| Lição 11 | 5 a 13 de setembro |
Missão Numa Terra Pagã |

“Daniel, contudo, decidiu não se tornar impuro com a comida e com o vinho do rei, e pediu ao chefe dos oficiais permissão para se abster deles” (Dn 1:8, NVI). |
Prévia da semana: No livro de Daniel, quatro jovens, diante de grandes desafios, permaneceram fiéis aos princípios e ao seu Deus. O mesmo deve ser verdade conosco hoje.
Domingo, 7 de setembro |
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| Longe de casa |
1. Que princípio espiritual ensina a Bíblia não só para os filhos mas para todos nós? Como a devoção pessoal, diária, é um meio de aplicar esse princípio à nossa vida? Dt 6:6, 7; 4:9
Através da amorosa misericórdia de Deus, minha família e eu tivemos a chance de imigrar e viver uma vida nova no exterior. Os preparativos ficaram muito enfadonhos à medida que se aproximava o dia da partida. Tivemos que vender muitos de nossos pertences, uma vez que não podíamos levar muita coisa conosco. Também tivemos que comprar muitas coisas que nos equipariam para o inverno. O fato de sairmos de um país tropical significava que teríamos de nos ajustar às quatro estações.
Também tivemos que mostrar à embaixada que éramos qualificados para imigrar. Tive que provar que podia trabalhar, mostrando que tinha uma licenciatura em meu ramo de atividade. Também foi preciso que nos preparássemos a fim de deixar para trás entes queridos. E a imigração também significava deixar a igreja que eu conhecia desde criança, e começar tudo de novo, financeiramente. Sentimos entusiasmo e medo em relação a todos esses fatores envolvidos na mudança para outro país – entusiasmo pela oportunidade de uma nova vida, e medo do desconhecido.
Em Daniel 1, lemos que Daniel e seus três amigos foram repentinamente apanhados numa situação em que foram levados para longe de casa contra a vontade deles. Estavam em Babilônia, não como imigrantes, mas como cativos. Não houve preparativo algum para essa mudança. Não houve tempo para despedidas, nem chance de colocar na bagagem alguns itens favoritos. Tudo que puderam levar foi sua fé em Deus.
Segundo a ordem do rei para Aspenaz, o chefe dos oficiais da corte, Daniel e seus amigos estavam entre os que foram escolhidos como dignos de servir no palácio do rei. Os critérios para a escolha foram os seguintes: (1) pertencer à família real ou à nobreza; (2) ser jovem de boa aparência e sem defeito físico; e (3) ter aptidão para todo tipo de aprendizado, ser bem informado e ter raciocínio rápido.
Tudo mudou na vida de Daniel e seus amigos – até mesmo seu nome. O ambiente mudou e provavelmente o clima também! Eles talvez, tivessem que se vestir como os babilônios e aprender a língua e costumes deles durante um período de três anos de treinamento. Foram-lhes servidos alimentos e bebidas da parte do rei, que não estavam de acordo com a dieta que o Senhor prescreve para Seu povo. Contudo, Daniel e seus amigos testemunharam em favor de Deus. O teste de dez dias com alimentos e bebidas saudáveis, combinados com a fé em Deus, resultou em corpos mais sadios e bem nutridos, bem como em dez vezes mais sabedoria do que o resto dos candidatos.
Daniel e seus amigos podem ter sido abruptamente arrancados de sua terra natal, mas ninguém lhes podia tirar o seu Deus. Ao você estudar a lição desta semana, pergunte a si mesmo se você ousaria ser um Daniel.
