Download do programa Acrobat Reader
Arquivo para Palm, formato doc
Arquivo para Palm, formato iSilo
| |
Subsídios Para a Lição da Escola Sabatina |
JACÓ E RAQUEL: TRABALHO POR AMOR |
Profa. Meibel Mello Guedes
Especialista em Assessoramento Familiar,
Mestre em Educação
Em muitas culturas, e mesmo no contexto bíblico, o casamento era arranjado pelas famílias do noivo e da noiva, o que seria uma prática inaceitável nos dias de hoje. É difícil imaginar que um casamento assim pudesse ser feliz. E se fosse, diríamos que foi um milagre. No entanto, casamentos felizes não são uma realidade nos dias atuais. O atual índice de divórcios é muito expressivo.
O amor é um ingrediente essencial no casamento. Todavia, o casamento não depende do amor para continuar a existir. Ao contrário, é do casamento que depende a continuação do amor. O matrimônio dá ao amor as condições de permanência e estabilidade de que necessita para crescer e amadurecer. Liberta o amor de sentimentos intensos (paixão). Permite que, mesmo havendo dificuldades e conflitos o casal saberá superar os problemas.
Nunca se deveria permitir que o amor fosse cúmplice no casamento, ao ponto de ameaçá-lo com a dissolução. Casais que chegam à conclusão de que não mais se amam, deveriam lembrar que o mandamento de Deus é que nos amemos uns ao outros (Rm 12:10). Do ponto de vista de Deus, o amor não é o alicerce de um casamento, mas o resultado de um casamento bem sucedido. Para isso, é indispensável cultivar e desenvolver esse amor.
Esse tipo de amor não cresce em relacionamentos superficiais, mas em um solo rico de consideração mútua. O respeito para com a dignidade e honra conferidas por Deus ao cônjuge fundamenta o amor conjugal sobre um alicerce duradouro, o qual pode ser edificado do amor descrito por Paulo em 1 Coríntios 13 (Leia).
"A cortesia cristã deve reinar em todo lar." (EGW, VF. p. 181)
Bondade e paciência farão do lar um paraíso e atrairão os anjos para o círculo da família. (VF p. 181)Deus espera perfeito amor e harmonia entre os casais. Que os noivos se comprometam a amar um ao outro como Ele ordenou que façam (VF p. 22).O amor sincero deve ser o princípio dominante do coração (EGW, LA p. 127).
O poder do amor possui força maravilhosa, porquanto é divino (LA.p. 195).
Deus revela o futuro de Jacó
"Jacó e Esaú, os filhos gêmeos de Isaque, apresentam um notável contraste, tanto caráter como na vida. Essa dessemelhança foi predita pelo anjo de Deus antes de seu nascimento. Quando em resposta à aflita oração de Rebeca. Ele revelou que dois filhos seriam dados, revelou-lhe sua história futura, de que cada um se tornaria a cabeça de uma poderosa nação, mas que um seria maior do que outro, e que mais moço teria preeminência." (EGW, PP p. 177).
Jacó tinha enganado seu irmão Esaú, apossou-se da herança deste e fugiu.
Ameaçado de morte pela ira de Esaú, Jacó saiu da casa de seu pai como fugitivo; mas levava consigo a bênção paterna; Isaque lhe havia renovado a promessa do concerto, e mandara-lhe como herdeiro da mesma, procurar uma esposa na família de sua mãe, na Mesopotâmia. Foi com o coração profundamente perturbado que Jacó partiu para sua viagem solitária (EGW, PP p. 183).
Em seu remorso e timidez, procurou evitar os homens, com receio de que a pista lhe fosse descoberta pelo irado irmão. Temia que houvesse perdido para sempre a bênção que fora o propósito de Deus proporcionar-lhe; e Satanás estava a postos a fim de oprimi-lo com tentações (EGW, PP P. 183).
Deus não abandonou Jacó. Sua misericórdia se estendia ao seu servo errante e destituído de confiança. O Senhor, com compaixão, revelou precisamente o que Jacó precisava. Um Salvador. Ele tinha pecado, seu coração, porém se enchera de gratidão, ao ver ele revelado um caminho pelo qual podia ser restabelecido ao favor de Deus (EGW, PP p. 183).
