| Lição 10 | 30 de agosto a 4 de setembro |
Confiança |

“Esta é a confiança que temos ao nos aproximarmos de Deus: se pedirmos alguma coisa de acordo com a vontade de Deus, Ele nos ouvirá” (1Jo 5:14, NVI). |
Prévia da semana: João menciona cinco áreas em que podemos ter confiança em Deus. A única coisa que pode tirar nossa salvação são nossas próprias escolhas negativas.
Leitura adicional: Caminho a Cristo, cap. 6, p. 49-56
Domingo, 30 de agosto |
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| Enterrando sua vontade |
Era uma radiante manhã que trazia grandes expectativas. Quem seria nosso novo professor? Estaria ele disposto a responder todas as perguntas que lhe fizéssemos? Essas eram algumas das indagações que passavam pela mente da maioria dos alunos do primeiro ano do ensino médio. Quando o professor anunciou que o fundamento da classe seria liberdade de expressão, a classe toda gritou: “Viva!” como expectadores comemorando um gol. “Contudo”, continuou o professor, “quaisquer perguntas que vocês fizerem precisam ser relevantes para a matéria que eu ensino.”
“E isso é liberdade?”, alguns dos estudantes cogitaram em voz alta.
Vestígios de uma propensão semelhante podem ser encontrados em nós quando lemos 1 João 5:14: “Esta é a confiança que temos ao nos aproximarmos de Deus: se pedirmos alguma coisa... Ele nos ouvirá” (NVI). Inclinamo-nos a deixar de fora a condição “de acordo com a Sua vontade”.
Sim, nosso amoroso Pai do Céu ouve e atende qualquer súplica que Lhe façamos, mas somente se for “de acordo com a Sua vontade”. A palavra grega parresia, traduzida como “confiança”, pode ser interpretada como “a liberdade de acesso para falar”. Você considera a condição “de acordo com a Sua vontade” uma limitação dessa liberdade de expressão aos olhos de Deus? Ou você a vê como a chave do andar superior do Céu? Como os alunos, muitas vezes vamos a Deus em oração com noções preconcebidas e desejos egocêntricos, sem procurar conhecer Sua vontade. Com que frequência você termina suas orações com “Seja feita a Tua vontade”?
Um escritor se expressa desta forma: “Faça a vontade dEle como se fosse a sua, para que Ele possa fazer a sua vontade como se fosse a dEle.” A vontade geral de Deus é manifesta na Bíblia, mas Sua vontade suprema é exemplificada no propósito geral de nos salvar do pecado. Assim, podemos estar seguros de que se fizermos qualquer petição relacionada a nossa salvação, o Salvador está mais do que pronto a ouvir. Ele estará esperando para realizar esse pedido. Será que, como Karl Barth, podemos dizer o seguinte: “Portanto, a Ti entregamos nossa existência – a Ti que nos convidaste e nos ordenaste que orássemos, que vivêssemos para Teus caminhos. Aqui estamos. Agora, cabe a Ti Te preocupares com nossa causa humana”?
Mãos à Bíblia |
Primeira João 5:14 contém a palavra confiança, que também significa certeza, coragem, ou, em outros contextos, intrepidez (At 4:29, 31) e franqueza (Jo 16:25, 29). De acordo com Hebreus 4:16 e 10:19, os cristãos podem, de maneira confiante, se aproximar do trono de Deus. Por quê? Primeiramente, porque Jesus derramou Seu sangue por eles na cruz. E, segundo, porque Jesus ascendeu ao Céu para servir como Sumo Sacerdote em seu favor. O mesmo termo é usado em 1 João 4:17 falando sobre “confiança” ou “coragem” no dia do juízo. Os cristãos não têm medo do juízo, pois contam com o que Jesus fez por eles. 1. De acordo com os textos a seguir, que razões temos para confiar? 1Jo 5:13; 1Jo 5:15; 1Jo 5:18; 1Jo 5:19; 1Jo 5:20 |
Felix Opoku Gyamfi | Kumasi, Gana
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| Continue crendo |
A maioria do sucesso, tanto nos negócios quanto na vida, é construída sobre a autoconfiança. A realização dos sonhos de alguém se baseia no otimismo e na perseverança. Parece que todo o aspecto da vida humana está enraizado no conceito ou espírito de “posso fazer isso” ou “não posso fazer isso”. Neste mundo, tudo é feito com determinação; mas, com relação a Deus, tudo tem que ver com a confiança.
