| Lição 8 | 16 a 21 de novembro |
Nascido de Mulher – a Expiação e a Encarnação |

“Vocês já sabem que Cristo veio para tirar os pecados e que Ele não tem nenhum pecado” (1Jo 3:5). |
Prévia da semana: Embora não possamos entender completamente a encarnação de Cristo, podemos nos identificar com Seu exemplo de batismo e vitória sobre a tentação. Cristo nos deu exemplos a serem seguidos em nossa própria vida.
Leitura adicional: Jo 1:14; 10:9; Rm. 5:9, 10; 10:9
Domingo, 16 de novembro |
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| Reconciliação |
Leia Lucas 1:34, 35 e Mateus 1:18. A vinda de Jesus à humanidade fala justamente da união do divino com o humano. Cristo é verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem. |
1. De acordo com Paulo, quem era Jesus, realmente? Cl 2:9
A lição é que Jesus era completamente Deus! Ele “tinha a natureza de Deus” (Fp 2:6, NTLH), igual a Deus, mas, na encarnação, Ele “tomou a natureza de servo, tornando-Se assim igual aos seres humanos” (v. 7, NTLH). |
Uma tocante história que circula por e-mail já passou pela tela do meu computador algumas vezes, mas nunca deixa de mexer comigo: um homem que não cria em Deus estava em casa sozinho na noite de Natal. A família tinha ido à igreja. Ele não via sentido num Deus que Se rebaixou para vir à Terra como homem, portanto se recusava a participar da celebração. Enquanto estava sentado sozinho, começou a cair uma tempestade de neve. Não havia passado muito tempo quando ele ouviu batidas na janela de vidro. Era um bando de gansos selvagens procurando aconchego e segurança.
Teve pena deles, desejou ajudá-los. Foi lá fora durante uma estiada da tempestade e abriu as portas do celeiro. Tentou tocá-los para o abrigo, mas eles só ficaram alarmados e confusos. Tentou tática após tática, e de repente pensou: “Ah! Se eu fosse um ganso, eles iriam me entender e me seguiriam.” Enquanto ele ponderava sobre esse pensamento, entendeu a realidade da necessidade da Encarnação.
Os seres humanos têm estado a vagar na tempestade do pecado por milhares de anos, cegos, confusos e frustrados. Precisávamos de Alguém como nós, que conhecesse o caminho, para mostrar-nos onde procurar segurança – Alguém de quem não tivéssemos medo. Cristo foi esse Alguém. Ele veio à Terra em humildade, como um ser humano, para Se identificar conosco. Leia Hebreus 2:16-18.
Cristo veio à Terra para que pudéssemos ser reconciliados com Deus. É através de Sua vida e morte que temos o caminho para entrar em eterna comunhão com o Divino. Por meio do exemplo de Cristo, temos a certeza de que é possível desenvolver um caráter semelhante ao dEle quando nos mantemos conectados a Deus.
Nesta semana, vamos explorar as implicações da encarnação de Cristo. Vamos examinar Sua concepção miraculosa, Sua vida, o teste pelo qual passou, Seu ministério e Seu sacrifício por nossa causa. Oro para que seu coração esteja aberto a esta poderosa mensagem. Isso pode mudar sua vida!
Abigail Blake Parchment | Grand Cayman, Ilhas Cayman
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| Um grande mistério |
2. Que evidência temos de que Cristo era divino mas também humano? Mt 26:38; Lc 2:40; Gl 4:4
O Novo Testamento deixa indiscutivelmente claro que Jesus era um ser humano real. Ele nasceu de mulher, cresceu e Se desenvolveu como criança, aprendeu a obediência (Hb 5:8), sofreu e morreu (Mt 26:38; Lc 23:46). A Bíblia também é clara em dizer que Jesus era divino, Deus em carne humana (Jo 1:1, 2, 14; Hb 1:3). A realidade da união do humano com o divino em Cristo é indispensável para a expiação. |
3. Como Paulo se referiu a Jesus (1Co 15:45), e o que significa isso?
Em Jesus, houve um novo início para a raça humana. Ele foi o novo Adão de quem foi trazida à existência uma nova raça humana. |
O nascimento virginal de Jesus Cristo continua sendo um dos grandes mistérios a serem plenamente entendidos pelos seres humanos. Tente colocar-se na posição de José e imaginar como você se sentiria se sua noiva de repente aparecesse grávida. Por mais incrível e improvável que possa parecer a idéia de um nascimento virginal, a Bíblia inequivocamente declara que Jesus Cristo é o Filho de Maria e do Espírito Santo.
