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Esperança Indestrutível |
Willian Oliveira
Pastor e psicólogo
Dir. do Ministério da Família da Associação Bahia
willianwo@hotmail.com
“Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derra-mado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado” (Rm 5:5).
Saber que temos em Deus um Pai deveria nos dar esperança, mes-mo diante das piores situações que enfrentamos. Todavia, dentre as mais importantes mudanças que a modernidade trouxe está certo esvaziamento do papel paterno.
De seu papel no lar, aquele que era considerado cabeça passou a ser coadjuvante no processo de criação dos filhos, muitas vezes se retirando totalmente dessa tarefa, sob a justificativa do trabalho que se tornava mais complexo e exigente ao longo do tempo. De fato, a com-plexa divisão social do trabalho, a participação das mulheres na vida pública e sua dura crítica ao patriarcalismo, e ao machismo vigente, entre outros fatores, trouxeram uma crise à figura do pai. Sua função de disciplinador e instrutor, provedor e sacerdote, em parte foi transfe-rida para a mãe, em parte foi deixada de lado. De certa forma, surgiu uma sociedade sem pai ou do pai ausente, uma sociedade permissiva, sem Deus, em que cada um deseja apenas realizar sua própria vontade. “Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfe-madores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus...” (2Tm 3:1-4). Vivemos, portanto, uma crise de paternidade!
Desse modo, sem resgatar o sentido da paternidade, cada vez fica mais distante o conceito de Deus como “Pai”. Conhecer o papel da paternidade humana oferece-nos importantes elementos para reconhe-cer a paternidade divina. Todavia, ao estudar a paternidade divina, a paternidade humana estará em um patamar diferente daquele em que o colocamos nos dias atuais.
A falta do papel paterno desestrutura os filhos, tira-lhes o rumo da vida e debilita-lhes a vontade de assumir um projeto consistente de vida. Precisamos trazer de volta o pai. E aqui não falo de apenas existir um homem dentro de casa, mas de alguém que cumpra tal função. Como a compreensão do papel paterno pode ampliar nossa visão de Deus e dar-nos esperança diante dos momentos difíceis?
No hebraico, a palavra pai origina-se de uma raiz que significa nutri-dor, provedor, originador. Em relação às funções da paternidade podemos destacar:
Instrução. “Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te” (Dt 6:6-7). “Eduque a criança no caminho em que deve andar, e até o fim da vida não se desviará dele” (Pv 22:6, NTLH). O pai deve oferecer ensina-mento ao seu filho, e este deve começar com os valores da Palavra de Deus. Inculcar significa que os conceitos devem se tornar automáticos na vida da criança. Para tanto, as palavras e as ações devem ser coe-rentes. Os filhos se espelham nos pais. As crianças aprendem muito mais pelo exemplo dos pais que por suas palavras. Os pais podem ain-da realizar uma grande obra ao investir tempo para capacitar seus fi-lhos para o mundo do trabalho. “Aplicai o coração a todas as palavras que, hoje, testifico entre vós, para que ordeneis a vossos filhos que cuidem de cumprir todas as palavras desta lei”. Da mesma forma que um filho deve atentar à instrução do seu pai, nós devemos atentar à instrução do Senhor. “Bendito és Tu, Senhor; ensina-me os Teus pre-ceitos” (Sl 119:12).
Disciplina. “O Senhor repreende a quem ama, assim como o pai, ao filho a quem quer bem” (Pv 3:12). A conexão entre amor e discipli-na é um fato que deve ser levado em conta. Quando um pai disciplina seu filho, ele o ama; se evita a disciplina, pode recolher amargos frutos resultantes de um caráter que não conhece limites. A disciplina divina é redentora em seus efeitos. Deus pretende que desenvolvamos no caráter para sermos cidadãos na nova Terra. Se tivermos que passar pelo deserto ou por qualquer situação com o objetivo de voltar os olhos a Ele e refinar algum aspecto da nossa personalidade, ainda de-vemos entender como um ato de amor de Deus.
Identidade. Somos filhos de Deus (1Jo 3:1). Ao ser assim reco-nhecidos, nos identificamos com nosso Pai. Esta é uma linguagem recorrente na Palavra de Deus (Filho do homem, Filho de Deus, filhos do trovão, filhos de Belial, filhos de Abraão etc.). Ganhamos identida-de, origem, há um senso de pertinência quando temos a paternidade reconhecida.
Amor incondicional. A parábola do filho pródigo (Lc 15:11-31) ensina algo sobre o caráter de nossa filiação divina. O pai permitiu que o filho saísse de sua proteção e experimentasse a angústia resultante de sua própria ação. Todavia, quando o filho voltou, lá estava o pai espe-rando-o com alegria, sem repreensões ou mágoas. O maior presente que um pai pode dar ao filho é o amor à sua mãe e, a seguir, à sua prole. Os filhos com certeza errarão, mas como é bom ter um pai capaz de nos levantar da imundície dos nossos erros e envolver-nos com Seus braços!
