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Subsídios Para a Lição da Escola Sabatina |
A Bíblia e a Ciência |
Rodrigo P. Silva,
Th.D
Professor de Teologia do Unasp
I - A Ciência e a Religião
Desde os tempos mais antigos, a humanidade já investigava a natureza de um modo, digamos, "científico". Egípcios, chineses e babilônios já haviam desenvolvido significativamente a matemática, a astronomia e os cálculos probabilísticos. Basta observar a precisão arquitetônica de seus monumentos (como as pirâmides) ou a proximidade espantosa de seus cálculos sobre o tamanho e peso do planeta Terra.
Não obstante, aquela que hoje chamamos de Ciência Moderna é geralmente relacionada ao período renascentista do fim do século 14 e meados do século 15. Nessa época, a Idade Média estava chegando ao seu limite temporal, deixando um saldo bastante negativo para os novos tempos que se seguiam.
A corrupção quase milenar da Igreja, somada ao surgimento do Racionalismo, combinou para minar a credibilidade daquela poderosa instituição religiosa que, por séculos, havia dominado as diretrizes do conhecimento. Até então, o ambiente do saber era orientado pelas diretrizes eclesiásticas ensinadas na Universitas, que era a instituição oficial de educação da Idade Média. Esse modelo escolar surgiu no século 11 primeiramente em Oxford, Bolonha e Paris. Depois, espalhou-se por toda a Europa, afetando profundamente as formas de compreensão da realidade.
Naquela época, o significado básico de cultura (colere) vinha de um ambiente agrícola e sacerdotal que, na verdade, antecedia ao surgimento do cristianismo. Era a busca de uma relação estável com a terra e com o deus que a protegia. Daí as expressões latinas: Colere terram, cultivar a terra, donde vêm as palavras agricultura, colônia, agricultor, monocultura etc. E colere deos loci, cultivar (ou cultuar) o deus da terra, donde vêm as palavras culto, cultivo, ocultismo. Interessante é que alguns destes conceitos vinham diretamente do paganismo e foram inseridos no ambiente cristão graças ao sincretismo provocado pela união da Igreja com Roma.
Toda essa dominação eclesiástica medieval, juntamente com a insígnia "ora et labora" (ore e trabalhe), acabou produzindo uma época de profundas trevas morais, espirituais e tecnológicas para a Europa. Não é por menos que Henri Matisse se referia à Renascença como o fator conseguinte à "decadência". As Artes, as Letras e até o conhecimento bíblico, que pareciam haver morrido no mesmo naufrágio do império romano (em 476 d.C.) começaram, finalmente, a renascer, depois de um longo e terrível período chamado "Idade Média".
Portanto, no domínio territorial do Ocidente, o saber pragmático e os avanços tecnológicos estavam há séculos estagnados no tempo. Em alguns casos, haviam até retrocedido nos conceitos, como, por exemplo, a medicina e a astronomia. Os técnicos, ou mais propriamente os artesãos da época, nada mais faziam que repetir os procedimentos mais antigos. Dizem que, se um cidadão dos dias de Moisés ressuscitasse em pleno século 12, quase não se espantaria com o ambiente, pois os meios de transporte, plantio e comunicação eram praticamente os mesmos utilizados em 1400 a.C.
Só para se ter uma noção dessa circunstância, é sabido que, geralmente, as leis científicas necessitam de uma medida de tempo para serem observadas. Ora, até o século 16, os relógios eram raros e em nada eram melhores que aqueles usados nos tempos do grande Egito. O próprio Galileu, já no século 17, usou uma clepsidra (relógio d’água) para medir o tempo que um corpo levaria para descer num plano inclinado. Mersenne, outro filósofo e cientista, chegou a usar o desenho do pé de um rei ("pied de roi") como padrão de tamanho em um livro sobre unidades de medida, pois não havia ainda uniformidade nos sistemas de medida. Por isso, algumas unidades de medida inglesas são apresentadas em "pés de altura".
