| Lição 10 | 30 de agosto a 6 de setembro |
Mulheres em Missão |

“Eu afirmo a você, então, que o grande amor que ela mostrou prova que os seus muitos pecados já foram perdoados. Mas onde pouco é perdoado, pouco amor é mostrado” (Lc 7:47). |
Prévia da semana: O povo de Deus hoje precisa fazer uma clara distinção entre costumes culturais e princípios bíblicos. Costumes culturais são mutáveis; os princípios bíblicos não são. Jesus sempre destacou os princípios bíblicos e a missão da igreja.
Domingo, 31 de agosto |
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| As mães |
Entre os judeus do tempo de Jesus, as mulheres ficavam fora da vida pública. No culto do sábado, elas eram meras espectadoras. Como os gentios, as mulheres tinham um pátio exterior especialmente designado a elas no Templo, do qual não podiam sair. Em público, os homens não falavam com uma mulher, nem mesmo com a esposa. Não era permitido às mulheres estudar a Lei, nem sequer tocar as Escrituras, a fim de não as contaminar. Embora os rabinos não ensinassem as mulheres, Jesus agia assim com alegria. Em certa ocasião, Maria, irmã de Lázaro, assentou-se a Seus pés como aluna (Lc 10:38-42). Aos homens era permitido divorciar-se das mulheres pelas ofensas mais triviais, mas às mulheres não era permitido divorciar-se, nem mesmo pelas mais sérias ofensas. Jesus tinha palavras fortes sobre a prática do divórcio, que tratava as mulheres como se fossem objetos dos homens (Mt 19:3-8). |
1. Leia essas histórias. Que princípios levaram Jesus a quebrar essas regras? Como esses princípios são aplicáveis hoje?
É intrigante como o plano da salvação, que começa no Antigo Testamento, se desdobra no Novo. Duas mulheres, uma virgem e outra estéril, que na maioria das sociedades de hoje seriam consideradas socialmente desajustadas, foram usadas por Deus para a missão da salvação. Mesmo naquela época, uma mulher estéril era uma desajustada social. Isabel, a mulher que era estéril, gerou um filho em cujo nascimento muitos se regozijaram; um filho que iria “preparar o povo de Israel para a vinda do Senhor” (Lc 1:17). João Batista nasceu dessa mulher, pregou as boas-novas do Messias vindouro, convertendo muitas pessoas a Deus. Embora Isabel seja mencionada só em Lucas 1, é claro que, como esposa de um sacerdote, ela desempenhou uma parte essencial na edificação do caráter de João Batista.
Maria, uma virgem, ficou grávida antes de ter relações. Que desgraça isso poderia ter sido se não fosse a maneira de Deus efetuar nossa salvação! Quando lhe foi apresentada a mensagem de que ela iria dar à luz o Salvador, ela ficou em dúvida sobre essa possibilidade. Contudo, voluntariamente se entregou a Deus, dizendo: “Eu sou uma serva de Deus” (Lc 1:38). Após o nascimento de Jesus e a visita dos pastores, Maria compreendeu a vontade de Deus, guardou “todas essas coisas no seu coração e pensava muito nelas” (Lc 2:19).
Como qualquer mãe amorosa, Maria ficou preocupada quando Jesus, com a idade de 12 anos, ficou para trás no templo em Jerusalém. Expressando sua preocupação quando ela O achou, disse: “Meu filho, por que foi que você fez isso conosco? O seu pai e eu estávamos muito aflitos procurando você” (Lc 2:48). Maria continuou a ser parte da vida e do ministério de Jesus, e compreendia quem Ele era. Nas bodas de Caná, colocou sobre Jesus a responsabilidade de prover vinho quando este acabou, e ordenou aos servos que fizessem tudo o que Jesus lhes dissesse a esse respeito. Assim, vemos que Maria não só estava lá quando Jesus realizou Seu primeiro milagre, mas que também preparou as circunstâncias para que ele acontecesse.
Embora as histórias de Isabel e Maria (a mãe de Jesus) sejam breves, essas mulheres foram precursoras da missão da igreja de Deus hoje.
Kabumbwe Hansingo | Cidade do Cabo, África do Sul
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| A profetisa do tempo do fim |
Assim como Deus deu aos filhos de Israel um profeta para cada era diferente em que eles viveram, Deus nos dá o mesmo dom hoje. Ellen G. White, uma profetisa para nós neste tempo do fim, traz a mensagem apropriada para todos os filhos de Deus que estão vivendo no mundo de hoje. Ela escreveu mensagens e conselhos para nós, jovens de hoje, que precisam ser ouvidas se desejamos ser preservados para o Dia do Senhor.
