| Lição 7 | 9 a 16 de agosto |
O Apóstolo João |

“Nada me alegra mais do que ouvir que os meus filhos vivem de acordo com a verdade” (3Jo 4). |
Prévia da semana: João permitiu que os ensinos de Jesus se mostrassem em todas as suas palavras e ações. Sua vida e seus escritos posteriores nos lembram a primazia do amor na vida cristã.
Domingo, 10 de agosto |
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| Filho do Trovão/Amigo de Deus |
1. Que princípios importantes podemos extrair do chamado de Jesus a João e Tiago? Mc 1:20; Veja também Mt 8:21, 22; Lc 14:26; Fp 3:8
2. Em Lucas 5:1-11, que verso mostra mais uma vez o que significa ser seguidor de Jesus? Novamente, qual é a lição desse verso?
Sem dúvida, aqueles que seguem Jesus precisam assumir um compromisso total e completo. Jesus, como Senhor de tudo, tem direito a tudo. Mas, se houver qualquer abertura, qualquer área em que o eu não esteja submisso, o mal tomará vantagem e o usará para tentar nos destruir. Assim, precisamos nos render completamente ao Senhor. |
Tem sido dito muitas vezes que em todas as pessoas há coisas boas e coisas ruins. Contudo, servimos um Pai celestial que nos convida a ir a Ele como estamos. Quando O seguimos, Ele nos molda à Sua semelhança. Leia Jeremias 18:6.
João era um pescador arruaceiro chamado para pescar pessoas do mar do pecado e da destruição. Sua vida foi tocada pelos ensinos de Jesus e, a partir daí, mudada como exemplo do que Seu amor pode fazer. Jesus tinha 12 discípulos a quem Ele treinou para ministrar ao mundo. João se tornou particularmente íntimo dEle. Que qualidades fizeram João se destacar para Jesus? O que podemos aprender de João?
Não temos nenhuma evidência de que, antes de seguir a Jesus, João fosse calmo e pacífico. Por sua própria profissão, podemos concluir que Ele era rude e endurecido pelas muitas tempestades no mar e noites frias. Na verdade, João e seu irmão eram apelidados de “filhos do trovão” (Mc 3:17). Trabalhando no barco do pai, pode-se imaginar que esses pescadores eram responsáveis e dedicados a seu trabalho. Contudo, quando Jesus foi à beira da água naquele dia e os chamou para trabalhar com Ele, a resposta deles foi decisiva e imediata (Mt 4:21, 22).
João, mais tarde, escreveu que Jesus ainda chama pessoas. Leia Apocalipse 3:20. Esse chamado ao discipulado é definido e requer uma resposta de entrega e dedicação totais. Sendo o materialismo uma parte tão grande de nossa vida, muitas vezes ignoramos o chamado de Deus e nos apegamos às coisas temporais. Mas o que pode valer mais que a vida eterna?
Enquanto o estudo desta semana segue João ao longo de todo o Novo Testamento, vamos vê-lo crescer e ser transformado. O fato de que João continuou sendo forte e ousado é evidente em seu evangelho, em suas muitas cartas, e certamente no livro do Apocalipse. Ele não deixou de ser João. Contudo, ao seguir a Cristo, tornou-se um João mais gentil, mais amável, que chegou a ser conhecido como o discípulo do amor. Sua vida transformada é evidência de como Cristo molda o que é singular em nós, tornando-o em algo útil para cumprir Seu perfeito propósito para nossa vida.
Você, como João, vai permitir que Cristo o transforme?
