Lição 13
20 a 27 de setembro

“Envia-me a mim”

Lição dos jovens 1332008


“Em seguida, ouvi o Senhor dizer: Quem é que Eu vou enviar? Quem será o Nosso mensageiro? Então respondi: Aqui estou eu. Envia-me a mim!” (Is 6:8).

Prévia da semana: O profeta Isaías aceitou uma missão de Deus que era impopular. Mas, pelo seu ministério, vidas foram transformadas e o poder de suas palavras é sentido ainda hoje.


Domingo, 21 de setembro

Introdução
"Quando irão saber?"

1. Descreva a visão de Isaías, registrada em Isaías 6:1-6.

2. Compare a visão de Isaías com as destes outros que tiveram a experiência de ver a Deus. Qual foi a reação comum? Que lição importante podemos tirar dessas reações sobre nossa relação para com o Criador? Êx 20:18, 19; Jz 13:22; Jó 42:5, 6; Ap 1:17

Em resposta à sua visão do “Rei, o Senhor dos Exércitos” Isaías clamou: “Ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos exércitos!” (Is 6:5).

Por campos e desertos andei / Mas por lá não encontrei / Resposta boa o bastante / Para esta pergunta importante: / Quando irão saber, Senhor? / Será que ouvirão, enfim: / ‘Senhor, envia-me a mim’?

Então, olhei ao meu redor / E ouvi um grande clamor. / Deixei uma lágrima cair, / E senti que me faltava ir; / Será que nunca saberão, Senhor? / Será que nunca vou dizer assim: / ‘Senhor, envia-me a mim’?

Como é que virão a conhecer / O Jesus que é a razão do meu viver? / Quando é que irão abandonar / O caminho que estão agora a trilhar? / Será que nunca saberão, Senhor? / Será que nunca vou dizer assim: / ‘Senhor, envia-me a mim’?

E o Senhor me envia agora / A dizer por este mundo afora / Que todos têm imenso valor. / Quando irão saber, Senhor? / Será que ouvirão, enfim: / ‘Senhor, envia-me a mim’? / A Jesus eles conhecerão / Quando eu disser com carinho: / ‘Venham, sigam-nO! / Ele é o caminho...’”*

Pense nisto
  1. Quando você entendeu que aceitar a Jesus como seu Salvador incluía seu compromisso de ajudar outros a conhecerem Jesus como Salvador?
  2. Qual é o modo mais eficaz de ajudar outros a conhecerem Jesus: construir relacionamentos com outras pessoas ou enviar literatura em massa pelo correio? Explique sua resposta.

*Autor desconhecido, “When Will They Know?”, Is There No Singing?, p. 33.

Norma Sahlin | Springboro, EUA


Segunda, 22 de setembro

Exposição
Deus está chamando você?

3. Por que a ênfase nos “lábios impuros” (Is 6:5)? O único pecado de Isaías e de seu povo era pelo que eles falavam? De que isso poderia ter sido um símbolo? Veja também Pv 13:3; Mt 12:37; Lc 6:45.

Assim que Isaías confessou, um serafim tomou uma brasa viva do altar divino, voou até ele e tocou-lhe os lábios com ela.

4. O que aconteceu em seguida? O que esse ato simboliza? Que mensagem podemos tirar desse episódio? Is 6:6, 7

Um senso de chamado enraizado na graça (Is 6:1, 6, 7). Antes de Deus chamá-lo para uma missão, Isaías teve uma rica experiência da majestade de Deus. Ele compreendeu quão maravilhoso e santo Deus é. Qualquer idéia de que Deus está chamando alguém para fazer ou ser alguma coisa precisa começar com esse elevando senso de Deus. É isso que Lhe dá a autoridade de enviar uma pessoa numa missão.

Contudo, Deus era não somente “alto e exaltado”, mas também compassivo e perdoador. Um dos anjos tomou “uma brasa viva... do altar” e tocou a face de Isaías, dizendo: “A sua culpa será removida, e o seu pecado será perdoado” (versos 6 e 7, NVI). Isaías estava plenamente consciente de que, no Dia da Expiação, o sumo sacerdote levava brasas de fogo ao lugar santíssimo. As brasas do altar transmitem uma forte textura de graça. Um autêntico senso da missão cristã está sempre enraizado tanto na autoridade quanto na graça de Jesus Cristo. Nosso Senhor ama você o suficiente para morrer por você e, portanto, tem autoridade espiritual para enviar você ao mundo como Seu agente.