A palavra “confiança”, no grego, no texto chave desta semana (1Jo 5:14), é parresia, que significa “franqueza no falar e ousadia”,1 ou, melhor ainda, “liberdade de expressão”. Embora o Senhor conheça todas as nossas necessidades antes que as expressemos, Ele deseja que Seus filhos tornem essas necessidades conhecidas a Ele em suas próprias palavras; contudo, não de acordo com nossa vontade, mas com a vontade dEle.
Em 1 Coríntios 9:27, Paulo ilustra como deve ser nossa luta constante contra o pecado. Ele se refere ao antigo boxe dos gregos para demonstrar a natureza feroz de nosso conflito com o pecado. As luvas usadas eram feitas de uma faixa de couro de boi reforçada com soqueiras de bronze. Todo cristão deve ser disciplinado e exercitar a negação própria a fim de obter a vitória sobre todas as paixões deste mundo. “As incitações e desejos dos apetites e paixões naturais precisam ser destruídos.”2 Isso expressa a severidade da luta e a necessidade de orar de acordo com a vontade de Deus.
Sim, a batalha contra o pecado não é ganha facilmente, contudo “os que confiam em Deus, o Senhor, são protegidos pelo Seu amor” (Sl 32:10). Se desejamos ser vencedores, então precisamos entregar tudo a Jesus, crendo nEle. Crer no Filho é um assunto diário. Estar uma vez na graça não é suficiente; precisamos permanecer na graça se desejamos entrar no reino de Deus. João 3:36 diz: “Quem crê no Filho tem a vida eterna; já quem rejeita o Filho não verá a vida, mas a ira de Deus permanece sobre ele” (NVI). A frase “quem rejeita” é tradução da palavra grega apeitheo, que significa ser desobediente – a condição rebelde da mente. Na verdade, a condição da mente determina o curso da vida.
1. Tony Siew, Revelation Is Real (London: T & T Clark).
2. The SDA Bible Commentary, v. 6, p. 737.
Mãos à Bíblia |
2. Que certeza podemos ter, se cremos no Filho de Deus? 1Jo 5:13 3. Como podemos evitar que essa certeza se torne em presunção? Veja Mt 10:22; 1Co 9:27; Ap 3:11. A Bíblia ensina que existe a certeza de salvação, mas essa certeza pode se perder mediante nossas escolhas. Precisamos apegar-nos à coroa da vida, entregando-nos diariamente ao Senhor, em obediência, arrependimento e fé. Devemos, sempre, vigiar e orar, pois Satanás está buscando alguém para devorar (1Pe 5:8). |
Felicia Serwaa Buabeng | Kumasi, Gana
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| Confiança é crença |
Crer no Filho. Em João 3:16 lemos sobre a intenção de Deus e a obrigação dos seres humanos na obtenção da vida eterna. Esse é um dos textos mais comuns entre os que são universalmente ensinados, para revelar o propósito do cristianismo na vida humana: “Porque Deus tanto amou o mundo que deu Seu Filho Unigênito, para que todo o que nEle crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (NVI). Nosso dever é crer no Filho dado a nós para nossa redenção através do inestimável amor de Deus.
Em toda religião, o primeiro passo é crer na Divindade e no que ela faz. Isso também ocorre com o cristianismo. Crer na existência de Deus e em Seu Filho Jesus Cristo nos coloca à parte da condenação e da morte, como está escrito em João 3:36. Crer é estar seguro de algo sem ter nenhuma prova. Se dizemos que cremos em Jesus, o que realmente isso mostra? Seu corpo, seus lábios e sua disposição na vida. O ato de crer ocorre em nossa mente, mas se manifesta em nossas palavras e atitudes. “A posição de um homem diante do Pai é determinada por sua atitude para com o Filho.”* É por isso que Paulo diz: Esmurro o corpo e o reduzo à escravidão para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado. O que cremos governa o que fazemos.