Kamile Baghaloo-Rose | St. Catherine, Jamaica
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| O Apóstolo João |
Jesus deu a João e a seu irmão Tiago um apelido especial – “filhos do trovão” (ou Boanerges, em aramaico). As evidências sugerem que esse nome se referia à sua disposição – uma disposição que Jesus corrigiu delicadamente. |
3. Que pedido Tiago e João fizeram? Como Jesus respondeu ao pedido deles? O que esse fato nos diz sobre o caráter desses dois homens? Mc 10:35-45
João e seu irmão também exibiam um orgulho doentio. Em resposta a seu pedido, Jesus perguntou se eles podiam compartilhar Seu destino. “Podemos”, eles se jactaram (Mc 10:39). Em outra ocasião, Jesus e os discípulos pretendiam se hospedar em uma aldeia samaritana, mas não receberam hospitalidade. |
4. O que a resposta deles a essa indignidade também revela sobre seu caráter? Quanto o amado João tinha que aprender? Lc 9:54
O convite (Mt 4:21, 22). Após Seu batismo, Jesus começou oficialmente Seu ministério público escolhendo discípulos. Um dos mais notáveis desses discípulos foi João. Ele e seu irmão eram também conhecidos como “filhos do trovão”. Pescadores por profissão, Tiago e João aceitaram o convite de Jesus e, assim, deixaram o comércio do pai para ir trabalhar com Ele.
De acordo com o costume judaico, os irmãos deviam trabalhar com o pai até que ele passasse para eles o negócio da família. Contudo, ao aceitarem o convite de Jesus, indicaram que não precisavam de sua herança, e iam fazer a vida com Jesus. Quando Tiago e João entraram no desconhecido, Jesus não lhes fez promessas quanto ao que o futuro lhes reservava, enquanto deixavam para trás a família, os amigos, uma profissão, um futuro definido e um plano de aposentadoria (Mt 8:19, 20). Dietrich Bonhoeffer o expressa desta forma: “Quando Cristo chama um homem, Ele está lhe pedindo para vir e morrer.”1 Quando João respondeu ao convite de seguir a Cristo, estava afirmando estar disposto a abandonar seu passado em troca de um futuro incerto.
O desafio (Mc 10:35-38; Jo 5:30). Durante três anos, João e os outros discípulos observaram o ministério de cura e ensino de Cristo, bem como Seu poder sobre a natureza. Durante o último ano desse ministério, Jesus falou com freqüência sobre o reino de Deus, e foi com isso em mente que João e seu irmão se aproximaram de Jesus com um pedido incomum. Ambos desejavam se sentar ao lado de Jesus em Seu reino. Jesus respondeu fazendo-lhes duas importantes perguntas que basicamente queriam dizer a mesma coisa: Vocês são capazes de passar pelas provas que Eu (Jesus) terei que enfrentar (Mc 10:38)?
Quando Tiago e João responderam afirmativamente, Jesus lhes disse que eles de fato passariam pelas mesmas provas que Ele, mas que Ele não tinha autoridade para decidir quem ocuparia os lugares de honra à Sua direita e à Sua esquerda. Isso demonstrava a total submissão de Jesus à vontade de Seu Pai (Jo 5:30). Quando aceitarmos o convite para seguir a Jesus, um dos maiores desafios será o fato de confiarmos ou não a Ele nosso passado, presente e futuro.
Chamados para servir (Mc 10:35-45). Os discípulos ouviram o pedido egoísta de Tiago e João de se assentar ao lado de Jesus em Seu reino. Esse pedido suscitou dissensão e desconfiança, o que promoveu uma confrontação. Jesus resolveu a disputa introduzindo um conceito que requereria uma mudança de paradigmas por parte de todos os discípulos: os que querem liderar precisam estar dispostos a servir. O paradigma da liderança naquela época, e ainda hoje, enfatiza que os líderes devem ser cultos, astutos, inteligentes e até mercenários. A liderança serviçal, porém, requer submissão a outros a despeito de como eles o tratem. Nós também lutamos com o conceito de liderança serviçal porque cada um de nós deseja estar no controle. Essa característica não deveria ser evidente entre os seguidores de Cristo. Aqueles que seguem Suas pegadas deveriam sempre perguntar: “O que Jesus faria?” E a resposta é: “Porque até o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida para salvar muita gente” (Mc 10:45). Somos chamados a seguir em Suas pegadas todo o caminho, até a cruz.