Um dia, o Senhor falou a ela, pedindo-lhe que apresentasse uma determinada mensagem numa reunião de oração. Mas por ter a saúde debilitada e ser apenas uma adolescente, ela ficou com medo. Contudo, pediu ao Senhor que lhe desse coragem para apresentar a mensagem, e conseguiu fazê-lo.
Ao longo de todo o seu ministério, houve pessoas que declararam que ela não era uma profetisa de Deus, e a puseram à prova. Conta um relato que quando ela estava em visão em uma das reuniões de oração, não respirou por longo tempo. As pessoas na reunião colocaram um espelho perto de sua boca e nariz para ver se ela estava respirando. Não havia umidade no espelho para indicar que estivesse. Ela ficou sem respirar tanto tempo que as pessoas quiseram chamar um médico.
Hoje, podemos olhar também para o teste bíblico de um profeta e ver que ela passa no teste – indicando ter sido ela uma verdadeira profetisa de Deus. A seguir, estão algumas das qualificações dos profetas verdadeiros:
Há tanta sabedoria que Ellen White nos deu pela graça de Deus, que estudar seus escritos é verdadeiramente uma bênção.
Samba Chiseya | Cidade do Cabo, África do Sul
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| Mulheres em ação |
A divisão entre judeus e samaritanos vinha de há muito tempo e era amarga (Leia as raízes históricas disso em 2Rs 17:24-41). |
2. Como Jesus Se comportava em relação aos samaritanos? O que Seu exemplo deve nos dizer sobre nossas atitudes para com os que, tradicionalmente, são menosprezados por nossa cultura? Lc 9:51-56; 10:30-37; 17:11-19
3. Como Jesus relacionou a vida e as circunstâncias diárias da mulher – que também era desprezada naquele tempo – com a verdade espiritual que Ele queria transmitir? Em outras palavras, como Ele pode Se relacionar com suas necessidades espirituais? Jo 4:1-40
A mulher ficou tão agitada com o que viu e ouviu que se apressou de volta à cidade, nem mesmo se incomodando de deixar o cântaro de água (Jo 4:28). Ela havia encontrado o Messias, e tinha que anunciar isso aos outros. Podem ser tiradas muitas lições desse relato. Uma importante afirmação é que, fazendo o que fez, Jesus claramente cortou relações com as tradições de Seu tempo, testemunhando não só a uma mulher, mas a uma mulher samaritana, e então usando essa mulher para ser mensageira e evangelista. |
Doze anos pode ser um longo tempo (Lc 8:43-48). Havia dois aspectos essenciais requeridos para a cura da mulher com fluxo de sangue. Primeiro, ela precisava ter fé; e segundo, tinha que agir com base nessa fé. Ela não só necessitava crer que seria curada se estendesse a mão e tocasse a orla da veste de Jesus, mas também tinha que tocar fisicamente essa orla.
Nada é impossível para Deus (Lc 1:37) e nossa situação extrema é a oportunidade de Deus. Essa mulher gastara todo o seu dinheiro com médicos, em busca de cura. Mas só foi curada quando estendeu a mão para o Grande Médico. A distância mais curta entre um problema e a solução é muitas vezes a distância entre nossos joelhos e o chão. Não há problema grande demais para Deus resolver.
“Não foram vocês que Me escolheram; pelo contrário, fui Eu que os escolhi para que vão e dêem fruto e que esse fruto não se perca” (Jo 15:16). A grande fé da mulher resultou num grande milagre.
Uma filha de doze anos (Lc 8:49-55). Jairo pediu ansiosamente a Jesus que curasse sua filha única. Ele era o principal da sinagoga e sabia que Jesus era o único homem que podia restaurá-la à saúde.
Um servo da casa de Jairo achou que era tarde demais, quando disse: “Seu Jairo, a menina já morreu. Não aborreça mais o Mestre” (Lc 8:49). Mas Deus nunca está atrasado demais. Ele sempre chega na hora certa. Quando os filhos de Israel ficaram presos entre um irado exército egípcio atrás de si e o Mar Vermelho à sua frente (Ex 14:21, 22), Deus abriu um caminho onde não havia nenhum.
A mulher junto ao poço (Jo 4:1-40). Quando Jesus encontrou a samaritana no poço de Jacó, teria sido aceitável que Ele ignorasse a mulher, porque Ele era judeu e ela, samaritana, e os dois grupos não se comunicavam. Mas Jesus olhou para além dos conflitos tribais e viu somente uma mulher sedenta. Da mesma forma, não devemos julgar as pessoas pela cor da pele, pela língua que falam ou pelas roupas que usam. Devemos passar por alto todas as aparências externas e ver apenas sua necessidade de um Salvador. Jesus usou essa mulher, que era desprezada pelos discípulos, para ajudar toda uma cidade a aprender sobre Ele.
