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Lição 5
24 a 30 de julho

 


 

A justificação e a lei

 

Lição dos jovens 532010

 



“Anulamos então a lei pela fé? De maneira nenhuma! Pelo contrário, confirmamos a lei” (Rm 3:31).

 

Prévia da semana: Todos, em todos os tempos, têm a mesma necessidade de abandonar qualquer senso de praticar obras para a salvação seguindo regras ou rituais. A salvação vem unicamente quando permitimos que Deus nos reconcilie pelo sangue que foi derramado em favor de nós por Cristo Jesus.


Leitura adicional: Romanos 4; Tiago 2; Caminho a Cristo, p. 17-22.

 


 

Domingo, 25 de julho

Introdução

Veredicto: inocente


Aquilo não era de maneira nenhuma parecido com uma sala de tribunal de verdade. Não havia um promotor se preparando para fazer um discurso final nem um advogado de defesa procurando fazer um último apelo ao júri. Havia apenas dois homens – Davi e Natã: um, poderoso e bem relacionado; o outro, um simples profeta com um veredicto de Deus. Davi ouviu todas as evidências e a plena extensão das acusações. Sua conclusão foi severa: a grave ofensa merecia nada menos que a pena de morte. Que choque, então, ficar sabendo que ele era o culpado!


Contudo, a sentença era vida, não morte. “Então Davi disse a Natã: ‘Pequei contra o Senhor!’ E Natã respondeu: ‘O Senhor perdoou o seu pecado. Você não morrerá.’” (2Sm 12:13). Como Deus podia colocar o pecado de Davi de lado? Como podia pronunciar uma sentença de vida quando a lei exigia a morte? Como Davi, todos nós pecamos. Todos ignoramos a lei de Deus e falhamos em cumprir Seus padrões de justiça. Consequentemente, todos estamos diante da morte eterna. Contudo, Deus pode nos declarar justos quando aceitamos a morte de Seu único Filho Jesus, o Cordeiro de Deus que tira todo pecado. Nosso pecado é agora parte de Sua história. É por isso que nos salmos 32 e 51 Davi fala da alegria e do alívio que sentiu quando experimentou a imerecida bênção do perdão.


Você poderia usar esse tipo de bênção? Ela é uma promessa de Deus, incondicional e com garantia vitalícia. Como um pecador que espera o juízo divino, creia no que Deus prometeu e ouça o veredicto: uma sentença de vida. Ao estudar a lição desta semana, ouça a voz de Deus declarando sua justiça nEle.

 

Mãos à Bíblia

 

1. Segundo Paulo, existe algum conflito entre a lei e a fé? Rm 3:31. Por que essa questão é importante para nós, adventistas?

 

2. Havia alguma diferença entre os métodos de salvação do Antigo Testamento e do Novo? Rm 4:1-8. Como esse texto mostra que, mesmo no Antigo Testamento, a salvação era pela fé e não pelas obras da lei?

 

De acordo com esta narrativa do Antigo Testamento, Abraão foi considerado justo porque “creu em Deus”. Então, o próprio Antigo Testamento ensina a justificação pela fé. Consequentemente, é falsa a sugestão de que a fé “anula” a lei (Rm 3:31). A salvação pela fé é parte inseparável do Antigo Testamento.

 


Judith PurkissLondres, Inglaterra

 


 

Segunda, 26 de julho

Exposição

A justiça de Deus por nós


Durante os tempos bíblicos, era evidente que um cidadão rico e importante não seria tratado numa corte de justiça da mesma forma que uma pessoa insignificante. Isso às vezes era escrito nos estatutos. Por exemplo, o antigo Código de Hamurábi declarava que, se um cidadão quebrasse um dente de outro cidadão, seu próprio dente deveria ser quebrado. Porém, se a vítima fosse um vassalo, bastava pagar uma pequena multa. Ninguém esperava justiça estrita em tribunais humanos, mas os escritores bíblicos estavam seguros de que Deus é um Deus de justiça. Ao longo de toda a Bíblia, a justiça é uma categoria de importância fundamental.1

