| Lição 5 | 26 a 31 de outubro |
O Anúncio da Expiação |

“Porém Ele estava sofrendo por causa dos nossos pecados, estava sendo castigado por causa das nossas maldades. Nós somos curados pelo castigo que Ele sofreu, somos sarados pelos ferimentos que Ele recebeu” (Is 53:5). |
Prévia da semana: Embora possamos ser transgressores da aliança, Deus nos atrai continuamente de volta a Seu Reparador da aliança, Jesus.
Leitura adicional: Romanos 5 e 6; O Desejado de Todas as Nações, capítulos 3 e 4 (p. 31-49)
Domingo, 26 de outubro |
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| A moderna criança da paz |
1. Leia a história da queda em Gênesis 3:1-15, prestando maior atenção ao verso 15. Que esperança existe para nós nesse texto?
Os cristãos encontraram corretamente em Gênesis 3:15 uma profecia sobre o Messias. A “semente” da mulher é Jesus. |
Don Richardson foi um missionário enviado a Papua-Nova Guiné para pregar o cristianismo para a tribo Sawi, um grupo canibal que estimava muito o engano. Quando Richardson partilhou Jesus com eles, só um incidente lhes despertou o interesse: a história da traição de Judas! Para os Sawi, Judas era um herói, pois havia astutamente penetrado no círculo íntimo de confiança dos discípulos antes de se voltar contra Jesus.
Depois de testemunhar repetidos incidentes de guerra sangrenta entre os Sawi e seus inimigos, os Haenam, Richardson estava pronto a desistir. Como esforço final para convencer o missionário a ficar, as duas tribos encenaram uma elaborada cerimônia. Todo mundo estava em silêncio exceto a esposa do chefe Sawi. Ela gritava enquanto o chefe arrancava dos braços dela o próprio filho deles de seis meses de idade e o entregava ao chefe inimigo. Um dos membros da tribo explicou a Richardson que os membros da tribo inimiga iriam dar outro nome ao bebê e criá-lo como seu.
Richardson sabia que não se podia confiar plenamente em nenhum Sawi. Mas naquele dia memorável, ele conheceu uma grande exceção: a criança da paz; um chefe dando seu próprio filho a seus inimigos. Aquele ato profundo e doloroso venceria todas as suspeitas. Por acordo mútuo, enquanto a criança vivesse, nenhuma guerra seria travada entre as tribos.
Richardson havia, finalmente, encontrado um paralelo na cultura Sawi que ele podia usar para transmitir a mensagem de um Deus perdoador. Ele reuniu todo o povo e leu para eles do livro do profeta Isaías: “Pois já nasceu uma criança, Deus nos mandou um menino que será o nosso rei. Ele será chamado de ‘Conselheiro Maravilhoso’, ‘Deus Poderoso’, ‘Pai Eterno’, ‘Príncipe da Paz’” (Is 9:6).
Pela primeira vez o povo Sawi começou a compreender o cristianismo. Deus também tinha enviado Seu Filho para viver entre o inimigo a fim de trazer a paz e dar fim à guerra contra o pecado e a morte.
As tribos Sawi e Haeman precisaram de uma criança da paz para encontrar a paz. Como elas, nossa “criança da paz” veio a nós como um bebê e cresceu para ser o Messias, o Senhor da vida. Ele era o Filho do Deus Todo-Poderoso, que veio para oferecer-nos a paz que está além da compreensão humana. Essa paz pode ser nossa somente se vivermos e amarmos como Ele nos chamou a fazer. Viver como Ele e amá-Lo não vai simplesmente nos trazer paz interior. Também trará paz entre nós e outros, dentro de nosso lar, dentro de nossa comunidade, e mesmo entre as nações. A chave é a criança da paz enviada por Deus, nosso Senhor Jesus Cristo.