A partir do século 14, a Igreja Católica começou a entrar em contato com fortes elementos de questionamento à fé. Foi uma verdadeira mudança de paradigmas que trouxe uma nova cultura: capitalista na economia, clássica nas artes e literatura, científica na atitude em relação à natureza, e bíblica em relação à teologia (protestantismo). Muitos dos opositores da religião, no entanto, começaram protestando contra aquela forma distorcida de Deus que a Igreja apresentava. Mas muitos terminaram questionando até mesmo o Deus verdadeiro, assim criando correntes anti-religiosas como o Racionalismo (Descartes); Empirismo (Francis Bacon); Iluminismo (inglês de Locke, Berkeley e Hume; francês de Voltaire, dos enciclopedistas e revolucionários, alemão de Leibniz e italiano de Beccaria) e outros.
Então, a partir da metade do século 18, como fruto de todo esse processo, teve início na Inglaterra a mecanização industrial, desviando a atividade comercial para o setor de produção em escala. A essa nova condição deu-se o nome de Revolução Industrial.
Em pouco tempo, se fez notória a ruptura com os antigos sistemas dominados pela religião. No dizer de Ruben Alves: "Houve um tempo em que os descrentes eram raros. Tão raros que eles mesmos se espantavam com sua descrença e a escondiam, como se ela fosse uma peste contagiosa... Mas alguma coisa ocorreu. Quebrou-se o encanto. O Céu, morada de Deus e Seus santos, ficou, de repente, vazio. Virgens não mais apareceram em grutas. Milagres se tornaram cada vez mais raros, e passaram a ocorrer sempre em lugares distantes com pessoas desconhecidas. A ciência e a tecnologia avançaram triunfalmente, construindo um mundo em que Deus não era necessário como hipótese de trabalho. Na verdade, uma das marcas do saber científico é o seu rigoroso ateísmo metodológico: um biólogo não invoca maus espíritos para explicar epidemias, nem um economista, os poderes do inferno para dar contas da inflação, da mesma forma como a astronomia moderna, distante de Kepler, não busca ouvir harmonias musicais divinas nas regularidades matemáticas dos astros." (Alves, R., O que é Religião, São Paulo, 1981, p. 8).
Assim, paulatinamente, o ensino técnico e mecanicista começou a ganhar novo impulso, desafiando as antigas tradições filosóficas e os dogmas religiosos. A ciência moderna surgiu de modo imperialista e, sobretudo, antidogmática e anti-religiosa. Sua base era o experimentalismo inaugurado por Galileu em 1590, por meio do qual se pretende dar todas as explicações do Universo que nos cerca.
A partir do século 19, percebeu-se ainda um reforço ao naturalismo, quase em rechaço às concepções espirituais da religião. O homem foi entendido como fruto da natureza, de modo que deve estudar e ser estudado com métodos naturais, e nunca religiosos.
II – A natureza, a astronomia e o ser humano
A lição fala do princípio antrópico. O que vem a ser isso? Em termos técnicos, ele afirma que os valores observados de todas as constantes físicas e cosmológicas não são igualmente prováveis, mas elas têm valores que são exatamente os necessários para que existam lugares onde a vida pode surgir, em determinado momento da história do Universo (J. D. Barrow e F. J. Frank intitulado The Anthropic Cosmological Principle, Oxford University Press, 1986). Em termos mais simples, isso quer dizer que a condição da vida humana na terra está tão milimetricamente organizada que, se uma coisa saísse do seu lugar ou fosse um pouquinho diferente do que é, não estaríamos aqui. Qualquer variação, por menor que seja, destruiria toda a vida do planeta. Para se ter uma idéia da complexidade e precisão disto, se houvesse uma variação de 0,00000000000000000000000000000000000001 por cento na força gravitacional, a vida na Terra se tornaria impossível: ou seríamos esmagados ou lançados ao espaço.
