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Lição 3: O Chamado de Jesus ao Discipulado |
Dr. Berdnt Wolter
Professor de Missiologia no SALT-Unasp Campus 2
E-mail: berndt.wolter@unasp.edu.br
Em meio ao cristianismo há uma paganização das estruturas da igreja e da fé. E nós, como adventistas, não estamos protegidos deste fenômeno.
Antes de comentar o processo de paganização, quero apresentar a grande diferença entre o que é pagão e o cristianismo bíblico.
Antigos pagãos tinham em seus lares e em suas cidades nichos, cantos com altares, onde colocavam seus deuses de madeira e ferro, feitos por mãos humanas. Para estes altares eles traziam incenso, comida, flores, bebidas e ofereciam essas dádivas aos seus objetos de adoração. A atitude geral era a de usar estas dádivas somadas a intermináveis e repetitivas rezas que perseguiam determinadas fórmulas para persuadir os deuses a fazerem a vontade do adorador. Tudo girava em torno do adorador, e o deus ou os deuses eram objetos de uso do adorador. Estes criam, de fato, que abrandando a ira de seus deuses e agradando-os com determinadas fórmulas, eles receberiam as graças que desejavam. Conheço não poucos cristãos que fazem o mesmo com o Deus do cristianismo. Os objetos e as formas de adoração foram cristianizados, mas a atitude continua pagã.
Que contraste com o cristianismo bíblico!!! O Mestre Jesus, o Filho de Deus feito carne, dá o exemplo indo à frente de Seus seguidores. Naquela noite de agonia, prestes a depositar a própria vida sobre o altar em sacrifício, não para conseguir benefício próprio, mas para servir à humanidade desajudada em sua culpa e pecado, pensando não em Si, mas nos milhares, milhões de Suas criaturas, Ele declarou a frase que marcou a grande diferença entre o paganismo e o cristianismo: "Pai, se queres, passa de Mim este cálice; contudo não se faça a Minha vontade, e sim a Tua" (Lc 22:42).
O foco na busca da vontade de Deus e, simultaneamente e obrigatoriamente, o abandono da própria vontade (quando esta colide com a vontade de Deus) é a marca do cristianismo. Jesus ainda fala de maneira enfática: "Nem todo o que Me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos Céus, mas aquele que faz a vontade de Meu Pai, que está nos Céus" (Mt 7:21). Negar a si mesmo e aprender a ter prazer na vontade de Deus para servi-Lo e servir ao próximo é o que marca o cristianismo.
Buscar a própria vontade e tentar persuadir Deus a fazer o que desejamos é pagão, mesmo que seja a coisa mais elevada e nobre. Vi cristãos apresentarem de maneira corriqueira as bênçãos que queriam receber e/ou que receberam, como obrigatoriamente tendo vindo de Deus. E aquilo que não satisfaz o desejo de seu coração interpretavam como intromissão de Satanás. Aquilo que lhes convém, interpretam como vindo de Deus; e o que não convém, é de Satanás, como se sempre coincidisse desta maneira. Que jogo perigoso!
Muito bem. Como, então, ocorre essa sutil paganização das estruturas e da fé? Quando uma igreja, ou algum de seus setores chama as pessoas para benefício pessoal, e não para servir, quando em nossa cultura corporativa premiamos elementos que têm o foco no egoísmo e na vaidade do ser humano, em lugar do altruísmo como foco no serviço, estamos paganizando as estruturas.
Lembro-me de um novo ministério que conclamou jovens e adultos a investirem tempo, dinheiro e esforços. O apelo era para trazerem seus recursos, suas capacidades e tempo, correndo diversos riscos e ter a grande possibilidade de serem perseguidos. A promessa era de que cada um poderia fazer a grande diferença na causa de Deus e ponto final.
O sucesso foi tremendo, pois todos foram impulsionados pelos motivos certos. Alguns deixaram emprego e colocaram seu dinheiro e esforços no projeto, e o trabalho foi um sucesso. O apelo ao benefício pessoal teria destruído a motivação espiritual.
Temos uma grande quantidade de material inspirado ao nosso dispor, orientando-nos como e em que direção andar. Aceite o chamado para ser discípulo de Jesus e aprender dEle a servir com desinteresse, mansidão e humildade (Mt 11:28). Mas o que eu ganho com isto? Nada, nem o Céu. Mas você pode fazer a diferença no reino de Deus e no conflito entre o bem e o mal pelo seu serviço abnegado. Responda sinceramente se é isso que seu coração busca. Sim! Parabéns! Você se tornou um discípulo de Jesus, disposto a ser guiado através do serviço a lições de crescimento pessoal (santificação). "O Rei da Glória muito Se humilhou ao revestir-Se da humanidade. Rude e ingrato foi Seu ambiente terrestre. Sua glória foi velada, para que a majestade de Sua aparência exterior não se tornasse objeto de atração. Esquivava-Se a toda exibição exterior. Riquezas, honras terrestres e humana grandeza nunca poderão salvar uma da morte uma pessoa sequer. Jesus Se propôs que nenhuma atração de natureza terrena levasse homens ao Seu lado. Unicamente a beleza da verdade celeste devia atrair os que O seguissem. O caráter do Messias fora desde há muito predito na profecia, e era Seu desejo que os homens O aceitassem em razão do testemunho da Palavra de Deus" (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 43).