Maripaz T. Adriano | Muntinlupa, Filipinas
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| Mais que um anúncio comum |
2. Qual foi a natureza da prova a que Abraão foi submetido? Por que o Senhor pediu que Abraão fizesse isso? Que profundas questões estavam em jogo nesse episódio? Gn 22:1-12
Abraão revelou fé e dedicação ao Senhor, particularmente na disposição de devolver a Deus o dom de seu filho, completamente confiante em Sua misericórdia e graça (Hb 11:19). Nesse caso, Abraão representa Deus Pai, e Isaque representa Jesus, o Filho de Deus, podendo-se ver no sacrifício de Isaque um tipo do sacrifício de Cristo (só que, no caso de Cristo, não houve nenhuma voz do Céu ordenando que o sacrifício fosse interrompido). |
3. O que tornou possível a renovação da aliança? Gn 22:13-18
Um carneiro foi oferecido em lugar de Isaque. Deus forneceu o que Abraão precisava desesperadamente: um animal sacrifical que tomasse o lugar de seu filho, possibilitando que o Senhor renovasse com ele a aliança. Assim, Abraão viu o mistério do evangelho, da expiação substituinte, porque, em Jesus, “se proverá [a oferta sacrifical]” (Gn 22:14). |
Entre programas de televisão ou rádio, a pessoa é bombardeada com comerciais de diferentes produtos e serviços oferecidos ao público. Grandes quantias de dinheiro são gastas na produção desses comerciais. E eles são repetidos muitas vezes a fim de condicionar a mente dos consumidores a adquirir o produto.
Deus usou um método singular para anunciar o sacrifício expiatório de Cristo e para impressionar a mente de todos os que quisessem ouvir esse anúncio. Esse método envolve a narração das experiências de vários personagens do Antigo Testamento.
Queda com esperança (Gn 3:15). Quando Adão e Eva cometeram pecado ao comer da árvore do conhecimento do bem e do mal, Deus Se voltou para a serpente e disse que colocaria inimizade entre ela e Eva e entre a semente de Adão e Eva e a semente da serpente. A semente de Adão e Eva esmagaria a cabeça da serpente, enquanto que a serpente feriria o calcanhar da semente de Adão e Eva (Gn 3:15). “Aqui o Senhor, em vez de continuar Se dirigindo à serpente literal que falou a Eva, passou a pronunciar juízo contra a antiga serpente, o diabo. Esse juízo, expresso em linguagem profética, sempre foi compreendido pela igreja cristã como uma predição da vinda do Libertador.”1
A semente da mulher se refere a Jesus Cristo (Gl 3:16, 19). Sua morte na cruz esmagou a cabeça da serpente, embora a semente da serpente tenha tido sucesso em infligir dor ao Filho de Deus. Não foi fácil a tarefa, pois Jesus suportou grandes dificuldades a fim de ganhar a batalha para nós.
O teste supremo (Gn 22:1-18). Durante muitos anos, Abraão esperou pelo filho prometido. Finalmente, Isaque nasceu. Mas um dia, Deus ordenou a Abraão que sacrificasse Isaque. Isso deve ter partido o coração de Abraão, mas prevaleceram sua clara percepção do dever e sua devoção a Deus. Ele não tinha idéia de que esse seria seu momento mais brilhante, que lhe daria o título de “Pai dos Fiéis”.
Quanto a Isaque, ele facilmente poderia ter-se defendido do pai idoso, mas não o fez. O mais provável é que sua boa criação tenha sido a razão pela qual ele voluntariamente concordou em servir de sacrifício. Porque Abraão provou sua fé através da obediência, Deus interveio antes de o sacrifício ser feito.
Esse cenário é uma réplica do sacrifício divino que ocorreria mais tarde. “Deus instituiu o ritual do sacrifício proporcionando ao homem um auxílio visual para que ele pudesse ser levado a compreender algo do preço que precisava ser pago para fazer expiação por seu pecado. O cordeiro inocente havia dado sua vida pela vida do homem, e sua pele para cobrir a nudez do pecador, a fim de que o homem pudesse ser simbolicamente lembrado do Filho de Deus, que teria de depor Sua vida para expiar a transgressão do homem, e cuja justiça somente seria suficiente para cobri-lo.”2
A flagrante traição (Ex 32; 34:6-10). Moisés passou várias semanas no Monte Moriá comungando com Deus. Ali, Deus lhe deu duas tábuas de pedra contendo os Dez Mandamentos. Enquanto isso, lá no acampamento, os israelitas julgaram que Moisés os houvesse abandonado. Então, insistiram com Arão para que fizesse um bezerro de ouro que fosse adiante deles.
Quando Moisés desceu da montanha, viu que os israelitas estavam adorando o bezerro. Os israelitas tinham uma atitude do tipo “longe dos olhos, longe da mente”. É triste que essas pessoas escolhidas fossem dependentes de Moisés para inspirá-las. Moisés ficou tão irado que despedaçou as tábuas de pedra.
