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Subsídios Para a Lição da Escola Sabatina |
Cristo no Crisol |
Willian Oliveira
Pastor e psicólogo
Dir. do Ministério da Família da Associação Bahia
willianwo@hotmail.com
“Por volta da hora nona, clamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactâni? O que quer dizer: Deus Meu, Deus Meu, por que Me desamparaste?” (Mt 27:46).
Ao longo deste trimestre, apreciamos muitos conselhos das Escrituras acerca das atitudes que devemos ter diante dos crisóis de nossas vidas. Compreendemos, ainda, como Deus pode utilizar tais situações para que aprendamos grandes lições e cresçamos em maturidade espiritual, preparando-nos como cidadãos do reino dos céus. Apreciamos o cuidado de Deus por Seu povo bem como por Seus filhos, isoladamente. É certo que adquirimos grandes lições que nos serão tremendamente úteis nos dias das nossas provas.
Mais do que satisfazer nossa intelectualidade, a Palavra de Deus mostrou Seu poder em preencher aquele vazio de significados, de propósito, de esperança e felicidade.
Acredito que não teríamos melhor forma de fechar as lições deste trimestre, senão compreendendo aquilo que nos aproxima ainda mais de nosso Criador, quando Ele se fez um de nós, experimentando, de forma cabal, o Seu próprio crisol.
“Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado” (Hb 4:15). Jesus sabe exatamente o que você sente diante das tentações e provações, não só porque tem a onisciência, mas porque também foi tentado e provado. Há uma empatia inimaginável de Jesus conosco, à medida que Ele não foi apenas mero expectador do nosso sofrimento, mas entende por vivência o que este significa.
“Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso. Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” (Is 53:3-5). Lidar com as situações que a vida nos impõe pode ser algo extremamente doloroso. Jesus escolheu, por amor, sendo nós ainda imperfeitos e pecadores (Rm 5:8) viver uma vida de abnegação, incompreensão e perseguição. Ao invés de um Deus impassível que assiste do Seu trono o que acontece às Suas criaturas, Ele entra em nossa história com objetivo salvífico.
A vitória de Cristo oferece-nos a certeza de que também seremos vencedores. NEle encontraremos paz e perfeita segurança. “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo” (Jo 16:33).
Todavia, dos sofrimentos de Cristo, além de nossa salvação podemos apreender grandes lições de como lidar com nossos próprios crisóis. “Porquanto para isto mesmo fostes chamados, pois que também Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos exemplo para seguirdes os seus passos” (1Pd 2:21). Ao compartilhar as preciosas lições de Cristo que o façamos não somente como quem narra uma história que aconteceu há muitos anos, mas que descubramos os princípios de como lidar com as questões que se apresentam diante de nós a cada dia.
I. Os primeiros dias Mt 2:1-18; Lc 2:7, 22-24.
Os primeiros dias de Jesus, desde a Sua concepção foram difíceis, poderíamos até dizer que, do ponto de vista do Seu desenvolvimento, Ele tinha tudo para crescer com muitas dificuldades:
A gravidez de Maria foi tumultuada por viagens cansativas, em um tempo que não permitia muito conforto. Nos últimos dias empreendeu uma viagem a Belém, respondendo a uma ordem do imperador, entrando em trabalho de parto, sem as mínimas condições de higiene, numa estrebaria.
Jesus passou Seus primeiros anos no Egito, uma terra dominada por religiões com doutrinas e concepções diferentes das que eram cultivadas em Israel (Mt 2:13-15).
Os companheiros de Jesus ao longo da Sua infância e juventude foram os instrumentos que mais tarde seriam utilizados contra Si em sua pior hora. José, segundo a Bíblia era carpinteiro (Mt 13:55), portanto, cravos, pregos, madeira, martelos, etc., estavam presentes no cotidiano de Jesus. Ele aprendeu a manusear tais instrumentos. Por outro lado, a Sua onisciência permitia-lhe enxergar o tipo de morte que teria. Poderíamos imaginar, então, que ao manusear os instrumentos do suplício que viria mais tarde em Sua vida, Ele poderia ter se desenvolvido como uma pessoa amarga, que tinha tudo para reclamar da vida que levava.
