar disso, sua esposa e filhinha começaram a freqüentar as reuniões de um evangelista que apareceu na cidade.
– Não quero que vocês freqüentem as reuniões deste lugar – disse o homem furiosamente. – Se você for, eu a matarei.
Mas a esposa tornou a ir à reunião. Quando chegou em casa, o marido atirou-a ao chão, pegou um machado afiado e gritou:
– Vou lhe cortar a cabeça!
– Não será difícil você fazer isso – disse-lhe a esposa calmamente. – Você é mais forte do que eu, mas nunca arranjaria outra mulher para amá-lo e cuidar de sua filhinha como eu faço.
Envergonhado, ele deixou o machado cair ao chão. Mas não falou com ela durante os dias seguintes.
Ela continuou indo às reuniões e, mais tarde, foi batizada. Um dia, a filhinha de quatro anos sentou-se no colo do pai, colocou os braços em torno de seu pescoço e disse:
– Papai, por favor, venha à igreja comigo e com a mamãe. Jesus virá em breve para levar-nos para o Céu, e o senhor tem que estar lá!
O homem não conseguiu segurar as lágrimas e, com voz embargada, disse:
– Você deseja mesmo que eu vá para o Céu?
– Claro que quero! – respondeu ela, dando-lhe um forte abraço. – Que faríamos, eu e mamãe no Céu sem você?
Naquele dia ele foi à igreja. Continuou freqüentando, até que, finalmente, foi batizado e tornou-se diácono.
Que bom que o Espírito Santo não Se cansa de chamar o pecador ao arrependimento. É um chamado poderoso, e quem o ouve não pode ficar indiferente. Deus espera ansioso a resposta do coração.
Ore hoje por alguém de sua família que ainda não tomou sua decisão de ficar ao lado de Jesus.
Foram abertos livros, e também foi aberto outro livro, o Livro da Vida. Apocalipse 20:12
Lá estava o menino de novo na sala da diretoria da escola. O diretor não sabia mais o que fazer. Depois de alguns minutos de silêncio, ele entregou uma folha de papel ao garoto e lhe pediu que escrevesse todas as faltas de que ele pudesse se lembrar.
O menino escreveu durante cinco minutos, enchendo quase toda a folha.
– Só disso que consegue se lembrar? – perguntou o diretor. Diante do silêncio do garoto, ele pegou um livro de registros. Ali estavam anotadas muitas outras transgressões.
– Copie tudo o que você esqueceu e complete a lista.
O menino escreveu bastante. Quando terminou, o diretor lhe disse:
– Agora, faça uma outra cópia e, após cada falta, explique por que você a cometeu.
Quando terminou, o garoto estava exausto.
– Agora – disse-lhe o diretor –, você vai fazer uma nova cópia e levar essa cópia para sua mãe.
– Oh, por favor, não permita que minha mãe saiba sobre isso – implorou o menino.
– Por que não?
– Não quero que ela saiba que tipo de aluno eu sou.
– Vou fazer o seguinte – afirmou o diretor –, vou dar uma última chance para você. Colocarei este registro em um cofre e, se você não vier à minha sala de novo, eu o queimarei. Mas se você aparecer aqui de novo, eu o enviarei à sua mãe. O que acha?
– Prometo que vou me esforçar, senhor.
E, de fato, o menino se esforçou bastante. Melhorou seu comportamento e as notas também.
Todos os nossos atos e escolhas são registrados nos livros do Céu, onde Deus habita. Caso você suspeite que em seu livro tenha algum pecado não perdoado, vá a Jesus. Ele lhe perdoará e apagará a mancha.
Eu venho logo! Vou trazer comigo as Minhas recompensas, para dá-las a cada um de acordo com o que tem feito. Apocalipse 22:12
O menino caminhava com seu pai por um penhasco, quando repentinamente tropeçou e caiu, soltando um grito de dor:
– Ai!
Uma voz vinda de algum lugar da montanha respondeu dizendo:
– Ai!
Surpreso, o menino perguntou:
– Quem é você?
Logo veio a resposta:
– Quem é você?
Contrariado com o que ouviu, o garoto disse:
– Seu covarde!
Então escutou:
– Seu covarde!
O menino se voltou para o pai e perguntou:
– Papai, o que é isso?
– Meu filho, preste atenção.
O homem ergueu a cabeça em direção à montanha e gritou:
– Eu admiro você!
A voz respondeu:
– Eu admiro você!
O pai, então, explicou para o filho:
– Isto se chama eco. Podemos entender a vida através disso. A vida nos dá de volta tudo o que dizemos e desejamos para os outros. Toda inveja, desonestidade, blasfêmia e incompreensão que você desejar e praguejar às pessoas, acabarão sendo devolvidas. Agora, se você desejar para os outros amor, compreensão, felicidade e respeito, a vida lhe dará exatamente a mesma coisa.
Deus recompensará a cada um segundo seus atos e ações. Que tipo de recompensa você deseja que suas escolhas lhe proporcionem?
Vem, Senhor Jesus! Apocalipse 22:20
Certa vez, Dwight Moody estava realizando uma conferência evangelística em uma cidade inglesa quando notou um homem sentado sob a galeria. Após o término da reunião, quando todos já tinham ido embora, o homem permanecia no mesmo lugar. Moody foi até ele e assentou-se ao seu lado, puxando conversa. O homem, que não havia faltado a nenhuma reunião, disse:
– Quando cheguei aqui nesta noite, tomei uma decisão. Não sairei daqui até ter resolvido se vou aceitar ou rejeitar a Jesus.
– Bem, caro amigo – respondeu Moody –, conheço apenas um caminho seguro para seguir. É o único caminho razoável. Lembre-se de que Ele deu tudo para que você pudesse ser salvo. Creio que você não deve rejeitar tamanho amor.
A conversa entre os dois se estendeu. Finalmente, o homem se levantou e disse:
– Está bem, eu seguirei a Jesus.
Ele e o experiente evangelista se ajoelharam e, assim, mais um coração se entregou ao Salvador.
Na manhã seguinte, aquele homem dirigiu-se à mina de carvão em que trabalhava todos os dias. À tarde, perto do fim do expediente, houve uma forte explosão. Um homem foi ferido gravemente. Era o recém-convertido de Moody. Um dos amigos mineradores se abaixou para lhe dar um pouco de água. Notou que ele estava desesperadamente tentando dizer alguma coisa. Escutando com mais atenção, conseguiu ouvir as últimas palavras do homem. Ele sussurrou:
– Foi bom eu ter aceitado a Jesus, na noite passada.
Sim, ele tomou a decisão correta. Ele decidiu ficar ao lado dAquele que criou todas as coisas. Daquele que morreu em nosso lugar. Quando Jesus voltar, os que O aceitaram receberão o supremo prêmio por sua fé e perseverança. O maior de todos os presentes já sabemos qual será – viver ao lado dEle todos os dias e por toda a eternidade.
Eu já tomei a minha decisão. Eu quero estar lá. E você?