O serviço é produto e agente da santificação, isto é, eu busco santificação na Bíblia e em oração sincera, e ela me leva ao serviço. Ao me dedicar a servir, o processo de minha santificação é acelerado e a minha busca de Deus se intensifica.
Primeiros chamados
A maneira como Jesus faz o chamado é impressionante: "Vinde, e vede" (Jo 1:39) "Segue-me", disse a Filipe (Jo 1:43). Tendo aprendido como o Mestre fazia um chamado, Filipe disse a Natanael, que era movido por preconceitos: "Vem e vê" (Jo 1:46). E Jesus o recebeu: "Eis um verdadeiro israelita, em quem não há dolo!" (Jo 1:47).
Em outra passagem, Jesus desanimou qualquer ânimo pagão dizendo: " As raposas têm seus covis, e as aves do céu ninhos; mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça" (Mt 8:20).
Ele animava os discípulos ensinando que não deveriam ficar preocupados com estas coisas: (Mt 6:25) "Não estejais ansiosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer, ou pelo que haveis de beber; nem, quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo mais do que o vestuário?... Pois a todas estas coisas os gentios (pagãos) procuram. Porque vosso Pai celestial sabe que precisais de tudo isso." Aos discípulos, diz: "Buscai primeiro o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas" (Mt 6:31-33).
Ao Jesus desafiar e chamar alguém, Ele já o inspira a chamar mais discípulos. João preparando discípulos para Jesus, André chamando Pedro, seu irmão, insistindo que hviam encontrado o Messias, Jesus chamando Felipe, e este buscando Natanael.
Muitos esperam que haja alguma manifestação sobrenatural para confirmar seu chamado divino. Não poucos pedem sinais e confirmações para apenas então seguirem o Mestre. Tornar-se discípulo de Jesus está muito mais ligado a essa rede de relacionamentos com Deus e com o próximo do que com alguma coisa espetacular que precisa acontecer. Tornar-se discípulo é questão de obediência a uma clara ordem de se tornar ativo na rede de relacionamentos em que todo ser humano está envolvido.
Não creio em automatismos em coisas espirituais, mas aqui está um automatismo inquestionável: quando alguém se torna de fato discípulo de Jesus, sente o desejo de levar outros a também serem Seus discípulos. Independentemente do dom espiritual que você tenha, de seu temperamento ou personalidade, o discípulo de Cristo busca outros discípulos para o Mestre.
Precisamos agir como os médicos: Eles não afirmam a presença nem da saúde e nem da doença sem terem submetido o paciente a exames para elaborar um diagnóstico seguro. Cada cristão pode fazer este auto-diagnóstico: sou eu um discípulo de Jesus? Qual é o sintoma típico? A resposta é simples: se busco discípulos para Cristo, eu sou um discípulo, caso contrário, não!
Então, não é um dever de cada discípulo fazer discípulos; é, sim, a marca pela qual ele e outros ao seu redor podem perceber se é ou não discípulo
O primeiro chamado em Mateus e Marcos
A prontidão em aceitar o chamado é a marca registrada bíblica dos discípulos. "E então, eles deixaram imediatamente as redes e O seguiram" (Mt 4:20). "Então, eles, no mesmo instante, deixando o barco e seu pai, O seguiram" (Mt 4:22).
Será que estes homens foram irresponsáveis? Alguns tinham família para sustentar, responsabilidades para atender, expectativas sociais para satisfazer...
"Não sei se isto é possível nos dias de hoje." "O mundo mudou e não creio que hoje seria tão fácil assim." Estes são alguns dos argumentos que freqüentemente ouço.
Ao longo da Bíblia são apresentados homens e mulheres que tiveram esta mesma disposição. Será que eram mais irresponsáveis do que nós, hoje? Inquestionavelmente, Moisés, Abraão, Elias, Paulo, entre outros, foram pessoas que fizeram a diferença, marcando presença ao lado de Deus no conflito entre o bem e o mal. Creio que ninguém diria que Moisés foi muito responsável, do ponto de vista humano, ao deixar o futuro de um faraó para se identificar com um povo escravo. "Pela fé, Moisés, quando já homem feito, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, preferindo ser maltratado junto com o povo de Deus a usufruir prazeres transitórios do pecado..." (Hb 11:24-25).