Seria bom enfatizar que, a despeito da separação que houve entre a ciência e a religião, em decorrência dos traumas causados pela Idade das Trevas, os principais pioneiros da ciência foram homens e mulheres bastante comprometidos com Deus, e crentes fervorosos em Sua Palavra. Vejamos, à guisa de ilustração, alguns renomados nomes de cientistas sérios que ainda se mantinham crentes em Deus e profundamente religiosos: Leonado da Vinci (1452-1519), Johannes Kepler (1571-1630), Francis Bacon (1516-1626), Blaise Pascal (1623-1662), Robert Boyle (1627-1691), John Ray (1628-1705), Galileu Galilei (1564-1642), Robert Hooke (1635-1703), William Harvey (1578-1657), Isaac Newton (1642-1727), Michael Faraday (1791-1867), Samuel Morse (1791-1872) e outros.
Uma boa pergunta a se fazer para um cético é: De onde veio a matéria? Se ela pode acabar, é porque teve um começo, e as últimas hipóteses acerca de um Big Bang no passado mostram que mesmo os físicos mais céticos estão sendo obrigados a admitir que o Universo teve um começo. Mas, se for assim, quem o originou? Sua existência, por si só, exige a presença anterior de um ser que a possibilitou tornar-se real. Este ser seria a causa primeira, que originou tudo e ele mesmo não foi originado por nada. Caso não aceitemos esse indício lógico, somos forçados a concluir o absurdo de que o passado tenha sido constituído de uma série infinita de retrocessos em que um elemento é originado por outro que vem de outro e assim sucessivamente, sem jamais ter havido um "começo" que justifique todos os demais. Ora, do nada, nada se produz, logo, se não havia Deus antes do Universo (ou antes do Big Bang, para agradar aos físicos) por que hoje há algo em vez de nada? Afinal, como dissemos, do nada, nada se produz, logo, se há algo hoje, é porque houve um Deus desde antes do princípio.
Ademais, em termos físicos, podemos ainda dizer que o Universo está em constante movimento. Contudo, a mesma física estabelece que nenhum movimento se dá sem uma causa que o impulsione. Se vemos uma bola rolando, automaticamente deduzimos que alguém provocou o movimento, pois a bola não se movimentaria sozinha de um canto para outro sem uma ação externa. Logo, se o Universo, um dia, entrou em movimento, alguém foi responsável por isso.
Todos os aspectos da vida natural parecem seguir uma estrutura complementar que supõe um projetista original. Note o vento que espalha as sementes, a chuva que as faz germinar, o Sol que lhes proporciona vida, o animal que come a planta, tudo segue uma perfeita sincronia. Tanto é que a transgressão a uma dessas leis traz conseqüências sérias para a natureza e, em especial, para o gênero humano.
Essas são apenas algumas "pérolas" para nos fazerem refletir no fato de que existe um Deus de amor acima das estrelas e que nos trata de forma singular, como se fôssemos a única criatura de todo o Universo. Não é por menos que aquilo que o racionalismo cético tenta encontrar há séculos, a sabedoria cristã já possui desde a fundação do mundo. Veja o que o astrônomo e agnóstico norte-americano Robert Jastrow, admitiu em 1978, em seu livro God and the Astronomers (Deus e os Astrônomos): "Para o cientista que viveu dentro da crença no poder da razão, a história termina como um sonho mau. Ele escalou a montanha de sua ignorância e está prestes a alcançar o mais alto cume. Ao alçar-se por sobre a última rocha, é saudado por um grupo de teólogos, que lá estavam sentados há séculos."
III – Algumas notas sobre o Dilúvio
O tema do Dilúvio é tão vasto que mereceria toda uma lição só sobre isso. Mas, conforme a linha de estudos desta semana, devemos fechar nosso comentário dizendo algo a esse respeito, e é interessante compartilhar com a classe algumas evidências que temos sobre uma catástrofe ou Dilúvio que ocorreu no passado e afetou todo o planeta Terra: Evidências históricas.
