| Lição 11 | 7 a 12 de dezembro |
Benefícios do Sacrifício Expiatório de Cristo |

“E por isso Ele pode, hoje e sempre, salvar as pessoas que vão a Deus por meio dEle, porque Jesus vive para sempre a fim de pedir a Deus em favor delas” (Hb 7:25). |
Prévia da semana: Vida nova exige novo comportamento. Podemos fazer essas mudanças somente com Seu poder em nossa vida.
Domingo, 7 de dezembro |
![]() |
| O outro lado dos desastres |
1. Como Paulo relaciona a expiação com a ressurreição de Jesus? 1Co 15:16-18
A morte de Cristo não teria qualquer poder de expiação ou perdão se não tivesse sido seguida pela ressurreição do Senhor. Conseqüentemente, não devemos restringir a obra expiatória de Cristo a um único evento dentro do plano divino de salvação. A cruz e a ressurreição são duas partes inseparáveis na obra de redenção. |
2. Como você explicaria a íntima relação entre a ressurreição, a ascensão e a obra de intercessão de Cristo? 1Pe 3:21, 22; Rm 8:34-39
Sua ressurreição e ascensão significam, primeiro, que Ele completou a obra que viera fazer na Terra (Jo 17:4, 5; 19:30). Segundo, por Sua ressurreição e ascensão, Cristo uniu permanentemente a Deus aqueles que exercerem fé em Sua morte sacrifical. Terceiro, a ascensão de Cristo testemunha também que foi completa a Sua vitória na cruz sobre os poderes do mal. |
Não importa o que façamos, nem onde estejamos, nada chama nossa atenção mais do que os desastres. As notícias diárias transmitidas pela TV e jornais estão cheias de tragédias, tristeza e desespero. Sabemos o que o pecado tem feito em nossa vida porque, de uma forma ou outra, entramos em contato direto com seus efeitos. Às vezes, tememos por nossa própria vida, sabendo que, por mais que tentemos impedir, a vida na Terra culminará em morte. Nosso grau de instrução, nossas riquezas, posição social, nem as melhores posses, nada deste mundo pode nos garantir a eternidade.
Contudo, como cristãos, sabemos que há alguém constantemente suplicando a Deus em nosso favor e que há esperança além da sepultura. Ao desempenhar suas atividades durante o dia, você já parou para pensar que, apesar de o pecado macular nossa vida, Cristo está sempre pedindo a Deus que perdoe você e o(a) ajude a se tornar mais semelhante a Ele? Com que freqüência você pára durante a semana para se lembrar de que Ele não deseja a perdição de ninguém na Terra, mas a reconciliação de todos com Ele?
O sacrifício expiatório de Cristo serve para nos levar de volta ao nosso Criador, por mais pecaminosos que sejamos. Nossas orações diárias são apresentadas a Deus pela voz de Seu único Filho. Por essa razão nos é dada a oportunidade de viver hoje e amanhã – e durante toda a eternidade quando Cristo voltar. Nosso estudo desta semana derramará mais luz sobre nossa compreensão do sacrifício expiatório de Cristo, para que possamos aproveitar melhor seus benefícios.