Parece-me mais que somos irresponsáveis com nossa fé, com o maravilhoso chamado de Deus para dar sentido à nossa vida e transferir-nos para indescritíveis privilégios eternos. Parece-me que precisamos desta loucura diante do mundo para ser aprovados diante de Deus. "Visto como, na sabedoria de Deus, o mundo não O conheceu por sua própria sabedoria, aprouve a Deus salvar os que crêem pela loucura da pregação" (1Co 1:21).
Esta prontidão em aceitar o chamado é uma questão de confiança (sinônimo de fé) em Deus, quando consigo entregar a vida a Deus sem temer perdas. Onde está você?
Propositadamente, estou sendo enfático no assunto da entrega e prontidão, visto que estas são negligenciadas em nosso meio. A pronta resposta para o Mestre é substituída por desculpas que têm sido incorporadas inadvertidamente em nossa cultura igrejeira, paganizando aquilo que deveria ser cristão. Com isto, não ouso acusar a ninguém a não ser a mim mesmo, que tenho permitido que estas desculpas me afastem de um discipulado mais completo e comprometido com o Mestre.
O chamado em Lucas
Não foi esta a escusa de Pedro quando foi chamado no relato de Lucas 5? "Quando acabou de falar, disse a Simão: Faze-te ao largo e lançai as vossas redes para pescar. Respondeu-Lhe Simão: Mestre, havendo trabalhado toda a noite, nada apanhamos... (Lc 5:4, 5).
A racionalização da lógica humana nos persegue. Como também negar experiência tão farta? Como abandonar a lógica que nossos sentidos nos impõem? Como abrir os olhos e enxergar o que está por trás do que realmente os olhos vêem, e como enxergar o mundo espiritual com sua lógica? Como entender a lógica de Jesus?
Pedro assumiu o risco e, em confiança naquele que inspira tanta confiança, ousou experimentar: "... sob a Tua palavra, lançarei as redes" (Lc 5:5).
Poder, puro poder! Na palavra de Jesus há poder! Esta ousadia desajeitada de Pedro, que tantas vezes o levou a sofrer decepções consigo e com outros, foi o que o levou a desvendar a lógica dos Céus. Todos criticam Pedro e se esquecem dos outros onze discípulos que nunca andaram sequer um passo sobre as águas.
Talvez precisemos instilar em nossas fileiras adventistas mais ousadia, mais intrepidez. Não aquela ousadia prepotente (que ousa dar ordens a Deus) pré-fabricada por movimentos que clamam ter o poder do Pentecostes, mas negam o poder da palavra de Jesus em sua prática religiosa do dia-a-dia. Não a ousadia do show business de algumas igrejas sensacionalistas. Não a ousadia fanática que destrói, machuca e que não passa de um egoísmo velado por uma capa de aparente piedade.
Estou falando da ousadia que toma o Mestre por Sua palavra, não para fazer exigências, mas para ver as maravilhas que Ele está preparando para nós e aqueles que estão ao nosso redor. Se apenas ousássemos fazer o que Ele diz... que poder viria a nós! O verdadeiro poder!
A insegurança de ousar por e para Jesus vem de uma pregação moralista, que exige das pessoas a perfeição, sem erros e sem falhas; a pregação que leva as pessoas a olhar para si mesmas e para suas capacidades – exatamente os elementos que levaram Pedro a afundar ao ousar andar sobre a água.
Em minha experiência tem sido assim: por falta de habilidade, por falta de saber como e o que fazer, eu erro. Procuro não errar por não conhecer as Escrituras, mas eu erro. Eu erro se ficar sentado na igreja sábado após sábado como cristão passivo (não que haja algo de errado no fato). Eu erro se for um cristão egoísta que elabora sua religião sempre em primeira pessoa (eu, para mim, minha família, meus bens, etc.). Vou errar igualmente se eu for um cristão ousado e intrépido que toma Jesus por Sua palavra e empreende aquilo que Deus espera de mim.
Se eu vou errar assim ou assim, decido hoje errar na direção certa, ouvindo o que meu Senhor quer de mim e servindo-O conforme minhas forças e capacidades. Ele vai transformar meus erros em acertos e minhas débeis forças em poder (Rm 8:28).
Há perdão e restauração para todo erro e pecado. O discípulo cristão sabe que a cruz foi estabelecida para nos libertar do pecado, dar segurança ao nosso ser e justamente para desenvolver essa intrepidez, essa ousadia de seguir e servir a Jesus.
O chamado de Levi Mateus
Em cada igreja, estabelecem-se círculos sociais concêntricos. Há os que encontram maneiras de satisfazer a cultura corporativa (igrejeira), falam e agem como essa estrutura social espera deles e migram para o centro do sistema, recebendo responsabilidades e reconhecimento, pois apóiam o sistema.