 

O problema (Rm 3:24). Em toda religião o problema é: “Como pessoas pecaminosas podem ser justas (justificadas) diante de um Deus santo?” De acordo com o Dicionário Bíblico de Easton, justificação é um “termo forense [jurídico] oposto a condenação. No que diz respeito a sua natureza, é o ato judicial de Deus, pelo qual Ele perdoa todos os pecados daqueles que creem em Cristo, e os considera, aceita e trata como justos perante a lei, isto é, em conformidade com todas as suas exigências. Além do perdão do pecado, a justificação declara que todas as reivindicações da lei estão satisfeitas com relação ao justificado. É o ato de um juiz e não de um soberano. A lei não é relaxada nem posta de lado, mas é declarada cumprida no mais rigoroso sentido; e assim, declara-se que a pessoa justificada tem direito a todas as vantagens e recompensas decorrentes da perfeita obediência à lei (Rm 5:1-10).”2

 

Solução fiel (Rm 3:24-28; 4:2-4). Os primeiros três capítulos de Romanos argumentam que todas as pessoas são culpadas diante de Deus. Ninguém que confie em sua observância da lei será declarado justo no tribunal divino. A lei, como uma revelação moral de justiça, não oferece esperança; testifica contra nós, de forma que “toda boca se cale e todo o mundo esteja sob o juízo de Deus” (Rm 3:19, 20).


Contudo, a análise de nossa circunstância humana termina com uma nota de esperança. Paulo insiste que as pessoas não são justificadas pelo que elas próprias fazem (Rm 3:21, 22, 28). Ele aponta para o exemplo de Abraão, o grande antepassado da nação judaica, como alguém que não foi justificado pelas obras (Rm 4:2, 3). E, é claro, se Abraão não foi justificado por obras, então quem o poderia ser? Paulo diz explicitamente: “Ninguém é justificado pela prática da lei”; na verdade, “diante de Deus ninguém é justificado pela lei” (Gl 2:16; 3:11).

 

A solução de Deus e a condição da promessa (Rm 4:1-17). “A fé é a condição sob a qual Deus escolheu prometer perdão aos pecadores; não que exista na fé qualquer virtude pela qual se mereça a salvação, mas porque a fé pode prevalecer-se dos méritos de Cristo, o remédio provido para o pecado. A fé pode apresentar a perfeita obediência de Cristo em lugar da transgressão e rebeldia do pecador. Quando o pecador crê que Cristo é seu Salvador pessoal, então, de acordo com Suas promessas infalíveis, Deus lhe perdoa o pecado e o justifica livremente” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 366, 367).

 

A lei em seu legítimo lugar (Rm 3:31). Paulo é rápido em lembrar-nos de que, só por sermos justificados pela fé, não podemos pensar em eliminar a guarda dos Dez Mandamentos (a lei). Na verdade, é porque agora somos justos diante de Deus (justificados) e estamos mais do que dispostos a viver de acordo com os preceitos de Deus escritos em nosso coração, em vez de em tábuas de pedra (Ez 36:24-27).


“Justiça é obediência à lei. A lei requer justiça, e esta o pecador deve à lei; mas ele é incapaz de a apresentar. A fé é a única maneira pela qual ele pode alcançar a justiça. Pela fé ele pode apresentar a Deus os méritos de Cristo, e o Senhor lança a obediência de Seu Filho a crédito do pecador” (Idem, p. 367).

 

Um aparente problema? (Tiago 2). Será que há um problema entre Paulo e Tiago, tendo em vista que Paulo afirma que a justificação é pela fé e não pelas obras, enquanto Tiago sustenta que “uma pessoa é justificada por obras, e não apenas pela fé” (Tg 2:24)? Tanto Paulo quanto Tiago comentam sobre o ato de Abraão, mas Tiago escolhe Abraão e Raabe como exemplos de pessoas que foram justificadas por obras (Tg 2:21, 25).


