| Lição 12 | 14 a 19 de dezembro |
Unidos a Cristo |

“Quem está unido com Cristo é uma nova pessoa; acabou-se o que era velho, e já chegou o que é novo” (2Co 5:17). |
Prévia da semana: Vida nova exige novo comportamento. Podemos fazer essas mudanças somente com o poder de Cristo em nossa vida.
Leitura adicional: João15:1-17; Parábolas de Jesus, p. 185; Jim Hohnberger, Fuga Para Deus (Tatuí, CPB, 2003), p. 132-159
Domingo, 14 de dezembro |
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| Ele nos ama com ternura |
Estude os paralelos e contrastes abaixo e resuma a natureza da humanidade que se tornou pecadora em Adão e a nova humanidade estabelecida por Cristo:
| Adão | Cristo |
1. Filho de Deus (Lc 3:38) |
1. Filho de Deus (Lc 3:22) |
2. Foi desobediente (Rm 5:19) |
2. Foi obediente (Rm 5:19) |
3. Introduziu o pecado (Rm 5:12) |
3. Trouxe graça a todos (Rm 5:20-21) |
4. Introduziu o reinado da morte (Rm 5:17) |
4. Tornou possível o reinado da vida (Rm 5:17) |
5. Todos os seus descendentes são pecadores (Rm 5:19) |
5. Por Ele muitos serão feitos justos (Rm 5:19) |
6. Trouxe condenação (Rm 5:18) |
6. Trouxe justificação (Rm 5:18) |
7. Nele todos morrem (1Co 15:21) |
7. NEle todos serão vivificados (1Co 15:21) |
Era uma vez um jovem corajoso. Era o filho único de seus pais e o único herdeiro de suas riquezas, contudo escolheu ir para a guerra para servir ao seu país. Esse jovem estava disposto a sacrificar a vida, nunca pensando em quão perigosa e horrível seria a guerra. Cheio de coragem, tudo em que ele pensava era como salvar sua nação. Antes de empreender viagem, o pai falou com ele, dizendo-lhe palavras de sabedoria, inspiração, encorajamento e amor. Com olhos lacrimosos, os pais o abraçaram como se fosse a última vez, pois sabiam que a guerra possivelmente tiraria a vida do amado filho. O jovem sentiu uma ligeira dor no coração ao deixá-los, mas estava determinado a ir.
Certa tarde, em 3 de março de 1945, a batalha em Manila cessou. A fumaça enchia o ar, e ali na rua jaziam milhares de filipinos sem vida que haviam lutado por seu país. Entre eles estava o corpo daquele jovem. Ele morreu com alegria, pois sabia que havia lutado com um propósito.
Jesus fez algo semelhante, mas com um propósito infinitamente maior. Deu a vida por amor a nós na guerra entre o bem e o mal. “Visto que a lei divina é tão sagrada como o próprio Deus, unicamente um Ser igual a Deus poderia fazer expiação por sua transgressão” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 63). Nem mesmo os anjos podiam pagar o débito.
João 3:16 nos dá o quadro de como o Pai ofereceu Seu único Filho para a salvação do mundo. Jesus, o Cordeiro de Deus, tirou nossos pecados (Jo 1:29). Você já imaginou quão grande é o amor de Deus? Ele teria morrido mesmo que houvesse apenas uma pessoa na Terra! Suportou intensa agonia e derramou Seu sangue na cruz até a última gota. Essa visão quebrantou o coração do Pai. Mas o sofrimento de Deus, o Filho, foi o resgate que Ele pagou pelos nossos pecados.
Jesus fez expiação pelos nossos pecados. Ele também foi para o Céu a fim de preparar um lugar para nós. Hoje, e até os últimos dias da história da Terra, Ele Se coloca em defesa de você e de mim por uma grande razão – Ele nos ama com ternura.
