| Lição 8 | 16 a 21 de agosto |
Amando irmãos e irmãs |

“O mandamento que Cristo nos deu é este: quem ama a Deus, que ame também o seu irmão” (1Jo 4:21). |
Prévia da semana: O plano de salvação demonstra o amor de Deus pelos pecadores. Temos a responsabilidade de mostrar esse amor aos outros.
Domingo, 16 de agosto |
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| Permanecendo junto à Rocha |
Filipe e sua irmãzinha Tamar estavam no vale colhendo flores, correndo atrás de borboletas, e comendo algumas frutas. De repente, o céu escureceu. Filipe pediu a Tamar que recolhesse todas as suas coisas para que pudessem ir embora o mais rapidamente possível.
Começaram a andar depressa, e às vezes até a correr. Logo chegaram ao túnel que tinham de atravessar, pelo qual passava um trem. Filipe se ajoelhou e colocou o ouvido nos trilhos para sentir se havia vibrações de algum trem que se aproximava. Não havia nenhuma, por isso ele pegou a mão de Tamar e começou a correr pelo túnel. Após alguns passos, ele chegou de novo o ouvido aos trilhos. Estava ficando escuro, e o túnel não possuía luzes. Filipe não se incomodava de passar pelo escuro, mas a pequena Tamar estava com medo. Contudo, confiava no irmão. Logo chegaram ao meio do túnel. Uma vez mais Filipe se ajoelhou para ouvir se vinha algum trem; e quando ele apertou a mão de Tamar, ela sabia que eles estavam em perigo. Eles não sabiam de que direção viria o trem. Filipe não tinha o que fazer. Ele sabia muito bem que só havia espaço suficiente para o trem passar através do túnel, e mais nada.
Ele colocou Tamar perto de uma rocha ao lado dos trilhos do trem. Logo, o som do trem ficou mais alto. Filipe começou a gritar com toda a força: “Minha irmã, fique junto à rocha.” Fique junto à rocha! Depois de o trem haver passado, Filipe foi correndo até a irmã. Ela pulou em seus braços abertos e gritou: “Eu amo você! Você me colocou junto à rocha para salvar minha vida.”
Precisamos permanecer junto a Jesus, nossa Rocha dos Séculos, ao aprender sobre Seu amor por nós e nosso amor pelo próximo na lição desta semana.
Mãos à Bíblia |
A passagem que estudamos na semana passada termina com a declaração de que se pode conhecer os filhos de Deus quando eles fazem o que é certo e demonstram amor a seus irmãos e irmãs no Senhor (1Jo 3:10). Esse verso constrói uma ponte para a discussão sobre o amor, presente no restante da epístola. 1. Que semelhanças você encontra entre 1Jo 3:11-24 e 1Jo 4:7–5:4? As duas passagens são muito semelhantes. As duas contêm repetidamente a frase “amemo-nos uns aos outros” (1Jo 3:11, 23; 4:7, 11, 12). As duas enfatizam que o objeto do amor são principalmente os outros crentes, e as duas nos advertem contra o ódio aos irmãos e irmãs. As duas passagens também enfatizam o amor de Deus por nós. |
Stenoy Stephenson | Pune, Índia
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| As dimensões do amor |
As leis de Deus refletem Seu caráter. Jesus veio a este mundo para revelar a vontade e o caráter do Pai. Com isso em mente, Ele tentou ensinar às pessoas que muitas delas compreendiam mal o princípio do amor que governa a lei. Leia João 14:9 e Mateus 5:17.
A lei é o reflexo do caráter de Deus, e a essência de Seu caráter é o amor (1Jo 4:8). Portanto a lei, acima de tudo, reflete o amor de Deus. Por sua vez, a lei de Deus é refletida na vida de Seus filhos através de atos de amor. Os líderes religiosos da época de Jesus haviam esquecido e corrompido esse relacionamento intrínseco entre a lei de Deus e Seu amor. Eles criam que a lei era destituída de amor, e achavam que a lei era mais importante que o amor. Isso é contrário ao propósito de Deus para a lei, que é revelar Seu amor. Jesus levou esse conceito um passo adiante quando disse: “Se vocês Me amam, obedecerão aos Meus mandamentos” (Jo 14:15, NVI). A verdadeira obediência à lei é resultado de nosso amor por Deus.