Entretanto, por amor àquelas pessoas, Moisés pleiteou com Deus para que não destruísse aquele povo rebelde de dura cerviz. Ele conhecia a gravidade do pecado que haviam cometido, e estava mais do que disposto a render sua vida como expiação por esse pecado. Como líder de Israel, Moisés tipificava o Bom Pastor que daria a vida por Suas ovelhas (Jo 10:11-15). Contudo, Moisés não estava qualificado a levar a culpa do povo, como Cristo estava. Então, Deus renovou Sua aliança com os israelitas, não desejando que eles perecessem (2Pe 3:9).
O sacrifício perfeito (Dn 9). O relato bíblico demonstra claramente que Daniel viveu de maneira irrepreensível diante de Deus. Contudo, se humilhou e se identificou com as iniqüidades dos israelitas. Intercedeu em favor de seu povo, não por seus méritos pessoais, e tendo plena consciência de que o povo não merecia misericórdia e perdão.
A fidelidade de Deus para com Seu próprio povo tinha sido revelada ao lhe proporcionar um período de graça de 490 anos. Apesar da morte vicária de Cristo, ainda rejeitaram Seu sacrifício expiatório. Assim, deixaram de ser o único instrumento para levar avante a missão de Deus de salvar a humanidade.
O perfeito sacrifício de Cristo é mais do que um anúncio comercial que deve chamar nossa atenção. Sua morte não deve ser considerada levianamente, em virtude do grande preço que Ele pagou por nossa salvação. Tudo o que temos a fazer é aceitá-Lo e permitir que Seu Santo Espírito transforme nossa vida de acordo com a vontade de Deus.
1. The SDA Bible Commentary, v. 1, p. 232, 233.
2. Ibid., p. 233.
Bongga L. Agno | Muntinlupa, Filipinas
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| "Ainda não chegou a minha hora" |
4. Qual foi a reação de Deus diante do ato de idolatria do povo de Israel no Monte Sinai? Por que foi tão forte? Êx 32:7-10
5. Que Moisés disse a Deus depois desse incidente? Êx 32:30-32. Como a promessa do evangelho é vista neste episódio?
Moisés estava disposto a ter seu nome apagado do Livro da Vida (Êx 32:32; veja também Sl 69:28; Fp 4:3), se isso pudesse restaurar o povo à harmonia com o Senhor. Obviamente, o Senhor não podia aceitar essa oferta abnegada. A vida de Moisés não poderia expiar o pecado. |
6. Finalmente, como o Senhor resolveu o problema? Êx 34:6, 7
O Senhor Se revelou a Moisés como um Deus perdoador. Esse perdão é inclusivo: “Perdoa a iniqüidade, a transgressão e o pecado” (v. 7). A palavra hebraica traduzida como “perdoar” significa literalmente “tirar”. A maneira de Deus lidar com nosso pecado é removê-lo de nós e colocá-lo sobre Si mesmo. |
As boas-novas da salvação através de Cristo foram dadas à humanidade imediatamente após sua queda. “Adão começou a perceber a extensão de sua perda, que de governante deste mundo ele se havia tornado um escravo de Satanás. Contudo, antes de ouvir o pronunciamento de sua própria sentença, o bálsamo curativo da esperança foi aplicado ao seu coração despedaçado. Àquela a quem ele havia censurado por sua queda ele devia agora olhar em busca de livramento – em busca da semente prometida, em quem haveria poder para vencer o arquiinimigo de Deus e do homem.”*
“Adão compreendeu que o Redentor prometido era o único meio pelo qual ele podia ter vida. O plano de salvar pecadores tem sido o mesmo em cada geração. Os patriarcas, os profetas e todos os homens santos do passado ansiaram por um Salvador vindouro, em quem mostravam sua fé por ofertas sacrificais. O sangue de animais havia prefigurado a oferta sem pecado feita no Calvário; mas na crucifixão o tipo encontrou o antítipo, e o sistema de tipos foi abolido pela grande oferta antitípica” (Ellen G. White, Bible Echo, 1o de janeiro de 1887).
“As palavras: ‘Ainda não é chegada a Minha hora’, indicam que todo ato da vida de Cristo na Terra era cumprimento do plano que existira desde os dias da eternidade. Antes de vir à Terra, o plano jazia perante Ele, perfeito em todos os seus detalhes. Ao andar entre os homens, porém, era guiado passo a passo pela vontade do Pai. Não hesitava em agir no tempo designado. Com a mesma submissão, esperava até que houvesse chegado a oportunidade” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 147).