Kimberly Fatima P. San Carlos | Kawit, Filipinas
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| Um mestre ou o Mestre |
O objetivo máximo da obra de salvação efetuada por Cristo é renovar todas as coisas, desfazendo assim, permanentemente, o dano causado pelo pecado. Essa esperança do “novo” foi anunciada pelos profetas do Antigo Testamento, particularmente por Isaías, que falou sobre a criação de um novo Céu e uma nova Terra (Is 65:17). O conceito do que é novo no Antigo Testamento é desenvolvido mais plenamente no Novo Testamento, agora sob a perspectiva da obra de redenção em Jesus. Conseqüentemente, o “novo” não é só o que antecipamos pela esperança em Cristo, mas também o que já estamos experimentando agora como cristãos. Por exemplo, já entramos em uma nova aliança com Cristo (Mc 14:24); já estamos em novidade de vida (Rm 6:4). A nova vida está na Terra porque Cristo a iniciou pelo poder de Sua morte e ressurreição. A obra de redenção é essencialmente de recriação, tão radical que resultará em um novo Céu e uma nova Terra. A nova humanidade é a participação humana na humanidade inaugurada por Cristo. |
No mundo materialista de hoje, muitos de nós queremos tudo. Mas, quanto ao dar tudo para alguém, isso é outra história. Não queremos pertencer a ninguém nem ser dominados por ninguém a não ser nós mesmos. Contudo, a Bíblia nos ensina que, se somos cristãos, precisamos dar nosso tudo a Cristo e torná-Lo Senhor de nossa vida.
Paulo usa o tema “em Cristo” ao longo de todos os seus escritos. “Em Cristo” é uma expressão que denota um senso de pertencer, e traz o significado soteriológico de que Cristo nos salva e coloca uma reivindicação sobre nós. Esse tema dá significado à maneira de nos vermos em Cristo. Note que Romanos 6:6 apresenta a realidade de que todos fomos “escravos do pecado” no passado, o que significa que o pecado já foi nosso senhor. Essa escravidão terminou quando fomos crucificados com Cristo. Ser crucificados com Ele é morrer para nosso antigo senhor – nós mesmos. Agora, o pecado não mais reina – quem reina é Jesus. Estamos nEle, e Ele é nosso novo senhor.
Essa mudança de senhorio é importante para a discussão da expiação, porque a expiação é, na verdade, uma reconciliação com Deus. Essa reconciliação envolve uma amizade eterna com Deus, um relacionamento que foi rompido pelo pecado. Expiação é reconciliação. Estar crucificado com Cristo é estar em união com Ele; é experimentar justificação e reconciliação com Deus, porque não mais somos escravos do pecado. É por essa razão que Paulo se orgulha em denominar a si mesmo escravo de Cristo (Rm 1:1). Que mudança de senhorio!
Ter Cristo como nosso Senhor nos traz a certeza da salvação. “Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm 5:1, NVI). A Bíblia ainda declara: “Portanto, agora já não há condenação para os que estão em Cristo Jesus” (Rm 8:1, NVI). A expiação é agora uma realidade.
Agora que somos servos de Cristo, surge nova união que consiste numa amizade eterna com Deus, ilustrando da melhor forma possível a expiação. O pecado já não exerce mais senhorio nenhum sobre nós. Agora, temos uma razão para nos gloriar (Rm 5:11), pois pertencemos a Jesus Cristo e estamos unidos a Ele.
Felixian T. Felicitas | Valência, Filipinas
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| Novidade de vida |
1. Como Paulo descreve a incorporação dos seres humanos em Cristo? Rm 6:3-6; 2Co 5:17
Os benefícios plenos da morte de Cristo são apropriados por nós unicamente quando, pela fé, nos unimos a Ele em Sua morte e ressurreição. Morrer com Ele significa reconhecê-Lo como nosso Salvador. Reconhecê-Lo como Salvador significa que vemos nEle o Filho de Deus que morreu na cruz por nossos pecados e nossa rebelião, e que experimentamos arrependimento, batismo e o perdão dos pecados (At 2:38). Verdadeira conversão exige mais que o reconhecimento e aceitação da verdade bíblica. Requer o reconhecimento de nossa verdadeira condição de pecadores, a fim de perceber que, separados de Cristo, somos destinados a uma vida de total escravidão ao pecado e à morte, e que nossa condição desesperada só pode ser mudada radicalmente quando vamos a Jesus. |
Ato de desobediência. A epístola aos Romanos, particularmente o capítulo 5, fala sobre o papel de Adão na queda da humanidade. Ele nunca pensou que a escolha que fez significaria tanto para ele, para Eva e para as futuras gerações. Adão amava tanto a Eva que fazia de tudo para torná-la feliz. Por causa disso, ele fez uma escolha que causou desunião não só entre eles e Deus, mas entre Deus e todas as gerações de seres humanos que viriam. Essa desunião ocorreu porque eles escolheram transgredir a imutável e santa lei, abrindo assim “os diques da morte e trazendo sobre o mundo misérias indizíveis” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 33).