A cidade em que passou sua juventude não estava entre as que tinham melhor reputação. Quando Natanael ouviu de Filipe que Jesus vinha de Nazaré perguntou: “De Nazaré pode sair alguma coisa boa?” (Jo 1:46).
O conhecimento era precário na região em que morava. Em Atos 2:7, um dos motivos de admiração daqueles que ouviam a mensagem em sua própria língua era o fato dos discípulos serem galileus.
Nada disso foi suficiente para desestabilizar a personalidade do nosso Salvador! A história do desenvolvimento de Jesus é um exemplo para os pais que criam seus filhos em ambientes de risco. Sob tais condições, talvez estes pais desejassem oferecer condições melhores aos seus filhos, um local que estes não fossem influenciados por tantas dificuldades e maus exemplos. É natural que os pais procurem oferecer aos seus filhos o melhor, mas nem sempre o podem. O que Ele nos ensina, por Sua infância e juventude, é uma lição eloquente sobre a possibilidade de vencer estas más influências e, mesmo em precárias condições, fazer dos seus filhos vencedores segundo a Palavra de Deus.
Desde tenra idade Jesus tinha consciência de Seu propósito. Ele tinha um senso de direção em Sua vida. Lc 4:49. Aos doze anos Ele sabia onde devia estar o que o deveria fazer. Era movido por um profundo senso de missão. Os pais podem ajudar grandemente seus filhos quando, por meio do incentivo e de doces palavras cultivam na mente destes nobres propósitos para as suas vidas. Palavras como “você não vale nada”, não costumam ajudar tanto como: “Deus tem um grande plano para a sua vida. Hoje é o dia para estar pronto quando Ele chamar.”
Os pais primavam pelo estudo da Palavra. “Jesus não dedicava, como tantos jovens, o tempo a diversões. Estudava a Palavra até familiarizar-se com seus textos. Mesmo na infância, Sua vida e todos os hábitos estavam em harmonia com as Escrituras, e era hábil no manejo das mesmas. ... Além da palavra escrita, Jesus estudava o livro da natureza, deleitando-Se nas belas coisas de Sua criação. Tomava terno interesse em todas as várias alegrias e sofrimentos da humanidade. Identificava-Se com todos - com o fraco e desamparado, com o humilde e necessitado e com o aflito” (CPPE, 178).
Tinham a certeza do cuidado divino sobre suas vidas. “Anjos assistiam José e Maria enquanto viajavam de seu lar, em Nazaré, à cidade de Davi”. (DTN, 44).
Como qualquer pai e mãe, eles também falharam. “Se José e Maria houvessem firmado a mente em Deus, mediante meditação e oração, teriam avaliado a santidade do depósito que lhes era confiado, e não teriam perdido de vista a Jesus. Pela negligência de um dia perderam o Salvador; custou-lhes, porém, três dias de ansiosas buscas o tornar a encontrá-Lo. O mesmo quanto a nós; por conversas ociosas, por maledicência ou negligência da oração, podemos perder num dia a presença do Salvador, e talvez leve muitos dias de dolorosa busca o tornar a achá-Lo, e reconquistar a paz que perdemos” (DTN 83). Precisamos entender que, como pais e mães, em algum momento, certamente erraremos. Acima de tudo precisamos confiar na vontade de Deus.
Os pais criaram no filho o hábito de estar na comunhão dos irmãos. Lc 4:16. Jesus ia com Seus pais para a sinagoga todos os sábados e este foi um hábito alicerçado em Sua vida.
