| Lição 1 | 27 de dezembro de 2008 a 3 de janeiro de 2009 |
Os meios de Comunicação do Céu |

“Antigamente, por meio dos profetas, Deus falou muitas vezes e de muitas maneiras aos nossos antepassados, mas nestes últimos tempos Ele nos falou por meio do Seu Filho. Foi Ele quem Deus escolheu para possuir todas as coisas e foi por meio dEle que Deus criou o Universo” (Hb 1:1, 2). |
Prévia da semana: As Escrituras registram os esforços incessantes de Deus para Se revelar à humanidade que se separou dEle pelo pecado. Em Jesus, Deus não só nos salva do pecado, mas Se revela, habilitando-nos assim a ter comunhão mais profunda com Ele.
Leitura adicional: 1 RS 19 (especialmente versos 9-12); O Grande Conflito,p. 603-612
Domingo, 28 de dezembro |
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| A luz do alto |
No Jardim do Éden, Deus falava com Adão e Eva face a face (Gn 3:8). Porém, depois daquele dia fatídico em que eles desobedeceram à ordem divina, não mais lhes foi permitido desfrutar de Sua presença (Gn 3:23, 24), e a comunhão face a face com Ele terminou. |
1. Que tipo de comunicação entre Deus e o homem era usada frequentemente nos primeiros tempos? Gn 18:1-15; 32:30; Êx 33:11; Jz 6:22; Jz 13:2, 3
Frequentemente, o Antigo Testamento identifica o Anjo de Deus ou o Anjo do Senhor com o próprio Deus. |
Mesmo antes de você pensar em se mexer do lugar em que está para ver o que Deus criou, estou certo de que, aí mesmo onde está, há evidências que falam sobre Seu poder sobrenatural, divino. É impressionante e fascinante saber que os exploradores do século 15 passaram muito tempo descobrindo as origens dos grandes lagos e rios deste mundo. Com seu intelecto, se esforçavam para descobrir algumas das grandes maravilhas da Terra.
Suas descobertas continuam a informar o mundo hoje. Além disso, seus esforços revelam mais claramente que há uma inteligência divina por trás das grandes atrações do mundo, e também nos fazem lembrar de pensar nAquele que proveu a vida para todas as pessoas do planeta.
Em meu dialeto nativo, conta-se a história de um artista que se especializou na modelagem de obras de argila. Pessoas vinham de lugares distantes para ver e comprar essas obras, e também para buscar conselho do artista em seu ramo. Sempre que chegavam, encontravam várias obras concluídas em seu estúdio, cada uma retratando algo esplendoroso; e, ao estar com o criador daquelas peças, tinham a certeza de que ele era o artista que estava por trás das excelentes obras de argila sobre as quais haviam lido em livros ou das quais haviam ouvido falar através de outras fontes.
O ponto relevante, porém, não era o tamanho da obra criada, nem sua complexidade ou simplicidade. O ponto relevante era a qualidade da obra feita por seu criador. E sobre a natureza a grande pergunta, na verdade, é: Quem é o Criador que está por trás da criação em que vivemos? Que mensagem essa criação dá sobre seu Criador? De que maneira ela nos comunica o poder e capacidade de seu Autor?
Nesta semana, estudaremos os meios de comunicação de Deus. Após vermos Sua obra em nós mesmos, é importante aprendermos sobre o que a natureza diz e o que não diz sobre Ele. Finalmente, a revelação de Cristo como nosso Salvador nos vem como uma nova gota de chuva num deserto. Como Sua revelação difere das outras revelações de Deus?
Joshua Opudo | Nairóbi, Quênia
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| Revelação Geral e Especial |
2. O que a natureza pode revelar sobre Deus? Sl 19:1-6; 33:6-9; Rm 1:19-23
A Bíblia diz que o mundo que Deus criou era perfeito em todos os sentidos (Gn 1:31). Mas as Escrituras também revelam que o pecado alterou o mundo natural (Gn 3:17, 18). Antes da queda, só havia na Terra plantas bonitas e úteis. Mas, apesar do pecado, ainda existe grande beleza na mudança de cor das folhas no outono, em um vívido pôr-do-sol e no desabrochar de um botão de rosa em uma manhã ensolarada. |
Através dos profetas de Deus (Gn 18:1-15; 32:30; Êx 4:10-17). Deus fez dos seres humanos a obra coroadora de Sua criação. Deu-lhes a capacidade de ter um relacionamento com Ele, tornando-os assim os seres mais queridos de Sua criação. A demonstração dessa capacidade é vista de muitas formas ao longo da História. A intervenção de Deus na vida humana é evidente desde o tempo dos profetas até nossos dias. Em Gênesis, vemos que Deus podia Se revelar através de intervenções angélicas (Gn 18:1-15) ou através de um encontro pessoal com Ele (Êx 32:30). Em ambas as revelações, quer através dos anjos ou num encontro face a face, o objetivo era tornar conhecida Sua intenção quanto a um assunto ou evento específico que envolvesse determinados indivíduos.