Saline Khavetsa | Ndhiwa, Quênia
![]() |
|
| Benefícios da obra sacerdotal |
3. Qual é a relação entre o sacrifício expiatório de Cristo na cruz e Sua intercessão no santuário celestial? Hb 7:25; 1Jo 1:9; 2:1, 2; 4:10
A morte e a ressurreição de Cristo tornam possível a intercessão de Cristo diante do Pai. A intercessão de Cristo significa que o pecado e a culpa humanos não são irrelevantes diante do Senhor no Céu. Unicamente pela obra de Cristo por nós é que recebemos os benefícios de Sua morte sacrifical. A culpa e o pecado continuam a ser parte da experiência humana à vista de Deus. Isso torna o papel de nosso Mediador diante do Pai um elemento indispensável no plano de salvação. |
Segurança (Rm 8:34-39; 1Jo 1:9). Podemos não saber o que realmente inspirou a mente de Fanny J. Crosby a escrever a letra do hino “Bendita Segurança”. Contudo, em minha opinião, tenho a forte impressão de que ela podia estar pensando no que Cristo fez em nosso favor como resultado de Sua expiação pelos nossos pecados. Paulo apresenta essa segurança aos romanos, para lhes instilar na mente a consciência de que desfrutamos do amor de Deus através da intercessão de Cristo em nosso favor (Rm 8:34-39). Por meio da obra sacerdotal de Cristo, é restaurada a ponte entre nós e nosso Criador. Embora sejamos pecadores, Seu amor nos redime. Essa segurança passa a ser nossa quando aceitamos a Cristo como nosso Salvador e nossa vida reflete Seu exemplo. Obtemos essa segurança do amor de Deus por meio de Seu único Filho (Jo 3:16), que é a ponte entre nós e nosso Pai celestial (Jo 14:6).
“Longe de roubar ao crente de sua certeza em Cristo, a doutrina do santuário a sustenta. Ela ilustra e esclarece à mente do seguidor de Cristo o plano da salvação. Seu coração penitente regozija-se ao perceber a realidade da morte substitutiva de Cristo em favor de seus pecados, conforme prefigurada nos sacrifícios. Adicionalmente, sua fé alcança as alturas a fim de encontrar significado num Cristo vivo, que é o seu Advogado sacerdotal na própria presença santa de Deus.”*
Salvação (Hb 7:25; 1Pe 3:21, 22). A obra de mediação que Cristo faz em nosso favor no santuário celestial significa que nossa salvação está garantida enquanto escolhermos nos apoiar nEle. O poder de Sua intercessão ajuda a limpar-nos de nossos pecados. Antes de Sua volta nas nuvens do Céu, nosso Salvador está ocupado operando a salvação de uma pessoa de cada vez. “Vivemos hoje no grande dia da expiação. ... Todos quantos desejem seja seu nome conservado no livro da vida, devem, agora, nos poucos dias de graça que restam, afligir a alma diante de Deus, em tristeza pelo pecado e em arrependimento verdadeiro” (Ellen G. White, O Grande Conflito,p. 489, 490).
Senso de pertencer e de destino (Cl 1:16, 17). Desde o princípio, Jesus governa o Universo (João 3). Não ficamos felizes em saber que Cristo, através de quem Deus criou todo o Universo, e que é quem coloca tudo em seu devido lugar, é também nosso intercessor pessoal diante do Pai? Ao orarmos cada dia, Ele apresenta nossas petições diante de Deus com Sua própria voz, a fim de pedir em nosso favor. Isso nos dá um profundo senso de pertencer e de ter um destino. Uma vez que somos tanto sujeitos quanto objetos do pecado diante de Deus, essa função mediadora de Cristo no santuário celestial pode ter grande impacto sobre nossa vida espiritual – Ele é tanto nosso Advogado quanto nosso Juiz. O que nos falta se o Comandante do Céu e dos anjos, o Juiz de toda a Terra, a Majestade do Céu e o Rei da Glória é também nosso intercessor? “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1Jo 1:9).
Ressurreição e vida nova (1Co 15:16-18; Ef 1:3). Nossa união com Cristo nos dá a oportunidade de alcançar uma vida nova (2Co 5:17). Sua ressurreição nos assegura que nós também seremos ressuscitados dos mortos quando Ele voltar. Sua obra como nosso intercessor nos eleva das profundezas do pecado para as maiores alturas do viver cristão. Pela graça de Deus, Cristo ascendeu ao Céu para ser a ponte entre nós e Deus. E com Cristo como nosso Mediador no santuário celestial, sentiremos a influência refreadora do Espírito Santo guiando nossa vida de acordo com Seus princípios e libertando-nos da condenação. A mediação de Cristo mostra que Ele “é a ponte de ligação entre Deus e o homem. Prometeu Ele interceder pessoalmente. Põe toda a virtude da Sua justiça ao lado do suplicante. ... Promete escutar as nossas súplicas e a elas atender” (Ellen G. White, Testemunhos para a Igreja, v. 8, p. 178).