Leia Tiago 2:17. A experiência de Abraão revelou que as obras constituem evidência de um genuíno relacionamento com Deus. A fé que conduz à justificação é, pois, uma fé viva, que opera (Tg 2:24).


“Paulo e Tiago estão de acordo no tocante à justificação pela fé. Enquanto Paulo destaca o erro de se buscar a justificação através das obras, Tiago salienta com o perigo de se pretender a justificação sem as obras correspondentes. Nem as obras e nem a fé morta podem conduzir à justificação. Ela pode ser obtida unicamente através de genuína fé, que opera por amor (Gl 5:6) e purifica a alma.”3

 

1. Walter A. Elwell (ed.), Baker’s Evangelical Dictionary of Biblical Theology (Grand Rapids: Baker Books, 1996).
2. M. Easton, Easton’s Bible Dictionary (Oak Harbor: Logos Research Systems, Inc., 1996, 1897).
3. Nisto Cremos, 3. ed. (Tatuí, CPB, 1995), p. 173.

 

Mãos à Bíblia

 

3. Como Paulo expande o tema da justificação pela fé? Rm 4:6-8

 

 

Steve A. ThomasSt. Albans, Inglaterra

 


 

Terça, 27 de julho

Testemunho

Como se nunca houvéssemos pecado

 

“Se o homem pudesse salvar-se por suas obras, teria ele algo em si mesmo, pelo qual se alegrar. ... Tudo que o homem pode fazer sem Cristo é poluído pelo egoísmo e pecado; mas aquilo que é operado pela fé é aceitável a Deus” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 364).


“Sem a lei os homens não têm uma concepção justa da pureza e santidade de Deus, ou da culpa e impureza deles mesmos. Não têm verdadeira convicção do pecado, e não sentem necessidade de arrependimento. ... A esperança de salvação é aceita sem a mudança radical do coração ou reforma da vida. São assim abundantes as conversões superficiais, e unem-se às igrejas multidões que nunca se uniram a Cristo” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 468). Como resultado, “muitos procuram quebrar o espelho que lhes revela os defeitos, anular a lei que lhes aponta as manchas da vida e do caráter” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 219).


Ao não contemplarmos plenamente a lei (que é o próprio caráter de Deus), nós a anulamos. Anular significa tirar a força legal da lei. Se anulamos a lei, rejeitamos tudo o que a salvação nos oferece: o amor de Deus, Sua graça, justificação e a justiça de Jesus.


“A lei e o evangelho estão em perfeita harmonia. Um sustenta o outro. Em toda a sua majestade a lei confronta a consciência, levando o pecador a sentir sua necessidade de Cristo como propiciação do pecado” (Ibid, p. 240, 241).


“Cristo foi tratado como nós merecíamos, para que pudéssemos receber o tratamento a que Ele tinha direito. Foi condenado pelos nossos pecados, nos quais não tinha participação, para que fôssemos justificados por Sua justiça, na qual não tínhamos parte. Sofreu a morte que nos cabia, para que recebêssemos a vida que a Ele pertencia” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 25).

 

Mãos à Bíblia

 

A aceitação ou justificação vieram a Abraão sem que ele tivesse guardado a lei previamente (Rm 4:13). Pelo contrário, a aliança com Abraão foi baseada na graça de Deus contida na promessa de que ele seria “herdeiro do mundo”. Abraão creu nessa promessa, e Deus o aceitou e operou através dele para salvar o mundo.

 

4. Que argumentos usa Paulo para demonstrar que a salvação pela fé é um ponto central do Antigo Testamento? Rm 4:14-17. Veja também Gl 3:7-9.

