| Lição 3 | 11 a 16 de outubro |
Adoração e Dedicação |

“Que cada um dê a sua oferta conforme resolveu no seu coração, não com tristeza nem por obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria” (2Co 9:7). |
Prévia da semana: Deus, o originador da luz, da vida e da intimidade, busca nossa face quando nós, em adoração, buscamos a dEle.
Leitura adicional: Romanos 12:1, 2
Domingo, 11 de outubro |
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| Atenção, todos os compradores! |
Quando eu era adolescente, toda manhã de sábado tinha uma decisão a tomar. Há 72 igrejas adventistas num raio de 48 km de minha cidade natal. Assim, a questão não era ir ou não à igreja, mas, sim, a qual igreja ir.
Com tal abundância de igrejas próximas, às vezes, é difícil não se sentir como se você estivesse num shopping center. Muitas pessoas gastam bastante tempo e esforço para “comprar” a igreja certa. Que igreja tem o grupo de jovens mais atrativo? Os sermões são relevantes para minha vida? O estilo de música dessa igreja combina comigo? Ele abastece minha vida?
Alguns são ainda mais minuciosos. Assistem à escola sabatina numa igreja, depois partem para outra a fim de ouvir um incrível grupo musical, e depois ainda vão para outra a fim de ouvir um pastor famoso pregar a Palavra de Deus. E não se esqueça de que ainda tem outra igreja onde o almoço é melhor! No fim do dia, você foi abençoado com ótima música, um poderoso sermão, e nutrição física. Mas o que você deu de si mesmo?
Conquanto não haja absolutamente nada de errado em explorar as opções para encontrar a “melhor” igreja, precisamos nos lembrar do que a adoração envolve. Como seres humanos, é natural que busquemos o que satisfaz nossas necessidades. Mas quando adoramos, o foco não está nem em nós nem no que podemos “obter da igreja”. Ao contrário, a adoração tem que ver com Deus. Tem que ver com venerar o único Ser digno de louvor – o Deus Onipotente que cuida de nós.
Quando adoramos o Senhor, estamos simplesmente devolvendo o tempo e os talentos com os quais Ele nos abençoou. É nosso dever e privilégio usar o que Deus nos deu para servi-Lo, honrá-Lo e louvá-Lo. Ele nunca Se esqueceu de nós, portanto, não podemos nos esquecer dEle em nossa adoração.
Ao estudar a lição desta semana sobre adoração e dedicação em Números 7 e 8, lembre-se de Quem é o seu foco.
Mãos à Bíblia |
No santuário do deserto, os sacrifícios se concentravam no altar de ofertas queimadas. Construído de madeira de acácia revestida de bronze, o altar ficava dentro do pátio, próximo à entrada do santuário de dois compartimentos. 1. Leia Números 7. Que pensamentos vêm à sua mente ao ler sobre as ofertas dadas durante essa cerimônia solene? Que lições espirituais desse relato podem ser aplicadas a nós? Por exemplo, onde você vê representada a cruz? “Os sacrifícios foram explicitamente planejados pelo próprio Deus a fim de ensinar essa grande e importante verdade de que só pelo sangue de Cristo há perdão de pecados” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 107). |
Lisa Takahashi | Hiroshima, Japão
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| Chamados para adorar |
Com a construção do tabernáculo, Deus deixou claro Seu intento de estar ativamente envolvido no desenvolvimento e crescimento dos israelitas. Embora Ele houvesse conversado com Moisés antes de manifestar Sua presença no tabernáculo, talvez desejasse um lugar de encontro para que pudesse sempre ser “encontrado” por todos. Ele desejava um relacionamento, não só com Moisés, mas com todo o povo de Israel. E esse relacionamento devia ser especial.