Agentes de esperança (Jo 15:13; 1Jo 3:1). Parece que em algum momento entre o Getsêmani, o Calvário e a ressurreição de Jesus, João foi ainda mais transformado. Teríamos que procurar muito para achar aquele seguidor de Cristo presumido, ambicioso, impetuoso, vingativo e crítico (Lc 9:51-56; ver Atos dos Apóstolos, p. 540). Em algum ponto ao longo da jornada de João, Cristo nasceu nele. Em João 13:23 e 19:26, ele é mencionado como o discípulo a quem Jesus amava (Jo 13:23; 19:26). Há quatro livros no Novo Testamento que testificam dessa mudança na vida e perspectiva de João. “A fervente e profunda afeição de João por seu Mestre não era a causa do amor de Cristo por ele, mas o efeito desse amor. João desejava tornar-se semelhante a Jesus; e sob a transformadora influência do amor de Cristo, tornou-se manso e meigo. O eu estava escondido em Jesus” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 544). Nenhuma pessoa comum teria pensado que João se tornaria um tal mensageiro do reino do Céu. Mas Jesus pensou. E é assim que Ele vê todo ser humano. Ele vê quem podemos ser quando nos colocamos em harmonia com Ele.
João convida os candidatos a discípulos a amarem como Jesus amou. Leia 1 João 3:1. Todos os discípulos de Cristo, hoje, deveriam ser conhecidos por seu amor e completa submissão à vontade dEle. Nosso mundo necessita urgentemente de pessoas que tenham experimentado a graça transformadora de Cristo. Precisamos examinar nosso coração e entregar tudo a Cristo. Só então poderemos seguir em frente e partilhar as boas-novas da salvação.
Pense
nisto |
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* Dietrich Bonhoeffer, The Call to Discipleship (New York: Simon & Schuster, 1995), p. 11.
Dilys Brooks | Loma Linda, EUA
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| Por causa do amor |
5. O que João disse a respeito de seu Evangelho, e que poderia ser dito também a respeito dos outros? Jo 21:25
6. Como João descreve o Logos, ou o Verbo? Jo 1:1-3, 14. Qual é sua natureza?
Tanto para os leitores judeus como para os gregos, João fez uma afirmação surpreendente em seu evangelho: Jesus é o Logos (o Verbo), e esse Logos é uma pessoa. O Logos Se tornou carne e invadiu a história humana em um lugar específico em um tempo específico com um propósito específico – trazer salvação à humanidade. |
Por causa do amor que Jesus lhe demonstrou, “as lições de Cristo, apresentando a mansidão, humildade e amor como essenciais ao crescimento na graça e como condição para Seu trabalho, foram do mais alto valor para João. Ele entesourou cada lição, e constantemente procurava levar sua vida em harmonia com o divino padrão. João tinha começado a discernir a glória de Cristo – não a pompa e o poder terrenos que tinha sido ensinado a esperar, mas ‘a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade’ (João 1:14).
“A fervente e profunda afeição de João por seu Mestre não era a causa do amor de Cristo por ele, mas o efeito desse amor. João desejava tornar-se semelhante a Jesus; e sob a transformadora influência do amor de Cristo, tornou-se manso e meigo. O eu estava escondido em Jesus. Mais que todos os seus companheiros, João se rendeu ao poder desta extraordinária vida. Diz ele: ‘Porque a vida foi manifestada, e nós a vimos’ (I João 1:2). ‘E todos nós recebemos também da Sua plenitude, e graça por graça’ (João 1:16). João teve do Salvador um conhecimento experimental. As lições de seu Mestre ficaram-lhe gravadas no coração. Quando testificava da graça do Salvador, sua linguagem simples tornava-se eloqüente com o amor que lhe permeava todo o ser.
“Foi o profundo amor de João por Cristo que o levou a desejar estar sempre a Seu lado. O Salvador amava a todos os doze, mas o espírito de João era mais receptivo. Ele era mais jovem que os outros, e com confiança muito de uma criança abria o coração a Jesus. Assim ligou-se por maior afeição a Cristo, e por meio dele os mais profundos ensinos espirituais do Salvador foram comunicados ao povo.
