INFORMATIVO MUNDIAL DAS MISSÕES – Lição 1
"IRMANDADE" |
Trinidad
Relatado para o Informativo das Missões por Atiba Henry e os membros da "Irmandade"
[Peça que três rapazes apresentem este informativo na primeira pessoa.]
Atiba: Meu nome é Atiba e vivo em Trinidad. Quando criança, eu era um menino brincalhão e travesso, propenso a ter fraturas. Minha pobre mãe se preocupava, pois pensava que eu não sobreviveria à minha infância. Ela desejava que me acalmasse e escolhesse atividades mais seguras.
Quando completei 17 anos, meus primos me convidaram para freqüentar a igreja adventista com eles. Aceitei o convite e ali conheci alguns jovens que atraíram minha atenção. Eles eram diferentes: amigáveis, ajudadores e completamente dedicados a Deus. Conquistaram minha admiração. Eles se chamavam de "Irmandade" (irmandade). Tinham propósito na vida. Incentivavam os mais novos a pensarem sobre o que Deus desejava fazer em sua vida. Ao observá-los, percebi que precisava levar minha vida mais a sério. Queria ser como os membros da "Irmandade".
Ian: Sou Ian, primo de Atiba e membro da "Irmandade". Somos um grupo de homens adolescentes, jovens e adultos que se une para ajudar nossos amigos a encontrarem verdadeiro significado na vida através de Cristo. Vim para a igreja quando era adolescente através de um programa esportivo. Fui ao acampamento jovem e aos poucos comecei a freqüentar a igreja. Vi muito de mim em Atiba e desejei ajudá-lo a fazer escolhas corretas na vida.
Atiba: Eu respeitava esses rapazes e escutava seus conselhos. Queria aprender com eles.
Entretanto, quando terminei o Ensino Médio, decidi ingressar no exército. Não pedi conselhos a ninguém e isso foi um erro, pois freqüentemente era obrigado a trabalhar aos sábados e assim minha freqüência à igreja era irregular. Comecei a negligenciar, deixando de ir à igreja algumas vezes, mesmo quando era meu dia de folga. Certo dia, Ian me disse que os membros da igreja estavam sentindo minha falta. Os outros membros da "Irmandade" também me convidavam. Percebi que não estava levando minha religião a sério. Eles me convidaram a participar de outras atividades: esportes, reuniões evangelísticas, encontros sociais e outros ministérios, para que eu não perdesse o contato com a igreja.
Sentia falta de fazer parte da família da igreja. Sentia falta do alimento spiritual e do evangelismo. Mas, eu tinha que trabalhar muitos sábados. Comecei a me arrepender de ter ingressado no serviço militar.
Kirt: Sempre que encontrávamos Atiba, o encorajávamos. Sabíamos que sua escolha de ser militar significava não poder freqüentar a igreja regularmente, mas queríamos que ele não perdesse o contato com Deus.
Atiba: Certo sábado, meu primo me pediu que o levasse para casa ao sair da igreja. Fui, e depois de deixá-lo em casa, sofri um grave acidente de carro. Acordei no hospital, três dias depois. Tinha vários ossos fraturados, incluindo fratura no crânio. Minha mandíbula estava presa com metal e eu não conseguia abrir um dos olhos. Os médicos não puderam afirmar que eu sobreviveria, mas acho que Deus tinha outros planos. Depois de algumas cirurgias e três semanas no hospital, fui para casa.
Kirt: Quando o grupo da "Irmandade" se encontrou no sábado à tarde, Ian não estava. Então soubemos que Atiba sofrera um grave acidente. A reunião de planejamento se transformou em uma reunião de oração em favor de Atiba. Oramos diariamente até que ele estivesse fora de perigo.
Atiba: Quando fui para casa, ainda não podia caminhar nem conversar por causa das minhas fraturas. E sempre me perguntava, Por quê? Tive muito tempo para pensar sobre onde pretendia chegar na vida, o que queria fazer da minha vida, e que participação Deus teria em minha vida. Sentia pena de mim mesmo por todas as coisas ruins que me aconteceram.Mas os membros da "irmandade" me visitavam constantemente e me incentivavam a confiar em Deus, ler a Bíblia e orar. Tive muito tempo livre para fazer isso, já que não podia fazer muita outra coisa. Enquanto orava e estudava a Palavra de Deus, percebi que precisava colocar Deus em primeiro lugar em minha vida, não importava o que acontecesse.
Assim que consegui me locomover com a ajuda de muletas, voltei à igreja. Agora leio a Bíblia e oro em todos os lugares onde estiver: na cama, no carro, e nas ruas. A vida é preciosa, não sabemos o que nos espera adiante, e precisamos levar a sério nosso relacionamento com Deus.Uni-me aos desbravadores e estou me empenhando para ser um líder. Atualmente, faço parte da "Irmandade", estou aconselhando jovens mais novos como fui aconselhado. Percebo que meus atos os influenciam, quer sejam bons ou ruins. Quero ser uma influência positiva como o "Irmandade" foi para mim. Conto-lhes como vivi minha vida à margem e caí. Eles me ouvem e vão para a igreja, fazendo de Deus o centro de sua vida.
Deus mudou minha vida, mas a "Irmandade" representou uma grande influência. Eles são meus mentores, amigos e irmãos em Cristo. Deus é bom, todo o tempo.
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