Emmarose Quion Pantig | Filipinas
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| Praticar a fé |
2. Qual foi o primeiro ataque potencial à fé dos jovens hebreus? Por que foi tão terrível? Dn 1:4
Na cultura babilônica, eles foram confrontados com astrologia, falsos deuses e mitos de várias formas. Havia começado a batalha pela mente deles e, conseqüentemente, pela sua salvação (veja Fp 4:8). |
3. Que palavra-chave mostra por que Daniel e seus amigos não quiseram participar da comida do rei? Dn 1:8, 12-14
A palavra-chave é contaminar-se, que em hebraico significa poluir, sujar. Assim, para esses jovens, a questão não era apenas de um viver saudável ou mera preferência. Era uma questão moral. |
4. Que tipo de desculpas eles podiam ter dado a si mesmos para justificar receber o alimento?
Testemunhando através da dieta (Dn 1:12). Daniel, Hananias, Misael e Azarias não quiseram comer a comida da mesa do rei. Desde seus dias de infância, nenhuma comida imunda lhes havia passado pelos lábios. Seus corpos estavam acostumados à comida saudável que seus pais lhes serviam. Também não condescendiam com os lautos banquetes ou as mesas reais em que se comia tudo o que se conseguisse. Eles sabiam que esse estilo de comida era mais saudável, e se dispuseram a ser testados com essa dieta por dez dias. A base de comparação seria se sua aparência iria estar melhor ou pior que a dos outros jovens que comiam da mesa do rei.
Aspenaz e a guarda que ele apontou para os quatros jovens israelitas ficaram surpresos, satisfeitos e convencidos com os resultados do teste. Ficaram surpresos ao ver uma dieta que era melhor que a do rei. Ficaram satisfeitos ao comprovar que esses quatro jovens da experiência não ficaram piores na aparência, pois teriam que responder por eles com sua própria vida. E ficaram convencidos de que a dieta dos israelitas era melhor.
Por causa da dieta desses homens, Babilônia pôde observar jovens mais sadios e mais bem nutridos. Não apenas eram mais sadios fisicamente, mas também mentalmente. Nabucodonosor verificou que eles estavam dez vezes melhor que os magos e encantadores de todo o seu reino.
Testemunhando através do louvor (Dn 2). Em Daniel 2, ele e seus amigos de repente se vêem enfrentando uma execução junto com todos os sábios de Babilônia. Mas devido ao fato de esses jovens terem obtido favor aos olhos dos babilônios, o rei concedeu um adiamento. Foi durante esse período que Daniel e seus amigos suplicaram que Deus revelasse o sonho que Nabucodonosor havia esquecido. Deus os ouviu, e revelou o sonho a Daniel. Quando Ele o fez, Daniel louvou a Deus (Dn 2:19-23). Ele foi até Arioque, o executor, para salvar os sábios de Babilônia, e depois foi levado perante o rei. A este, Daniel disse: “Não há sábios, adivinhos, feiticeiros nem astrólogos que possam dar a explicação que o senhor está exigindo. Mas há um Deus no céu, que explica mistérios” (Dn 2:27, 28). Assim, ele reconheceu seu Deus e apresentou o grande poder desse Deus ao rei, aos oficiais do governo e a todos os sábios de Babilônia. Naquele dia, Nabucodonosor descobriu o Deus dos deuses, o Senhor dos reis e o Revelador dos mistérios.
Testemunhando através da obediência e lealdade (Dn 3). O rei Nabucodonosor decidiu fazer uma estátua de ouro como a que tinha visto em seu sonho. Tinha cerca de 30 metros de altura por três de largura, e o rei ordenou que todos se curvassem e a adorassem. Certamente, o segundo mandamento da lei de Deus devia estar soando na mente de Sadraque, Mesaque e Abedenego quando eles ouviram falar do projeto de construção do rei (Êx 20:4, 5), pois quando chegou o momento de obedecer à ordem do monarca, só os três jovens hebreus permaneceram em pé. Assim, proclamaram ousadamente sua obediência e lealdade ao único Deus verdadeiro. Para eles, era melhor morrer nas mãos de homens do que se desviar de Deus. A fúria do rei se manifestou através de uma fornalha acesa que foi aquecida sete vezes mais que o normal, mas que também desafiava, como nenhuma outra coisa, a capacidade de Deus para salvar.
O reino babilônico e todas as nações daquele tempo se maravilharam ao testemunhar o poder de Deus sobre a morte. Nabucodonosor e alguns de seus oficiais até mesmo tiveram um vislumbre do Filho de Deus, que visitou os três hebreus em meio às chamas.