Em marcante contraste com esse fenômeno bíblico extraordinário, aprendemos na aula de biologia que um óvulo precisa ser fertilizado por um espermatozóide a fim de ocorrer a concepção. Portanto, é a Palavra de Deus que prova quão válida é a afirmação do nascimento virginal de Jesus. João 1:1, 14 resume que “no princípio era o Verbo... o Verbo estava com Deus... e o Verbo Se fez carne e habitou entre nós”. E Mateus 1:18 nos traz um conceito que precisamos aceitar somente pela fé e pela evidência bíblica: que Jesus nasceu sem pecado num mundo pecaminoso, de Maria, através de perfeita união com o Espírito Santo.
Mas por que o nascimento de Cristo foi tão diferente? Sua encarnação foi o que originou Sua natureza singular de ser plenamente humano, mas de ser, ao mesmo tempo, plenamente divino. A missão de Jesus na Terra foi redimir e salvar a humanidade, um feito que não poderia ser realizado somente por meio de Sua divindade. Sua natureza especial também Lhe permitiu identificar-Se como um de nós. Isso O capacitou a ser nosso exemplo. Ele viveu entre os seres humanos, foi batizado, tentado exatamente como nós somos, e morreu na cruz por nossos pecados. Graças à Sua natureza divina, ressuscitou após a crucifixão e ascendeu ao Céu para continuar Seu ministério em nosso favor (Mc 16:19).
Portanto, embora os intrincados detalhes do nascimento de Jesus permaneçam sendo um grande mistério, precisamos aceitar pela fé que Ele veio e a maneira como o fez – como um ser humano, sem pecado, que pôde Se identificar conosco e com todas as alegrias e tristezas pelas quais passamos, e ao mesmo tempo ser nosso divino Salvador.
Michael-Henry Parchment | Grand Cayman, Ilhas Cayman
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| A planta projetada da salvação |
4. Que verdades importantes podemos aprender da história do batismo de Jesus por João? Mt 3:13-17
Ao pedir o batismo, Jesus Se identificou com os pecadores. E, assim fazendo, deixou um exemplo para os que querem segui-Lo. Jesus também Se ajoelhou e orou ao Pai (Lc 3:21, 22). E ao dizer: “Tu és o Meu Filho amado, em Ti Me comprazo” (v. 22), o Pai estava Lhe dizendo que Sua oração fora ouvida. E ainda mais, “para todos nós estas são palavras de esperança e misericórdia. Pela fé na provisão que Deus fez pelo homem, você é aceito no Amado – aceito pelos méritos de Jesus” (Ellen G. White, The Bible Echo and Signs of the Times, 12 de novembro de 1894). |
5. Que grande esperança você pode achar nas palavras de Ellen White, citadas acima?
Toda a Divindade (Pai, Filho e Espírito Santo) esteve presente e envolvida no batismo de Jesus. Os seres humanos não mais estavam separados do amor de Deus, porque, em Cristo, foi encontrado um canal pelo qual o amor divino poderia alcançá-los. |
O nascimento de Jesus (Mt 1:18-25; Jo 1:1, 2, 14; Cl 2:9). O nascimento de Jesus é prova suficiente de que Ele é Deus. João faz duas declarações no primeiro capítulo de seu Evangelho que nos permitem tirar essa conclusão. O verso 1 declara que “o Verbo era Deus” e, então, o verso 14 diz que “o Verbo Se fez carne e habitou entre nós”. Quando se lê o relato de Mateus sobre o nascimento de Jesus, é inequívoco que o nascimento de dEle foi a encarnação do Filho de Deus. Ora, é cientificamente impossível uma virgem conceber um filho. O fato de que Maria, sendo virgem, deu à luz Jesus não é apenas o cumprimento da profecia, mas um óbvio sinal de que Jesus é verdadeiramente Deus. As circunstâncias adversas que circundaram Seu nascimento ditavam seu fracasso. Mateus 1:18 diz: “Antes que se unissem, achou-se grávida pelo Espírito Santo” (NVI), significando que Maria ficou grávida mesmo antes de se casar com José. Após descobrir isso, José decidiu que não iria seguir avante com o casamento. Se ele tivesse feito isso, Maria poderia ter sido apedrejada até a morte, quando as pessoas descobrissem que ela ficara grávida fora do casamento. Mas Deus interveio e enviou um anjo a José para confirmar que a história de Maria era verdadeira, frustrando assim a tentativa de Satanás de prejudicar o plano da salvação.