Como a Bíblia registra no primeiro livro de Timóteo, há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os seres humanos, o Deus-Homem, Cristo Jesus (1Tm 2:5).
Pense
nisto |
|
* Frank Holbrook, “Light in the Shadows”, Journal of Adventist Education, outubro-novembro de 1983, p. 35. Citado em Nisto Cremos, p. 426.
Milcah Atieno | Homa-Bay, Quênia
![]() |
|
| Personalizando os benefícios |
4. O que Cristo está fazendo por nós como nosso mediador no Céu? Jo 16:23, 24; At 5:31; Ef 1:3; 2:18; Hb 1:2; 4:16; 13:20, 21
O propósito da ressurreição de Cristo foi Sua entronização como nosso Sumo Sacerdote. Jesus terminou Sua obra sacrifical na cruz e está agora trabalhando como Rei e Sacerdote no santuário celestial. As boas-novas são que Jesus ainda está trabalhando em favor de Seu povo. A restauração final ainda está no futuro; a obra de intercessão de Cristo está levando àquela. Ainda estamos vivendo dentro da história da salvação, entre a ascensão e Sua volta. O tempo entre esses dois eventos é preenchido por Sua intercessão e o cumprimento da missão da igreja. |
Nossa condição como cristãos depende da atual obra de ministração de Cristo no segundo compartimento do santuário celestial. A atividade de apresentar nosso caso individual diante de Deus nos torna novamente aceitáveis e bem-vindos diante de Seus olhos. A resposta à obra de mediação se reflete sobre nós, abrindo uma porta para que obtenhamos acesso à graça redentora de Deus. “Os que, pela fé, seguem a Jesus na grande obra da expiação, recebem os benefícios de Sua mediação em seu favor; enquanto os que rejeitam a luz apresentada neste ministério não são por ela beneficiados” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 430).
“A intercessão de Cristo no santuário celestial, em prol do homem, é tão essencial ao plano da redenção, como o foi Sua morte sobre a cruz. Pela Sua morte iniciou essa obra, para cuja terminação ascendeu ao Céu, depois de ressurgir. Pela fé devemos penetrar até o interior do véu, onde nosso Precursor entrou por nós (Hb 6:20). Ali se reflete a luz da cruz do Calvário. Ali podemos obter intuição mais clara dos mistérios da redenção. A salvação do homem se efetua a preço infinito para o Céu; o sacrifício feito é igual aos mais amplos requisitos da violada lei de Deus. Jesus abriu o caminho para o trono do Pai, e por meio de Sua mediação pode ser apresentado a Deus o desejo sincero de todos os que a Ele se chegam pela fé” (Ibid., p. 489).
O dia do Senhor está se aproximando cada vez mais, exigindo vigilância espiritual em todos os momentos. Ao recapitularmos as bênçãos que Deus nos tem conferido, é importante sabermos que “todos os que verdadeiramente se tenham arrependido do pecado e que pela fé hajam reclamado o sangue de Cristo, como seu sacrifício expiatório, tiveram o perdão acrescentado ao seu nome, nos livros do Céu; tornando-se eles participantes da justiça de Cristo, e verificando-se estar o seu caráter em harmonia com a lei de Deus, seus pecados serão riscados e eles próprios havidos por dignos da vida eterna” (Ibid., p. 483).