Autoridade. Ao homem, Deus deu a responsabilidade e o privilégio de liderar espiritualmente a família. Cabe ao marido governar bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina e com todo o respeito (1Tm 3.4). A exemplo de Jó, o pai precisa ser o sacerdote do lar, inter-cedendo pelos seus integrantes (Jó 1:5). Aos pais cabe a missão de criar os filhos na disciplina e na admoestação do Senhor (Ef 6:4). O Senhor precisa ter a mesma autoridade sobre nossa vida. “Tu és o meu Deus; ensina-me a fazer a Tua vontade. Que o Teu Espírito seja bom para mim e me guie por um caminho seguro!” (S143:10, NTLH).
Regulação das relações em sociedade. Se um pai perde o con-trole com seus filhos, eles aprendem a agir de modo idêntico em seus demais relacionamentos. “Não provoqueis vossos filhos à ira” (Ef 6:4). Os filhos precisam ter limites estabelecidos, mas o jugo sobre eles não deve ser tirânico. Ele não pode exigir aquilo que ele mesmo não faz ou fez. “Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como Eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros” (Jo 13:34). O que Ele espera de nós é aquilo que Ele mesmo já ofereceu.
Sacrifício. Em Efésios 5:25, Paulo deixa claro que o sacrifício é do marido/pai. Em razão disso, o homem deve estar disposto a de-monstrar coragem, segurança e disposição para fazer sacrifícios. As-sim como Cristo Se ofereceu pela igreja O Senhor não espera menos de nós em relação às nossas famílias. Ao enfrentar as provações, tais pais darão aos filhos um grande testemunho em favor do evangelho.
Provisão. “Vocês, mesmo sendo maus, sabem dar coisas boas aos seus filhos. Quanto mais o Pai de vocês, que está no Céu, dará coisas boas aos que Lhe pedirem!” (Mt 7:11, NTLH). Uma das responsabili-dades dos pais é a provisão para o lar. Conforme o Talmude, até mes-mo a busca de uma esposa para os filhos deveria ser de responsabili-dade paterna. O Senhor é um Pai que provisiona todo o essencial para que nenhuma de nossas necessidades deixe de ser suprida. A figura do pai é a primeira imagem de Deus. Uma boa imagem do pai oferece à criança uma dimensão importante do caráter de Deus. A criança tem no pai a sua primeira imagem de Deus. Quando ele consegue, pelo poder de Deus cumprir sua missão, os filhos têm uma dimensão exata do caráter de Deus. “E se não tive pais tão bons ou que me abandona-ram?” Então, lembre-se de que você tem a filiação divina e que o Se-nhor, como um amorável Pai, nunca nos abandona. Nas piores horas da vida, Ele continua ao nosso lado, “porque, se meu pai e minha mãe me desampararem, o Senhor me acolherá” (Sl 27:10).
O Quadro Completo (Hc 1:1-4)
Em muitos momentos de nossa vida, gostaríamos de ter alguém que dissesse simplesmente que não teremos mais problemas, e que, a partir daí, tudo dará certo. E mais, gostaríamos de acreditar nessa pes-soa. Dentro e fora do cristianismo, muitos têm ido atrás de líderes que pregam deste modo (Pessoas se utilizam alguns conceitos pseudocien-tíficos para tentar dar credibilidade às suas alegações). O fato é que o ser humano não foi criado para viver em um mundo dominado pelo sofrimento e pela dor, a ponto de se evocar uma “lei natural” afirman-do que a única certeza quando se nasce é a de que um dia morreremos. De fato, a lei natural que existia antes do pecado era a da vida. Conti-nuaríamos vivos enquanto estivéssemos conectados a Deus (Gn 2:17). A morte, assim como o sofrimento, não é uma certeza absoluta, uma lei universal. É, sim, uma questão de vivermos em um mundo que pro-vou o afastamento de Deus.