Lealdade e dedicação (Nm 7). Na dedicação do altar, o líder de cada tribo trouxe uma oferta. Cada um dos 12 líderes trouxe exatamente a mesma dádiva, o que torna o livro de Números um pouco maçante de se ler. Para Deus, contudo, cada dádiva de adoração é especial e é notada, mesmo que sejam apenas duas moedinhas (Leia Mc 12:42-44). Deus não exige mais adoração de uma pessoa que de outra. O valor de nossas dádivas para Deus é determinado não pelo valor que a sociedade dá a elas, mas pelo grau em que elas representam o sacrifício próprio.
Essa litania de ofertas em Números 7 também nos lembra a importância de darmos, e de demonstrarmos, de maneiras tangíveis, nossa lealdade e dedicação a nosso Criador e Salvador.
Partilhando do trabalho (Nm 7:1-10). Após a unção e consagração do tabernáculo, os líderes das 12 tribos voluntariamente trouxeram bois e carroças para o tabernáculo. As famílias de Gérson, Merari e Coate eram responsáveis pelo transporte do tabernáculo (Nm 4). Essa não era uma tarefa fácil, mas os bois e carroças ajudariam nesse trabalho.
Pelas ofertas levadas para o novo santuário, aprendemos que todo o povo participou de alguma forma. Isso nos mostra que aquele era realmente um santuário para eles.
Adoração conjunta (Nm 8:5-13, 19). Em Números 8:5-13, lemos sobre a dedicação dos levitas. No verso 10, os filhos de Israel deviam impor as mãos sobre a cabeça dos levitas. “Este era um ato representativo. Alguns comentaristas acham que talvez tenha sido realizado pelos príncipes, transferindo para os levitas as obrigações da congregação ligadas aos serviços do tabernáculo. Os levitas foram dedicados a Deus em lugar dos primogênitos; e como toda a família era santificada através do primogênito, também toda a congregação se beneficiou.”1
Os levitas eram responsáveis pelos serviços do santuário. Contudo, isso não significava que o restante de Israel não mais precisava render adoração. Ao contrário, isso era para que a comunidade de Israel pudesse adorar mais. Um dos principais deveres dos levitas era fazer expiação pelos pecados que os israelitas cometiam, permitindo assim que o povo se aproximasse do santuário em segurança (v. 19) para adorar a Deus. Separando os levitas para o serviço do santuário, Deus estava dando à comunidade de Israel a liberdade de adorá-Lo sem medo ou reservas.
As lâmpadas (Nm 8:1-3). Parece ter sido de conhecimento comum que as lâmpadas seriam usadas para iluminar o interior do tabernáculo, a fim de ajudar os sacerdotes a fazer seu trabalho lá dentro. Dos móveis do tabernáculo, as lâmpadas são a única coisa mencionada nessa seção de Números. As instruções dadas aqui quase parecem fora de lugar em meio a todas as ofertas, a dedicação e os sacrifícios que estavam acontecendo. A importância das lâmpadas, interiores ou exteriores, não pode ser contestada. E Deus desejava Se certificar de que os levitas conseguiriam cumprir bem seus deveres enquanto estivessem no Lugar Santo.
Em visões mostradas a João, vemos candeeiros em torno de Jesus, e nos é dito que esses candeeiros representam a igreja (Ap 1:20). Essa não é a primeira vez em que a igreja é comparada a um candeeiro. Jesus também nos disse que devíamos servir de luz para o mundo (Mt 5:14-16). Nossa adoração consiste em levar outros a glorificar a Deus. Se nossa vida não levar outros a Deus, somos como uma vela debaixo de um cesto. “Cristo veio para dispersar as trevas e revelar o Pai. Essa mesma obra confiou Cristo a Seus discípulos. A luz brilha, não tanto para que os homens possam ver a luz, como para que possam ver outras coisas por causa da luz. Nossa luz deve brilhar, não para que os homens sejam atraídos a nós, mas para que possam ser atraídos a Cristo, a luz da vida, e às coisas importantes (Mt 6:31-34; Jo 6:27; cf. Is 55:1, 2).”2
Em Êxodo 19:6, Deus disse a Moisés que o povo de Israel foi chamado para ser uma nação de sacerdotes. E assim como o trabalho de um sacerdote é levar outros a adorar a Deus, a nação de Israel devia ajudar as nações da Terra a se aproximarem de Deus em adoração. Hoje em dia, esse é nosso dever também. Somos chamados a adorar, mas não devemos parar aí, pois a verdadeira adoração também envolve a ajuda às pessoas ao nosso redor para que desenvolvam seu relacionamento com Deus.
