Tenho que apresentar a Lição amanhã...
Texto chave: Gênesis 28:3
Ensine a classe a...
Conhecer: Os pais precisam usar os mesmos padrões ao educar seus filhos.
Sentir: O desejo de renovar a dedicação a Deus.
Praticar: A fidelidade a Deus em suas decisões.
Esboço
I. Mulheres fatais e a beleza que escraviza (Gn 24:3 e 4)
A. A esposa de Ló. Hagar. As egípcias idólatras do harém de Ismael. Isaque não precisava olhar além de sua própria família para ver como é desastroso casar-se com alguém de outra fé. Ele se submeteu humildemente ao desejo de seu pai de confiar a um servo temente a Deus a tarefa de procurar uma noiva para ele. O que este fato nos ensina sobre a necessidade de buscar conselhos sábios na escolha do cônjuge?
B. Rebeca significa "prender, algemar (pela beleza)". Essa não é simplesmente uma beleza de revista – estar "bonita na foto" mas que tem medo de sujar as mãos. Essa beleza tira água para o servo de Abraão e seus camelos e é um bálsamo para o coração carente de Isaque, prendendo-o pelo amor. Como a beleza de Cristo nos liga a Si e brilha para atrair outros a Ele?
II. Jacó e Esaú (Gn 25:28)
A. Nos dias de Isaque, a cura para a infertilidade era uma concubina. Isaque buscou o Senhor em vez de buscar outra mulher. Como a resposta de Deus a Isaque nos mostra o poder da oração intercessora?
B. Dois irmãos lutavam um contra o outro no ventre de Rebeca. Dois poderes batalhavam por submissão: Esaú saiu primeiro para esta vida mas vendeu o precioso privilégio em troca do perecível. Jacó desejava as realidades invisíveis do Céu. Como podemos treinar nosso coração para desejar o que não podemos ver?
III. Roubando a bênção (Gn 27:11-14)
A. A cegueira de Isaque pode ter sido causada pela catarata, uma membrana leitosa que cobre o olho. Mas a fraqueza de sua vista não é nada em comparação com a cegueira interior quanto a seus filhos. Seu afeto pelo primogênito o cegava para o verdadeiro desígnio de Deus. Que coisas nos impedem de ver a verdadeira vontade de Deus para nós?
B. Jacó suplantou o irmão com um guisado de lentilhas vermelhas. Cristo oferece algo infinitamente mais vermelho e mais valioso que um guisado de lentilhas: Seu próprio sangue, com o qual suplantou Satanás como príncipe deste mundo. Por que Cristo deve suplantar nossa velha natureza com uma nova a fim de nos fazer co-herdeiros juntamente com Ele?
Resumo: "O casamento, em vez de ser o fim do amor, será como que o seu princípio." – Ellen G. White, O Lar Adventista, p. 106.
Ciclo do aprendizado
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Só para professores: A lição desta semana enfatiza as coisas que constroem ou destroem uma família. Ao estudar os personagens de Isaque e Rebeca, Esaú e Jacó, ajude os membros de sua classe a se concentrarem nas forças competidoras da maturidade espiritual e da futilidade espiritual. |
A aliança definia os movimentos da vida de Abraão. Conforme essa vida chegava ao fim, o velho patriarca era conduzido a um último dever: preparar Isaque como herdeiro daquela aliança. Essa preparação envolvia seu casamento. Abraão fez com que seu servo prometesse que a noiva não seria escolhida de um dos povos pagãos, e que sob nenhuma condição ele levaria Isaque para a terra da qual Deus chamara Abraão. Tendo cada movimento da vida condicionado pela fidelidade ao chamado de Deus, não é de admirar que Abraão seja chamado pai dos fiéis.
Nossa lição desta semana estuda o herdeiro imediato da aliança, Isaque, seu casamento e sua família. O casal não construiu necessariamente um lar modelo, mas Deus o usou, apesar deles mesmos, para preservar a aliança e repassá-la aos descendentes. Com o avanço da lição, observe que tanto a maturidade como a imaturidade desempenham um drama desagradável, mas o misterioso propósito de Deus ainda se cumpre.
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Só para professores: Conforme avançam na lição, ajude seus alunos a descobrir o que podem aprender das forças complexas e concorrentes que marcam a vida de Isaque, Rebeca, Esaú e Jacó. |
Comentário bíblico
A história começa bem porque seus protagonistas buscaram agradar a Deus e preservar a aliança. O casamento de Isaque é considerado, não sob a perspectiva mundana, mas pelo propósito divino. Mas nem mesmo um bom início e propósitos nobres garantem um lar saudável e filhos fiéis. O segredo é sempre o mesmo: "Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam" (Sl 127:1). Com isso em mente, façamos duas perguntas: O que contribui para um casamento feliz? Quais são as causas de lares infelizes?