Testemunhando através das orações (Dn 6). O rei Dario, da Medo-Pérsia, foi tão precipitado ao assinar um decreto, que não conseguiu comer nem beber naquela noite. O decreto, o qual não permitia que ninguém em seu reino orasse a qualquer deus ou homem durante 30 dias, lhe pareceu tão atrativo! Havendo acabado de obter sua vitória sobre o poderoso reino de Babilônia, ele sentiu a glória fluindo por suas veias. Sua capacidade de pensar e raciocinar foi eclipsada pelo orgulho. Ele desejava ser tratado como um deus – um deus que merecia ser adorado por 30 dias!
Mas ele se havia esquecido de seu melhor confidente – Daniel – que orava ao verdadeiro Deus três vezes ao dia. Ele era tão leal ao seu Deus como ao seu dever. Era o melhor administrador entre os três que dirigiam as 120 satrápias. Daniel tinha qualidades excepcionais que faziam dele candidato a ser colocado sobre todo o reino, só ficando abaixo do rei. Mas Dario ficou sem escolha, exceto atirá-lo na cova dos leões.
À primeira luz da aurora, o rei e seus guardas reais testemunharam o verdadeiro poder de Deus sobre os ferozes leões. Daniel estava seguro, sem sequer um arranhão. Foi então que um rei pagão chamou Daniel de “servo do Deus vivo”. Uma vez mais, Daniel foi uma boa testemunha e um agente de esperança para um reino mundano.
Michael Canlas Pantig | Filipinas
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| Apresentando Cristo a outros |
5. Que mensagem escreveu Isaías sobre a salvação dos que não se enquadravam no padrão geralmente aceito de um israelita? Is 56:1-8
6. Que nomes receberam os cativos hebreus? Que razões seus captores tinham para fazer isso? Dn 1:6, 7
Os nomes Daniel (Deus é meu juiz), Hananias (Deus favoreceu), Misael (quem é o que Deus é), e Azarias (Jeová ajudou) foram trocados para: Beltesazar, Sadraque, Mesaque e Abednego – que eram homenagens aos deuses babilônicos. |
Em Daniel 2, o rei Nabucodonosor teve um sonho perturbador sobre o futuro. Mas por causa de Deus, Daniel foi capaz de revelar o sonho e interpretar seu significado. A partir da glória coroadora do reino de Babilônia, representado pela cabeça de ouro da imagem, muitos outros reinos inferiores se levantariam e derrubariam um ao outro, até o tempo em que o reino eterno de Cristo (representado por uma rocha, que simbolizava Cristo) atingiria os pés da estátua e a reduziria a pó. Esse foi provavelmente o primeiro encontro que o rei teve com Cristo.
Que maravilhosa oportunidade teve Daniel de dar ao rei um estudo bíblico! E foi o que ele fez. Contudo, o rei ainda desejou fazer uma estátua semelhante à de seu sonho, e esperava que as pessoas adorassem essa estátua. Contudo, os três hebreus permaneceram firmes, não sabendo que Deus iria salvá-los. Por isso, foram jogados no fogo ardente.
Ellen White nos diz como ele se sentiu quando notou que os três hebreus estavam, na verdade, sobrevivendo às chamas: “Do seu real trono o rei olhava, esperando ver inteiramente consumidos os homens que o haviam desafiado. Mas seus sentimentos de triunfo subitamente mudaram. Os nobres que lhe estavam próximo viram sua face tornar-se pálida, enquanto ele descia do trono e olhava atentamente para dentro das chamas ardentes. Alarmado, o rei, voltando-se para os seus cortesãos, perguntou: ‘Não lançamos nós três homens atados dentro do fogo? ... Eu, porém, vejo quatro homens soltos, que andam passeando dentro do fogo, e nada há de lesão neles; e o aspecto do quarto é semelhante ao filho dos deuses.’
“Como sabia o rei pagão a que era semelhante o Filho de Deus? Os cativos hebreus que ocupavam posição de confiança em Babilônia tinham representado a verdade diante dele na vida e no caráter. Quando perguntados pela razão de sua fé, tinham-na dado sem hesitação. Clara e singelamente tinham apresentado os princípios da justiça, ensinando assim aos que lhes estavam ao redor a respeito do Deus a quem adoravam. Eles tinham falado de Cristo, o Redentor vindouro; e na aparência do quarto no meio do fogo, o rei reconheceu o Filho de Deus” (Ellen G. White, Profetas e Reis,p. 509).