1. The Seventh-day Adventist Bible Commentary, v. 1, p. 852.
2. Ibid., v. 5, p. 331.
Mãos à Bíblia |
No Santíssimo, a glória visível do Shekiná, pairando entre os querubins, representava a presença do Senhor. Os Dez Mandamentos embaixo do trono dos querubins atestavam a vontade divina, o fundamento da aliança entre Deus e Seu povo – e a base moral de Seu governo universal. 2. Leia Êxodo 25:22 e Números 7:89. Tente imaginar como seria essa experiência. Você gostaria de ter esse encontro íntimo com Deus? O que faz você pensar que não seria completamente destruído se chegasse muito perto dEle? Veja Êx 20:19. 3. Em que sentido você pode hoje chegar ainda mais perto da presença de Deus? Veja Hb 4:14-16. Como Jesus tornou possível essa aproximação? |
Gerald Christo II | Tokuyama, Japão
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| Amar, honrar e apreciar |
“Era desígnio do Senhor que, pela fiel observância do mandamento do sábado, Israel fosse continuamente lembrado de sua responsabilidade perante Ele como Seu Criador e seu Redentor. Enquanto guardassem o sábado no devido espírito, a idolatria não poderia existir; mas fossem as exigências deste preceito do decálogo postas de lado como não mais vigentes, o Criador seria esquecido, e os homens adorariam a outros deuses” (Ellen G. White, Exaltai-O, p. 138). A verdadeira adoração é seguida por uma dedicação a Deus incondicional e não dividida. Ao criar o sábado, Deus tinha esperado garantir uma aliança inquebrantável. Idealmente, fomos criados para ser um povo de profunda espiritualidade e indômita devoção.
“Os israelitas, em sua adoração ao bezerro de ouro, professavam estar adorando a Deus. Assim, Arão, dando início ao culto ao ídolo, proclamou: ‘Amanhã será festa ao Senhor’(Êx 32:5). Eles se propunham adorar a Deus, como os egípcios adoravam Osíris, na semelhança da imagem. Deus não poderia, porém, aceitar esse culto. Embora oferecido em Seu nome, o objeto real de sua adoração era o deus-sol, e não Jeová” (Patriarcas e Profetas, p. 360 [explicação adicional sobre a p. 316]).
“Os israelitas sabiam bem que seus ídolos eram impotentes para salvar ou destruir. Sabiam que a adoração pagã era contrária à razão e ao são juízo. Mas haviam gradualmente se afastado de Deus, e haviam condescendido com o pecado até que suas percepções morais se obscureceram e eles foram enganados por Satanás” (Ellen G. White, The Signs of the Times, 18 de agosto de 1881).
A verdadeira atitude de amar, honrar e apreciar o tempo com Deus é revelada pela qualidade e quantidade de tempo passados na “adoração” de nossos “ídolos”, ou nas circunstâncias seculares que consomem nossa vida. A genuína adoração leva nossa atenção a Jesus e a desvia de nosso próprio ser desamparado. Temos tanta coisa mais para esperar quando nossos olhos são treinados a se dirigir para a frente!
Mãos à Bíblia |
4. Que ideia nos dão os textos seguintes sobre o significado do menorah? Zc 4:1-6, 11-14; Ap 4:2, 5; 11:4 A visão de Zacarias sugere que o óleo que escorria para as lâmpadas do menorah, capacitando-as a queimar, é o Espírito de Deus (v. 5, 6). A palavra hebraica “amêndoa” (Jr 1:11, 12) significa “vigiar” ou “despertar”. A amendoeira era chamada literalmente de “árvore despertadora” ou “árvore vigia” porque era a primeira árvore a “acordar” e florescer. João viu na representação celestial do santuário um menorah de sete lâmpadas ardendo diante do trono, que são identificadas como “os sete Espíritos de Deus” – a maneira de João se referir ao Espírito Santo em Suas múltiplas operações. |
Tamar Paul | Hiroshima, Japão
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| Venha ao propiciatório |
Após livrar Seu povo da escravidão a fim de levá-lo à Terra Prometida, Deus Se manifestou mais plenamente a eles. Sim. Sua presença estava com eles diariamente na coluna de nuvem e de fogo (Êx 13:22). Contudo, Ele estava pronto a instruí-los nos caminhos da adoração.