 

5. Por que a justificação pela fé requer que contemplemos plenamente a lei? Rm 3:19-21

 


Clarissa Lewis e Indirah JobManchester, Inglaterra, e Rotterdam, Países Baixos

 


 

Quarta, 28 de julho

Evidência

Fé e obediência


Dentro do cristianismo parece haver um “cabo de guerra” entre a salvação através da fé e a salvação através da lei. Muitos argumentam que a lei foi pregada na cruz e que somos salvos somente pela graça. Isso é visto no fato de que muitos cristãos já não adoram a Deus no sábado, mas no domingo. Porém, há pessoas tão envolvidas com a lei que perdem de vista a necessidade da graça de Deus.


A Bíblia é nossa fonte primária de evidências sobre esta questão, e em Romanos 3:21-31, ela declara que somos justificados pela fé em Cristo. Afirma também que, embora sejamos salvos pela fé, a lei ainda é válida.


Evidências adicionais de que a lei e a fé vão juntas se encontram em João 3:16. Tome tempo para ler esse verso agora. Ele tem sido chamado por muitos de “a passagem para o Céu”, porque declara a única coisa que devemos fazer para ser salvos.


Ao longo da Bíblia, a lei estabelece a necessidade da graça; mas agora, em nossa vida, através de nossa fé, estabelecemos a lei guardando-a. “Se vocês me amam, obedecerão aos Meus mandamentos” (João 14:15). Precisamos viver nossa fé mostrando nosso amor por Deus através de nossos atos.

 

Mãos à Bíblia

 

6. “O princípio de que o homem se pode salvar por suas próprias obras está na base de toda religião pagã. [...] Onde quer que seja mantido, os homens não têm barreira contra o pecado” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 35, 36). O que isso significa? Por que a ideia de que podemos salvar a nós mesmos mediante nossas obras nos deixa tão expostos ao pecado?

 

7. Como Paulo explicou a relação entre a lei e a fé em Gálatas? Gl 3:21-23

 

8. O que significa o fato de que Jesus cumpriu a lei? Mt 5:17-19; Hb 9:9-12; Cl 2:14

 

Há pelo menos dois sentidos para a palavra “cumprir” em relação a Cristo e a lei. Primeiro: Jesus cumpriu (obedeceu) a lei de Deus e por isso viveu sem pecado. Segundo: Jesus cumpriu uma série de exigências da lei cerimonial e moral (vida sem pecado, não ter os ossos quebrados, etc) para oferecer um sacrifício sem defeito pelos pecados da humanidade. Nesse caso, cumprir significa que os cerimoniais, que eram apenas símbolos de Cristo, foram substituídos pela realidade de Seu sacrifício. Isso também envolveu o cumprimento de dezenas de profecias referentes a Seu nascimento, vida, morte e ressurreição.

 

 

Ross James MaidmentSenghenydd, País de Gales

 


 

Quinta, 29 de julho

Aplicação

Aprovado no teste


Testes de desempenho. Avaliações. Exames. Nosso valor parece ser determinado pelo tanto que podemos alcançar, fazer, transmitir e realizar. Seria diferente em relação a Deus? É verdade que Deus espera que Seu povo produza “resultados”. De fato, Ele nos comissionou a ir e fazer discípulos em todo o mundo. Mas é isso nos dá valor diante dEle?


Como seria fazer um teste de desempenho para Deus? Talvez descubramos que há somente uma pergunta que precisamos responder: você crê que foi Deus Quem escolheu você, e não você que escolheu a Deus? (Jo 15:16). Uma resposta positiva muda tudo. Você já não é aquele que tem de conquistar o amor de Deus, mas apenas precisa saber que Ele ama você e ponto final. Finalmente, você reconhece que não são suas realizações que têm alguma coisa a ver com isso, mas as realizações de Deus.