Os pais tinham consciência que criavam seu filho para um propósito maior. “A vida de Cristo foi assinalada pelo respeito e o amor à Sua mãe. Maria acreditava em seu coração que a santa Criança dela nascida, era o tão longamente prometido Messias...” (DTN, 90)
Os pais não negaram a Jesus o assumir responsabilidades. O hábito do estudo e dos pequenos afazeres domésticos, bem como o aprendizado de uma profissão, constavam no rol das atividades de Jesus. “A infância de Jesus, passada na pobreza, não fora contaminada pelos hábitos artificiais de uma era corrupta. Trabalhando ao banco de carpinteiro, desempenhando as responsabilidades da vida doméstica, aprendendo as lições da obediência e da labuta, encontrava recreação entre as cenas da natureza, colhendo conhecimento enquanto buscava compreender os mistérios dessa natureza. Estudava a Palavra de Deus, e as horas de maior felicidade para Ele eram aquelas em que Se podia afastar do cenário de Seus labores e ir para o campo a meditar nos quietos vales, a entreter comunhão com Deus na encosta da montanha, ou entre as árvores da floresta. O alvorecer encontrava-O muitas vezes em algum lugar retirado, meditando, examinando as Escrituras, ou em oração. Com cânticos saudava a luz da manhã. Com hinos de gratidão alegrava Suas horas de labor, e levava a alegria celeste ao cansado e ao abatido” (CBV, 52).
II. Menosprezado e rejeitado pelos homens Jo 8:58 e 59.
A rejeição é uma das mais doloridas sensações a que estamos sujeitos:
De que forma Jesus foi rejeitado? O que podemos aprender com a Sua experiência?
Menosprezo – no caso de Jesus não era a mera rejeição de idéias. Até porque quando criança, Suas palavras fizeram com que os doutores da lei se admirassem. Agora adulto, e no cumprimento do Seu ministério, rejeitavam muito mais a pessoa do que Suas idéias, já que em diversas circunstâncias aqueles que O questionavam foram incapazes de responder-lhe.
Menosprezamos aquilo que não conseguimos aceitar, explicar ou alcançar. É como um mecanismo de defesa. Funciona do seguinte modo: “se não posso aceitar a postura de alguém, entender seus pensamentos ou se isto provocará mudanças profundas em minha vida, deixo de considerar as idéias e passo a rejeitar o portador das mesmas”. Deste modo, aqueles que fazem questão de ressaltar suas diferenças colocando-se em posição de superioridade ou que vivem da crítica, ou mesmo quando apresentam comportamentos inaceitáveis do ponto de vista da convivência, acabam por atrair sobre si tal sentimento.
Jesus, por outro lado, jamais se utilizou destes expedientes. Por que então foi menosprezado? Por um simples fato: Seus ensinos de amor uns aos outros, de prioridade ao reino de Deus, o qual não se estabeleceria conforme as pretensões vigentes, da igualdade entre os homens e do serviço incomodavam. Estes judeus acusaram Jesus de blasfêmia, negando Sua divindade, acusaram-no de não guardar o sábado, de proclamar a rebeldia contra o Império Romano, etc. No fundo o que os movia não eram as suas questões doutrinárias e políticas, mas os seus ressentimentos por verem em Jesus uma ameaça às suas pretensões. Eram movidos pelo egoísmo e por um coração cheio de rancor.
O menosprezo e a rejeição ainda hoje se renovam no coração daqueles que não aceitam Suas palavras. “Olhem para o nosso mundo hoje, vocês que alegam ser cristãos. Estão despertos diante da situação, ao verem como a bondade e o amor de um Deus longânimo são tratados com desprezo e absoluta rejeição? Seres humanos finitos, caídos, necessitados de perdão e paz, e todos convidados a ir. O Senhor Jesus, o Grande Mestre, faz o convite, mas muitas vezes é ele recebido com desculpas frívolas ou recusado com zombaria e menosprezo. Todos os que quiserem poderão vir e aceitar o gracioso convite. Por que não podem as pessoas ver a importância de aceitar o chamado e fazer as pazes com Deus?” (MM 2002, Cristo Triunfante, p. 65)
III. Jesus no Gêtsemani Lc 22:41-44.
Muito tenho ouvido sobre este momento na vida de Jesus. Ele sabia que estava só. Ele sabia exatamente o que haveria de vir a seguir, todo sofrimento o qual suportaria. Todavia, em oração permanecia, preparando-se para enfrentar as mais terríveis condições. Ele também sabia que Seus discípulos passariam pelos seus piores dias e conclamou-os a vigiar e orar (Mt 26:41), logo após a ceia pascal daquela noite.