Isso Ele fez instruindo Moisés a dizer aos israelitas: “E farão um santuário para Mim, e Eu habitarei no meio deles” (Êx 25:8, NVI). Chegaria o dia em que o povo escolhido de Deus – todos aqueles que criam nEle – poderia chegar a Sua presença a qualquer momento, em qualquer lugar. Por enquanto, porém, devia ser construído um santuário onde Ele pudesse habitar com eles.
Com detalhes explícitos, Deus instruiu Moisés sobre a maneira pela qual esse santuário devia ser construído. Dentro do santuário, colocada no Lugar Santíssimo, estava a arca do testemunho. Sobre essa arca estava o propiciatório, feito de ouro puro, com dois querubins de ouro colocados de cada lado, um de frente para o outro, com as asas estendidas de modo a cobrir a peça. O propiciatório era colocado em cima da arca do testemunho que continha os Dez Mandamentos (Êx 25:17-22). Primeiro Samuel 4:4 declara que Deus habitava entre esses dois querubins. Além disso, no Dia da Expiação anual, o sacerdote entrava na presença de Deus e, diante do propiciatório, fazia expiação pelos pecados do povo (Lv 16:1-22).
Dentro da arca estavam as leis do testemunho (Êx 25:16), um pote de maná (Êx 16:32-34) e o bordão de Arão (Nm 17:10); todos esses itens eram lembretes da rebelião de Israel em algum ponto de sua jornada. Em nosso tempo, o propiciatório não mais está sobre a arca da aliança. Hoje em dia, o propiciatório pode ser achado ao lado da cama, na pia cheia de louças, num carro preso no trânsito, numa igreja, num parque, em qualquer lugar onde seja sentida a necessidade de adorar a Deus ou de pedir perdão. Deus está sempre perto. O sangue do Cordeiro – Jesus Cristo – tornou isso possível.
Mãos à Bíblia |
5. Que cuidados eram tomados em respeito à purificação dos levitas? O que isso nos ensina sobre a santidade, o pecado, a purificação e a dedicação a Deus? Nm 8:6-26 O fascinante aqui é a ideia de que os levitas, depois de serem purificados e barbeados, e depois de terem oferecido uma oferta pelo pecado (Nm 8:7, 8) – eles mesmos eram chamados de “oferta” ou “oferta movida” (v. 11). Certamente, não havia qualquer coisa relacionada a sacrifício humano. Dava, sim, a ideia de dedicação, consagração e reconhecimento de que esses levitas iriam fazer um trabalho no interesse de Israel, fazendo por todos o que não podiam fazer por si mesmos. |
Calene Williams | Kanagawa, Japão
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| Quando você quer dar mais |
Aprender sobre a dedicação do tabernáculo nos ajuda a compreender o quanto Deus deseja nossa lealdade e dedicação. Também nos ajuda a compreender o que é requerido de nós para ter um relacionamento com Ele, e a captar o significado e a importância de nos entregarmos a Ele. Antigamente, quando o coração dos israelitas estava cheio de gratidão a Deus, suas ofertas até excediam a quantia requerida. O que eles queriam era continuar ofertando (Êx 36:3-7)! A cruz de Jesus Cristo mostra o quanto Deus deseja nos dar. Como podemos aplicar esses conceitos de doação a nossa vida?