A situação de Jacó: Favoritismo, ciúme e mentira forçaram Jacó a fugir para a terra natal de Raquel para não ser morto por Esaú. Além do mais, Isaque aconselhara Jacó a encontrar uma esposa que pertencesse à sua família. Gn 28:2.
"Procurem familiarizar-se com seus diferentes caracteres [dos filhos], para que saibam como educá-los em harmonia com a Palavra de Deus. (...) Não levem trevas para dentro do lar. (...) Deixem-nos levar seus pequenos desapontamentos, como todos necessitam fazer. Não os encorajem a procurar vocês com suas queixas infantis de uns contra os outros. Ensinem a suportar-se mutuamente e a procurar conservar a confiança e o respeito mútuos’’ (EGW, LA p. 222).
Por meio da providência divina, esses dois jovens solteiros foram apresentados um para outro. Mas como Deus aproximou Raquel de Jacó?
È possível fazer um inventário das pessoas, das situações e circunstâncias da vida de muitas pessoas de hoje. Mesmo que esses elementos não sejam os ideais, agradeça a Deus porque Ele prometeu fazer com que todas as coisas, incluindo as ruins, as problemáticas, as situações traumáticas e difíceis da vida, cooperem para o bem daqueles que amam a Deus (Rm 8:28). Deus sempre está trabalhando ativamente, às vezes de uma forma bem clara e lógica e outras vezes de maneira discreta.
Jacó foi acolhido na casa de seu tio Labão, bem distante de Esaú. A filha de Labão, Raquel agradou muito a Jacó. O dia de Raquel havia começado como outro qualquer. Enquanto ela fazia a lista de suas tarefas diárias, nem imaginava que sua vida passaria por uma incrível mudança. Alguma coisa aconteceu naquele dia que mudou tudo e para sempre. Na sua agenda de trabalho daquele dia, o primeiro item na lista das responsabilidades de Raquel era dar água ao rebanho de seu pai. Ao aproximar-se do poço, ela observou a presença de um desconhecido. Surpreendeu-se quando o belo e desconhecido rapaz caminhou apressado até o poço, levantou a pedra e começou dar água para o seu rebanho. Depois disso, tendo perguntado pela família dela, ele a beijou, chorou e contou que era parente de seu pai.
Esta cena foi o início do namoro de Jacó e Raquel. Um dia comum transformara-se num dia especial e marcante tanto na vida de Raquel como na de Jacó.
Como um(a) jovem cristão(ã) solteiro(a) encontra a pessoa de seus sonhos?
Raquel era uma jovem laboriosa: quando Jacó chegou, ela estava onde deveria estar (no poço da cidade), fazendo o que deveria fazer (dando água ao rebanho).
Deus Se preocupa com aqueles que vão a lugares a que não deveriam ir. Que lugares os jovens cristãos devem freqüentar? Será que Deus estaria com você numa balada? Numa boate? No teatro?
Por meio da arte dramática, ele (Satanás) tem operado durante séculos para excitar a paixão e glorificar o vício (EGW, LA p. 515).
A ópera, com sua fascinante ostentação e música sedutora, o baile de máscaras, a dança, o jogo de cartas, Satanás os emprega para derribar as barreiras dos princípios, e abrir a porta da satisfação sensual (P. 515).
O verdadeiro cristão não desejará entrar em qualquer lugar de divertimento ou empenhar-se em qualquer diversão sobre os quais não possa pedir a bênção de Deus. (LAP. 515).
Que acha de estar no cinema assistindo a filmes que prejudicam sua mente?
Contemplarão imagens e ouvirão sons, e estarão sujeitos a influências desmoralizantes que, a menos que delas se guardem inteiramente, imperceptível, mas seguramente lhes corromperão o coração de deformarão o caráter (P. 406).
Será que você encontraria nestes lugares a pessoa certa para seu casamento? Se nesses lugares os jovens fiéis não devem estar, é obvio que ali também não estará a pessoa ideal para um jovem ou uma jovem cristã.
Escolha do(a) companheiro(a)
"Deve a juventude cristã exercer grande cuidado na formação de amizades e na escolha de companheiros. Cuidem, para que isso que agora vocês julgam ser ouro puro, não se lhes demonstre metal vil. As companhias profanas tendem a pôr empecilhos no caminho do seu serviço a Deus, e muitas pessoas são arruinadas por uniões infelizes, quer em negócios, quer no matrimonio, com os que não podem nunca elevar ou enobrecer. Os filhos de Deus não devem nunca aventurar-se a pisar terreno proibido por Deus. O casamento entre crentes e incrédulos é proibido por Deus." (EGW, MJ p. 434).