Sentindo-se livre para ir (Is 6:8). Quando Deus diz: “Quem enviarei? Quem irá...?”, Isaías, apesar de seu profundo senso de incapacidade um momento antes, sente-se livre para responder imediatamente: “Envia-me!” (verso 8, NVI). Agora, ele está inteiramente livre para ingressar no que se tornaria um chamado vitalício. É claro que ele não sabia tudo com o que estava se comprometendo naquele momento, mas não se importava. Simplesmente queria fazer o que Deus desejava que fosse feito.

Essa é a liberdade que todo crente precisa ter a fim de seguir a Cristo fielmente. A dúvida tem seu uso. O medo muitas vezes vem dos fatos. A vergonha é inevitável, uma vez que todos somos pecadores. Contudo, essas coisas não nos devem impedir de seguir a Jesus em todo o caminho. Precisamos confiar nEle tão completamente que estejamos dispostos a fazer ecoar as palavras de Isaías: “Envia-me!”

“Ir aonde Deus mandar.” Essa era minha parte favorita da Lei dos Desbravadores. Ser enviado numa viagem com um claro propósito é algo que tem sua própria excitação e poder, não importa quão simples seja o propósito ou quão curta a viagem. Melhor do que contar os pontos num jogo, o esforço de alcançar um alvo designado traz à tona o melhor do coração e da mente humana. Engloba o ser todo, dando um senso de identidade e significado à vida. A vida que tem um propósito é de grande riqueza e realização – o tipo de vida que todo mundo está procurando.

Uma visão cada vez maior do propósito de Deus (Is 49:6). Isaías provavelmente tenha começado sua viagem com uma idéia limitada do alvo que Deus tinha em mente. Ele era cativo da linguagem, cultura e teologia na qual havia sido criado desde criança. Tudo se centralizava nos filhos de Israel como um povo especial que tinha o Deus vivo todo para si. Ele via a si mesmo como enviado para “Jerusalém e Judá” (Is 3:1), “este povo”, para lhe abrir os olhos e ouvidos a fim de que pudesse se converter e ser curado (Is 6:10). Ele poderia ter dito que era alguém que pregava um reavivamento, e não um missionário.

Ele me faz lembrar muitos membros da igreja que me disseram estar mais interessados em ministérios de conservação do que em trabalho missionário. “Nosso primeiro dever é cuidar do que é nosso.” Que visão egoísta da vida e dos objetivos de Deus! Se alguém persistir como fiel seguidor de Jesus, mais cedo ou mais tarde será levado a deixar para trás essa visão tão estreita e encontrar a visão mais expansiva no coração de Deus.

Mais adiante na jornada de Isaías, ele captaria uma visão mais ampla. Era uma “coisa pequena demais” trabalhar só para “restaurar as tribos de Jacó e trazer de volta aqueles de Israel que Eu guardei”. Deus tinha para ele uma missão mais ampla. “Também farei de você uma luz para os gentios, para que você leve a Minha salvação até os confins da Terra” (Is 49:6, NVI). Deus desejava salvar toda a humanidade. Isso deve ter sido algo completamente novo e revolucionário para Isaías, na primeira vez em que ele entendeu o que Deus estava realmente dizendo.

Você está disposto a ir? (Mt 28:18-20). A comissão evangélica de Mateus 28:18-20 é de muitas maneiras paralela aos textos de Isaías que vimos na lição de hoje. Cristo começa declarando Sua autoridade recém-adquirida na cruz. Devido ao fato de Ele ter morrido para expiar os pecados da humanidade, Sua graça, agora, era suficiente para ganhar o mundo todo. “Façam discípulos”, Ele ordena a Seus seguidores. “Vão... batizando-os... ensinando-os.” Isso resume o que Ellen White chama de “métodos de Cristo”. Ela descreve como Ele “misturava-Se com os homens como uma pessoa que lhes desejava o bem. Manifestava simpatia por eles, ministrava-lhes às necessidades e granjeava-lhes a confiança. Ordenava então: ‘Segue-Me.’”