A primeira epístola de João revela as dimensões do amor cristão, elaborando assim sobre o que Jesus havia resumido quando discutiu a lei com os escribas e fariseus (1Jo 3; 4). O amor de Deus tem uma dimensão vertical. O amor que Ele tem pelos seres humanos foi provado por Jesus na cruz (1Jo 3:1, 16). Porque fomos feitos à imagem de Deus, há uma parte de cada um de nós que deseja ter essa imagem restaurada em nós. Esse desejo faz com que nos empenhemos na dimensão vertical do amor de Deus.
Contudo, o amor de Deus também tem uma dimensão horizontal – o amor, nos filhos de Deus, por seus “irmãos” e “irmãs” (1Jo 4:21). Podemos experimentar esse amor só na medida em que Deus habita em nosso coração (1Jo 4:11). Nosso amor por nossos “irmãos” e “irmãs” precisa ser carregado de atos: “Filhinhos, não amemos de palavra nem de boca, mas em ação e em verdade” (1Jo 3:18, NVI). Ele até requer que estejamos prontos a fazer o supremo sacrifício, assim como Jesus exemplificou em Sua vida e morte.
Mãos à Bíblia |
2. Embora João fale muito sobre amor nestes versos, como ele define e explica o amor? 1Jo 3:12-16; 1Jo 4:7-10, 16 João não parecia decidido a dar uma definição de amor. Ao contrário, ele começou usando o exemplo de Caim como demonstração do que não é o amor. 3. Como esse exemplo nos ajuda a compreender o que João queria dizer? O exemplo negativo é seguido por outro positivo. Jesus depôs Sua vida por nós. Esse é o significado mais profundo de amor. Amor significa fazer tudo o que for necessário para ajudar os outros, mesmo que requeira abnegação. Que contraste para o que Caim fez a seu irmão! |
Lamm B. Fanwar | Pune, Índia
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| Ame o tempo todo |
O principal tema de 1 João é o amor. Essa epístola enfatiza o seguinte: Deus é amor (1 João 4:8); o amor procede de Deus (verso 7); Deus nos amou e nos enviou Seu Filho; portanto, devemos amar uns aos outros (versos 10, 11).
O primeiro e o último mandamentos (Mc 12:28-31; 1Jo 3:23). No tempo de Jesus, os judeus já haviam acumulado centenas de leis – 613, de acordo com o relato de um historiador. Alguns líderes religiosos tentavam distinguir entre as leis principais e as secundárias, e alguns ensinavam que todas as leis se aplicavam igualmente e que era perigoso fazer quaisquer distinções.
Por causa dessa confusão, um escriba quis que Jesus lhe dissesse qual era o maior mandamento. Para sua surpresa, o Mestre lhe deu uma resposta convincente ao mencionar dois mandamentos: um de Deuteronômio 6:5 e outro de Levítico 19:18. Ambos falam sobre o amor. Assim, Jesus disse em termos simples que todos os mandamentos foram dados por duas simples razões: ajudar-nos a amar a Deus e ajudar-nos a amar o próximo.
O amor como fundamento da guarda dos mandamentos (Jo 14:15; 1Jo 3:22-24; 5:1-4). O amor nos motiva a obedecer. Essa motivação torna fácil a guarda dos mandamentos. Além disso, o amor é como um fio que percorre todos os mandamentos, colocando-os numa só plataforma.