“Jesus ama aos que representam o Pai, e João podia falar do amor do Pai como nenhum outro discípulo poderia fazê-lo. Ele revelou a seus semelhantes o que sentia em sua própria alma, representando em seu caráter os atributos de Deus. A glória do Senhor se revelava em sua face. A beleza da santidade que o havia transformado irradiava de seu semblante com a glória de Cristo. Com adoração e amor contemplou ele o Salvador até que assemelhar-se a Ele e com Ele familiarizar-se, tornou-se-lhe o único desejo, e em seu caráter se refletia o caráter de seu Mestre” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 544, 545).
Lyn Fredericks | Detroit, EUA
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| O grande exemplo |
“Estes, porém, foram registrados para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em Seu nome” (Jo 20:31). Nessas palavras, João resume a razão por que escreveu seu Evangelho – levar as pessoas a crer em Jesus para que recebam a vida eterna. Ao longo de todo o Novo Testamento, o tema-chave é que a vida eterna só existe em Jesus. |
7. Examine os versos a seguir para ver algumas das coisas que João diz sobre esse tema-chave, a “vida”. Mediante sua leitura, onde se pode ver que a idéia da “vida” não se aplica à vida eterna apenas, mas tem implicações imediatas para toda a vida agora? Jo 6:35, 63; 10:28; 12:25; 14:6; 17:3
A natureza está cheia de exemplos de filhotes de animais que, através do modelo de seus pais, aprendem a arte da sobrevivência. Por exemplo, logo que leões estejam fisicamente maduros, eles se unem à manada para aprender a caçar. Eles estudam a arte de espreitar sob o comando das mais habilidosas leoas. Para se manterem fora da vista de sua presa, os jovens leões aprendem a se abaixar enquanto rastejam até o ponto mais próximo possível de sua presa desapercebida. Eles observam e imitam a corrida e o salto súbito das leoas, que as capacitam a abater animais tão grandes como o búfalo. Os jovens leões também aprendem a finalizar o abate rapidamente, bloqueando a traquéia de sua presa com seus agudos incisivos, sufocando-a eficientemente.
Após algum tempo, os outrora imaturos leões se tornam plenamente capazes de pegar alguns dos maiores, mais rápidos e mais fortes animais da Terra. Como os leões, nós também precisamos procurar imitar nosso Pai celestial a fim de sobreviver e crescer. Foi imitando a Cristo que João aprendeu a cultivar os frutos do Espírito (Gl 5:22, 23) em lugar das ervas daninhas do mundo.
Antes do pecado, os seres humanos comungavam face a face com o Criador do Universo. Eles eram perfeitos e viviam sem pecado. Após a queda, a capacidade dos seres humanos de seguir fiel e sinceramente a Deus foi seriamente minada. Como resultado, os seres humanos se tornaram incapazes de sobreviver a qualquer aspecto da vida sem um Salvador.
Felizmente, o próprio Deus veio à Terra, na forma de Jesus, não só para nos mostrar como viver, mas para morrer a segunda morte em nosso lugar. A vida de Jesus foi uma expressão do bem e uma rejeição do mal. É por causa de Sua vida sem pecado, Sua morte e Sua ressurreição que, como João, nós também podemos ser transformados à Sua semelhança.
Andrew J. Patterson | Loma Linda, EUA
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| Linguagem de sinais |
8. Leia 3 João 11. O que João quis dizer sobre os que não viram a Deus? Como uma pessoa pode ver a Deus?
9. Que princípio evangélico Paulo expressa em 2 Coríntios 3:18? Como se aplicou a João? Como pode se aplicar à nossa própria vida?
Ao ler as epístolas de João, você não pode deixar de notar a bondade, a gentileza, a compaixão manifesta em todas elas. Que profunda diferença do João apresentado nos Evangelhos! Verdadeiramente, aconteceu algo totalmente notável com esse homem. Evidentemente, sabemos o que foi: Ele esteve com Jesus, e sua vida e seu caráter foram radicalmente mudados pela experiência. |
Ela é expressa mais com nosso corpo e nossa vida do que com nossa boca. Essa compreensão expressiva e experimental do cristianismo é um tema que João deriva de Jesus. Ele deu ao mundo o direito de julgar a autenticidade de nossa fé cristã pela qualidade de nosso amor (Jo 13:35). O evangelho muda nossa maneira de pensar, mas a menos que o mundo veja o sinal expressivo de nosso amor, fracassaremos. Talvez “amemos” à distância, com nosso dinheiro ou nossa especialização, em vez de encontrarmos a outra pessoa de coração a coração.