Quando Deus apareceu a Abraão e Sara por meio de Seus santos anjos (Gn 18:1-5), comunicou ao casal a boa notícia sobre o nascimento de seu filho Isaque. E a Moisés, Deus deu instruções sobre a maneira de pôr um fim ao sofrimento dos israelitas nas mãos dos egípcios (Êx 4:10-17).
Da mesma forma, Jacó, durante um encontro face a face com Deus, recebeu uma lição que representava “a prova pela qual o povo de Deus deverá passar precisamente antes da segunda vinda de Cristo” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas,p. 201). Em todas essas circunstâncias, o plano de Deus era tornar conhecida Sua vontade para a vasta população humana. Naquela época, e também hoje, os seres humanos são atraídos para Seu coração de amor, que é cheio de ilimitada graça para com os pecaminosos seres humanos.
Através da criação de Deus (Sl 19:1-6). O Salmo 19 “é talvez o mais conhecido e popular dos salmos sobre a natureza. É uma grata meditação sobre a revelação que Deus faz de Si mesmo no mundo da natureza e em Sua lei. Nos primeiros seis versos do salmo, Davi... fala da glória de Deus vista em Suas obras criadas; nos versos 7 a 10, ele fala da glória de Deus mostrada na lei; nos versos 11 a 13, fala da relação dessas verdades para com o caráter e a conduta; e no verso 14, ele ora para ser guardado de pecar. Quase se pode ver o autor deste salmo em pé, sob o céu ao nascer do sol, louvando a Jeová em exaltados acordes. O filósofo Kant pode ter pensado no salmo 19 quando escreveu: ‘Há duas coisas que enchem minha alma de santa reverência e crescente admiração: o espetáculo do céu estrelado, que virtualmente nos aniquila como seres físicos, e a lei moral que nos eleva à infinita dignidade como agentes inteligentes’.”1
Através do próprio Filho de Deus (Jo 3:16, 17; 1:14; Cl 2:9). Por mais que possamos ver Deus através dos registros dos profetas e através da natureza, podemos vê-Lo mais vividamente através de Seu Filho Jesus Cristo. Ele sempre esteve com Deus, um com Ele em propósito, vontade e missão; e, após a queda de nossos primeiros pais, Cristo cumpriu Sua missão na cruz do Calvário para que pudéssemos ter a vida eterna. Na cruz – o ponto central de nossa salvação – o amor de Deus irradiou através de Seu Filho Jesus Cristo.
Jesus é apresentado a nós como a eterna palavra de Deus, que “tornou-Se carne e viveu entre nós. Vimos a Sua glória, glória como do Unigênito vindo do Pai, cheio de graça e de verdade” (Jo 1:14, NVI). Em Cristo, vemos Deus e Seu amor por nós (Jo 3:16) – aquela consideração especial pelos seres humanos que não podemos compreender plenamente só através da natureza e dos profetas.
Cristo é a única maneira pela qual nossa redenção pode ser efetuada. Portanto, a fé nEle é essencial para o processo de salvação. Na morte de Cristo, vemos não apenas a gravidade de nossos pecados, mas o glorioso amor de Deus.
Pense
nisto |
1. Por que você acha que Cristo é a única ponte que nos liga a Deus? Por que não podemos tratar com Deus sem envolver Cristo? |
Tony Philip Oreso |Nairóbi, Quênia
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| “Deus conosco” |
3. Mais tarde, que meio de comunicação Deus escolheu? 2Sm 23:2; Jr 1:5; Os 4:1; Am 7:14, 15; Jo 1:1-3
4. Analisando Êxodo 4:10-17, qual seria o papel básico de um profeta?
A primeira tarefa de um profeta bíblico não é predizer o futuro, mas declarar a vontade divina. Ao longo da história de Israel, a principal tarefa dos profetas era guiar o povo de Deus. |
“Vindo habitar conosco, Jesus devia revelar Deus tanto aos homens como aos anjos. Ele era a Palavra de Deus – o pensamento de Deus tornado audível” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações,p. 19). E, a julgar pelo que Cristo tem feito em nossa vida para nos levar de volta a Deus, podemos dizer seguramente que, através de Sua intervenção neste mundo enegrecido pelo pecado, Ele veio revelar a luz do amor de Deus. O Senhor Se revela a nós através de Suas obras criadas e da Palavra escrita, e ambas têm uma forte mistura do poder de Seu Filho, Cristo.
“No princípio, Deus Se manifestava em todas as obras da criação. Foi Cristo que estendeu os céus, e lançou os fundamentos da Terra. Foi Sua mão que suspendeu os mundos no espaço e deu forma às flores do campo” (Ibid., p. 20). Isso nos ensina quão intimamente Cristo e a natureza estão ligados. A percepção geral de Deus que vemos na natureza é confirmada na pessoa de Cristo.
