Sábado, 16 de maio de 2009
O convite |
Rosemary mora em Luanda, capital de Angola (localize no mapa). Ela frequenta a igreja com os pais, dois irmãos e três irmãs.
No ano passado, o diretor dos jovens pediu que Rosemary contasse uma história em um culto especial. Ela aceitou, antes de saber que o culto especial seria uma grande reunião com cerca de 3.000 pessoas no estádio da cidade!
– Quando percebi que seria uma reunião com muitas pessoas, fiquei realmente assustada – Rosemary disse. – Sempre que pensava sobre a reunião, ficava nervosa e adiava o estudo da história. Mas minha mãe me incentivou a ensaiar a história até que estivesse memorizada. E foi isso que fiz. Li várias vezes, contando-a para mim mesma, em frente ao espelho. Então, pratiquei contando para minha mãe até que a aprendi.
Uma questão de concentração
No dia da grande reunião, Rosemary fez parte da plataforma com outros participantes. Ela viu fileiras e mais fileiras de pessoas sentadas à sua frente. Seu estômago começou a doer. Mas ela se lembrou do que a mãe havia dito: concentre-se na história, não nas pessoas.
Rosemary pensou na história e se lembrou de que sua mãe e o pastor dos jovens estavam no meio da multidão, orando por ela.
Quando Rosemary se levantou para contar a história, se concentrou nas primeiras palavras que teria que falar. Ela falou com clareza e confiança. Em pouco tempo, ela estava até se divertindo! Por ter treinado várias vezes, ela foi capaz de repetir a história de cor, sem esquecer nada. Quando terminou, voltou-se para sentar e ouviu as pessoas na congregação dizerem um forte “amém”.
Depois do culto, várias pessoas se aproximaram de Rosemary e agradeceram a história. Algumas pessoas quiseram tirar foto com ela. A mãe se aproximou e disse:
– Viu só? Eu sabia que você conseguiria! Só precisava confiar em Jesus e treinar.
Depois do programa, o diretor dos jovens pediu que Rosemary contasse outra história na igreja. Ela sorriu e aceitou o convite, com a condição de que ele a ajudasse.
Outra chance para servir
– Sou agradecida por ter aceitado contar a história – Rosemary diz. – Estava nervosa e precisei ensaiar bastante para decorá-la, mas agora sei que consigo me levantar na igreja e fazer outras coisas. É um privilégio ser solicitada a fazer algo para Deus. Aprendi que, quando fazemos algo para Deus, devemos fazer nosso melhor. Fazer quase o melhor não é suficiente para Ele.
Rosemary convida os amigos para visitarem a igreja.
– Tenho orgulho da minha igreja, e desejo que mais crianças saibam o que estão perdendo quando não vêm à Escola Sabatina.
Todos nós podemos ser missionários convidando os amigos para conhecer Jesus. Outra maneira de ajudar a contar às pessoas sobre Deus é trazer nossas ofertas missionárias para a igreja a cada semana.
Notícias missionárias Após o longo período de guerra civil em Angola, as grandes cidades foram as primeiras a ser reconstruídas. Escolas como a que Rosemary frequenta não foram destruídas na guerra nem estão sendo reconstruídas. Outros alunos continuam sem poder frequentar a escola, pois a única da sua região está em ruínas. Parte da oferta do décimo terceiro sábado ajudará a reconstruir uma escola de ensino fundamental (Cuale, no norte, e Quicuco, no sul de Angola) e proverá fundos para reformar os prédios no campus da Missão do Bongo, em Huambo, provendo os edifícios para a Universidade Adventista do Bongo, a qual preparará pastores e obreiros. |