I. Casamento feliz: Alguns princípios
Deus. O casamento não é mero fruto do acaso, para ser contraído apressadamente no calor da emoção, sem preparo e compreensão. A preparação para o casamento de Isaque começou com a garantia de Abraão a seu servo de que Deus enviaria Seu anjo à frente para encontrar uma noiva de seu povo (Gn 24:7). Uma pessoa de fé sabe que a vida não é uma série de acidentes, mas uma jornada planejada, na qual Deus desempenha o papel-chave. O Deus que prometeu grandes coisas para a vida de Abraão devia planejar também o caminho. Com esse papel-chave concedido, o casamento de Isaque devia acontecer. Mas esse casamento devia ser feito dentro do povo de Abraão, e não dos cananitas, que não participavam da aliança. O casamento é por demais sagrado para ser contraído com alguém que não compartilha o mesmo compromisso de fé. Para ser feliz, de um casamento deve ser dito: "Isto procede do Senhor" (Gn 24:50). "Pessoa alguma que tema a Deus, pode, sem perigo, ligar-se a outra que O não tema." – Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 174.
Descubra: O casamento de Esaú trouxe "amargura de espírito para Isaque e para Rebeca" (Gn 26:35). Leia o contexto e descubra por quê.
Oração. A oração perseverante foi a atmosfera em que o casamento de Isaque se realizou. A procura começou com oração e o compromisso de Abraão de ser fiel à aliança (Gn 24:1-9). A missão de Eliézer foi marcada por três atos de oração e adoração (Gn 24:12, 26 e 52). Isaque tinha acabado de orar quando recebeu sua noiva (Gn 24:63-67). Quando o casamento, ou mesmo qualquer ato da vida, desde o planejamento até a execução, é cheio de oração, pode haver dúvida de que será feliz e bem-sucedido? Mas o que é oração? É só uma rotina religiosa? Uma compulsão de tradição? A reza de um terço? A oração na Bíblia – desde Abraão até Moisés, Davi, Jesus e João – é uma busca intencional e constante da vontade de Deus e do poder para cumprir essa vontade. Nada é pequeno demais, ninguém está ocupado demais para não poder comparecer perante o altar da oração.
Amor. O caminho para o companheirismo na vida de Isaque começou com quatro palavras simples: "E ele a amou" (Gn 24:67). O manancial da vida e a maravilha do amor se fundiram para fazer avançar o propósito de Deus na vida de Isaque e Rebeca. A história é tão simples quanto doce, romântica e reverente. O amor de Isaque era duradouro, e não podemos imaginar diferente na resposta de Rebeca. Isaque nunca tomou outra esposa, e sua monogamia persistiu por causa do mútuo afeto, respeito e devoção.
Recapitule: Rebeca era estéril. "Isaque orou ao Senhor... e o Senhor lhe ouviu as orações" (Gn 25:21). O que você aprendeu deste episódio sobre Deus, a oração e o amor na vida de um casal?
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Só para professores: Comente com sua classe a pergunta para reflexão a seguir, a fim de destacar lições práticas que sejam úteis para a vida prática do cristão. |
Pergunta para reflexão
Por que Abraão e Isaque insistiram em um casamento entre seu próprio povo? Isso é diferente da doutrina nazista de superioridade racial ou a insistência hindu na preservação das castas?
Perguntas de aplicação
Em Berseba, depois de receber a aliança de Deus, Isaque "levantou... um altar, ... armou a sua tenda... e... [abriu] um poço" (Gn 26:25). Um altar, uma tenda, um poço – eram esses os artigos que Isaque considerava essenciais para a vida. O que eles simbolizam? Como você pode transferir o significado de cada um desses itens para sua vida e seu lar?
Testemunhando
Pense como seu lar pode ser um testemunho sobre as promessas de Deus. Como podemos nos certificar de que nossos lares refletem os propósitos e o amor de Deus?
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Só para professores: Deixe que a classe reflita sobre as lições da vida de Isaque que são aplicáveis em nossos dias. |
1. Isaque é descrito como uma pessoa meditativa, bondosa, afeita à oração. Ele permaneceu leal e amoroso a uma só esposa em um tempo em que a poligamia era comum. A cultura e os costumes não determinavam suas ações nem formavam seu caráter. Anote as lições que você pode aprender dele.
2. Igualmente, Rebeca era terna, simples e um modelo de cortesia. Porém, mais tarde, ela se tornou maquinadora, astuta e dada ao favoritismo. A mudança é uma lição perturbadora sobre o desenvolvimento do caráter cristão. Como você pode evitar esse perigo em sua vida?