“Desde que Cristo veio habitar entre nós, sabemos que Deus está relacionado com nossas provações e Se compadece de nossas dores. Todo filho e filha de Adão pode compreender que nosso Criador é o amigo dos pecadores, pois em toda doutrina da graça, toda promessa de alegria, todo ato de amor, toda atração divina apresentada na vida do Salvador na Terra, vemos ‘Deus conosco’” (Ibid., p. 24).
Mas mesmo após o pecado ter danificado a criação perfeita, Deus não deu uma base para Satanás se firmar. “Satanás rejubilava por haver conseguido rebaixar a imagem de Deus na humanidade. Então, veio Cristo para restaurar no homem a imagem de seu Criador. Ninguém, senão Cristo, pode remodelar o caráter arruinado pelo pecado. Veio para expulsar os demônios que haviam dominado a vontade. Veio para nos erguer do pó, reformar o caráter manchado, segundo o modelo de Seu divino caráter, embelezando-o com Sua própria glória” (Ibid., p. 37, 38).
Jesus é a melhor revelação que Deus deu de Si mesmo. Portanto, a melhor maneira de conhecer o amor de Deus e Sua bondade é aceitar Cristo como Salvador pessoal.
Bob Collins |Homa Bay, Quênia
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| Revelação além de Cristo? |
Durante os primeiros milênios de existência da humanidade, Deus Se revelou a pessoas através de sonhos, visões ou epifanias (aparecimentos). Desde o tempo de Moisés (décimo quinto século a.C.) e daí em diante, muitas dessas revelações foram escritas. Como resultado, temos hoje 66 livros na Bíblia, contendo todo o conhecimento necessário para a salvação. |
5. Qual era o papel da Bíblia nos tempos antigos? O que estes textos nos dizem sobre a Bíblia? (a) Mt 1:22; 2:15, 17; 4:14; (b) Jo 20:30, 31; (c) 2Tm 3:16
Pelos idos de 1996, houve um controvertido debate dentro de nossa denominação quanto à “revelação progressiva”, “nova luz” e “verdade presente”. Essas questões causaram um acalorado debate entre membros da igreja, alguns dos quais argumentavam fora da base racional que forma o fundamento do adventismo do sétimo dia.
Em termos práticos, nos referimos à revelação progressiva como o contínuo desdobramento da verdade feito por Deus, também conhecido como “nova luz”, e uma das fundadoras da igreja, Ellen White, instou com os co-fundadores para que procurassem descobrir verdades adicionais.
Como nos tempos bíblicos e durante os primeiros anos da igreja adventista, Deus ainda está perto de Seu povo e, como adventistas, deveríamos saber que, quando Ele deseja comunicar nova luz, o faz para Seu povo.
A revelação especial de Deus, ou a nova luz para esta era, é Cristo, a Rocha ferida, para quem deve convergir nossa compreensão de todas as formas de revelação. Ele é a luz e o conhecimento do mundo, e nEle temos um verdadeiro retrato de Deus. Por Sua revelação especial, Cristo “ergue-Se acima da humanidade, atira de Si o disfarce do pecado e da injúria, e revela-Se o Honrado dos anjos, o Filho de Deus, Um com o Criador do Universo” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações,p. 210). Toda verdadeira revelação, portanto, aponta para Aquele que foi enviado ao mundo não para condená-lo, mas para que o mundo fosse salvo por meio dEle (Jo 3:16, 17).
A revelação que Deus dá de Si mesmo através de Seu único Filho é a mais especial de todas as outras revelações. “Incomensurável é a verdade em Cristo e mediante Cristo. ... Nesta vida, não entenderemos o mistério do amor de Deus em entregar Seu Filho para propiciação por nossos pecados” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus,p. 128).
Ao continuarmos a estudar a lição desta semana, aprenderemos que tanto a personalidade quanto o caráter de Deus são revelados em Seu Filho, Cristo.
Daniel Odhiambo | Nairóbi, Quênia
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| As vias da Revelação |
6. Qual é a diferença fundamental entre a revelação de Deus através de Cristo e as outras revelações discutidas nesta semana? Jo 1:14; 3:16; 14:8, 9; Cl 2:9; Hb 1:1, 2
7. Jesus é “a luz verdadeira que veio ao mundo e ilumina todas as pessoas” (Jo 1:9, NTLH). Qual é o objetivo da revelação de Deus?
Nesta semana, estamos estudando sobre diferentes formas que Deus usa para Se revelar a nós. As revelações de Deus para nós feitas pelos anjos sempre tiveram um propósito claro: dar-nos uma linha aberta de comunicação que aponta para nossa salvação e redenção em Cristo. Desde a queda, nosso Criador tem desejado que aprendamos como podemos voltar a nosso status original na Criação. Essa promessa de redenção é confirmada na revelação dada pelos profetas, pela natureza, pela Bíblia e pela vida de Jesus Cristo.