O Dilúvio foi algo tão espantoso que hoje podemos ver sua história contada nas mais diversas culturas ao redor do mundo. Afinal, todos os povos que hoje existem são descendentes diretos da família de Noé. Desde os primórdios da civilização, os pais narravam aos filhos a fantástica história do dia em que a Terra se afogou. Assim, podemos encontrar tradições históricas acerca do Dilúvio em praticamente todas as mais antigas culturas. Cerimônias religiosas ligadas a esse acontecimento podem ser vistas em tradições milenares da Índia, China, Egito e México. Tribos africanas e índios americanos também demonstram conhecer o fato de que um dia o mundo esteve submerso nas águas.
Os detalhes dessa narrativa foram modificados com o passar das gerações e influenciados pelo contato com o paganismo local. Contudo, a idéia básica de que houve uma inundação mundial enviada por Deus está claramente preservada em todas as mais distintas versões do Dilúvio.
É quase impossível citar todas as tradições fora da Bíblia que relatam a ocorrência do Dilúvio. São dezenas e dezenas delas (veja o mapa abaixo). Por isso, vamos mencionar apenas algumas que possam servir de exemplo:

*Começando pelo nosso Brasil, o historiador Henrrera, especialista em tradição indígena latino-americana, conta que alguns grupos de índios brasileiros narravam a remota história de um velho homem que, sabendo que a inundação viria sobre a Terra, construiu um barco, colocou nele sua família e alguns animais, e depois, acabou sendo o pai da nova raça humana.
* Os índios Tamanaques do México possuem uma história semelhante de uma inundação que se abateu sobre a Terra. Em sua versão, apenas um casal sobreviveu por haver subido até ao alto de uma montanha chamada Tannacu que, por proteção divina, foi o único lugar não atingido pelas águas. Após o término da chuva, esse casal deveria repovoar a Terra.
* A tribo Athapascen, da costa oeste dos Estados Unidos, também conta de uma incessante chuva que inundou toda a Terra. Apenas um semideus chamado Nagaitche sobreviveu e recriou a humanidade.
* Na Feníncia também encontramos a lenda de Demeroon que venceu a destruição causada pelo deus Ponto (oceano) e, por isso, foi divinizado.
* Os índios Hopi, que atualmente vivem em reservas no Estado do Arizona, narram que sua tribo é descendente daqueles que sobreviveram à inundação que o Grande Espírito trouxe para destruir antigamente a Terra.
* Os gregos também contavam que Júpiter, vendo que os homens por ele criados faziam coisas más, decidiu aniquilá-los com um Dilúvio universal. Mas Deucalion, um príncipe piedoso, e sua mulher foram avisados com antecedência e, num barco, puderam salvar-se da destruição.
* Em 1816, Belzoni, um arqueólogo italiano, encontrou o túmulo do faraó Seti I, da 19a. dinastia egípcia. Junto de sua múmia havia antigos hieróglifos que contavam a história de um dilúvio muito parecida com a narrativa bíblica. O faraó Seti I morreu em 1581 a.C., o que demonstra a antigüidade dessa tradição.
* Por último, temos o mais famoso relato extrabíblico do Dilúvio, que é o épico de Gilgamesh, um poema babilônico descoberto em 1872 junto aos escombros do antigo palácio de Assurbanipal, que reinou de 668 a 626 a.C. Escrito num tablete de argila, esse relato é o mais parecido que temos com o Gênesis. Ele descreve a arca com medidas em côvados (a mesma usada na Bíblia), fala de sete dias de seca antes e depois da chuva (compare com Gn 7:10), menciona o desembarque numa montanha (Noé atracou sobre o monte Ararate), comenta o envio de pássaros para fora do barco (Noé soltou um corvo e uma pomba) e, por fim, descreve um sacrifício de ação de graças depois do desembarque (Noé também fez sacrifícios em homenagem a Deus). Esse épico data de 2000 anos a.C.