Resultados da desobediência. Adão e Eva se tornaram escravos do pecado. As razões pelas quais eles escolheram desobedecer a Deus não foram suficientes para defender seu caso, uma vez que eles cometeram uma violação direta da ordem de Deus. Se não fosse pela curiosidade de Eva e a negligência de Adão, todos poderíamos estar desfrutando de abundância de vida numa Terra livre de poluição, crime e aflição. Estamos agora sofrendo as conseqüências do pecado, e recebendo seu pior efeito: a morte. Ela chega a todos os lares e, como resultado da desobediência deliberada de Adão e Eva, todos nós sofremos. O pecado predomina em toda parte, o tempo todo.
A condenação universal foi outro resultado da desobediência de nossos primeiros pais. Embora Deus tenha planejado redimir os seres humanos quando eles pecassem (1Pe 1:20), foi doloroso para o Pai oferecer Seu Filho a fim de ser a oferta sacrifical para a remissão do pecado.
Além disso, é incompreensível a agonia física, emocional e espiritual que o Filho de Deus sofreria na cruz em nosso favor.
Resgate para a desobediência. Deus tanto amou Adão, Eva e as gerações que se seguiriam que havia formulado com antecedência um plano a fim de tornar bem-sucedida a redenção. “Parecia não haver nenhum lugar de repouso ou segurança para o infante Redentor. Deus não podia confiar Seu amado Filho aos homens, nem mesmo enquanto levava avante Sua obra em benefício da salvação deles. Comissionou anjos para assisti-Lo e protegê-Lo até que cumprisse Sua missão na Terra, e morresse às mãos daqueles a quem viera salvar” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 67).
Do ventre da mãe à tumba, Jesus havia experimentado grande perigo nas mãos de Satanás. Mas o diabo não ganhou a guerra. A abnegada vida e morte de Jesus envergonhou Satanás; e quando Cristo ressuscitou dos mortos, foi concedido aos seres humanos um modo de ser reconciliados com Deus. “Tudo que se havia perdido, rendendo-se a Satanás, poderia ser recuperado por meio de Cristo” (Ellen G. White, Educação, p. 27). Nossa união com Cristo é possível por causa da obediência de Jesus à vontade de Seu Pai. Sim, Jesus Cristo Se tornou a grande força para trazer de volta a glória de Deus aos seres humanos.
A expressão “em Cristo” em 2 Coríntios 5:17 revela de maneira breve, mas profunda, o significado de nossa redenção. Fala de segurança nAquele que suporta o juízo de Deus por nossos pecados, de aceitação nAquele em quem Deus Se compraz, e da certeza de uma glória presente e futura nEle, que está além de nossa capacidade de compreensão.
Por meio da vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo, os seres humanos são privilegiados em ter uma chance de estar novamente unidos a Cristo, a única escada que os conecta a Deus.
Paulo compara Adão e Cristo, enfatizando a vasta superioridade de Cristo. Adão é o cabeça da era antiga, mas Cristo é o cabeça da nova era. Seu dom de graça é muito mais poderoso que o “dom do pecado” que Adão deu à humanidade. Quando Jesus deu Sua vida, esse sacrifício foi suficiente para pagar pelos pecados de todos os seres humanos. O poder dessa única vida e desse único ato redentor triunfou sobre o poder do primeiro ato pecaminoso.
Obediência sobre a desobediência. Não há como escapar do fato de que os seres humanos são pecaminosos. Contudo, há uma parte de nosso eu interior que deseja as coisas de Deus e anseia estar de acordo com Sua boa e perfeita vontade. Apesar de nossas “nobres” intenções, o pecado freqüentemente assume o controle. Que recurso temos contra o pecado, o qual é mais forte que nossa vontade? Em nossa própria força, nenhum!
Se escolhermos pecar, escolheremos o caminho que leva à morte. A violação deliberada da ordem de Deus tornará a vida difícil, problemática e deprimente. Por que desejaríamos esse tipo de vida? A escolha é nossa. Como diz o texto bíblico: “A obediência é melhor do que o sacrifício” (1Sm 15:22, NVI).
Deus, que criou os seres humanos à Sua imagem, Se deleita grandemente quando um de nós aceita e experimenta a alegria de estar ligado a Cristo. Morrer com Cristo significa morrer para o pecado, pois Cristo morreu pelos pecadores que estavam desligados dEle. Nossos pecados vieram através de Adão mas, louvado seja Deus!, nossa salvação vem através de Cristo.