Porém, Pedro e os demais dormiram. Eles se acostumaram a repousar em Cristo. Este continuava a ser o mesmo que acalmara tempestades, que curara aflitos e não havia, aparentemente, motivos para temer. É fato que Jesus lhes falara da traição que sofreria, da negação de Pedro, da perseguição aos Seus seguidores. Os discípulos temiam pela vida do Mestre, afinal, os judeus permaneciam implacavelmente no encalço de Jesus, procurando ocasião para silenciar a Sua voz permanentemente. Mas à noite e num bosque de oliveiras não parecia um lugar ameaçador.
Não se trata de antecipar o sofrimento ou viver o sofrimento quando ele ainda não chegou. Jesus se preparou para enfrentar Sua mais dura prova. E o fez em comunhão com Deus. Por vezes deixamos nossa vida devocional de lado até que surja a prova e, quando isto acontece, ficamos perplexos. Jesus se preparou para enfrentar as situações probantes que estavam diante de si. Muitas vezes, somos dominados por mágoas, simplesmente porque fomos frustrados em nossas boas expectativas. Acreditávamos que algo precisava acontecer de determinada maneira, ou que alguém deveria se comportar segundo um molde estabelecido por nós mesmos. Queremos ter o controle de tudo. Quando oramos, estamos dizendo que o Senhor está no controle, deste modo, mantemos a confiança e a esperança, ainda quando os eventos se seguem de modo diferente ao que desejávamos a princípio, porque temos a certeza que Ele está conosco.
Jesus pediu que o cálice daquela dor fosse afastado de Sua vida (Mt 26:39). Podemos também fazê-lo, mas devemos continuar nossa oração, pedindo para que a vontade de Deus se estabeleça em nossas vidas, mesmo sob a mais ameaçadora provação.
IV. O Deus crucificado Lc 27:51 e 52.
Até onde vai a maldade humana? Até onde é capaz de ir o ser humano quando imbuído de presunção, preconceitos e ódio? A cruz é um tremendo indicativo. Não bastava apenas matar Jesus, para aqueles homens era preciso humilhar, desprezar, zombar, provocar dor psíquica e física. “Para o malvado, fazer o mal é divertimento...” (Pv 10:23).
Humilhação, zombaria, desprezo. Quem já não foi alvo destas coisas em algum momento da vida. Desde aqueles apelidos da infância até os conflitos domésticos ou no trabalho, em maior ou menor grau, já tivemos que lidar com estas atitudes, como agentes ou como receptores. São atos que causam dor. Seja pela culpa por ter se portado deste modo, seja pelo sofrimento imposto às nossas vidas por alguém.
A morte na cruz fora planejada para produzir, antes da morte, uma intensa dor psíquica. Ao morto na cruz não lhe cabia sequer o direito de morrer logo. Era preciso ser humilhado, experimentar uma prolongada série de sofrimentos. Alguns dos condenados deste modo levavam dias até que por fim morressem. Em muitos casos os prisioneiros eram desnudos e sequer podiam cobrir-se já que seus braços estavam afixados na cruz. A morte se dava por asfixia. O cravo nos pés servia como uma espécie de um doloroso suporte sobre o qual o prisioneiro firmava o corpo para buscar ar quando os músculos peitorais e o diafragma já estavam extenuados por conta da posição que permaneciam.