* The SDA Bible Commentary, v. 1, p. 233.
Joycelene I. Judan | Muntinlupa, Filipinas
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| Anúncio nascido do amor |
7. Que grande esperança e promessa se encontram na profecia messiânica de Isaías? Is 52:13–53:12
O problema do pecado era tão sério que só o Servo do Senhor (o Messias Jesus) poderia resolvê-lo. Essa descrição profética da morte sacrifical de Cristo foi oferecida por Isaías como a única forma eficaz de expiação do pecado. Cristo Se tornou o que nós somos para que fôssemos restaurados à comunhão com Deus. |
Podemos extrair dois pontos importantes ao ler o pronunciamento de Deus para Adão e Eva e para Satanás no Jardim do Éden. O primeiro é a profecia de que haveria conflito entre Satanás e a mulher, e entre a semente dele e a dela (Gn 3:15). Esse pronunciamento alarmou Satanás porque subentende que “o homem seria habilitado a resistir ao seu poder” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 506). Contudo, ele ainda se regozijou “de que, tendo ocasionado a queda do homem, faria baixar o Filho de Deus de Sua exaltada posição” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 66). Satanás achou que, quando Cristo Se tornasse humano, poderia ser capaz de vencê-Lo.
O segundo ponto vem da última parte de Gênesis 3:15, que diz: “Este lhe ferirá a cabeça, e você lhe ferirá o calcanhar” (NVI). Essa é uma declaração de que o grande poder de Satanás finalmente chegaria a um fim no momento em que Cristo Se oferecesse na cruz como substituto para enfrentar nossa sorte. Leia Romanos 6:23. O grande sacrifício de Cristo é chamado “expiação”.
Uma das histórias bíblicas que nos ajudam a compreender a expiação é a história de Abraão. Através de sua disposição para sacrificar Isaque, ele pôde ter um vislumbre “da grandeza do sacrifício feito pelo infinito Deus para a redenção do homem” (Patriarcas e Profetas, p. 154). Isso subentende que nossa salvação é a iniciativa de Deus para salvar-nos. Ele nos salvou não por causa do que somos e do que fazemos, mas por causa de quem Ele é. “Deus é amor” (1Jo 4:8). Além disso, Abraão foi testado para “provar a lealdade de Seu servo perante o Céu todo, para demonstrar que nada menos que perfeita obediência pode ser aceito” (Patriarcas e Profetas, p. 155). Satanás acusa a Deus de que Seus requisitos não podem ser cumpridos – de que Sua lei não pode ser guardada. Mas a fidelidade de Abraão refutou a acusação de Satanás. Outro ponto a ser considerado é que a demonstração de obediência de Abraão valida a santidade das leis de Deus. Essas leis são tão sagradas que mesmo antes de a humanidade se tornar sujeita a Satanás, Cristo havia decidido morrer por ela, porque Sua lei é perfeita e justa (Ap 13:8).
Pense
nisto |
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Alfonso Rodriguez Jr. | Muntinlupa, Filipinas
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| Como retribuir o amor |
8. Em sua oração, como Daniel descreveu a condição do povo? Dn 9:7-11
Mesmo pecadores perdoados devem reconhecer constantemente, como Daniel, que precisam diariamente da graça perdoadora de Deus. |
9. Qual foi o pedido específico de Daniel ao Senhor? Em que base Daniel fez esse pedido? Dn 9:16-19
O amor de Deus por nós está sempre acessível. “Foi para nos remir que Jesus viveu, sofreu e morreu. Tornou-Se um Varão de dores, para que pudéssemos tornar-nos participantes das alegrias eternas. Deus permitiu que Seu Filho amado, cheio de graça e verdade, viesse de um mundo de indescritível glória para outro mareado e corrupto pelo pecado e obscurecido pela sombra da morte e da maldição” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 13). Esse foi o maior dom que Deus podia nos dar para provar Seu amor por nós. Mas você já pensou nas coisas que podemos fazer para partilhar todo o amor que Deus tem derramado sobre nós? Eis aqui algumas idéias:
1. Obedeça aos mandamentos de Deus. João 14:23 diz: “Se alguém Me ama, obedecerá à Minha palavra” (NVI). João 14:15 também declara: “Se vocês Me amam, obedecerão aos Meus mandamentos” (Ibid.). Deus nos deu Seus mandamentos para que os seguíssemos; e ao fazê-lo, mostramos a Ele que O amamos. Devemos amar a Deus com todo o nosso coração, mente e alma.