Silas Onyango | Ndhiwa, Quênia
![]() |
|
| O tipo e o antítipo |
5. Como a intercessão de Cristo no santuário celestial afeta o mundo natural? Jo 3:35; Cl 1:16, 17; Hb 1:3
Provavelmente, a Terra seria tão devastada quanto Marte se não fosse a cruz de Cristo e Sua intercessão diante do Pai. Como já foi indicado, o pecado teve um efeito negativo sobre o mundo natural; a Terra se tornou uma expressão da natureza rebelde do pecado. Mas Deus não abandonou o mundo natural. Confira em Salmo 145:9 e Atos 17:28. A preservação de nossa vida não é resultado de leis mecânicas trabalhando independentemente de Deus. |
Por mais de 150 anos, o assunto da expiação tem sido percebido pelos adventistas como o processo de remissão de pecados. As ordenanças pertencentes a essa obra eram realizadas no santuário terrestre, que era “cópia e sombra daquele que está nos céus” (Hb 8:5, NVI). Está claro na Bíblia como a ministração do santuário terrestre era conduzida. Envolvidos nesse serviço sacrifical, estavam sacerdotes ministrando diariamente no lugar santo do santuário. Havia também a obra especial de expiação, feita pelo sumo sacerdote uma vez por ano. Esse serviço era realizado no lugar santíssimo do santuário. Nessa ocasião especial, estavam envolvidos dois bodes sem mácula e um sumo sacerdote. Um bode era escolhido para ser morto para o Senhor como oferta pelo pecado, e o outro, como “bode emissário” (Lv 16:8).
“Então [Arão] colocará as duas mãos sobre a cabeça do bode vivo e confessará todas as iniqüidades e rebeliões dos israelitas, todos os seus pecados, e os porá sobre a cabeça do bode. Em seguida, enviará o bode para o deserto aos cuidados de um homem designado para isso. O bode levará consigo todas as iniqüidades deles para um lugar solitário. E o homem soltará o bode no deserto” (Lv 16:21, 22).
“Toda esta cerimônia tinha por fim impressionar os israelitas com a santidade de Deus e o Seu horror ao pecado; e, além disso, mostrar-lhes que não poderiam entrar em contato com o pecado sem se poluir” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 419).
Também aprendemos que, conquanto houvesse um substituto para o pecador, o pecado não era cancelado pelo sangue da vítima. O sumo sacerdote, portanto, como mediador, tomava os pecados sobre si e, colocando as mãos sobre a cabeça do bode vivo, transferia-os para o bode. O desaparecimento do bode com os pecados do povo para uma terra deserta era a liberação e purificação final do tabernáculo do peso dos pecados humanos. Agora, no verdadeiro santuário do Céu, é a obra da expiação, preparatória para Sua segunda vinda, que Cristo está realizando há mais de um século. Ele entrou no lugar santíssimo do santuário com Seu próprio sangue, para realizar Sua obra como Sumo Sacerdote, intercedendo por todo pecador. Pela virtude de Seu próprio sangue, Cristo removerá todos os pecados de Seu povo do santuário celeste no fim de Sua obra de expiação. Os pecados serão, então, colocados sobre Satanás, o autor do pecado, que levará a pena final. “Assim será Satanás para sempre banido da presença de Deus e de Seu povo, e eliminado da existência na destruição final do pecado e dos pecadores” (Ibid., p. 422).
Ann Adoyo | Kisumu, Quênia
![]() |
|
| O caminho dos benefícios |
6. Que promessa fez Cristo aos discípulos, e qual era a função desse dom? Jo 14:16, 17; 16:8-11; Rm 8:9-14
Jesus disse aos discípulos que, depois de Sua partida, Ele lhes enviaria o Espírito e que o Espírito convenceria “o mundo do pecado, da justiça e do juízo” (Jo 16:8). É tarefa do Espírito tornar os pecadores completamente cientes de seu pecado, culpa e separação de Deus. Ao mesmo tempo, Ele lhes aponta a cruz de Cristo como única saída de sua situação desesperada. Sem essa obra do Espírito, a cruz se tornaria ineficaz. |
Por Sua morte na cruz, Cristo fez provisão adequada para todo indivíduo da raça humana. Ele tomou nossos pecados sobre Si e sofreu as conseqüências em nosso favor. Agora, intercede por nós nas cortes celestiais. A intercessão terminará no julgamento final, quando Cristo proferirá um veredito sobre todas as pessoas. Portanto, nossa vida presente deve refletir o que desejamos alcançar em nossa caminhada com Cristo. É por isso que, através de Sua obra como nosso Sumo Sacerdote, Jesus tornou possível que façamos nossa escolha agora, porque quando se encerrar a obra do juízo de investigação, o destino de todos terá sido decidido, ou para a vida, ou para a morte. A seguir estão os passos que você pode dar para ajudar as pessoas a fazerem a escolha correta:
1. Humilhação diante de Deus. “Felizes as pessoas humildes, pois receberão o que Deus tem prometido” (Mt 5:5). Não podemos obter as promessas de nosso Pai se não formos humildes diante dEle. A humildade anda de mãos dadas com a entrega de si mesmo e a paciência.