O batismo (Mt 3:13-17). O batismo de Jesus marcou o ponto inicial de Seu ministério terrestre; indicou que havia começado Sua obra de fazer a expiação em nosso favor. O cristianismo tem que ver com seguir a Cristo. E, ao seguirmos Seu exemplo de batismo, fazemos a necessária declaração a todos os que nos cercam de que permitimos que Jesus comece o processo de expiação em nossa vida. Jesus era perfeito e conseqüentemente não tinha necessidade de ser purificado de qualquer pecado. Contudo, foi batizado mesmo assim. João reconheceu a divindade de Cristo e disse a Ele: “Eu é que preciso ser batizado por Você, e Você está querendo que eu O batize?” (Mt 3:14). Mas Jesus insistiu que tinha de ser batizado, dizendo: “Deixe assim por enquanto; convém que assim façamos, para cumprir toda a justiça” (NVI). O propósito do batismo não era purificá-Lo de qualquer pecado, mas “cumprir toda a justiça”. Da mesma forma, quando somos batizados, não nos tornamos repentinamente perfeitos, mas, sim, estamos dizendo ao mundo que começamos uma jornada com Cristo com a certeza de que um dia também poderemos nos tornar perfeitos.
A tentação (Mc 1:12, 13; Mt 4:1-11). Jesus foi guiado pelo Espírito ao deserto, onde orou e jejuou por 40 dias e 40 noites e, então, foi tentado pelo diabo. Pode parecer estranho que Jesus tenha sido guiado ao deserto para ser tentado. Afinal de contas, somos ensinados a orar: “E não nos exponhas à tentação, mas livra-nos do Maligno” (Mt 6:13, Bíblia de Jerusalém). Contudo, quando examinamos esse evento no contexto da expiação, percebemos que Jesus Se sujeitou a essa experiência por desígnio divino. Jesus estava tentando nos mostrar que é possível resistir à tentação e vencer o pecado – mesmo em nossos momentos de maior fraqueza. Após 40 dias sem alimento, Ele estava fisicamente fraco e ansiando por alimento, contudo conseguiu resistir à tentação de transformar pedras em pães. Preste muita atenção ao fato de que a única fonte de força de Jesus veio da oração a Deus – algo que todos nós podemos fazer. Ele especificamente escolheu colocar de lado Seu poder e exercer apenas os meios disponíveis a nós, a fim de provar que nós também podemos viver sem pecado. Quando nós, como seres humanos, pecamos, não é porque Deus Se recusou a nos ajudar, mas, sim, porque deixamos de usar todos os recursos que Ele tornou disponíveis a nós, a fim de evitarmos cair na armadilha do pecado. Somente seguindo o exemplo de Cristo, de permanecer em constante comunhão com Deus, podemos obter a vontade e o desejo e o poder para vencer a tentação.
O ministério (Mt 9:35). Jesus andou ensinando, pregando e curando as pessoas. Esse foi Seu ministério. E conquanto os efeitos imediatos de se fazer isso fossem importantes, e como resultado fossem muito apreciados pelas pessoas, o principal propósito do ministério de Jesus foi ajudar-nos a compreender que Deus não é um ser abstrato que não se preocupa conosco. Foi para mostrar-nos que Deus é real, que Ele Se importa com nosso bem-estar, e que Ele deseja, mais do que qualquer outra coisa, ser capaz de nos salvar. O ministério de Jesus derrubou as barreiras entre Deus e os seres humanos erguidas pelo pecado. Seu ministério restaurou a ligação que nos permite relacionar-nos com Deus como um verdadeiro Pai que Se importa conosco.