E que dizer de nós? Somos rápidos para contar aos nossos amigos a última fofoca sobre alguma celebridade da TV ou do cinema, mas relutantes em falar a eles sobre Deus e sobre a água viva que Ele pode dar. Lembremo-nos de que Deus não chama os qualificados, mas qualifica aqueles a quem chama. Quando Jesus nos chama para o dever, nossa primeira reação é ver nossas deficiências; mas se colocarmos essas deficiências em Suas mãos feridas pelos cravos, Ele pode usá-las como poderoso instrumento.
Quer sejamos jovens ou velhos, sadios ou enfermos, pertencentes à minoria odiada ou à maioria amada; quer sejamos homens ou mulheres, nosso testemunho em favor de Deus pode ser poderoso.
Pense
nisto |
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Solwazi Khumalo | Pretória, África do Sul
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| A mulher junto ao poço |
Ao longo do livro de Atos e nas cartas de Paulo, mulheres são mencionadas freqüentemente por terem desempenhado um papel no início da igreja. Os primeiros cristãos não adoravam em igrejas, mas se reuniam em casas de pessoas, freqüentemente ao redor da mesa de alimentação. Muitas dessas casas eram dirigidas por mulheres como Lídia, mulher de negócios que vendia tecido púrpura. Paulo, Silas, Timóteo e Lucas a encontraram em Filipos, na Macedônia, quando adoravam em um sábado com um grupo de mulheres reunidas junto ao rio. |
4. Qual foi a participação de Lídia na pregação do evangelho? At 16:13-15
5. Como Priscila foi usada por Deus para o ministério? At 18:1-3, 24-28; Rm 16:3-5; 1Co 16:19
A lição de ontem tratou da vida de três mulheres do Novo Testamento, entre elas a mulher junto ao poço. Ellen White reflete sobre essa mulher com as seguintes palavras: “Enquanto a mulher falava com Jesus, foi impressionada por Suas palavras. Nunca ouvira esses sentimentos expressos por parte dos sacerdotes de seu povo ou dos judeus. Ao ser-lhe exposta sua vida passada, tornara-se cônscia de sua grande necessidade. Percebera a sede de sua alma que as águas do poço de Sicar jamais poderiam saciar. Coisa alguma de tudo com que estivera em contato até então, a despertara para mais elevada necessidade. Jesus a convencera de que lia os segredos de sua vida; sentiu, entretanto, que Ele era seu amigo, compadecendo-Se dela e amando-a. Se bem que a própria pureza que dEle emanava lhe condenasse o pecado, Ele não proferia palavra alguma de acusação, mas falara de Sua graça, que lhe podia renovar a alma. Nela se começou a formar a convicção acerca de Seu caráter. Surgiu-lhe no espírito a indagação: ‘Não poderia Este ser o tão longamente esperado Messias?’ Disse-Lhe: ‘Eu sei que o Messias (que Se chama o Cristo) vem; quando Ele vier, nos anunciará tudo’. Jesus respondeu: ‘Eu o sou, Eu que falo contigo’ (Jo 4:25 e 26).
“Ao ouvir a mulher estas palavras, a fé brotou-lhe no coração. Aceitou a maravilhosa comunicação dos lábios do divino Mestre.
“Essa mulher encontrava-se em disposição de espírito capaz de apreciar. Estava pronta para receber a mais excelente revelação, pois interessava-se nas Escrituras, e o Espírito Santo lhe estivera preparando a mente para a recepção de maior luz. Estudara a promessa do Antigo Testamento: ‘O Senhor teu Deus te despertará um profeta do meio de ti, e de teus irmãos, como eu; a Ele ouvireis’ (Dt 18:15). Anelava compreender esta profecia. A luz já lhe estava brilhando no espírito. A água da vida, a vida espiritual que Cristo dá a toda alma sedenta, começara a brotar-lhe no coração. O Espírito do Senhor trabalhava nela.
“A positiva declaração de Cristo a essa mulher, não podia ter sido feita aos fariseus, cheios de justiça própria. Era muito mais reservado quando falava com eles. Aquilo que fora retido aos judeus, e que os discípulos haviam recebido recomendação de guardar em segredo, foi a ela revelado. Jesus viu que ela empregaria seu conhecimento em levar outros a partilhar de Sua graça” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 189, 190).
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| "Mas, mas, mas..." |
6. Que princípio importante podemos tirar do texto que fala das filhas de Filipe? At 21:9
7. Muitas outras mulheres do Novo Testamento são conhecidas por suas boas obras. Veja os textos seguintes. O que podemos reunir sobre as várias posições que as mulheres tinham nos dias iniciais do cristianismo? At 9:36; Rm 16:7, 12; Fp 4:2, 3; Fm 2
A vida missionária não pertence apenas a lugares distantes e exóticos. Não é só para pessoas com treinamento e qualificações. Todos nós temos desculpas, mas a vida de algumas das mulheres da Bíblia torna obsoletas essas desculpas:
1. Mas ninguém me pediu. Muitas pessoas dizem que se envolveriam na obra se alguém lhes pedisse. Mas Deus nem sempre deseja que esperemos. Às vezes, nós mesmos precisamos dar o salto de fé. A mulher em Lucas 8:42-48 podia ter continuado em sua miséria, reclamando que Jesus nunca a notava. Contudo, ela teve fé. Não ficou sentada esperando que Jesus a “notasse”.
