Sábado, 5 de julho de 2008
Missionário na escola |
Deus cuida das pequenas coisas, até de filhotes perdidos. |
A história de hoje é sobre Natã, um menino que decidiu ser missionário, não somente quando crescer, mas agora, no lugar onde ele mora.
Natã começou a cursar a primeira série em uma escola pública próxima à sua casa. Fez amizade com os colegas de classe e começou a perceber, pelas coisas que diziam e pela maneira como se comportavam, que alguns deles não conheciam Jesus. Natã pensou como poderia ajudá-los a conhecer Jesus, assim como ele conhecia. Decidiu que, quando surgisse uma oportunidade, falaria alguma coisa que os ajudasse a pensar em Deus.
Quando um colega de classe convidou Natã para sua festa de aniversário, no sábado seguinte, ele agradeceu o convite, explicando que o sábado era um dia especial e que ele e sua família passavam um tempo com Jesus.
O campo missionário de Natã
No ano seguinte, os pais de Natã disseram que, se ele quisesse, poderia freqüentar a escola da igreja local. Natã pensou em ir à escola da igreja, onde cantaria músicas de amor a Jesus e aprenderia mais sobre a Bíblia, mas lembrou de seus amigos e colegas que freqüentavam a escola pública. Quem partilharia o amor de Jesus com eles, caso ele fosse para a escola da igreja?
Então, ele decidiu permanecer na escola pública onde poderia ser missionário de Deus. Nem sempre era fácil alcançar seus colegas. Algumas vezes, eles não queriam ouvi-lo falar sobre Jesus.
Natã também aprendeu que, para ser um bom missionário, tinha que estar sempre em contato com Jesus. Cada manhã, ele fazia seu momento devocional e orava constantemente durante o dia. Descobriu que o fato de orar constantemente durante o dia o ajudava a enfrentar as tentações que surgiam em seu caminho.
Descobriu que se deixasse de fazer o culto matutino ou se não concentrasse em Jesus, poderia cair em tentação naquele dia. Então, não poderia ser uma testemunha para seus amigos. Mas ele sabia que, se algum dia fracassasse, Jesus o ajudaria e lhe daria outra chance.
Projeto escolar
Natã sabia que mais cedo ou mais tarde alguém o desafiaria em suas crenças. Certo dia, o professor dividiu a classe em grupos para um projeto. Os alunos trabalharam juntos para reunir informações e completar seu projeto como equipe. As coisas foram bem até pouco antes do prazo de entregar o projeto. A equipe dele ainda tinha que terminar algumas coisas. Decidiram concluir o trabalho no sábado. Natã disse aos colegas de equipe que não poderia participar no sábado, mas estaria livre no domingo. Quando seus colegas perguntaram por que, ele explicou que sua família passava o sábado junto com Deus. Mas sua equipe não mudou os planos e trabalhou no projeto sem ele.
Na segunda-feira, a equipe apresentou o projeto na classe. Um dos companheiros da equipe de Natã contou ao professor que ele não tinha participado. Por não ter ajudado a equipe no sábado, o professor lhe deu uma nota mais baixa.
– Fiquei magoado – disse Natã, – mas sei que tomei a decisão correta. Jesus me pediu para segui-Lo, não importa o que isso custe. Estou contente por não ter desapontado a Jesus.
Uma chance para explicar
Certa vez, na aula de ciências, foi abordado o tema da evolução. Depois da aula, Natã e um colega de classe discutiam sobre o que a professora tinha dito. Natã contou a seu amigo que acreditava em Deus e na criação. Mais tarde, deu ao amigo um livro que falava sobre o tema, para que ele pudesse entender mais sobre o assunto.
Natã sabe que não é fácil falar quando alguém desafia suas crenças. A princípio, isto pode ser assustador, mas, quanto mais você se firma em Jesus, mais fácil se torna. O relacionamento de Natã com Jesus se tornou real, pois dependia dEle diariamente.
Todos nós podemos mostrar o amor de Deus aos nossos amigos na escola, nas brincadeiras e em todo lugar a que formos. Durante esta semana, vamos pedir a Deus que nos mostre algumas maneiras de falar a alguém que Jesus o ama. E vamos sempre nos lembrar de dar nossas ofertas missionárias, para ajudar aqueles que vivem em lugares distantes a conhecer Jesus.
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