INFORMATIVO MUNDIAL DAS MISSÕES – Lição 2
Um vaso frágil para Deus |
Por Olga Gagloeva
Desbravadora, estuda Relações Públicas
A vida era muito difícil para Olga e sua mãe. Quando Olga tinha cinco anos de idade, elas se mudaram para uma área perto do Mar Negro, onde sua avó morava.
Sua mãe procurou paz interior em uma igreja, mas vez após outra ficava desapontada ao descobrir que a igreja que freqüentava não seguia os Dez Mandamentos, os quais ela tinha memorizado quando criança. Visitou várias igrejas, somente para descobrir que o que ensinavam não estava de acordo com a Bíblia.
Quando Olga estava com nove anos de idade, sua mãe encontrou a Igreja Adventista e logo percebeu que essa igreja ensinava e seguia a Bíblia inteira, não apenas uma parte. Sua mãe se uniu à igreja e Olga ia com ela.
Adolescente Rebelde
Mas Olga não gostava da igreja. A pequena congregação tinha apenas três crianças da mesma idade que ela. E algumas vezes as crianças faziam Olga lembrar que ela não tinha pai.
Olga procurou fazer amizade com sua tia Galena. Ela era um pouco mais velha que Olga e não tinha tempo para Deus. Quanto mais tempo Olga passava com a tia, menos sentia vontade de ir à igreja com sua mãe.
Galena e Olga sempre iam à discotecas para adolescentes. Ali Olga fez amigos que não se importavam com o fato dela não ter pai. Com o tempo, ela perdeu todo o interesse pela religião.
A mãe implorava que Olga ficasse em casa nas sextas à noite, mas ela preferia sair para dançar. Para evitar encarar a mãe, ela levava a roupa de dançar para a escola, assim não precisaria voltar para casa antes de sair com Galena à noite.
O acidente
Certa sexta-feira de manhã Olga empacotou suas roupas de dançar e saiu apressadamente para a escola. Ela estava pensando sobre as atividades da noite enquanto atravessava a estrada. De repente, um carro atropelou-a jogando contra o pára-brisa.
Olga caiu na rua inconsciente. Sangue cobria seu rosto. O motorista de uma van presenciou o acidente e parou. Olga recuperou a consciência quando alguém a colocava dentro de um veículo que a levou ao hospital. Ela ouviu um pouco da conversa enquanto balançava no veículo e recobrava a consciência.
– Sorte estar viva – disse uma enfermeira enquanto limpava o sangue do rosto dela.
O médico disse para Olga que os cortes e escoriações seriam curados rapidamente, mas que tinha tido uma contusão séria e teria que permanecer no hospital por vários dias. Seria necessário ficar em repouso na cama, sem poder ler ou se movimentar.
As horas pareciam dias, os dias semanas e Olga começou a ficar com tédio e sentir-se sozinha. Quando lhe foi permitido receber visitas, vários membros da igreja de sua mãe a visitaram. Era tão bom conversar com as pessoas novamente! Um dos membros da igreja deu-lhe um livro para ler. Embora Olga não pudesse ler na ocasião, ela o guardou para ler assim que o médico o permitisse.
Mas quando os visitantes saíam, Olga novamente ficava aborrecida e se sentia sozinha. Na tranqüilidade de seu quarto fez uma coisa que na realidade jamais fizera – orou. Ao orar, percebeu que Deus tinha salvado sua vida. Mesmo sendo muito grata por isso, ela continuava desinteressada em freqüentar a igreja.
Finalmente Olga recebeu alta do hospital e retornou para casa. Sua mãe a incentivava a ir à igreja agradecer a Deus por ter salvado sua vida.
– Irei algum dia – Olga prometeu.
Mas quando ela ficou completamente curada, preferiu sair para dançar. Por três meses ela evitou ir à igreja.
Então, em uma sexta-feira à noite sua mãe a convidou para assistir a reunião dos jovens que se realizava na casa do pastor. Olga decidiu ir e, para sua surpresa, gostou bastante. No dia seguinte foi à igreja com a mãe. Ela descobriu que a igreja tinha crescido, e agora muitos jovens freqüentavam a igreja. O melhor de tudo, eles a receberam muito bem e a amaram.
Olga começou a ler a Bíblia novamente e se envolveu com a classe da Escola Sabatina dos Jovens e com os Desbravadores. Finalmente, dedicou sua vida a Cristo e decidiu ser batizada.
Dentro de algum tempo ela se tornou professora da classe dos jovens, embora fosse mais nova que alguns dos alunos. Ela descobriu uma felicidade enorme que nunca sentira antes. Sua alegria aumentou quando sua tia Galena começou a freqüentar a igreja e entregou a vida a Cristo. Sua avó que não gostava da igreja adventista e tinha chamado sua mãe de louca, começou a freqüentar a igreja. Ela também foi batizada.
– Embora eu tenha recusado seguir a Deus – diz Olga – fui salva da morte e levada até Ele. Sinto-me muito feliz por partilhar minha fé com outros adolescentes como eu e ajudá-los a se entregarem também a Deus.

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