Pense nisto
  1. Você está disposto a se misturar com pessoas perdidas, demonstrar a compaixão de Cristo, satisfazer necessidades, e convidar seus amigos descrentes simplesmente para seguir a Jesus? Essa é sua missão na vida, quer você decida assumi-la ou não.
  2. Como você se equipa para construir relacionamentos que ampliarão o Reino de Jesus?

Monte Sahlin | Springboro, EUA


Terça, 23 de setembro

Testemunho
Maiores resultados

Quando Isaías ouviu o chamado de Deus, respondeu imediatamente: “Eis-me aqui, envia-me a mim” (Is 6:8). Note que Isaías respondeu ao chamado antes de saber os detalhes da tarefa (veja também Hb 11:8). Isaías respondeu porque sabia que, embora fosse indigno, Deus é digno. Embora fosse impotente, Deus é todo-poderoso.

Se estivermos dispostos, Deus nos dará o poder de que precisamos para cumprir a missão que nos dá. Ele purificou os lábios impuros de Isaías (Is 6:7); deu a Maria o Espírito Santo e “o poder do Altíssimo” (Lc 1:35); Jesus orou por Pedro (Lc 22:32); ungiu Saulo com o Espírito Santo (At 9:17, 18); pôs palavras na boca de Jeremias (Jr 1:9). Devemos esperar algo menos para nós mesmos, agora, neste tempo decisivo da história da Terra?

“É necessário pôr-se em íntimo contato com o povo mediante esforço pessoal. Se se empregasse menos tempo a pregar sermões, e mais fosse dedicado a serviço pessoal, maiores seriam os resultados que se veriam. Os pobres devem ser socorridos, cuidados os doentes, os aflitos e os que sofreram perdas confortados, instruídos os ignorantes e os inexperientes aconselhados. Cumpre-nos chorar com os que choram, e alegrar-nos com os que se alegram. Aliado ao poder de persuasão, ao poder da oração e ao poder do amor de Deus, esta obra jamais ficará sem frutos” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 143, 144).

“Há, por toda parte, a tendência de substituir pela obra de organizações o esforço individual. A sabedoria humana tende à consolidação, à centralização, à edificação de grandes igrejas e instituições. Muitos deixam às instituições e organizações a obra da beneficência; eximem-se do contato com o mundo, e seu coração torna-se frio. Ficam absorvidos consigo mesmos e insensíveis à impressão. Extingue-se-lhes no coração o amor para com Deus e o homem” (Ibid., p. 147).

“Cristo confia a Seus seguidores uma obra individual – uma obra que não pode ser feita por procuração. O serviço aos pobres e enfermos, o anunciar o evangelho aos perdidos, não deve ser deixado a comissões ou caridade organizada. Responsabilidade individual, individual esforço e sacrifício pessoal são exigências evangélicas” (Ibid.).

“A todos quantos se tornam participantes de Sua graça, o Senhor indica uma obra em benefício de outros. Cumpre-nos estar, individualmente, em nosso posto, dizendo: ‘Eis-me aqui, envia-me a mim’ (Is 6:8). ... É nossa obra revelar aos homens o evangelho de sua salvação. Toda empresa em que nos empenhemos deve ser um meio para esse fim” (Ibid., p. 148).

“São missionários de coração, os que são necessários. Aquele cujo coração é tocado por Deus é cheio de um grande anseio por aqueles que nunca Lhe conheceram o amor. Sua condição os impressiona com um senso de infortúnio pessoal. Expondo a própria vida, vai como mensageiro enviado pelo Céu e por ele inspirado para efetuar uma obra em que os anjos podem cooperar” (Ibid., p. 150).

Santhosh Jackson | Kensington, EUA


Quarta, 24 de setembro

Evidência
Isaías – o autêntico

5. Qual foi o chamado de Deus a Isaías? Is 6:9, 10

Ao longo de toda a Bíblia, Deus chama Seu povo a ouvir, obedecer, retornar a Ele, ser curado por Ele. Mas, como sabemos, muitos não ouviram. Desse modo, o que parece estar acontecendo nesses versos é que Deus está simplesmente declarando como o povo haverá de responder a Isaías. Ele não está dizendo o que deseja que aconteça ou o que fará acontecer.