O verdadeiro amor para com nossas irmãs e irmãos remove a morte (1Jo 3:11-15). João reitera o ensino de Jesus de que qualquer pessoa que odeie a outrem é um assassino no coração (Mt 5:21, 22). O cristianismo não é uma exibição exterior, mas uma religião do coração. A amargura contra alguém é perigosa, porque acaba se voltando contra você como um bumerangue. Não deixe nenhuma “raiz de amargura” venenosa (Hb 12:15) crescer em você nem em sua igreja.
Enquanto o motivo de amarem-se uns aos outros aparece frequentemente no Novo Testamento (por exemplo, Jo 13:34; 1Pe 1:22; 1Jo 3:11), amar os irmãos ocorre somente em 1 João 3 e pode receber uma interpretação mais ampla. Todos nós que afirmamos ter passado “da morte para a vida” não devemos restringir nosso amor a nosso círculo imediato de conhecidos, mas a todos os irmãos na fé. Ao fazer isso, provamos que deixamos o mundo da morte e entramos no âmbito da vida eterna. Isso mostra que já começamos a colocar em prática as eternas virtudes do Céu.
Amor “em ação e em verdade” (Tg 2:15, 16; 1Jo 3:16-21). O verdadeiro amor não é apenas um sentimento, mas uma ação que produz a doação abnegada e sacrifical. Isso significa a doação de si mesmo aos outros sem pensar em receber nada em troca. Envolve colocar os desejos dos outros acima dos nossos próprios desejos. Nosso Salvador ensinou o mesmo princípio do amor em João 15:13.
Há pessoas que praticam bons atos sem sentir real afeição por aqueles a quem estão ajudando. Podem estar agindo somente por um senso de dever ou pelo desejo de ganhar aplausos de outras pessoas. Portanto, João enfatiza a necessidade de genuíno amor. Nossos atos de amor devem ser inspirados por genuína afeição pelos outros, particularmente pelos necessitados.
Deus é amor (1Jo 4:7-21). Quando pensamos sobre o fato de que Deus é amor, não devemos pensar sobre o amor mundano, que é egoísta e superficial. Quando dizemos que Deus é amor, estamos falando sobre um amor santo, perfeito. Seu amor explica por que Ele cria; por que Ele Se importa; por que temos livre arbítrio; por que Cristo morreu; e por que podemos ter a vida eterna (1Jo 4:9, 10).
Com nossa natureza pecaminosa, ver a Deus pode ser difícil. Mas o apóstolo João nos dá um maravilhoso modus operandi para vê-Lo – a fim de que possamos amar-nos mutuamente. Se nos amarmos, Deus viverá em nós, e Seu amor encontrará plena expressão em nós (1Jo 4:11, 12).
Deus é amor, e todos os que vivem em amor vivem em Deus, e Deus vive neles. E ao vivermos em Deus, nosso amor é aperfeiçoado (1Jo 4:16). Nesse amor não há medo, porque o perfeito amor expulsa todo medo (verso 18). E Ele nos deu esse mandamento: os que amam a Deus precisam também amar seus irmãos e irmãs (verso 21).
“‘Deus é amor’ (1 João 4:8), está escrito sobre cada botão que desabrocha, sobre cada haste de erva que brota. Os amáveis passarinhos, a encher de música o ar, com seus alegres trinos; as flores de delicados matizes, em sua perfeição, impregnando os ares de perfume; as altaneiras árvores da floresta, com sua luxuriante ramagem de um verde vivo - todos testificam da terna e paternal solicitude de nosso Deus, e de Seu desejo de tornar felizes os Seus filhos” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 10).
Mãos à Bíblia |
4. Que motivos temos para confiar, mesmo quando as emoções apontam para outra direção? Quem, em algum momento, não experimentou os sentimentos de que João fala neste texto? 1Jo 3:19-21 5. Por que o cristão não precisa temer o juízo? Quem não experimentou essa preocupação? 1Jo 4:17, 18 Quais cristãos, em algum momento, olhando para si mesmos, para suas fraquezas, falta de amor, negligência, não se sentiram culpados, condenados e até perdidos? Como é importante lembrar que Deus é maior que nós, nossas culpas e nosso coração! Como é importante perceber, dia a dia, que nossa esperança de salvação está em Jesus e em Sua intercessão por nós! Só quando nos apoiamos em Seus méritos, e não nos nossos, é que podemos ter confiança e certeza. |
Joy Kuttappan | Pune, Índia
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| Mandamentos envoltos em amor |
Os mandamentos de Deus “são uma expressão do princípio do amor. Não se pode guardar o primeiro e violar o segundo, nem se pode observar o segundo enquanto se transgride o primeiro. ... E só quando amamos a Deus de maneira suprema, é possível amar nosso semelhante com imparcialidade” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 607).