Se alguém não crê no Filho, está sujeito à ira de Deus. Então, isso nos força a crer em Jesus? É claro que não, mas nossa salvação é somente através de Cristo, nosso Senhor. Embora ainda não estejamos em julgamento, conhecemos nossa condição quanto a crermos ou não crermos. João 3:18 diz: “Quem não crê já está julgado porque não crê no Filho único de Deus.” Assim, crer em Jesus Cristo como o Filho único do Pai é um pré-requisito para a salvação. Contudo, o reverso também é verdadeiro. A distinção entre quem é salvo e quem é condenado é expressa em atos. As obras das trevas são para a condenação, e as obras da luz são para a salvação (Jo 3:19, 20).
Confiar e obedecer (At 16:31; 1Co 9:27). No Antigo Testamento, Cristo era simbolizado por um cordeiro. Muito embora Cristo ainda não estivesse na Terra, ainda assim era o foco da salvação. Os patriarcas criam que eram perdoados por meio do sangue do cordeiro sacrificado a Deus. Todos os que creem em Jesus após Sua morte também têm a vida eterna. A morte dEle cumpriu o ritual da morte dos cordeiros no santuário.
Qualquer pessoa que confiar em Cristo e Lhe obedecer pela fé, terá a vida eterna. Paulo e Silas confirmaram isso ao carcereiro filipense quando a porta da prisão se abriu miraculosamente. O carcereiro perguntou: “Que devo fazer para ser salvo?” (At 16:31, NVI). A Bíblia diz que toda a família dele foi batizada naquele mesmo dia. Pedro enfatizou em Atos 4:12 que não há nenhum outro nome debaixo do céu, além do nome de Jesus, pelo qual podemos ser salvos. Nossa confiança em Cristo como nosso Salvador nos salva da morte e nos concede a cidadania celestial.
Confiança e ousadia (Hb 4:16; 1Jo 2:12; 5:13-21). Mesmo em meio ao esforço de viver de acordo com Cristo, ainda erramos. Contudo, quando o fazemos, nossos pecados são perdoados em nome de Cristo. “Filhinhos, eu lhes escrevo porque os seus pecados foram perdoados, graças ao nome de Jesus” (1Jo 2:12, NVI). Obtemos grande confiança e certeza em fé. Jesus é nosso Sumo Sacerdote que simpatiza com nossa fraqueza. Porque Ele está à direita de Deus intercedendo por nós, podemos nos achegar ousadamente junto ao trono, para encontrarmos graça e misericórdia em tempo de necessidade. Ele está sempre à disposição quando O buscamos.
Também temos confiança em Cristo Jesus no sentido de que, se pedirmos alguma coisa segundo a Sua vontade, Ele nos ouvirá. Quando Pedro foi aprisionado, a igreja se reuniu para oferecer constante oração a Deus por sua libertação, e isso ocorreu (At 12:1-18). A igreja não havia se esquecido das promessas e certezas que Jesus havia dado – de que tudo o que pedirmos em Seu nome, Deus fará, para que Ele possa ser glorificado no Filho (Jo 14:13). “Deus mantém cada promessa que fez” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 147). É a confiança que temos nEle que opera milagres. Pois está escrito em Tiago 1:6-8 que devemos pedir com fé, “sem duvidar, pois aquele que duvida é semelhante à onda do mar, levada e agitada pelo vento. Não pense tal pessoa que conseguirá coisa alguma do Senhor, pois tem mente dividida e é instável em tudo o que faz” (NVI).
* The SDA Bible Commentary, v. 5, p. 934.