Devemos saber que, enquanto peregrinarmos por este mundo, as aflições surgirão, os problemas se sucederão em nossa vida e na dos que amamos. Diante desta questão, as palavras de Jesus foram: “Eu digo isso para que, por estarem unidos comigo, vocês tenham paz. No mundo vocês vão sofrer; mas tenham coragem. Eu venci o mundo” (Jo 16:33, NTLH). A maior questão não são os problemas que podem vir, mas se permaneceremos animosos conectados ao Senhor para vislum-brar nossa glória futura em Cristo. Esta era a experiência de Habacuque. As coisas podem até piorar por algum tempo (Hc 1:1-4), mas lá no fim, a redenção virá (Hc 2). Nos últimos dias, a história se repetirá quando os ímpios, guiados pela besta apocalíptica, se unirem em per-seguição ao povo de Deus. É certo que dor virá, mas ao fim, restará aos Seus filhos a eternidade e a alegria de estarem em Sua presença, vitoriosos e glorificados. Compare o lamento dos reis da Terra (Ap 18:10) com o cântico da grande multidão dos salvos (Ap 19:1-2).
O que Habacuque ensina sobre manter-se firme em Deus (Hc 3:16-19)? Como podemos manter a esperança, mesmo quando sabemos que ainda teremos que passar por grandes sofrimentos e perdas?
Habacuque não confiava em sua própria força, em seus bens nem em qualquer outra coisa que tinha. De fato, sua fortaleza era o Senhor. A força que tinha para enfrentar as dificuldades provinha do Senhor e ele tinha a certeza de que seus passos eram dados conforme a vontade de Deus. Isto o deixava tranqüilo e satisfeito, porque andava com segu-rança. “O Senhor é a minha força. Ele dá a velocidade da corça e me guia em segurança por sobre as montanhas” (Hc 3:19). Se quisermos vencer hoje, precisamos aprender a depender tanto de Deus em nossos passos quanto este profeta. Os problemas viriam. Esta era uma certeza inevitável para ele. Porém, maior do que esta era sua segurança na direção de Deus.
Quem é nosso Pai? (Jó 38-41).
Jó sabia exatamente o que era ser um bom pai.
Jó oferecia um modelo de uma vida íntegra e reta para seus filhos (Jó 1:8).
Jó cultivou a amizade entre os seus filhos (Jó 1:4).
Mesmo que tivessem cometido seus erros, Jó continuava a apre-sentá-los diante de Deus e amá-los incondicionalmente (Jó 1:5).
Jó velava constantemente pela vida espiritual de seus filhos (Jó 1:5).
Jó intercedia continuamente por seus filhos (Jó 1:5).
Imagino que, por muitas vezes, seus filhos encontraram apoio na presença do pai. Eles até podiam não conhecer tudo o que o pai conhe-cia sobre Deus, mas tinham segurança na ministração que este realiza-va em favor de seus filhos. O que os confortava era muito mais do que o próprio conhecimento que tinham acerca de Deus. Acima de tudo, viam os atos de um pai presente que decidiu dedicar-se integralmente a Ele. A revelação de Deus seguiu o mesmo caminho. Jó encontrou con-forto na presença do Senhor, um Deus que cria e que está atento à Sua criação, portanto sabendo exatamente do que necessitam Suas criaturas.
Nossa segurança não reside no fato de explicarmos cabalmente cada aspecto da divindade, mas no relacionamento que construímos com Ele. No início de seu sofrimento, o que o manteve ao lado de Deus e o guardou de blasfemar contra Deus não foram os conheci-mentos que tinha (até porque descobriu mais tarde o quanto ainda ig-norava sobre Deus), mas a certeza de que sua vida era pautada pela busca da intimidade com Ele. Sua segurança não estava no conheci-mento que possuía, mas no relacionamento que construíra com Deus. Mais tarde, novamente, descobriu-se em sua ignorância e isto não mi-nimizou o amor de Deus por Jó. Ele nos ama apesar do que somos!
Alguns filhos só se dão conta de quanto perderam em relação a não terem parado para ouvir mais as palavras da experiência de seus pais, por mais defasados e ‘fora de moda’ que fossem, quando já não podem mais contar com sua presença. Em nenhum momento Jó sentiu que estava eternamente privado da presença de seu Pai. Ele tinha certeza que Ele se levantaria e o redimiria (Jó 19:25). O Pai viria para buscá-lo, para tirá-lo de sua aflição.
A Presença do Pai (Is 41:8-14).
Em uma sociedade de pais ausentes, Isaías deixa claro que nosso Pai está presente. E não somente vendo nossa ruína, mas preparando nossa vitória. Ele é um Pai provedor, que conhece nossas necessidades e o tempo exato para que sejam atendidas.
O que a presença de Deus ao lado de Judá nos ensina sobre o ca-ráter de Deus, segundo Isaías 41:8-14?
Os Planos do Pai para nós (Jr 29:1-10)
Em geral, os pais pretendem que seus filhos realizem muito mais do que eles mesmos foram capazes de fazer. Há na paternidade um senso de continuidade, de oferecer as melhores condições a fim de que o filho avance ainda mais e alcance novos postos. Às vezes, os pais erram neste objetivo, exigindo certas escolhas dos filhos, como uma profissão ou algum outro tema. Outros, para protegê-los, tentam ofere-cer-lhes tudo o que desejam, isentando-os de qualquer responsabilidade ou atividade. Nos dois casos, dificulta-se o desenvolvimento da autonomia da criança, sua capacidade de tomar decisões e enfrentar as conseqüências.