6. Como devemos entender os seguintes versos, tendo em conta os textos que acabamos de ler? Dt 30:6; Pv 2:5; Jr 3:22; Jr 4:1

A descoberta dos Manuscritos do Mar Morto eletrizou o mundo cristão em meados do século vinte. Entre as antigas cópias de escritos bíblicos estava uma que demonstrou ser a mais antiga cópia dos escritos de Isaías. O pergaminho de couro de 7,3 m estava intacto em sua maior parte e calculou-se que datava do ano 125-150 a.C. Ele é agora conhecido como 1QIsa. Esse pergaminho comprova o conteúdo do livro de Isaías como aparece hoje. Também é um duro golpe para a teoria de que o livro foi escrito por mais de um autor.

Segundo Bíblia Arqueológica da Nova Versão Internacional, produzida pelo Seminário Teológico Gordon-Conwell e publicada em 2005 pela Zondervan, “o texto hebraico tradicional do Antigo Testamento é o Texto Massorético (TM). O TM é a Bíblia hebraica em uso hoje, e exceto pelo 1QIsa e outros fragmentos de Isaías de Qumran ou de outros locais, as cópias mais antigas de Isaías existentes estão todas na tradição do TM.

“Embora separados por 1.100 anos, o TM de Isaías e o 1QIsa mostram uma incrível concordância, exceto em pequenos detalhes de soletração e pequenas variantes de palavras. O 1QIsa demonstrou que a obra de gerações de escribas judeus que produziram o TM é digna de confiança. Temos todas as razões para crer que o TM é uma cópia confiável do Antigo Testamento hebraico.

“Além disso, a descoberta desse texto sugere que, já no segundo século a.C., o texto de Isaías era visto como tendo apenas um autor. Muitos eruditos críticos sustentam que os capítulos 1-39 foram escritos por um autor, enquanto que os capítulos 40-66 foram compostos por um ou mais autores diferentes. Contudo, os capítulos 39 e 40 aparecem na mesma coluna no 1QIsa, sugerindo que o antigo copista via esses dois capítulos como tendo-se originado de um mesmo autor” (p. 1.115).

Numa época em que são muitas teorias de eruditos, a descoberta de um pergaminho de quase 2000 anos autenticou o cuidado com o qual os escritos sagrados foram copiados. E o mais importante, essa evidência demonstra que Deus está no controle, e que faríamos bem em ouvir mais atentamente Suas palavras em Isaías 55:9: “Assim como os céus são mais altos do que a Terra, também os Meus caminhos são mais altos do que os seus caminhos, e os Meus pensamentos, mais altos do que os seus pensamentos” (NVI).

Melissa Sahlin | Mason, EUA


Quinta, 25 de setembro

Aplicação
Estratégias de vitória

7. Como nós, adventistas, entendemos nosso papel como luzes para o mundo? Veja Ap 14:6.

8. Que papel Deus chamou Judá para exercer? Como nos vemos nesse papel hoje? Is 42:6, 7

9. Como esse papel se relaciona conosco, adventistas do sétimo dia? Is 49:6

Deus nos chama a nos unirmos a Sua equipe internacional para lutarmos contra o mal. Ele deseja que desfrutemos a vitória e sejamos campeões com Ele. Mas nem todo pedido é na verdade um chamado de Cristo. Muitas vezes a igreja pede às pessoas que façam coisas para beneficiar a igreja, conservar a máquina em movimento, mas têm pouco a ver com a missão de Cristo no mundo. Portanto, pergunte ao Senhor: “Será que esse é realmente meu chamado? Será que esse é o melhor lugar para eu usar os dons e recursos que o Senhor me confiou?” E se você começar a sentir cada vez mais que o chamado é de Jesus, então ore por sabedoria e força.

Eis aqui algumas maneiras práticas de edificarmos o reino:

1. Estude as necessidades.Qual é o “grupo-alvo” de sua missão, e quais são as necessidades dele? A missão cristã autêntica demonstra a compaixão de Cristo quando satisfazemos as necessidades práticas não-religiosas das pessoas. Sigamos Seu exemplo, não tradições evangelísticas.

2. Encontre uma equipe.Cristo quase nunca nos pede para sairmos numa missão sozinhos. A missão autêntica está sempre fundamentada no Corpo.

3. Misture-se.Passe tempo com aqueles a quem Cristo está chamando a ministrar. Ouça suas canções e suas histórias. Aprenda a cultura e aprenda a ver a cultura deles com os olhos de Deus – com tristeza e amor, não com atitude julgadora.