Mãos à Bíblia |
4. Que certeza podemos ter quanto às nossas orações? 1Jo 5:14, 15. O que isso deve significar para nós? Podemos ir a Deus com todas as nossas alegrias, fardos e pedidos. Podemos Lhe dizer que precisamos de dinheiro, que temos problemas com nossos filhos e precisamos de Sua intervenção, que estamos gravemente doentes e precisamos de cura. Mas será que Ele sempre nos envia um cheque, nos cura de uma doença ou corrige nossos filhos? Não, necessariamente. Quando Jesus orou no Getsêmani, Ele acrescentou à Sua oração: “Faça-se a Tua vontade” (Mt 26:42); e Deus não O livrou da cruz. Mas podemos crer que, ao fazermos uma oração confessando pecados e pedindo perdão, Deus prontamente nos atende. Se eu Lhe pedir para me fazer Seu filho porque aceito Jesus como Salvador e Senhor, Deus responderá imediatamente a essa oração. |
Ampoma Wiredu-Ababio K. | Kumasi, Gana
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| Cristo, nossa âncora |
Temos em nosso coração a esperança de que Cristo é nossa âncora, como diz Hebreus 6:19, mas será que realmente cremos que Ele é? Às vezes, os crisóis da vida nos abatem tanto que nos esquecemos e até duvidamos da existência de Deus. Contudo, as promessas de Cristo a nós nunca mudam. Sua vitória na cruz como Salvador do mundo “traz paz perfeita, perfeito amor, segurança perfeita” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 420) para que também possamos vencer os problemas desta vida.
Com essa segurança perfeita, nossa esperança é a força que nos mantém flutuando no oceano da vida. Apeguemo-nos à Rocha inamovível. Estejamos alicerçados de maneira firme e profunda. “Ao estarmos fortemente firmados em Cristo, possuímos uma força de que ser humano algum nos poderá despojar. E por quê? Porque, ao fugir da corrupção que pela concupiscência há no mundo, somos participantes da natureza divina” (Ellen G. White, Testemunhos para a Igreja, v. 9, p. 187). Se tão-somente pudermos ter um pouco de confiança nEle e não em nossa inteligência, conhecimento, riqueza, habilidades e talentos, Cristo nos levará como sobre Suas asas. Ele não permitirá que sejamos engolidos pelas frustrações do mundo.
O Senhor “calcula o peso de cada carga antes de permitir que esteja sobre o coração dos que estão trabalhando juntamente com Ele. A cada um de Seus obreiros nosso amante Pai celestial diz: ‘Lança o teu fardo sobre o Senhor, e Ele te sustentará’ (Sl 55:22). Compreendam os que carregam fardos, que Ele levará cada carga, grande ou pequena.
“Jesus consente em levar nossos fardos somente quando nEle confiamos. ... Confiemos nEle. A preocupação é cega, e não pode discernir o futuro. Mas Jesus vê o fim desde o princípio, e em cada dificuldade Ele tem Seu caminho preparado para levar alívio. Permanecendo em Cristo, podemos tudo, pois Ele nos fortalece.” (Ellen G. White, Testemunhos para a Igreja, v. 7, p. 297, 298).
Mãos à Bíblia |
Em 1 João 5:18 e 19, o apóstolo menciona duas vezes a palavra “sabemos”. Os dois versos começam com essa declaração. Porém, João não estava preocupado com o conhecimento intelectual apenas. 5. Que desafios indiretos os versos 18 e 19 contêm? 6. Que conforto estes versos apresentam? 1Jo 5:18, 19 Na batalha contra o mal, os discípulos de Jesus são encontrados junto com Deus o Pai e com Jesus. Esses crentes são protegidos por Ele. Jesus os guarda e não permite que Satanás os toque. Então, eles podem dizer não ao pecado e resistir às tentações. |
Gifty Ama Anima Ampomah | Kumasi, Gana
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| A ampla certeza |
Primeira João 5:14 e 15 fala sobre a confiança que podemos ter ao nos aproximarmos de Deus. Assim é apresentado o assunto da oração. Como devemos orar?
“Se pedirmos alguma coisa” (verso 14, NVI). O pronome indefinido “alguma coisa” se refere a qualquer desejo ou necessidade que possamos ter. Não há limitação. “Alguma coisa” subentende a confiança sobre a qual João acabou de mencionar (verso 14). Embora o Senhor conheça todas as nossas necessidades antes que as expressemos, Ele deseja que as tornemos conhecidas a Ele em nossas próprias palavras. “De acordo com a vontade de Deus” (verso 14, NVI). A certeza que temos é muito ampla, qualificada apenas pela frase “de acordo com a vontade de Deus”. Nossos pedidos precisam estar em harmonia com Sua vontade para nós.
Quando oramos de acordo com a vontade de Deus, Sua verdade pode começar sua obra em nosso coração. Cristo é nossa verdade. Ele deve ser o poder em nossa vida e em nosso caráter. Se O recebermos e O conservarmos em nosso coração, Ele transformará todo o nosso ser.