É-nos dada a ordem de amar, mas esse amor cresce a partir de um pequeno começo, ao vermos as pessoas de maneira diferente e nos permitirmos o dom de apreciar sua singularidade.
1. Esteja em paz consigo mesmo. Abandone o fardo de ter que parecer perfeito. Ou as pessoas vão se sentir diminuídas diante de você ou vão achar que você está escondendo algo. Qualquer das duas coisas gera distanciamento. Você é uma obra em andamento que Deus prometeu completar. A vida será mais fácil quando você conseguir aprender a viver com pessoas despedaçadas e amá-las.
2. Olhe realmente. Aprendemos a “viajar” junto com seres humanos sem permitir que eles sejam mais que “passageiros” comuns. Experimente olhar realmente para as pessoas, reconhecendo-as como alguém que tem uma história, como alguém que está fazendo a mesma viagem que você. Procure ver o que há dentro de cada passageiro, em vez de se distrair com imagens externas.
3. Importe-se comigo.O poeta inglês John Donne escreveu: “Nenhum homem é uma ilha.” Em outras palavras, todos nós estamos nisto juntos. Não importa se somos inteligentes, encantadores ou fortes. O que importa é que nos importemos uns com os outros agora, para que nos importemos uns com os outros quando chegarmos ao Céu.
Cheryll Bird | Lithgow, Austrália
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| "Ação! Não boca grande" |
Na Jamaica, minha terra natal, muitas vezes se diz: “Ação! Não boca grande.” Tradução? “Aja! Não fique só nas palavras.” Essa é a mensagem que o apóstolo João passou a vida toda tentando comunicar. Em 1 João 3:18 ele escreveu: “Meus filhinhos, o nosso amor não deve ser somente de palavras e de conversa. Deve ser um amor verdadeiro, que se mostra por meio de ações.” Diariamente falamos sobre amor, aprendemos as teorias do amor, ouvimos histórias de amor, assistimos filmes sobre o amor, lemos livros sobre o amor, e até cantamos sobre o amor. Mas deixamos de mostrar amor.
A mensagem de João reforçando as instruções de Cristo para nos amarmos uns aos outros era para a igreja primitiva. Mas continua sendo hoje uma das mais relevantes mensagens para nossa igreja. É tão potente que o apóstolo prosseguiu dizendo, em 1 João 4: “Queridos amigos, amemos uns aos outros porque o amor vem de Deus. Quem ama é filho de Deus e conhece a Deus. Quem não ama não O conhece, pois Deus é amor” (versos 7 e 8). Portanto, o amor que mostramos ou deixamos de mostrar aos outros é um reflexo direto de nosso relacionamento pessoal com Deus. Tomemos tempo para avaliar a saúde de nossa ligação com o Altíssimo e a saúde de nossa igreja hoje.
“Ação! Não boca grande.” Sim, o amor é ação. É pessoal, portanto se não passarmos a conhecer nossos irmãos e irmãs em Cristo, não conseguiremos amá-los. O amor é uma ligação calorosa. Portanto, se não criarmos um ambiente caloroso em nossa família, comunidade e igreja, não criaremos amor. O amor é uma afeição profunda, tão profunda que Jesus foi ferido, abusado e escarnecido por nós. Tão profunda que Ele chorou e morreu por nós. Seu sacrifício é o supremo exemplo de amor. Não é irônico, então, que uma de nossas maiores falhas está em nos amarmos uns aos outros e demonstrarmos isso?
Nossa igreja é doadora, que sempre procura aliviar as necessidades dos que vivem nos campos missionários, enviando ofertas, alimentos, roupas e missionários. Tudo isso é belo, mas há campos missionários em nossas próprias igrejas e vizinhanças que estão sofrendo porque ali está faltando amor. A boa notícia é que não é tarde demais para começar a agir!
Dicas |
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Teka-Ann S. Lawrence | Loma Linda, EUA