Deus tem planos para nós, como humanidade e como indivíduos, mas não impede nossa capacidade de tomar as próprias decisões, bem como de provar seus resultados. Neste caso, não seria melhor que Ele tomasse as decisões em nosso lugar? Afinal se algo der errado, já terí-amos a quem culpar. Deus não quer ser servido por autômatos ou robôs. Ele almeja ser adorado por seres inteligentes, como resultado de uma decisão individual.
A maior pergunta não é sobre o plano de Deus para a nossa vida, mas se desejamos permitir que o plano de Deus em nossa vida se ma-nifeste. Em geral, devemos assumir nossas decisões como uma respon-sabilidade a nós inerente, não transferível, sempre pautada na Palavra de Deus. Se assim fizermos, com certeza, cumpriremos o plano de Deus para nossa vida. “Peça a Deus que abençoe os seus planos, e eles darão certo” (Pv 16:3 NTLH).
Jeremias escreveu uma carta ao povo que estava disperso após o cativeiro. Ele escrevia de uma Jerusalém arruinada pela guerra e pelo abandono. O povo se encontrava distante de seu lar e dos seus familia-res. Muitos dos filhos do povo agora eram escravos. Parecia difícil encontrar ali alguma coisa que os confortasse naquele instante. Como agir em uma situação tal, quando tudo parecia dar errado? Como viver em meio ao desterro e à humilhação? Como enxergar o plano de Deus diante desta aparente situação de completa ruína?
“Onde muitos erraram, foi em não serem cuidadosos no segui-mento do plano de Deus, seguindo, ao invés, o seu próprio plano. Cristo mesmo declarou: ‘O Filho por Si mesmo não pode fazer coisa alguma, se o não vir fazer ao Pai’ (João 5:19). Tão completamente esvaziara-Se Ele de Si mesmo que não fez planos e esquemas. Viveu aceitando os planos de Deus para Ele, e o Pai, dia a dia, desdobrava Seu plano. Se Jesus era tão completamente dependente, e declarou: ’Aquilo que vejo o Pai fazer, isso faço’, quanto mais devem os instru-mentos humanos confiar em Deus quanto à constante instrução, de modo que sua vida seja a simples execução dos planos de Deus! Oh, que os imperfeitos, errantes mortais se contentassem com buscar sabe-doria, de Deus!...” (Nos Lugares Celestiais), [MM 1968], p. 147).
A Disciplina do Pai (Hb 12:1-13)
Para muitos, falar de disciplina é algo hostil e pouco agradável. Mas aceitar a disciplina é uma prova da nossa filiação divina. “Permi-tam que Deus eduque vocês, pois Ele está fazendo o que qualquer pai amoroso faz com seus filhos. Pois quem já ouviu falar de um filho que nunca foi corrigido?” (Hb 12:7, BV). Portanto, precisamos aceitá-la em nossa vida e, especialmente, aprender as lições para as quais esta se propõe quando surgir... “Que vissem o terno amor que o Pai celestial manifestou para com eles, e o elevado destino para o qual a disciplina desta vida os deve preparar - a dignidade e honra a que são chamados, mesmo a se tornarem filhos de Deus; e milhares voltar-se-iam com desdém e repugnância dos alvos baixos e egoístas e dos prazeres frí-volos que até então os preocuparam” (Refletindo a Cristo, [MM 1986], p. 271).
Quais são os princípios da disciplina?
Como nosso Pai, o Senhor deseja que cresçamos à altura daquilo que o pecado destruiu. Ele quer que sejamos participantes de Sua san-tidade (Hb 12:10). “Quando somos corrigidos, isso no momento nos parece motivo de tristeza e não de alegria. Porém, mais tarde, os que foram corrigidos recebem como recompensa uma vida correta e de paz” (Hb 12:11).
Dinâmica Sugestiva
Prepare uma folha de papel com os seguintes dizeres:
Você é disciplinado?
O TEMPO ESTÁ PASSANDO... SEJA RÁPIDO, PORÉM LEIA TUDO ANTES DE EXECUTAR QUALQUER TAREFA
Entregue uma para cada membro de sua classe e indique que terão apenas 2 minutos para responder todas as questões. Concluído o tempo sugerido, debata sobre o que esta dinâmica nos ensina sobre a forma como dirigimos nossa vida e a importância de enxergarmos em nossa vida a atuação do nosso Pai.