Então, como você pode viver uma vida que reflita isso? Pode ser útil fazer essas perguntas: Quantos amigos não cristãos você tem? Jesus estava circundado por pessoas que não eram consideradas religiosas. Podemos dizer o mesmo de nosso círculo social? Você faz amizade com as pessoas só para convertê-las? O evangelismo pela amizade está-se tornando popular, mas se seus amigos não estão interessados em Deus, você se livra deles e segue em frente? Jesus estendeu Sua amizade a Judas sabendo que ele O trairia. Você dá o mesmo exemplo em suas amizades? Você julga os outros e o relacionamento que eles têm com Deus, com base em suas próprias expectativas? A igreja primitiva discutiu o que as pessoas têm de fazer para ser verdadeiras seguidoras de Jesus. Geralmente, isso era baseado em suas próprias expectativas, em vez do amor e graça de Deus. Somos rápidos em julgar os outros por nossos padrões, em vez de considerar os padrões de Deus?

 

Mãos à Bíblia

 

Frequentemente, ouvimos pessoas dizendo que a lei foi abolida na Nova Aliança. Contudo, a lógica e a teologia por trás da declaração não são sólidas.

 

9. Qual é a relação entre a lei e o pecado? 1Jo 2:3-6; 3:4; Rm 3:2; 4:15

 

Se a lei de Deus tivesse sido abolida, por que ainda é pecado mentir, matar e roubar? Se a lei de Deus tivesse sido mudada, a definição de pecado também deveria ser mudada. Ou, se a lei de Deus tivesse perdido o valor, o pecado também deveria ter desaparecido. Quem acredita nisso? (veja também 1Jo 1:7-10; Tg 1:14, 15).

 

10. Como adventistas do sétimo dia, podemos ser tentados a usar a lei para excluir as pessoas. Como podemos evitar isso? Rm 2:11; Gl 3:28

 

 

Murray HarveyLondres, Inglaterra

 



Sexta, 30 de julho

Opinião

O espelho


O espelho é um ótimo exemplo da função da lei. Um espelho não pode mudar nossa aparência. Ele não tem opiniões. Sua função é simplesmente mostrar as coisas como são. Quando você precisa se arrumar para sair, é preciso olhar-se em um espelho. Olhando-se no espelho, você considera sua aparência, reflete sobre seu porte e pensa sobre a maneira com que outros irão vê-lo(a). Olhado-se no espelho, você reconhece que, a fim de ter a melhor aparência possível, certas mudanças devem ser feitas. Aqui é que começa a dificuldade, pois cobrimos nossos defeitos, escondemos nossas imperfeições e nos preocupamos com o que as pessoas iriam pensar se nos vissem como realmente somos.


Às vezes, ocorre exatamente o mesmo com o espelho de Deus. Desejamos genuinamente ser o que Ele quer para nós, mas, depois de nos enxergar no espelho de Sua lei, muitas vezes ficamos desanimados por não estarmos à altura de Seu padrão. Tentamos nos limpar sem Jesus, mas não conseguimos. Tentamos mascarar nossas deficiências, mas as dificuldades da vida sempre as revelam. Olhando no espelho, compreendemos o que verdadeiramente somos: pecadores em desesperada necessidade de um Salvador.


Então, surge a beleza do evangelho. Cristo está disposto a fazer por nós o que não podemos fazer por nós mesmos. Ele tem o poder de nos justificar, de nos fazer novas criaturas.


Por outro lado, o espelho da lei de Deus não nos mostra apenas o que realmente somos, mas o que podemos ser pela graça de Cristo. A lei de Deus é um reflexo de Seu caráter misericordioso, perdoador, gracioso, paciente e rico em bondade e verdade. Por isso, ela é um modelo para nossa vida (Êx 34:6, 7). Como cristãos, precisamos nos olhar no espelho de Deus, não no nosso.

 

Mãos à obra

 

1. Leia os capítulos 3 e 4 de Romanos. Anote todas as coisas que podemos fazer para estar na condição ideal para com Deus. Quantas você encontrou? Quais são elas? Que características Deus descreveu como pertencendo a todos nós?


2. Descreva sua experiência pessoal de encontro com Cristo e início de relacionamento com Ele e como esse relacionamento influencia você e é expresso em sua vida.

 

 

Julian Paul Wesley ThompsonReading, Inglaterra