Está consumado (Hb 1:3). Havendo completado Seu ministério, Jesus voltou ao Céu e Se assentou à destra de Seu Pai, sabendo que a parte mais crítica do plano da salvação havia acabado de ser concluída – que a expiação havia sido tornada possível para todo homem, mulher, menino e menina. A esta altura, a única coisa que resta para ser feita é reconhecer o sacrifício que Ele fez, aceitar Seu dom de salvação e entregar a vida a Ele para que Ele possa iniciar a obra da expiação em nós.
Pense
nisto |
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Andrew Campbell | Grand Cayman, Ilhas Cayman
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| O plano |
6. Resuma as três tentações que Jesus enfrentou no deserto depois de Seu batismo. Mt 4:1-11; Mc 1:12, 13
7. O que a vitória de Jesus sobre cada pecado significa para nós e para o processo de expiação? 2Co 5:21
“O plano pelo qual poderia unicamente conseguir-se a salvação do homem abrangia o Céu todo em seu infinito sacrifício. Os anjos não puderam regozijar-se ao desvendar-lhes Cristo o plano da redenção; pois viram que a salvação do homem deveria custar a indizível mágoa de seu amado Comandante. Com pesar e admiração escutaram Suas palavras ao contar-lhes Ele como deveria descer da pureza e paz do Céu, de Sua alegria, glória e vida imortal, e vir em contato com a degradação da Terra, para suportar suas tristezas, ignomínia e morte.
“Ele deveria ficar entre o pecador e a pena do pecado; poucos, todavia, O receberiam como o Filho de Deus. Deixaria Sua elevada posição como a Majestade do Céu, apareceria na Terra e Se humilharia como um homem, e, pela Sua própria experiência, estaria familiarizado com as tristezas e tentações que o homem teria de enfrentar. Tudo isso seria necessário a fim de que Ele pudesse socorrer os que fossem tentados (Hb 2:18).
“Quando Sua missão como ensinador estivesse terminada, deveria ser entregue nas mãos de homens ímpios, e ser submetido a todo insulto e tortura que Satanás os poderia inspirar a infligir. Deveria morrer a mais cruel das mortes, suspenso entre o céu e a Terra como um pecador criminoso. Deveria passar longas horas de agonia tão terrível que anjos não poderiam olhar para isso, mas velariam o rosto para não verem aquele quadro. Deveria suportar aflição de alma, a ocultação da face do Pai, enquanto a culpa da transgressão – o peso dos pecados do mundo inteiro – estivessem sobre Ele” (Ellen G. White, Cristo Triunfante [MM 2002], p. 31).
“A Providência havia dirigido os movimentos das nações, e a onda do impulso e influência humanos, até que o mundo se achasse maduro para a vinda do Libertador. ... Com olhares ansiosos, aguardavam ... [o momento em que] as trevas seriam dispersas, e claro se tornaria o mistério do futuro. ... Quando o grande relógio do tempo indicou aquela hora, Jesus nasceu em Belém” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 32, 33).
“Cristo veio à Terra, tomando sobre Si a humanidade e constituindo-Se representante do homem, para mostrar, no conflito com Satanás, que o homem, tal como Deus o criou, unido ao Pai e ao Filho, poderia obedecer a todo reclamo divino” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 253).
“Que condescendência! Que privilégio nos é concedido! Cristo é o elemento de ligação entre Deus e o homem. ... Ao nos aproximarmos de Deus mediante a virtude dos méritos de Cristo, somos cobertos com Suas vestes sacerdotais. Ele nos coloca bem junto a Seu lado, estreitando-nos com Seu braço humano, enquanto com o Seu braço divino Ele alcança o trono do Infinito. Põe os Seus méritos, qual incenso suave, num incensário que nos entrega nas mãos, a fim de encorajar as nossas petições. Promete ouvir e atender a nossas súplicas” (Ellen G. White, Nos Lugares Celestiais [MM 1968], p. 77).