Pense
nisto |
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Allen Y. Bano | Bongabon, Filipinas
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| Vindo à mente de Deus |
2. Nos textos seguintes, como entendemos a expressão “em Cristo”? Rm 16:7; Gl 3:28; Ef 1:1; Cl 1:28; 1Ts 4:16
A expressão “em Cristo” é usada por Paulo em uma variedade de modos. Em alguns casos, Paulo usa “em Cristo” para se referir a algo que Deus faz em Cristo. Por exemplo, “Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo” (2Co 5:19). A expressão também é usada para indicar que tudo o que o cristão faz é feito em união com Ele: Nos alegramos nEle (Fp 3:1), nEle nos gloriamos (Rm 15:17), permanecemos firmes nEle (Fp 4:1), somos fortes nEle (Ef 6:10), e nEle praticamos obras de fé (Gl 5:6). A expressão “em Cristo” também mostra que Ele é nosso centro original de existência e guia tudo o que somos e fazemos, e é a Ele que vamos para conhecer a nós mesmos e o destino glorioso preparado para nós. |
A mente é uma importante faculdade do corpo humano e também poderoso instrumento para o bem ou para o mal. Como Ellen White diz, “os homens devem tornar-se súditos do reino de Cristo. ... Por leis e recursos Deus, providenciou uma comunicação com a vida espiritual do homem, que em sua ação é tão misteriosa como a ciência e a atuação do vento (Jo 3:7 e 8). ... Tão espiritual é a espécie da atuação de Deus no coração humano que a recebe, que torna o homem uma nova criatura” (Mente, Caráter e Personalidade, v. 1, p. 14, 15).
“A mente deve ser disciplinada, educada e exercitada; pois os homens devem fazer serviço para Deus por maneiras que não se acham em harmonia com sua inata inclinação. Muitas vezes devem o preparo e a educação de toda uma existência ser rejeitados a fim de que a pessoa se torne discípula na escola de Cristo. O coração deve ser educado a firmar-se em Deus. Adultos e jovens precisam formar hábitos de pensamento que os habilitem a resistir à tentação. Cumpre-lhes aprender a olhar para o alto. Os princípios da Palavra de Deus – princípios tão elevados como o céu e que abrangem a eternidade – devem ser compreendidos em sua relação para com a vida diária. Todo ato, palavra e pensamento devem estar em harmonia com esses princípios” (Ellen G. White, Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, p. 20).
“Se desenvolvermos a mente ao máximo de nossa capacidade, havemos de continuar, através da eternidade, a estudar os caminhos e obras de Deus, e conhecer mais e mais a Seu respeito” (Ibid., p. 252).
“Todos quantos se acham sob as instruções de Deus precisam da hora tranqüila para comunhão com o próprio coração, com a natureza e com Deus. ... Devemos, individualmente, ouvi-Lo falar ao coração. Quando todas as outras vozes silenciam e, em sossego, esperamos diante dEle, o silêncio interior torna mais distinta a voz de Deus. Ele nos manda: ‘Aquietai-vos e sabei que Eu sou Deus’” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 58).
Marielet Joy M. Murillo | Antipolo, Filipinas
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| Reflexo de Jesus |
3. Qual é a relação entre estar em Cristo e estar no Espírito? É a mesma coisa? Rm 8:9
Há uma conexão muito íntima entre o Espírito e Cristo. Existem várias idéias em Romanos 8:9 que merecem atenção. Primeira, um contraste entre estar na carne e estar no Espírito. Os crentes não estão na carne; isto é, não são controlados por sua natureza caída, em estado de rebelião contra Deus e impossibilitados de se submeterem à vontade divina (v. 6-8). Ao contrário, estão no Espírito, isto é, espiritualmente vivos (v. 10), se tornaram filhos de Deus (v. 14), e o pecado não governa sobre eles. A passagem descreve dois estilos de vida incompatíveis: um pertence à velha criatura e o outro, à nova criatura, à nova humanidade em Cristo. Segunda, “estar no Espírito” significa que a pessoa pertence a Cristo. Isso indica que estar em união com Cristo é o mesmo que estar no Espírito. Jesus e o Espírito não são a mesma pessoa, mas Ele Se relaciona com os crentes através do Espírito. |
Deus advertiu nossos primeiros pais do perigo que os ameaçava no Éden, mas mesmo assim Satanás conseguiu enganá-los. Então, foi erigida uma barreira entre Deus e os seres humanos. Contudo, apesar do grande engano de Satanás, a Divindade havia elaborado um plano de salvação (1Pe 1:20). A expiação foi feita através do supremo sacrifício de Jesus Cristo no Calvário. Porque Seu sangue foi derramado, podemos novamente ser reconciliados com Deus.