Meynard Canlas Pantig | Temple City, EUA
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| Dando o que você recebeu |
7. Leia Daniel 2:1-13 e responda às seguintes perguntas:
a. Como os sábios tentaram enganar o rei?
b. Como o rei se certificou de que seus truques não teriam efeito?
c. Que palavras dos sábios revelaram a impossibilidade do que o rei perguntava? Por que essas palavras mais tarde ajudaram a testemunhar do poder de Deus?
8. Leia a oração de ação de graças de Daniel (Dn 2:20-23). Qual é a essência de sua oração? Que esperança e encorajamento você pode tirar para si mesmo, qualquer que seja a situação em que esteja?
“Há dois mares na Palestina, e são diferentes um do outro. Um é chamado Mar da Galiléia. É um grande lago com água doce limpa, da qual se pode beber. Peixes e pessoas nadam nele. Está cercado de campos verdes e jardins. Muitas pessoas construíram suas casas perto dele. Jesus o atravessou de barco várias vezes.
“O outro grande volume de água é chamado Mar Morto, e ele realmente faz jus ao nome. Tudo ao seu redor é morto. A água é tão salgada que alguém ficaria com náuseas se tentasse bebê-la. Não tem peixes. Nada cresce em suas margens. Ninguém quer viver perto de seu odor desagradável.
“O interessante com respeito a esses dois volumes de água é que o mesmo rio flui para ambos. Então, o que faz a diferença? Simplesmente isto – um recebe e dá; o outro recebe e retém.
“O Rio Jordão flui por um lado do Mar da Galiléia e sai pelo outro. O lago usa a água e depois a passa adiante para que outros a usem. O Rio Jordão, então, flui para o Mar Morto mas termina ali. O Mar Morto egoisticamente o retém só para si mesmo. Isso o torna morto. Ele recebe e nunca dá.”*
A mensagem eterna de Deus é como o Rio Jordão que flui para cada um de nós. Contudo, a maioria de nós acaba ficando como o Mar Morto. Só recebemos a mensagem e não nos importamos de partilhá-la com outros. A maioria de nós se contenta em ficar sentada na igreja. E a maioria de nós acha que não tem tempo de testemunhar de nosso Senhor e Salvador.
Devemos ser como o Mar da Galiléia. Muitos peixes, plantas e pessoas se beneficiam dele. Quando recebemos de Deus a mensagem de esperança, devemos apreciar Sua bondade e partilhá-la com outros. Lembre-se de que Sua misericórdia e amor são transbordantes. Ninguém pode contê-los na íntegra. Devemos distribuí-los a nossos familiares, amigos, parentes, vizinhos, e às pessoas de nossa comunidade.
Jesus certa vez disse que somos a luz do mundo. Precisamos brilhar diante daqueles com quem nos encontramos. Daniel e seus amigos não esconderam sua luz dos babilônios e medo-persas. Através de seus pensamentos, palavras e atos mostraram fielmente o caminho para o Deus vivo.
* John Marsabelle. 1,000 Stories You Can Use (Society of the Divine Word, 1987), p. 1, 2.
Catherine Mendoza Pantig | Temple City, EUA
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| Como o irmão Daniel |
9. Tome tempo para ler Daniel 3. Qual foi o significado da resposta dos jovens hebreus ao rei? Dn 3:16-18. Veja também Mt 10:28
10. Neste capítulo, que evidência você pode encontrar de que o rei já conhecia algo do poder do Deus de Daniel?
11. Que tipo de testemunho Dario deu sobre o Deus de Daniel? Quão preciso foi esse testemunho? O que este fato mostra sobre o que Deus pode revelar aos pagãos sobre Seu poder e sabedoria sem a Palavra Escrita?