2. Mas não sou suficientemente santo(a). Muitas vezes usamos nossos maus atos passados como desculpa a fim de evitar o ministério. A mulher com a qual Jesus falou no poço (Jo 4:1-40) teria sido considerada uma das pessoas mais desqualificadas para partilhar o evangelho. Mas Jesus não está à procura de desculpas, porque Ele pode perdoar o nosso passado. E pode transformar nossa vida de forma que os que conhecem nosso passado possam ver Sua incrível graça e poder.
3. Mas faz pouco tempo que sou cristã(o). O evangelho não vai se propagar se for deixado só por conta dos “experientes” ou “qualificados”. Lídia é um belo exemplo da disposição de um novo converso para tomar a iniciativa e se envolver. Leia Atos 16:14 e 15, e note que não há referência de tempo nesta passagem. “Tendo sido batizada, ... ela nos convidou...” (NVI). Se uma mulher que havia acabado de aceitar a Cristo como seu Salvador pediu imediatamente para que a deixassem se envolver de alguma forma, isso não devia funcionar com todos nós? Às vezes, nossas igrejas parecem preocupadas demais com experiência e juventude, quer físicas ou espirituais.
4. Mas... (insira sua própria desculpa aqui). “Não posso ser um missionário. Tenho que terminar os estudos.” “Tenho um emprego.” “Tenho responsabilidades demais.” Considere Priscila e Áquila (At 18:1-4, 24-28; Rm 16:3-5). Áquila não disse: “Sinto muito. Não posso ajudar na pregação do evangelho porque tenho uma esposa pela qual sou responsável.” Da mesma forma, Priscila não deu nenhuma desculpa. Havia trabalho a ser feito, e eles foram e o fizeram. Sim, eles tinham uma ocupação profissional e as responsabilidades decorrentes dela. Contudo, nada iria impedi-los de trabalhar para Deus.
Tome algum tempo para considerar seriamente as desculpas que você tem dado a Deus e à Sua igreja. À luz da história dessas mulheres, suas desculpas ainda funcionam? O que você pode fazer para vencer os temores que podem estar motivando essas desculpas?
Andrea Bernoth | Bulimba, Austrália
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| Mulheres em missão |
Muito tempo atrás, em algumas aldeias, as pessoas costumavam cavar sepulturas manualmente para enterrar seus queridos. Esse processo era árduo e cansativo. Devido à pressa para terminar o trabalho antes do nascer do sol, de vez em quando se recebia a notícia de que alguém havia cavado uma sepultura tão funda que não conseguia sair de lá sozinho.
Essa situação me lembra a mulher junto ao poço. Certamente, ela já havia sido uma doce garotinha. Enquanto crescia, deve ter começado a fazer experiências namorando um rapaz, e depois cada vez mais rapazes. Imagino que a desculpa que ela dava para seu comportamento era que ela estava experimentando a vida. Quando percebeu o que estava fazendo, já não havia mais esperança. Em sua aldeia, ninguém mais queria se associar com ela por causa de sua reputação. Quando encontrou o Salvador, ela já havia sido casada cinco vezes.
Embora ela houvesse desenvolvido uma atitude do tipo “não tô nem aí”, Jesus podia sentir que ela havia cavado um buraco profundo demais para sair de lá sozinha. Mesmo assim, desejava ser salva. Quando Jesus lhe falou, ela discerniu que Ele era um profeta e seu Salvador. Foi imediatamente informar a outros sobre a água da vida que havia encontrado. Assim, tornou-se uma mulher com uma missão: partilhar imediatamente com outros as boas-novas de que havia sido salva. Em resultado, muitas pessoas em sua aldeia foram igualmente salvas.
De tempos em tempos, é possível que nos associemos com as pessoas erradas, cuja influência pode nos afastar do Senhor. Ou talvez façamos escolhas erradas que nos levam a desenvolver maus hábitos, que por sua vez acabam formando um mau caráter, de forma que não podemos discernir entre o certo e o errado. Precisamos compreender nossa situação enquanto ainda temos tempo, e nos apresentar ao Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Antes do encerramento do tempo de graça, aprendamos a lição da mulher junto ao poço.
Dicas |
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Fortunate Mashinini | Cidade do Cabo, África do Sul