Estando unidos com Ele, todos nós nos tornamos membros da comunidade dos verdadeiros crentes. Ser um verdadeiro crente significa que refletimos o caráter de Jesus. Conservemos em mente estes simples lembretes, para ajudar-nos a alcançar esse objetivo:
1. Siga a direção de Jesus. Um bom pastor nunca desencaminhará seu rebanho (Jo 10:4). Não vagueie pelo caminho, mas mantenha os olhos focados somente no Mestre. Nunca pense que você pode fazer melhor sozinho.
2. Ouça o Líder. Qualquer time de esportes tem um líder, e geralmente esse líder é a pessoa que inicia a viagem para o sucesso. Ele ou ela incendeia o time, dá exemplos dentro e fora da quadra ou campo, e toma boas decisões que promovem uma vitória após outra. Um time se torna vencedor por causa de seu líder. Na vida, se Jesus for o nosso líder como podemos perder? (1Jo 5:4).
3. Apegue-se a Jesus. Nosso relacionamento com Cristo é exemplificado pela videira e os ramos. Ele é a videira, e nós somos os ramos. Estar ligados a Ele é a única forma de dar fruto; sem Ele não podemos fazer nada (Jo 15:1-11; Gl 5:22, 23).
4. Partilhe seus dons espirituais. Como o corpo consiste de várias partes que têm diferentes funções, todos temos nossos próprios dons espirituais com os quais servimos a Deus (1Co 12:12, 17). Usar nossos dons espirituais não é uma bênção apenas para a igreja e outras pessoas, mas para nós também.
Jonathan G. Divina | Atimonan, Filipinas
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| Não podemos fazer nada |
Há cristãos que acreditam na doutrina da segurança eterna, mais comumente conhecida como o princípio “uma vez salvo, para sempre salvo”. Alguns fazem desse princípio uma desculpa para viverem como desejam, acreditando erroneamente que seus atos não importam, contanto que professem fé em Cristo.
Contudo, João 15:5 nos ensina outra coisa. Ellen White colocou as coisas desta forma: “Existem entre nós muitos que têm uma fé nominal, mas não introduzem no caráter essa fé. ... Temos de ter aquela fé que opera por amor e purifica a alma, a fim de que essa crença em Cristo nos leve a pôr de lado tudo que seja ofensivo a Sua vista” (Nos Lugares Celestiais [MM 1968], p. 118). “Assim aqueles que recebem a Cristo pela fé, tornam-se um com Ele, em princípio e ação. São unidos a Ele, e a vida que vivem é a vida do Filho de Deus” (Ibid., p. 56).
Assim como os ramos recebem nutrição da videira, habilitando-os a dar fruto, o crente que está unido com Cristo revela a bondade e santidade de Seu caráter. Contudo, Satanás e seus anjos estão trabalhando dia e noite para tentar enganar todos os que estão lutando para seguir a Cristo. Ele continuamente procura desviar-nos de nossa lealdade a Cristo. Lembremo-nos de que Cristo, sendo, Ele próprio, vencedor, nos deu a vantagem de Sua vitória. Assim, podemos extrair poder dEle para poder vencer assim como Ele o fez. Podemos às vezes falhar, mas não devemos ficar desanimados, pois Cristo também prometeu que, “se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça” (1Jo 1:9, NVI). Jesus não é um Deus severo que espera que seus seguidores se tornem perfeitos num instante. Ao contrário, devemos cooperar com Ele, lutando em Sua força para nos tornarmos o que Ele deseja que sejamos. Ele deseja que nos apoiemos totalmente nEle.
Neste momento, examinemos a nós mesmos e entreguemos nossa vida a Ele. Podemos nos sentir indignos, mas Cristo nos quer assim como estamos. Ele conhece nossas fraquezas e limitações. Tudo o que temos a fazer é aceitar Seu convite e confiar nossa vontade a Ele em completa confiança de que Ele sabe o que é melhor para nós. Permaneçamos ligados a Ele. Como os ramos murcham e morrem separados da videira, assim nós morremos sem Cristo – pois, sem Ele, não podemos fazer nada.
Dicas |
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Jennifer I. Castillo | Houston, EUA