Evidências geológicas
Mas não é apenas a tradição milenar que testemunha a ocorrência de um Dilúvio. A geologia, a botânica, a arqueologia e a zoologia também estão repletas de evidências que confirmam a história contada pela Bíblia. Veja alguns exemplos:
* Os fósseis - Existem basicamente quatro tipos de fósseis, e todos eles dão evidência de um Dilúvio gigantesco. O primeiro é o da petrificação. Plantas, animais e árvores que se transformaram em pedra. O segundo é o da carbonização, ou seja, peixes, folhas e o próprio carvão mineral, que foram radicalmente transformados em carbono. Esses apresentam uma coloração escurecida, como se tivessem saído de um forno. O terceiro tipo de fóssil é o das impressões. São pedras que apresentam moldes legítimos de pegadas, ossos, folhas, conchas e outros materiais que foram ali prensados quando aquela rocha ainda estava num estado menos sólido que o atual. Por último, temos os fósseis imutáveis, cujos melhores representantes são as conchas marinhas que estão incrustadas em rochas e que são muito comuns nas praias brasileiras. Todos os fósseis dão claros indícios de terem resultado de um violento soterramento. O mais incrível é que muitos deles funcionam como uma fotografia que nos vem do passado. Em alguns fósseis, as pegadas vão até determinado lugar e depois desaparecem. Em outros, os animais são petrificados como se estivessem correndo de algo. Ora, isso claramente indica um soterramento repentino e instantâneo. Afinal, de que os animais estavam fugindo? Só pode ter sido do aguaceiro que vinha de cima e de baixo, conforme o relato do Gênesis.
* Animais soterrados e extintos – Certamente, você já ouviu dezenas de teorias sobre o fim dos dinossauros. Dizem que eles foram mortos por um meteoro gigante que caiu na Terra ou que uma pestilência os aniquilou completamente. O mais interessante, porém, é que há um bom número de descobertas que apresentam grupos inteiros de animais soterrados juntos, como se estivessem em grupo e houvessem sido instantaneamente sepultados. E não são apenas os dinossauros que enchem as listas dos geólogos. Só para se ter um exemplo, há uma montanha, em Agate Springs, Nebraska, que possui um cemitério fóssil de cerca de 9.000 animais sepultados em conjunto. Ali pode-se ver reunidos ossos de rinocerontes, camelos, tartarugas e outros bichos que foram, aparentemente, soterrados após um turbilhão que os amontoou. Isso condiz muito com o fenômeno descrito na Palavra de Deus.
* Conchas fora das praias – A presença de conchas em lugares como a gruta da Lapinha, em Minas Gerais, obriga os geólogos a acreditar que em algum tempo passado, aquela região não litorânea esteve sob um profundo oceano, o que justifica a presença de elementos marinhos num lugar hoje tão distante do mar e das ondas.
Como nos dias de Noé
Estas são apenas umas poucas evidências que confirmam a veracidade do que você lê na Palavra de Deus. Mesmo com tantos argumentos racionais, ainda há muitos que duvidam das profecias bíblicas. Ora, por um lado, isso não nos surpreende, se levarmos em conta que naquela época, a maioria das pessoas também rejeitou a inspirada mensagem de Noé. De modo idêntico, hoje, a história se repete. O apóstolo Pedro falou que Jesus vai voltar um dia. Mas, antes que isso aconteça, haveriam de vir zombadores dizendo: "Ele prometeu vir, não foi? Onde está Ele? (...) Esses zombadores esquecem, propositadamente, de que (...) pela água do Dilúvio o mundo antigo foi destruído. Mas os céus e a terra que agora existem estão guardados pela mesma ordem de Deus para serem destruídos pelo fogo. Estão sendo guardados para o dia do Julgamento e da destruição das pessoas más" (2 Pe 3:5-7).
"Nos dias anteriores ao Dilúvio, afirmou Jesus, o povo comia e bebia, os homens e as mulheres casavam até o dia em que Noé entrou na barca. Porém, não sabiam o que estava acontecendo, até que veio o Dilúvio e levou a todos" (Mt 24:38). Se você tivesse vivido naquela época, teria aceitado a pregação de Noé? Estaria dentro da arca, com os salvos, ou nadando desesperadamente fora dela? Pense bem no que vai responder, pois Jesus concluiu esta referência dizendo: "Assim também será a vinda do Filho do Homem".