4. Faça amizade.O evangelho é melhor partilhado de amigo para amigo, porque a união vem antes da crença. A menos que você faça amizade com as pessoas a quem Deus o enviou para servir, não vai acontecer nenhum evangelismo. Você vai saber quando eles estão prontos a ouvir a mensagem, porque você se tornou amigo deles e aprendeu a ouvi-los. Você identificará o vazio em forma de Deus que existe no coração deles quando ele for revelado.

5. Faça discípulos.Convide-os a seguir a Jesus antes de convidá-los a se unirem à igreja. A igreja é um grupo de apoio para pessoas que decidiram seguir a Cristo.

6. Abra as Escrituras.Ensine os outros a aprenderem por si mesmos. Se você der às pessoas um texto-chave, você vai responder à pergunta de hoje e elas estarão famintas novamente amanhã. Se você ensinar as pessoas a estudarem a Bíblia, elas poderão se alimentar do Pão da Vida todos os dias.

Gianluca Bruno | Mason, EUA


Sexta, 26 de setembro

Opinião
Quem está chamando?

Você já se sentiu “chamado” a fazer algo? Uma “voz interior”, ou um “poder” mais forte que você impulsionando-o? Já senti isso muitas vezes, e geralmente tem que ver com ficar acordada um pouco mais para assistir a mais um programa de televisão, ou com pegar só mais um pedacinho de algo gostoso.

Então, fui chamada – ao telefone – e solicitada a escrever sobre Isaías. E então, o que você sabe sobre Isaías? Ele veio de uma boa família, recebeu uma ordenação divina quando ainda jovem, escreveu algumas coisas que ainda são lidas mais de 2 mil anos depois de terem sido escritas e morreu serrado ao meio. Uau! Isso parece ser duro.

Mas será que tenho realmente apurado o ouvido para escutar? Ou seria prático falar de ser “chamado” nesta época em que vivemos? Quero dizer, de qualquer forma o que realmente significa ser um cristão hoje em dia?

Gostaria de pensar que sou uma “cristã sofisticada” – isto é, que entendo a salvação pela graça, creio nela e tento equilibrar isso com seguir o exemplo de Jesus quando Ele viveu na Terra. Por exemplo, devolvo o dízimo e dou ofertas, além de fazer doações caritativas; e quando meus amigos ou colegas de trabalho me perguntam o que estou fazendo no sábado, explico que é meu dia de descanso, e lhes falo sobre a graça de Deus. E isso significa que não preciso de um profeta do Antigo Testamento para me dizer nada, porque já creio de todo o coração na salvação que Deus nos deu através da morte de Seu Filho na cruz. Sei que, ao aceitar esse dom, tenho a promessa da vida eterna. Então, já compreendo toda a “verdade”, e acho que isso realmente me torna mais cristã.

Contudo, será que é suficiente ser esse tipo de cristã? Será que isso realmente é tudo que Deus deseja de mim? Será que só precisamos crer e ter a verdade para nós mesmos? Ao ler o profeta Isaías, estou compreendendo que não, isso não é tudo. Por isso, quero estimular você a tentar responder a algumas das perguntas seguintes por si mesmo.

Dicas
  1. Compre alguns livros missionários da Casa Publicadora Brasileira e conserve os olhos e o coração abertos para pessoas a quem você possa doá-los.
  2. Entre para uma aula, grupo ou clube em que você possa fazer amizade com pessoas que ainda não conhecem o Senhor.
  3. Reflita no que o fato de conhecer a Cristo tem significado para você pessoalmente, de forma que, quando chegar a hora certa, você se sinta preparado para dar seu testemunho a um amigo.
  4. Encoraje um missionário por meio de orações, cartas e cartões. Você pode conhecer alguns missionários através da Adventist Frontier Missions, no site www.afmonline.org
  5. Procure maneiras de participar de um curto projeto missionário através da Adventist Frontier Missions (www.afmonline.org), Missão Global (www.global-mission.org), ou de um colégio ou universidade adventista.
  6. Una-se a um amigo ou um grupo de amigos para orar por amigos não-cristãos. Ore para que Deus comece a abrir o coração deles e a dar a você as oportunidades de partilhar o amor de Deus com eles.

Stephanie Sahlin Jackson | Kensington, EUA