Em nossa associação diária com outros, devemos aprender a praticar o amor piedoso em ação e em verdade. “Há os que professam possuir santidade... ao mesmo tempo que recusam obediência aos mandamentos de Deus. ... O verdadeiro amor a Deus se revelará na obediência a todos os Seus mandamentos. ... Se o amor de Deus estiver no coração, nossos sentimentos, pensamentos e ações estarão em harmonia com a vontade de Deus” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 562, 563).
“[O caráter de Jesus] revela a verdadeira significação da lei, e mostra o que quer dizer amar nosso semelhante como a nós mesmos. E quando os filhos de Deus manifestam misericórdia, bondade e amor para com todos os homens, também eles estão dando testemunho do caráter dos estatutos do Céu” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 505).
“A religião de Cristo ligará em íntima fraternidade todos os que lhe aceitarem os ensinos. Foi missão de Jesus reconciliar os homens com Deus, e assim uns com os outros” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 47).
“Todos quantos nasceram na família celestial, são em sentido especial irmãos de nosso Senhor. O amor de Cristo liga os membros de Sua família, e onde quer que esse amor se manifeste, aí se revela a relação divina. ... Toda boa ação praticada para erguer uma pessoa caída, todo ato de misericórdia, é aceito como feito a Ele próprio” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 638).
Mãos à Bíblia |
João não se contentou em teorizar sobre o amor. Ele nos permite saber que Deus espera que ponhamos o amor em ação. Ele diz que não devemos amar apenas de palavra, mas com atos (v. 18). Deus não disse que nos ama, apenas; Ele enviou Seu Filho para morrer em nosso lugar. 6. Qual das ordens contidas em 1 João 3:16 e 17 é mais difícil de seguir? Por quê? Não é provável que alguns de nós sejamos chamados a morrer por outros crentes. Mas é mais provável sermos chamados a demonstrar amor por alguém necessitado. De todos os lugares em que o amor deve se manifestar, esse é o lar. Existem muitas maneiras de demonstrar amor aos familiares: ajuda extra em casa, um jantar agradável, um passeio familiar especial, ou qualquer outra. |
Synthia Murali | Chennai, Índia
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| Amor semelhante ao de Cristo |
Todos os cristãos, através da fé e do batismo, entram na nova aliança estabelecida por Jesus Cristo através de Seu sacrifício na cruz. Que amor! Ao entrarmos nessa relação de aliança, assumimos um compromisso em relação a nosso próximo e concordamos em nos apoiar mutuamente. É com profunda alegria e gratidão, compreendendo a irresistível bondade de Deus em nos dar essa oportunidade, que entramos na vida das pessoas a quem Deus chamou para estarem juntas.
A fim de respondermos ao que Deus está fazendo entre nós, a fim de sermos o povo que Ele nos está chamando a ser, damos a Ele toda a nossa vida – passada, presente e futura. Seguiremos Seu Filho, Jesus, e viveremos cada vez mais no Espírito, para partilhar de um só coração, mente e propósito com nossos irmãos e irmãs em Cristo. Com essa fé e abundante alegria no coração, confiando em Seu poder e graça para suster-nos, entramos na aliança de amor com Deus como irmãos e irmãs em Cristo.