2. Oração e jejum. Nada mais fará tanto por nós como uma experiência de profunda devoção e oração. Cristo está fazendo Sua parte por nós agora. Precisamos fazer a nossa, com atividades que nos mantenham em Sua presença e nos ajudem a conhecer a vontade de Deus em nossa vida.
3. Profundo exame de consciência. Enquanto Cristo pleiteia Seu sangue diante do Pai em nosso favor, devemos examinar nosso coração. A atividade de purificação que ocorre no santuário celestial é um reflexo do que deve ocorrer em nosso próprio coração.
4. Contemple a promessa. Daquela cena de alegria celestial, volte à Terra o eco das próprias palavras de Cristo. Leia essas palavras em João 20:17. A família do Céu e a família da Terra são uma só. Por nós nosso Senhor ascendeu, e por nós Ele vive. “Por isso, também pode salvar totalmente os que por Ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles” (Hb 7:25).
Goretty Atieno | Homa-bay, Quênia
![]() |
|
| Significado pessoal da intercessão |
A lição desta semana revelou a maravilhosa obra que Cristo está fazendo em nosso favor desde Sua ascensão. Concordo com Paulo em que, na verdade, nada pode nos separar do amor de Cristo (Rm 8:35-39). Certamente, não posso nem me lembrar do número de vezes que pequei contra Deus, mas Cristo sabe, havendo colocado um número igual perante Deus de súplicas por perdão em meu favor. O sacrifício expiatório de Cristo nos aproxima de Deus. “Pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-Se das nossas fraquezas, mas sim alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado. Assim, aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade” (Hb 4:15, 16, NVI).
É por isso que estou confiante de que a segurança que temos no sacrifício expiatório de Cristo nos ajudará a prevalecer contra Satanás. Nossa luta contra ele é por toda a vida. “Temos diante de nós uma peleja – um conflito, por toda a vida, com Satanás e suas sedutoras tentações. O inimigo empregará todos os argumentos, todos os enganos, para emaranhar a alma; e, para ganhar a coroa da vida, temos de empregar esforço fervoroso, perseverante” (Ellen G. White, Mensagens aos Jovens, p. 104).
Graças a Deus que Ele fez todas as provisões para mim, a fim de que eu alcance a vitória. Contudo, mesmo que eu escolha pecar, ou peque acidentalmente, tenho um Advogado com o Pai, suplicando em meu favor por purificação e perdão. Em qualquer tentação possível, creio que Deus enviará Seus santos anjos e o poder de Seu Espírito Santo para me ajudar em minhas lutas contra quaisquer tendências herdadas ou cultivadas para o pecado.
Isso nos mostra que não há tentação poderosa demais para Deus resolver, e é maravilhoso saber que quando pecamos, Ele ainda nos aceita se nos volvermos a Ele com fé genuína. Louvo a Deus por Sua insondável misericórdia e amor, que Ele proveu por meio de Seu Filho. Seu coração de compassivo amor está sempre pronto a purificar e perdoar. Por causa de Seu sacrifício expiatório, Seu amor e misericórdia chegam às profundezas do inferno, nos tiram de lá, e nos colocam novamente ao Seu lado.
“Contemplemos a vida e o caráter de Cristo e estudemos Sua obra intercessória. Nela há infinita sabedoria, amor infinito, justiça infinita e infinita misericórdia” (Ellen G. White, Evangelismo, p. 120).
Dicas |
|
Hellen Atieno | Rongo Township, Quênia