Quando orarmos de acordo com a vontade de Deus, dependeremos dEle e não nos envergonharemos dessa dependência. Nosso onisciente, benevolente Senhor sabe o que é para nosso bem, e coloca Sua graça e poder em favor de nossa felicidade e salvação. Não desejamos ser salvos mais ardentemente do que Ele deseja salvar-nos. Sua vontade está voltada para nossa redenção muito mais firmemente que a nossa.
Portanto, podemos estar seguros de que, se fizermos qualquer petição relacionada a nossa salvação, Deus estará mais do que pronto a ouvir-nos. Ele estará esperando para realizar esse pedido. Podemos estar seguros de que toda oração sincera é ouvida no Céu, e será respondida da melhor maneira para nós. Essa certeza se aplica tanto aos pequenos quanto aos grandes assuntos da vida diária. Aquele que conta os cabelos de nossa cabeça não é indiferente aos pequenos detalhes da vida daqueles por quem morreu (Mt 10:26-31).
Mãos à Bíblia |
7. De acordo com 1 João 5:20, a quem João se refere quando diz que “estamos no verdadeiro”? 1 João 5:20 inclui a palavra “verdadeiro” três vezes. A primeira se refere claramente a Deus o Pai. A segunda menção pode se referir a Jesus: “Estamos no verdadeiro, em Seu Filho, Jesus Cristo.” A última parte dessa cláusula parece explicar a primeira: o Filho de Deus é aquele que é verdadeiro. A palavra “verdadeiro” é achada em 1 João 2:8, descrevendo Jesus (veja também Ap 3:7, 14). A última referência que menciona essa palavra ocorre na sentença: “Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna.” Essa sentença pode se referir a Deus o Pai, a Jesus, ou a ambos. Em todo caso, tem perfeito sentido aplicá-la a Jesus. 8. Que princípio está contido na advertência de 1 João 5:21? Talvez João considerasse as falsas ideias sobre Cristo como idolatria, e, assim, a idolatria está associada aos ensinos dos anticristos sobre Deus e Jesus. |
Festus Muthungu Nthenge | Nairóbi, Quênia
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| Absoluta confiança |
A confiança absoluta não permite sequer uma mancha de dúvida ou ceticismo, a despeito das circunstâncias. Será que Deus pode ter confiança em nós a ponto de perguntar a Satanás: “Reparou em meu (minha) servo(a) (coloque seu nome aqui)?” Essa é uma pergunta que exige absoluta confiança. Deus tinha tanta confiança em Jó que, acontecesse o que acontecesse, Jó nunca proferiria uma palavra contra Ele (Jó 1:8).
Mas essa confiança absoluta, que é sinônimo de fé, não surgiu do nada. A confiança de Jó estava baseada no fato de fazer da vontade de Deus o objetivo supremo de sua vida. Ele manifestou isso em todos os seus caminhos. Leia Jó 1:20 e 21.
A confiança se desenvolve por meio de íntimo relacionamento com nosso Criador. Esse relacionamento nos chama a nos aproximarmos ousadamente do trono da graça para a remissão de nossos pecados.
“Vi que havia grande falta de fé por parte dos servos de Deus, bem como da igreja. Ficavam muito facilmente desanimados, eram demasiado inclinados a duvidar de Deus, muito dispostos a crer que tinham uma dura sorte e que Deus os abandonara” (Ellen G. White, Testemunhos para a Igreja, v. 1, p. 120). Essa falta de fé (confiança) é resultado de conceber Deus como um pai que ordena ao seu filho que pule, mas depois se recusa a pegar a criança.
A confiança é baseada em três princípios: (1) o que alguém fez por nós no passado quando estávamos em grande necessidade e havíamos perdido toda a esperança; (2) o fato de alguém satisfazer consistentemente todas as nossas necessidades (por exemplo, o que nossos pais fazem por nós); e (3) o fato de uma pessoa nunca falhar em honrar as promessas que faz. Contudo, esses três princípios estão todos ligados a coisas perecíveis. Nossa confiança absoluta deve estar em Deus, que está preparando um lugar para nós e que virá para nos levar a esse reino eterno.
Mãos à obra |
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Prince Amoako | Accra, Gana