2. Lembre-se de que Cristo morreu por nós. Quando internalizarmos esse pensamento em nossa vida diária, seremos capazes de fazer coisas de acordo com a vontade de Deus sem qualquer hesitação, porque sabemos que Ele deu Seu Filho por nós para salvar-nos de nossas transgressões.
3. Ame a Deus acima de todas as coisas. Leia Êxodo 20:3, 5. Como filhos de Deus, devemos amar a Deus acima de todas as outras pessoas e posses materiais. Segui-Lo em tudo o que fazemos mostra que O amamos sinceramente.
4. Arrependa-se e confesse todos os seus pecados. Devemos nos arrepender de todos os nossos pecados – nosso ódio, nossos ciúmes, nossa ira e quaisquer atos maus contra outros. Naturalmente cometemos pecados, mas se verdadeiramente amarmos a Deus, o Espírito Santo nos ajudará a ter uma mudança de mente e coração. Devemos olhar para a cruz em que Jesus morreu para salvar-nos. “A confissão verdadeira tem sempre caráter específico e faz distinção de pecados. Estes podem ser de natureza que devam ser apresentados a Deus unicamente; podem ser faltas que devam ser confessadas a pessoas que por elas foram ofendidas; ou podem ser de caráter público, devendo, então, ser confessados com a mesma publicidade. Toda confissão, porém, deve ser definida e sem rodeios, reconhecendo justamente os pecados dos quais somos culpados” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 38).
Renelyn F. Fornoles | Muntinlupa, Filipinas
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| Em nosso lugar |
Quando ouvimos a palavra expiação, o que vem à mente? Você percebe a importância dela em sua vida? Recentemente, saí com uns amigos. Por estar buscando idéias para escrever a lição de hoje, perguntei a eles o que eles sabiam sobre a expiação de Cristo. Ficaram em silêncio por uns momentos, até que um de meus amigos me pediu que partilhasse algo sobre a expiação.
Foi então que descobri quão pouco eu na verdade sabia sobre esse assunto. De alguma forma é um assunto comum, mas muito raramente discutido até o âmago. Sim, sei que Jesus morreu por mim porque me ama. Muitas vezes já ouvi isso sendo discutido durante a Escola Sabatina, especialmente quando era criança. Cantamos muitos hinos sobre isso, e já decorei versos que falam dessa maravilhosa promessa de salvação. Contudo, enquanto eu estava estudando para escrever esta lição, fiquei impressionada com o que descobri – o amor que fez Deus Se sacrificar para morrer em nosso lugar é incompreensível.
“No instante em que o homem aceitou as tentações de Satanás, e fez exatamente as coisas que Deus lhe havia dito que não fizesse, Cristo, o Filho de Deus, Se colocou entre os vivos e os mortos, dizendo: ‘Que a punição caia sobre Mim. Eu ficarei no lugar do homem. Ele terá outra chance’” (Comentário de Ellen G. White, The SDA Bible Commentary, v. 1, p. 1.085). Que maravilhoso Salvador Ele é! Temos tudo a ganhar, e nada a perder. Jesus fez tudo por amor, um amor imensurável.
Canções da promessa de salvação têm soado ao longo das gerações que vieram após Adão e Eva. Essas canções começaram no Éden, onde ocorreu a primeira transgressão, e onde Deus anunciou Seu plano para salvar a humanidade. Ele também instituiu leis e cerimônias que lembrariam às pessoas essa promessa. O sacrifício que elas ofereciam era de animais inocentes e sem defeito – símbolos da expiação de Cristo. Hoje em dia, não mais oferecemos esses sacrifícios. A morte de Cristo no Calvário cumpriu a promessa que eles prefiguravam. Ele pagou o resgate pleno, sem nada a menos.
A cena no Calvário é a essência de nossa fé. Precisamos nos concentrar nela para que não nos percamos. Ela é um símbolo de que sempre podemos confiar nas promessas de Deus. Contudo, Ele não pode nos forçar a amá-Lo. Não é de Sua natureza forçar ninguém a fazer nada. A escolha de aceitar ou recusar Seu convite para a felicidade eterna está em nossas mãos.
Dicas |
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Rizza Mae M. Liwanag | Makati, Filipinas