Em que lugares é possível encontrar a pessoa de seus sonhos?
Você encontrará a pessoa de seus sonhos nos programas da igreja, nos colégios cristãos, nas famílias que amam a Deus.
Pagamento de dotes
Como Jacó não tinha dinheiro para pagar o dote da noiva, trabalhou como empregado de Labão. Ele teve que trabalhar durante sete longos anos para poder se casar com Raquel.
"Nos tempos primitivos, exigia o costume que o noivo, antes da confirmação do contrato de casamento, pagasse ao pai da noiva uma soma de dinheiro, ou seu equivalente em outras propriedades, conforme as suas circunstâncias. Isto era considerado uma salvaguarda à relação matrimonial. Os pais não consideravam de bom aviso confiar a felicidade de suas filhas a homens que não haviam feito as devidas provisões para manutenção de uma família. Se não possuíam tino econômico suficiente e energia para dirigir negócios e adquirir gado ou terras, receavam que sua vida se mostrasse inútil. Mas, tomavam-se providências para provar aqueles que nada tinham para pagar por uma esposa. Quando o pretendente era fiel em seu trabalho, e provava ser digno em outros sentidos, obtinha a filha como esposa. Geralmente, o dote que o pai recebera era dado a ela por ocasião do casamento. Tanto no caso de Raquel como de Lia, reteve entretanto, Labão, egoisticamente, o dote que lhe teria sido dado. Elas se referiram a isto precisamente antes da mudança para Mesopotâmia: ‘Vendeu-nos e consumiu todo o nosso dinheiro" (Gn 31:15)." [EW, PP. p. 189]
Honestidade à prova
Porém, no dia do casamento, mais precisamente na noite de núpcias, Jacó foi enganado.
Na manhã seguinte, ele constatou que tinha como esposa Lia, a irmã mais velha de Raquel.
Ellen White diz: "Em todos os pormenores da vida devem ser mantidos os mais estritos princípios da honestidade" (EGW, MCP, v 2, p. 437).
Labão, pai de Lia, era mestre em enganar as pessoas e, infelizmente, usou Lia como marionete em um de seus esquemas mais astutos.
"Mas, o egoísta e ganancioso Labão, desejando reter um auxiliar tão valioso, praticou um cruel engano substituindo Raquel por Lia. O fato de que a própria Lia fez parte da trapaça, fez Jacó pressentir que não a poderia amar. (...) Insistia, porém, o pai que Lia não fosse despedida, visto que isto acarretaria ignomínia à família" (EGW. PP, p.189).
A decepção faz parte da vida, mas estando com Deus, a pessoa pode sair vitoriosa. Como tem sido sua vida? Sente-se enganado por uma namorada, ppelaesposa, ou por um parente? Ou rejeitada por alguém que você amava e confiava?
Console-se porque Deus transforma as cinzas de uma vida sofrida em beleza. Lia não era bonita, as circunstâncias de sua vida também não eram belas. Mas Deus concedeu beleza em troca dessas cinzas. Analise o fim da vida de Lia e veja a beleza que emergiu das cinzas de sua decepção:
Ela teve um marido. Por ter olhos defeituosos, provavelmente não teria casado.
Ela teve filhos. Provavelmente, jamais os tivesse.
Ela foi mãe de seis dos 12 homens que lideraram Israel. Ela foi mãe de Judá, de cuja descendência nasceria o Salvador, Jesus Cristo (Ap 5:5)
Ela, e não Raquel, foi a esposa legítima de Jacó. (Gn 49:31)Lia, uma das servas do senhor, foi destinada a viver à sombra de sua irmã Raquel. Além de ser menos atraente que sua irmã. Lia, cujo nome significava cansada ou enfraquecida por doença, também tinha um defeito físico. A Bíblia menciona que seus olhos eram baços, desbotados e inexpressivos. Olhos como os dela eram considerados defeituosos.
É possível que você não se sinta feliz por Lia, e talvez por si mesma, pelo fato de Deus preocupar-se mais com a beleza interior. Sinta-se feliz porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém, o Senhor vê o coração (1 Sm 16:7).