As implicações práticas subsequentes podem nos ajudar a melhor compreender isto:
O genuíno amor pelo próximo é o mesmo amor que temos para com Deus. É uma escolha proposital, intencional e ativa, não meramente sentimental e emocional. E ela é medida, Jesus disse, pelo amor que temos a nós mesmos (Mt 22:39).
Ame aos outros como você ama a si mesmo. Quando uma pessoa está com fome, ela se alimenta. Quando está com sede, bebe algo. E quando alguém está doente, toma remédios ou vai ao médico. Cada um de nós se preocupa em cuidar de si mesmo. Não ficamos simplesmente falando em comida, água ou remédio. Fazemos tudo o que for necessário para prover essas coisas para nós mesmos. Da mesma forma, não diga simplesmente a alguém que está com frio ou fome: “Vá em paz! Aqueça-se e alimente-se até satisfazer-se” (Tg 2:16, NVI), sem fazer algo para atender às necessidades daquela pessoa.
Mãos à Bíblia |
As duas passagens que estudamos nesta semana terminam com uma referência aos mandamentos. 7. O que as duas passagens ensinam sobre os mandamentos, além de que devem ser guardados? 1Jo 3:22, 23, 24; 1Jo 4:21; 1Jo 5:2, 3 João diz que guardar os mandamentos de Deus e fazer o que Lhe agrada (1Jo 3:22) dá confiança aos cristãos de que Deus ouve suas orações. A ordem de Deus é que devemos crer em Jesus e amar uns aos outros. Guardar os mandamentos permite uma permanência mútua – nós em Deus e Ele em nós. Amar a Deus inclui a guarda dos mandamentos e, realmente, eles podem ser guardados porque não são penosos. |
Benji Stephen | Pune, Índia
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| A religião do amor |
O poeta indiano que escreveu que o mundo tem apenas uma religião – a religião do amor – pode parecer irreverente e blasfemo. Contudo, a seguinte paráfrase de seus versos deve nos ajudar a ver as coisas de maneira diferente:
Aqui está alguém cego demais para ver seu irmão que mora ao lado;
Como, então verá a Deus que é invisível?
O poeta parece ter sido inspirado pelas palavras do apóstolo João, que disse: “Se alguém afirmar: ‘Eu amo a Deus’, mas odiar seu irmão, é mentiroso, pois quem não ama seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê” (1Jo 4:20, NVI).
O estudo desta semana nos chama de volta ao cristianismo prático enfatizado por Jesus quando respondeu a um escriba que Lhe pediu que dissesse qual é o maior mandamento (Mc 12:28-31). Jesus não apenas mencionou qual é o maior mandamento, mas mencionou também o segundo, sem o qual o primeiro permanece incompleto e ineficiente.
O “primeiro” e o “segundo” mandamentos (a sinopse do decálogo) nos mandam amar ao Deus verdadeiro com todo o nosso ser, e nosso próximo como a nós mesmos. Desde o princípio da história humana, tanto por preceito como por exemplo, a Bíblia toda tem nos mandado praticar esses aspectos gêmeos do amor divino.
Nada menos que amar nosso próximo – até o ponto de dar a própria vida, se necessário – pode adequadamente retribuir o supremo amor de Deus que enviou Seu Filho para a cruz em nosso lugar. O fato de que alguém não pode odiar seu irmão ou irmã visível, e ainda afirmar que ama o Deus invisível é vividamente ilustrado por Caim que, professando amar a Deus – mas sem compreender esse amor –, ofereceu um sacrifício errado e odiou seu irmão Abel tão amargamente que o assassinou.
Deus é o originador da vida e do amor. Como filhos de Deus, desenvolveremos um amor como o dEle e alegremente guardaremos Seus mandamentos, que são práticos e não são penosos. Se não mostrarmos caridade cristã pelos menos afortunados, como podemos dizer que amamos a Deus e guardamos Seus mandamentos? Se estamos fundamentados com Deus num relacionamento de pai e filho, mostraremos Seu amor de maneiras concretas e teremos confiança no dia do juízo.
Mãos à obra |
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T. I. Varghese | Pune, Índia