Pamela U. Ebanks | Grand Cayman, Ilhas Cayman
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| Como estar unido a Deus |
“E percorria Jesus todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades” (Mt 9:35). No exercício de Seu ministério de cura, Jesus estava vencendo a incursão da morte em meio à humanidade sofredora. Estava sendo derrotado o poder da morte, que havia invadido o mundo pelo pecado. Esse fato foi ilustrado particularmente nos casos das várias ressurreições, inclusive a ressurreição de alguém que estava morto havia quatro dias (Mc 5:35-43; Lc 7:11-17; Jo 11:38-44). |
8. Que outros métodos Jesus usou para restabelecer a harmonia na sociedade e entre esta e Deus? Mc 2:15-17; Jo 4:39-42
Todo mundo sabe que óleo e água não se misturam – ou será que sim? Em muitas receitas, líquidos que têm base aquosa e líquidos que têm base oleosa se misturam formando uma emulsão, tendo como emulsificante a gema de ovos. Mas por que estamos falando de cozinha? Bem, não sou cozinheira, mas me parece que podemos comparar a mistura de óleo e água a nossa união com Deus.
À primeira vista, não nos podemos “misturar” com Deus por causa de nosso pecado (Rm 3:23), mas Deus abriu caminho para uma perfeita união com Ele ao prover o ingrediente secreto – Seu Filho (1Pe 3:18).
Então, como funciona essa receita? Como podemos ser parte do plano de Deus para sermos devolvidos a Ele por meio da encarnação de Jesus e da santificação de nossa natureza? Vamos dar uma olhada na formação da emulsão usando um molho holandês para ilustrar:
1. Coloque a gema na panela e bata com um batedor de ovos ou garfo. A única maneira de Cristo estar em sua vida é tornando-O parte de sua vida. Se você não O “colocar” na panela incluindo-O em suas atividades diárias, esse processo não pode começar (Rm 10:9). Isso pode ser feito através da oração, estudo da Bíblia, adoração e qualquer outra disciplina espiritual. Passando tempo com Jesus ficaremos mais próximos de Deus.
2. Bata o suco de limão (base aquosa) e a manteiga derretida (base oleosa) com a gema até que estejam bem combinados. A gema de ovo precisa estar bem misturada com os outros ingredientes. Da mesma forma, precisamos “misturar” Jesus em todos os aspectos de nossa vida (Pv 3:6).
3. Leve a panela ao fogo baixo. Então, mexa a mistura até se tornar macia, cremosa e mais espessa, para criar a emulsão. Às vezes, o “calor” da vida, na forma de um momento de problemas, é necessário para assegurar a formação da emulsão que representa nossa união com Deus (Rm 8:28, 29; 1Pe 4:12). Todos os problemas são significativos no processo de Deus de nos aproximar dEle.
Angeline Shillingford | Grand Cayman, Ilhas Cayman
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| Tome posição! |
O Dicionário Oxford define tentação como “ato de tentar ou a condição de ser tentado; algo tentador ou sedutor”. Hoje somos confrontados com todos os tipos de tentações. Temos que lidar com essas tentações especialmente em nossa caminhada com o Senhor. Mas devemos permanecer firmes, orar, alimentar-nos de Sua Santa Palavra e estar prontos quando o diabo tentar atacar-nos. Como a Bíblia nos diz, a batalha não é natural, mas espiritual: “Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes” (Ef 6:12, 13).
Como exemplo para nós, Jesus usou a Palavra de Deus para resistir às tentações (Mt 4:1-11). Embora Satanás tenha tentado citar as Escrituras para Jesus a fim de convencê-Lo a pecar, era óbvio que Jesus conhecia bem a Palavra.
Muitas vezes somos tentados a mentir, roubar, ter inveja ou ficar irados; mas, então, ouvimos aquela voz mansa [Jesus] nos dizendo para não cedermos às tentações do diabo ou aos seus truques malignos. “Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que O amam” (Tg 1:12).
Ser tentado não é errado – o que conta é a decisão de fazer algo errado, e o ato que vem em conseqüência. Com a ajuda do Espírito Santo, devemos nos levantar, ser sóbrios, vigilantes e estar prontos a resistir ao diabo. E então, ele fugirá. Jesus sacrificou tudo para vir à Terra e dar-nos um exemplo de como viver uma vida pura. Ele poderia ter ficado no Céu e evitado todo o drama que ocorreu durante o tempo em que esteve na Terra, mas escolheu vir ser tentado, por causa de Seu amor por você e por mim. Portanto, não importa quais possam ser as circunstâncias, quando você tomar uma posição, que seja ao lado do Senhor. Tome posição ao lado do direito. Não há dúvida de que Ele vai tomar posição ao seu lado.
Dicas |
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Trisha Long | Grand Cayman, Ilhas Cayman