A beleza que Deus valoriza
Cultive a beleza do coração – Deus valoriza o caráter piedoso, que sempre brilha por meio de atitudes de bondade, de amor de servir aos seus semelhantes sem nada esperar em troca.
Aprimore a beleza de um espírito sereno e gentil – este é o ornamento mais precioso. Deus valoriza a graça do espírito calmo e tranqüilo, e não de roupas e jóias caras.
Preocupe-se com a beleza interior – que é virtude preciosa aos olhos de Deus. É somente a Deus que se deve honrar. O supremo objetivo deve ser agradar a Ele. Cultive a beleza interior, que é preciosa aos olhos de Deus, passando uma parte cada dia na presença do Senhor e contemplando Sua beleza. E enquanto estiver contemplando a glória do Senhor, a pessoa será transformada à Sua imagem pelo Espírito do Senhor. Só assim, todas as pessoas serão belas diante dEle.
O sogro frio e calculista
Diante do protesto de Jacó, Labão reagiu fria e calculadamente: Jacó também poderia ter Raquel, desde que trabalhasse outros sete anos para consegui-la. Labão também disse: "Aqui na nossa terra, não é costume a filha mais nova casar antes da mais velha." Assim, Jacó acabou ficando com duas esposas.
A mulher não amada concebeu filhos a Jacó
"O Senhor entendeu minha aflição" (Gn 29:32).Tanto Lia como Raquel eram estéreis, mas o Senhor tornou Lia fecunda. Jacó teve seis filhos com Lia, além de quatro filhos com suas concubinas, Bila e Zilpa.Nos tempos bíblicos, os nomes expressavam o sentimento dos pais e, muitas vezes, faziam alusão às circunstâncias da história da família. Geralmente, o relacionamento que os pais desfrutavam com Deus evidenciava-se no nome do bebê. Por meio do nome dado ao filho, mães e pais transferiam suas expectativas, sua fé ou um pouco de sua sabedoria arduamente adquirida. Foi o que sucedeu com Lia. Ao acompanhar a jornada de Lia rumo à maturidade espiritual, você verá que, assim como os anéis do tronco de uma árvore marcam seu crescimento, os nomes de seus filhos também marcaram seu desenvolvimento espiritual.Enquanto Lia aconchegava seu bebê junto ao peito, deu-lhe o nome de Rúben, que significa: "Vejam, um filho! Ou "Eis um filho!" Ela disse: "O Senhor atendeu à minha aflição, por isso agora me amará meu marido"(Gn 29:32).O que existe em um nome? Neste caso, Rúben expressou os desejos e anseios de Lia em relação ao seu casamento. Ela esperava que Jacó, seu marido de quase 90 anos, passasse a amá-la por ela ter concebido seu filho primogênito! Esse era seu desejo de mulher. Lia estava feliz, agradecida diante da bondade, misericórdia e compaixão de Deus para com ela. Para essa mulher desprezada pelo marido, Rúben seria sempre a prova pessoal do amor de Deus.Ao saber que estava grávida novamente, teve o pensamento de que um segundo filho poderia mudar a situação. Quem sabe Jacó começaria a preocupar-se com ela. Porém, nada mudou. Ao contrário, a situação ficou ainda pior. A realidade era clara: Jacó não amava Lia. Em algum momento da sua vida, ela tivera a impressão de que Jacó a odiava.Quando Lia aconchegava o segundo filho, deu-lhe o nome de Simeão, que significa ouvir. "Soube o Senhor que eu era preterida e me deu mais este" (Gn 29:33).Após a chegada do terceiro filho, Lia pareceu esquecer-se de Deus e passou a confiar na capacidade humana. Talvez ela tivesse pensado: "Agora que dei três filhos a Jacó, certamente ele me amará! Quem sabe agora conquistarei o coração dele!" Ela olhou para seu filho e deu-lhe o nome de Levi, que significa "unido, associado". Depois de ter dado dois passos para frente em sua fé, Lia pareceu retroceder alguns passos para trás. Ao longo dos anos, a vida de Lia foi acoitada por fortes ventos. Ela foi maltratada pelo pai, desprezada pelo marido e invejada pela irmã (Gn 30:1).O quarto filho recebeu o nome de Judá, que significa louvor. "Esta vez louvarei ao Senhor" (Gn 29:35) O louvor saiu da boca de Lia. Esse quarto filho seria importante porque, por meio de Judá, o Messias viria ao mundo. Todas as nações louvaram o nome de Judá. Lia parou de lamentar a falta de amor de Jacó por ela e decidiu descansar no amor de Deus. Ela não mais necessitava de pessoas para ser feliz. Havia encontrado em Deus a verdadeira fonte de alegria.