Aqueles que ainda não conseguiram, ou não têm interesse de entrar nos círculos mais centrais da estrutura social eclesiástica, podem ser tão sensíveis para as coisas espirituais como aqueles que estão de bem com a cultura corporativa.
O chamado vem para os cristãos que aprenderam a cultura corporativa e são aprovados por ela tanto quanto para os que estão à margem dos círculos mais reconhecidos.
Jesus era alguém que estava à margem da sociedade judaica e chamou aqueles que estavam dispostos, tanto os certinhos como os atrapalhados. Ambos os grupos poderiam estar ou não aprovados pelo sistema.
Uma coisa é certa: Jesus não esperou a aprovação do sistema como estava constituído naquela época. Chamou aqueles que estavam dispostos, embora pouco promissores, como cada um deles parecia ser.
Que grupo de candidatos improváveis para serem os transformadores do mundo! Em nossa lógica, baseada nas estruturas de reconhecimento social, eles teriam sido os últimos que escolheríamos para transformar o mundo. Quem de nós chamaria um odiado coletor de impostos? Quem de nós chamaria Mateus?
Jesus, no entanto, não olhava para os discípulos como eles eram no momento do chamado, mas apostava naquilo que eles poderiam se tornar se apenas se submetessem a andar com Ele, a compartilhar de Sua intimidade pela contemplação e convivência, de ousar tomá-Lo pela palavra.
O chamado
"A fé é a marca do verdadeiro discipulado" (Valdecir Lima). É insano seguir a Jesus sem confiar nEle e em Sua providência para nossa vida. Mas se eu agir como Paulo disse, e crer em Sua guia e em Seu cuidado, mesmo em meio às mais tremendas provações, desfrutarei de experiências de primeira mão, minha fé crescerá e eu amadurecerei. Experiências de primeira mão são produto entrando cada vez mais em estado de raridade...
"Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus" (Fp 1:6).
Como povo adventista, precisamos entender melhor o assunto da guia de Deus. Ele nos guia sempre que estamos dispostos. Quando interrompemos o processo e nos ocupamos com as distrações típicas que nos desviam de andar pelos caminhos de Deus, Ele pacientemente espera por nós até que consigamos entendê-Lo de novo. De onde paramos, Ele retoma a guia sobre nossa vida, não importa quando e onde decidimos disponibilizar nossa vida para Ele de novo.
Tenho ouvido também a pergunta: como isto acontece? Como eu me disponibilizo para Deus? Como desenvolvo minha fé para confiar em Jesus a tal ponto de segui-Lo para onde Ele me chamar?
A fé vem pelo ouvir a palavra: "A fé vem pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Cristo" (Rm 10:17). Mas tantos fazem isto, ouvem, ouvem, lêem e lêem a Palavra e nada acontece. Aqui é que discordo do automatismo supersticioso que alguns esperam. Aperto o botão da leitura e do ouvir a Palavra e algo tem que acontecer em mim.
Eu gostaria de ter uma experiência como esta! Como posso obtê-la? Muitos perguntam...
Eis o termo chave que, unido ao estudo dedicado da Bíblia e da oração, busca unidade e intimidade com Jesus: DECISÃO, ESCOLHA, o poder da VONTADE.
Mas não tenho vontade, o que fazer? Decida!
Mas não sinto nada? Não espere sentir, decida! OBEDEÇA!
Cedo ou tarde, os sentimentos seguem as decisões. Cedo ou tarde, os sentimentos vão confirmar a decisão feita sobre a Palavra do Senhor. E se não vierem os sentimentos, não são eles que fazem a diferença. Se Pedro estivesse esperando os sentimentos adequados, não teria abandonado as redes até o fim da vida. Se o paralítico junto ao tanque de Betesda esperasse todas as evidências, teria ficado deitado ali até o fim da vida. Foi por ter prestado obediência à palavra, por ter decidido, ter exercido o poder da vontade junto à vontade de Jesus, que ele se pôs em pé e experimentou o milagre em sua vida.
Está ouvindo o chamado de Jesus para se tornar um discípulo, um ousado seguidor do Mestre? Deu aquela saudade no coração de ver sua vida atendendo chamado do Mestre? Então, decida agora, escolha agora! Tenha coragem de obedecer à ordem: "Vem e segue-Me"!
Persista em seu poder de decisão santificado pela Palavra e pela oração. E quando cair, não atenda à voz desanimadora do inimigo. Levante-se, faça uso dos méritos de Jesus e daquilo que Ele comprou para você na cruz. Decida-se e recomece.
Ao longo deste persistente esforço, encorajado pela Palavra e pela oração, e – por que não dizer? – pelo jejum, os músculos espirituais se desenvolverão e você se tornará, em sua esfera, um herói da fé assim como os discípulos da Bíblia.