Deus requer que O conheçamos melhor e compreendamos Seu amor por nós, mesmo após termos pecado contra Ele. É por isso que Ele providenciou variadas formas de revelação para que possamos compreender o poder que está por trás de Seu amor por nós.
1. A natureza. “‘Deus é amor’ (1Jo 4:8), está escrito sobre cada botão que desabrocha, sobre cada haste de erva que brota. Os amáveis passarinhos, a encher de música o ar, com seus alegres trinos; as flores de delicados matizes, em sua perfeição, impregnando os ares de perfume; as altaneiras árvores da floresta, com sua luxuriante ramagem de um verde vivo - todos testificam da terna e paternal solicitude de nosso Deus, e de Seu desejo de tornar felizes os Seus filhos. ...
“Deus ligou a Si nosso coração por inúmeras provas no Céu e na Terra. Pelas obras da natureza, e os mais profundos e ternos laços terrestres que pode imaginar o coração humano, procurou Ele revelar-Se a nós” (Ellen G. White, Caminho a Cristo,p. 10).
2. Os profetas. Desde tempos imemoriais, os profetas têm sido agentes escolhidos por Deus para predizer eventos. Nossa fé é fortalecida pelo cumprimento de profecias. Os profetas também nos instruem quanto à justiça, espiritualidade e conduta ética.
3. A Bíblia. Em resultado do pecado, foi rompida nossa comunicação direta com Deus. Contudo, Ele escolheu prover uma forma de mantermos aberta a comunicação com Ele. A Bíblia é a revelação de como se deve realizar Seu plano para restaurar a comunicação entre Ele e nós.
4. Cristo. Jesus é a chave para nossa compreensão do caráter de Deus. Em nosso esforço de apresentar Cristo diante das igrejas e do mundo, devemos nos lembrar de que “a obra de nosso Redentor na Terra é e sempre será assunto que há de exigir o máximo de nossa mais atenta imaginação” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus,p. 128, 129).
George Otieno | Mbita, Quênia
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| Encontrando Deus |
Estou bem ciente do mistério de Deus revelado na natureza. Também estou ciente da obra do Espírito Santo – Sua influência e o que Ele revela sobre o caráter de Deus. Contudo, o que mais apela a mim é o plano da salvação através de Jesus Cristo. Nossa identidade como adventistas do sétimo dia requer que creiamos num Deus literal e pessoal que está interessado em nossos atos individuais.
Em minha vida diária, meus amigos e eu passamos tempo juntos partilhando histórias importantes de nossa vida. Essas experiências partilhadas servem para me ajudar a compreender melhor meus amigos. A revelação através de Jesus Cristo é um recurso semelhante para entendermos Deus mais claramente. Essa revelação nos leva face a face com o infinito amor e a justiça imaculada. O dom da vida eterna, que vem como resultado da morte de Cristo, seria impossível de ser recebido sem Ele. É isso que torna tão especial essa revelação. Dando Cristo para Se identificar com a raça humana caída, Deus desejava que O conhecêssemos de maneira mais pessoal, acima do que podemos ver na natureza ou mesmo do que podemos ler na Bíblia.
Tentar encontrar Deus e estabelecer Sua presença em nossa vida pode ser uma tarefa difícil para muitos de nós. Mas, como cristãos adventistas, devemos sempre tentar manter uma ligação com nossa herança de relacionar os princípios bíblicos com o mundo moderno. A Bíblia, que é a Palavra de Deus, é o pensamento voltado para a frente. E Cristo está sempre nos encorajando a estar prontos para o futuro. Parece, portanto, que Deus quer guiar-nos em frente, dando-nos evidências suficientes através das corretas vias de comunicação.
Tais evidências, através dos profetas, da Bíblia, da natureza e da pessoa de Cristo, são suficientes para que confiemos em Deus quanto ao futuro. “A presença do Pai acompanhava a Cristo, e nada Lhe sucedia que o amor infinito não tivesse permitido para a bênção do mundo. Aí residia o Seu e o nosso motivo de conforto. Quem está imbuído do Espírito de Cristo habita em Cristo. Tudo o que lhe sucede vem do Salvador que o rodeia com Sua presença” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver,p. 488, 489).
Dicas |
1. Prepare um gráfico, um desenho, uma pintura ou mesmo um DVD sobre alguns dos métodos de comunicação de Deus através dos séculos. Considere desde a maneira como Ele Se comunicava com Adão e Eva até a maneira como Se comunica com você hoje. Desenhe você mesmo(a) ou coloque uma foto sua. |
Joash Oketch | Nairóbi, Quênia