Pense nos passos gigantes que ela deu. Desses passos podemos extrair dois princípios que nos ajudarão a fundamentar nossas esperanças e focalizar na crença e fé em Deus, não em nossos esforços humanos. Precisamos unir nossa pequenez com a força divina.
– Reconheça sempre a presença de Deus em cada acontecimento da vida.
– Peça sempre a direção e a sabedoria de Deus para cada acontecimento da vida.Quantas pessoas passam por provações, carências na vida! Existem tristezas que precisam ser enfrentadas todos os dias, desde o nascer até o pôr-do-sol? Existem fardos pesados demais, pedras pequenas e grandes fazendo seu corpo e sua alma se curvarem? Pense em Lia, pois ela mostra como amenizar estes fardos e as pedras em nossa vida.Cada nome que Lia escolheu evidenciava que ela confabulava seus problemas com Deus, ou seja, ela orava.
Não sei qual é o seu problema, não sei qual é o seu conflito, mas derrame suas lágrimas ao pé da cruz, colocando diante de Deus suas aflições. Pense em cada detalhe de seus problemas e leve-os ao trono de Deus. Invoque o Senhor e contemple suas magníficas e poderosas respostas. Lance sobre o Senhor toda a sua ansiedade, porque Ele sabe como resolver. Ele sabe cuidar de cada detalhe. Ele é o único ser que pode transformar em bênçãos as tragédias da vida.
Raquel - mãe
Raquel ficou um longo período de tempo sem ter filhos, e somente bem mais tarde se tornou mãe. José, seu filho mais velho, era o preferido do pai. Com o nascimento do seu segundo filho, Benjamim, ela veio a falecer.
O amor, um sentimento básico no casamento
"O amor é uma planta de origem celestial, e precisa ser cultivada e nutrida. Corações afetivos, palavras verdadeiras, amoráveis, farão famílias felizes e exercerão influência própria para elevar em todos quantos entram na esfera dessa influência" (EGW LA, p. 50).
Jacó demonstrou o quanto amava Raquel colocando um monumento em seu túmulo. O túmulo de Raquel ainda hoje é visitado pelo seu povo judeu.
Apesar do favoritismo em família
Diante de tantos conflitos, erros e acertos, Jacó foi abençoado.
"Jacó prevaleceu porque foi perseverante e resoluto. Sua experiência testifica do poder da oração insistente. É agora que devemos aprender esta lição da oração que prevalece, de uma fé que não cede. As maiores vitórias da igreja de Cristo, ou do cristão em particular, não são as que são ganhas pelo talento ou educação, pela riqueza ou favor dos homens. São as vitórias ganhas na sala de audiência de Deus, quando uma fé cheia de ardor e agonia lança mão do braço forte da oração" (EGW, PP, p. 203).
Na história de amor de Jacó por Raquel, consta o favoritismo que ele recebeu de sua mã.e Quando se casou e foi enganado, ele manteve a mesma atitude por Raquel. Desse casamento vieram dois filhos. Mas ele continuou a demonstrar favoritismo para com um dos filhos, José, uma vez que era filho da mulher que ele realmente amava.
Podemos tirar lições que devemos aprender. Existem atitudes que não devemos adotar, e outras que devemos imitar de nossos pais. Aqueles que não estiverem dispostos a abandonar todo pecado e buscar fervorosamente a bênção de Deus, não a obterão. Mas todos os que lançarem mão das promessas de Deus, como fez Jacó, e forem tão fervorosos e perseverantes como ele o foi, serão bem sucedidos como ele (EW PP, p. 203).
Apesar dos erros e acertos, Jacó sempre recebeu a bênção Deus. Hoje, também cometemos erros e acertos e podemos ter a certeza de que nosso Deus nos perdoa e poderá nos conceder muitas bênçãos.