Em Daniel 6, Daniel estava sozinho ao ser atirado na cova dos leões. A morte seria certa. Mas, a exemplo de seus três amigos que foram testados na fornalha de fogo, Daniel saiu vivo e ileso. No verso 5, os administradores e sátrapas não puderam encontrar falta alguma em Daniel. Assim, decidiram atacar sua fé em Deus.
De que forma podemos nos tornar testemunhas eficientes como Daniel? Eis aqui alguns pontos a ponderar:
1. Conheça seu Deus (Jo 6:35-40).Converse com Ele todos os dias. Ouça o que Ele tem a dizer. Confie nEle em todas as circunstâncias, e coloque-O como sua prioridade número um. Conhecê-Lo é ser fiel a Ele até a morte. Daniel conhecia o Deus a quem servia!
2. Faça o seu melhor em todas as coisas (Dn 6:3).Se você é um aluno, seja o melhor aluno que puder ser. Se você é um pedreiro, construa a melhor casa que puder. Se você é um artista, pinte o melhor quadro que puder. Se for um médico, seja o melhor médico. Se for um funcionário do governo, como Daniel, sirva com integridade. A qualidade de seu trabalho é uma forma de testemunhar a outros. Portanto, sempre dê o seu melhor!
3. Seja leal (Dn 6:4).Como no tempo de Daniel, o mundo está nos observando em tudo o que fazemos. Não importaria se uma pessoa qualquer fumasse na esquina ou trabalhasse no sábado. Mas para um adventista do sétimo dia, fumar ou trabalhar no sábado é uma questão séria! Devemos ser fiéis às nossas crenças, mesmo que isso signifique sofrimento para nós.
4. Seja responsável (Dn 6:4).Os inimigos de Daniel estavam só esperando que ele cometesse um ato negligente. Mas, finalmente compreenderam o quanto ele era responsável. Tinha um grande senso de dever e com certeza realizaria bem qualquer coisa que estivesse sob sua responsabilidade. Deus nos deu responsabilidades para com nós mesmos, nossa família, nossa comunidade e nossa igreja. Cumpramos essas responsabilidades tão fielmente como Daniel cumpria as dele.
Assim como o ponteiro de uma bússola aponta para o norte, precisamos apontar fielmente para Deus a fim de mostrar a direção aos perdidos.
Rommel Nazareno Quion | Filipinas
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| Gotas de água viva |
Certa vez, a torneira de nossa cozinha ficou vazando, mas não tínhamos o anel de borracha para substituir. Então, até conseguirmos um, colocamos uma bacia debaixo do gotejamento para aproveitar a água que vazava. A torneira parecia estar vazando só um pouquinho – quase nada. Mas deixamos a bacia debaixo da torneira a noite toda, e de manhã a água da bacia estava transbordando.
Creio que a experiência cristã é como essa bacia. Simplesmente temos que captar a fonte de água viva a todo momento, não importa quão pequena seja a quantidade. Devemos sempre estar prontos a aceitar os convites aparentemente pequenos de Deus, e a apreciar Suas bênçãos, por menores que possam parecer. Pode ser o sol se refletindo em nossa face, ou um tapinha nas costas ou o abraço de um amigo, nos dizendo que Deus Se importa conosco. Pode ser um bom sermão que ouvimos, ou uma discussão inspiradora da lição da Escola Sabatina, que nos dá forças para suportarmos as provas de mais uma semana. Além disso, as gotas podem vir da participação em pequenos grupos de oração, estudos bíblicos, etc.
Todas essas quantidades aparentemente pequenas de água espiritual encherão as bacias de nossa alma, que acabarão transbordando! Mais cedo ou mais tarde, sentiremos que não podemos reter para nós toda a bondade que nosso grande Deus está nos concedendo cada dia! Então, notaremos que estamos transbordando com o amor de Deus. Automaticamente o partilharemos, testemunhando de nosso Deus, porque estamos transbordantes de Sua graça.
Peçamos continuamente que o Espírito Santo paire sobre nós cada dia, a fim de que nossos olhos, ouvidos e mente estejam sintonizados para apreciar a bondade de Deus e responder ao Seu chamado cada dia.
Pense
nisto |
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Dicas |
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Mercedita Pena Quion | Filipinas