Tire tempo para compreender seu propósito. Isso nem sempre é uma tarefa fácil, mas ao pedirmos a Deus que nos guie, prepare e use, Ele nos revelará Seu propósito para nós (Jr 29:11-13). Passe alguns momentos cada dia reafirmando seu propósito e seus alvos, não só para aquele dia, mas também para a vida.
Tire tempo para considerar seu empenho. Sua dedicação a Deus é algo comum, que ocorreu uma única vez? Ou é uma proximidade contínua, dinâmica e crescente com Ele? Ao buscarmos a Deus de todo o coração (Jr 29:13), nossa dedicação a Ele se aprofundará, nossa confiança nEle se fortalecerá, e nosso desejo de partilhar Sua mensagem de esperança crescerá.
Tire tempo para conhecer a bondade de Deus. Se você realmente ama alguém, desejará dar cada vez mais. Ao tirar tempo para considerar e experimentar o que Deus nos oferece – vida abundante (Jo 10:10) e vida eterna (Jo 3:16) – seu coração distribuirá dádivas de gratidão a Ele.
O essencial de tudo é que precisamos tirar tempo para Deus. Quando o fizermos, a alegria, a paz e a confiança que obtemos desse relacionamento íntimo com Ele serão nossas.
Mãos à Bíblia |
“Eles são os israelitas que deverão ser inteiramente dedicados a Mim. Eu os separei para serem Meus em lugar dos primogênitos, do primeiro filho homem de cada mulher israelita” (Nm 8:16, NVI). 6. Números 8:19 diz que Deus chamou os levitas para “fazerem expiação por eles [os filhos de Israel]”. O que significa isso? Como devemos entender essa expiação, tendo em conta a cruz? Rm 5:11; Hb 9:25-28 Ao fazerem seu serviço em favor dos israelitas, os livrariam da praga. Isto é, em seu ministério, eles ajudavam a proteger os filhos de Israel da ira divina que enfrentariam caso se chegassem “ao santuário” (Nm 8:19). |
Brad Warden | Hiroshima, Japão
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| Adoração: um modo de vida |
Um amigo meu costumava adorar o principal cantor de uma banda de rock. Ele se vestia de maneira idêntica à do cantor, tinha o mesmo estilo de cabelo, e chegou até a acrescentar o sobrenome do cantor ao seu. Por que parece tão fácil ser devotado a um ser humano cheio de falhas, mas difícil devotar-nos Àquele que é o único Ser digno de tão completa devoção?
Deus deu instruções específicas quanto ao tabernáculo e seus serviços e como Ele desejava que fossem. Essas instruções detalhadas deviam impressionar os israelitas, e a nós, com a importância e especialidade da adoração.
O livro de Números conta a história de um grupo de pessoas numa jornada, não apenas para descobrir Deus, mas para descobrir também a si mesmas. O tabernáculo lhes deu um senso de família e de pertencer. Através do simbolismo de tudo o que havia no tabernáculo, eles podiam aprender sobre o tipo de família que Deus desejava e precisava que eles fossem.
Nossa adoração hoje não tem que ver apenas com o ato de nos reunirmos para cantar louvores. Precisa também ser pessoal. Precisamos reconhecer que todo aspecto de nossa vida pertence a Deus. Devemos viver nossa vida como uma constante resposta a Deus e a tudo o que Ele nos deu. Nossa vida será então de constante adoração.
Infelizmente, para muitos de nós, aprendemos a compartimentalizar nossa vida de forma a colocar a adoração num desses compartimentos, separado dos outros. Mas Colossenses 1:16 diz: “Pois nEle foram criadas todas as coisas nos céus e na Terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos ou soberanias, poderes ou autoridades, todas as coisas foram criadas por Ele e para Ele” (NVI). Deus não pretendia que parte da vida fosse secular e outra parte fosse religiosa. Ele criou tudo na vida para ser para Ele. Tendemos a nos esquecer de que Deus é a própria razão pela qual existimos, e que Ele está preocupado com todos os aspectos de nossa vida. Devemos nos lembrar de que tudo vem dEle. É aí que começa a verdadeira adoração.
Mãos à obra |
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Naphirisa Christo | Tokuyama, Japão