Se a cruz já era um horroroso espetáculo, pense nas zombarias que Jesus ouviu e O submeteram. Cuspiram em Seu rosto (Mt 26:67). Quando o socaram, não bastava apenas a dor resultante do ato, fizeram isto em grupo e ainda diziam: “ei, Messias, adivinhe para nós quem foi que bateu em você!” (Mt 26:68). Foi amarrado, açoitado, deixado de lado na escolha de quem deveria receber um salvo conduto. Os soldados colocaram sobre sua cabeça uma coroa de espinhos, um manto sobre seu corpo e um bastão na mão direita e caçavam dEle dizendo: “viva o rei dos judeus” (Mt 27:29). Isto não bastava. Pegaram o bastão e bateram em Sua cabeça (Mt 27:30). Só depois o levaram para ser crucificado. A Bíblia diz que os soldados repartiram a Sua roupa, tirando sortes (Mt 27:35). Estava sem Suas roupas, caminhando para a morte, mas nem isto sensibilizava quem passava, ainda era preciso insultar e caçoar (Mt 27:39-40).
Sei que este é um quadro duro, e talvez você pense que o relato bíblico poderia ter poupado alguns detalhes. Mas fiz questão de ressaltá-los para lhe dar forças e coragem para se manter calmo quando alguém lhe atingir por palavras ou atos. Cristo venceu toda a ignomínia a que foi sujeito, e assim, com perseverança, paciência e na certeza do Seu cuidado, também poderemos vencer.
V. O Deus sofredor Rm 6:23; Tt 1:2.
A princípio, um Deus que sofre não era muito popular entre as religiões dos tempos de Cristo, bem como entre outras religiões não cristãs dos nos nossos dias. Gostamos dos heróis, para quem tudo sempre dá certo. Os deuses gregos eram egocêntricos, pouco interessados no que acontecia entre os homens, mas eram poderosos e indestrutíveis. Algumas das divindades orientais estavam sempre iradas com o ser humano, motivo pelo qual exigiam grandes sacrifícios, mesmo dos filhos dos homens, outras exigiam prostituição. Mas em comum, quando o homem satisfazia seus caprichos estas ofereciam fertilidade, proteção, amor, segurança, etc.. Pensar em um Deus que se tornou homem, fazendo-se “inferior”, e mais que se submeteu a tão terríveis e cruéis sacrifícios não era a mensagem mais popular nos dias dos apóstolos, como também não o é nos dias atuais entre a população não cristã de muitas do nosso planeta.
Todavia, o sofrimento de Cristo pode ensinar-nos preciosas lições:
Jo 10:28 – a vida eterna é um dom de Deus. Ainda que sejamos perseguidos, a ponto de corrermos risco de vida, enquanto estivermos firmes em Cristo não há risco de perdermos a vida eterna.
Rm 6:23 – O maior risco não é daquele que sofre perseguição, mas daquele que persegue! O maior temor deveria nascer no coração de quem vive no pecado e não daquele que tem sua vida alicerçada em Cristo.
Tt 1:2 – Temos a esperança em um Deus que cumpre a Sua promessa.
1Jo 2:25 – Foi Ele quem prometeu dar-nos a vida eterna. Não estamos caminhando nesta vida sob uma remota possibilidade, mas na certeza de uma promessa estabelecida por Aquele que venceu todo sofrimento, inclusive a morte para que tenhamos vida.
Que a cada dia vivamos a promessa do Senhor Jesus sobre a sua vida e na vida dos seus alunos.
Saúde e paz!
Dinâmica Sugestiva
Materiais: Uma rosa (não retire os espinhos). Se quiser, ao término da lição, entregue uma flor recortada em papel a cada aluno com as palavras de João 16:33.
Passe a rosa entre os alunos da classe. Eles devem perceber os detalhes da rosa, extraindo lições sobre o que esta ensina sobre a vida e ministério de Cristo e nossa relação com Ele. Conecte as lições apresentadas com aquilo que a lição apresentou ao longo deste trimestre, introduzindo o tema desta semana.