
“Portanto, enquanto temos oportunidade, façamos o bem a todos, especialmente aos da família da fé” (Gl 6:10).
Prévia da semana: Quando cumprimos a lei de Cristo, cuidamos dos que caíram e que estão sobrecarregados. Reconhecemos nossa fraqueza e, humildemente, nos submetemos a todas as evidências da verdade, para que não nos tornemos espiritualmente orgulhosos e cegos.
Leitura adicional: Mateus 28:18-20; 1 Coríntios 13:2; Efésios 5:9; Filipenses 1:21. A Ciência do Bom Viver, p. 483-497; Leroy E. Froom, A Vinda do Consolador, (Hagerstown, Md.: Review and Herald®, 1989), cap. 9.
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Oportunidade e responsabilidade |
As decorações adornam as vitrines das lojas. Os compradores estão carregados de pacotes. Crianças apontam brinquedos e roupas pedindo que seus pais comprem para elas. As pessoas compram presentes, vão à igreja, cantam canções, e celebram as festividades da estação. Muitos restringem seus presentes aos amigos mais chegados e parentes, e talvez aos seus colegas de trabalho. É aquela época do ano em que algumas pessoas refletem novamente sobre o nascimento de Cristo. Mas existem muitos outros que jamais ouviram o nome de Deus. Quando temos a oportunidade, ou quando fazemos a oportunidade, sentimos nossa responsabilidade de contar a alguém sobre Jesus? E o que nossas ações dizem às pessoas sobre o Deus a quem servimos?
Deveria isso ser um assunto de controvérsia assim como a data exata do nascimento de Jesus, ou deveríamos nos concentrar em contar ao máximo de pessoas que cruzarem nosso caminho que Jesus veio ao mundo, morreu, ressuscitou e está voltando? Deveria nossa preocupação ser mais quanto a servirmos uns aos outros em amor (Gl 5:13), ou isso não importa porque sabemos que nem todos serão salvos?
Cristo veio a primeira vez como um bebê. Nasceu em uma estrebaria mal cheirosa. Quando adulto, certos “membros da igreja” O ridicularizaram. Mas Ele também impressionou os anciãos da igreja com Sua profunda compreensão das coisas espirituais. Ele foi crucificado, mas graças a Deus ressuscitou e cumprirá a promessa de vir ao mundo pela segunda vez. Ele resgatará pessoas de todas as raças e crenças religiosas que finalmente aceitaram Sua salvação.
Possam a semelhança e o caráter de Cristo ser evidentes a todos aqueles com quem entrarmos em contato, especialmente durante esta época de comemorações. Que não se manifestem somente porque todos estão dando presentes a amigos e familiares, mas que possamos mostrar bondade ao desconhecido, ao menos afortunado, às viúvas e órfãos, durante as semanas, meses e anos que seguirão.
Estamos quase no fim da jornada deste mundo. Qual é a nossa responsabilidade como membros da igreja? Enquanto é dia, façamos o trabalho dAquele que nos enviou, porque a noite vem quando ninguém poderá trabalhar.
Mãos à Bíblia |
Embora Paulo tivesse elevadas expectativas para a natureza da vida cristã (Gl 5:16), seu conselho aos cristãos em Gálatas 6:1 também apresenta a realidade de forma restauradora. Os seres humanos não são perfeitos, e mesmo os cristãos mais dedicados não estão imunes a erros.
1. Como os cristãos devem reagir se um irmão cair em algum comportamento pecaminoso? Gl 6:1; Mt 18:15-17
A palavra traduzida por falta (RA) ou pecado (NIV) vem do termo grego paraptoma. Não se refere a um pecado deliberado, mas a um erro, ou um passo em falso. A resposta adequada em tais circunstâncias não deve ser a punição, condenação ou exclusão, mas a restauração.
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Carl Henry – Biloxi, Mississippi, EUA
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A vida de amor conduzida pelo Espírito na Igreja |
Em Gálatas 5:13-26, Paulo nos convida a uma vida conduzida pelo Espírito.
Em Gálatas 6:1-10 ele escreve que viver e andar no Espírito envolve relacionamentos com companheiros crentes na igreja, com amor.
Perdoando e restaurando o errante (Rm 15:1, 2; 2Co 2:5-8). Paulo exorta a perdoar, confortar e afirmar nosso amor ao errante, e declara que “nós, que somos fortes, devemos suportar as fraquezas dos fracos” (Rm 15:1). Em Gálatas 6:1 ele chama de “espirituais” (pneumatikoi) – os únicos em condição de executar a tarefa – para restaurar (katartiz) o caído. Katartiz, palavra usada em Mateus 4:21 para remendar redes, transmite a ideia de restaurar de uma condição anterior, para um relacionamento correto com Deus e Sua igreja.
O ato de restauração precisa ser feito “com mansidão” (Gl 6:1). Mansidão também é listada como parte do fruto do Espírito (Gl 5:23). O restaurador “espiritual” é admoestado a demonstrar um espírito de gentil humildade, “cuide-se, porém, cada um para que também não seja tentado” (Gl 6:1). Em outro texto, Paulo aconselha: “aquele que julga estar firme, cuide-se para que não caia!” (1Co 10:12). Ele sabia que mesmo os guiados pelo Espírito não estão imunes às tentações e são suscetíveis à queda. Então, gentil e compassivamente eles deveriam lidar com o caído. Se estivermos cientes de nossa própria suscetibilidade à tentação, seremos brandos com os que erram. Uma consciência constante de nossa própria posição diante de Deus produz a disposição consistente de perdão em relação aos outros, fazendo-nos mais pacientes com eles, e mais apoiadores daqueles que caem em deslizes morais.
Paulo muda o foco da congregação em geral para o crente individual. Enquanto a restauração daqueles que caíram é a tarefa de todo aquele que é guiado pelo Espírito, a responsabilidade de “ficar de olho” (skopn) sobre o indivíduo, no que se refere ao reconhecimento de fraquezas e suscetibilidades, não é o papel do grupo, mas responsabilidade pessoal de cada crente. É o chamado ao humilde autoexame de nossas debilidades que nos levará a perdoar e a restaurar, em vez de condenar e afastar, aqueles que caem.
Apoiar o sobrecarregado (Jo 13:34; Tg 2:18). Paulo exorta a que “levem os fardos pesados uns dos outros” (Gl 6:2). O termo traduzido por fardos vem da palavra grega baros, que denota sofrimento opressivo.* O contexto imediato sugere que esses fardos estão na forma de provas e tentações, e a culpa que resulta de ter caído no pecado. Contudo, eles também podem se referir a qualquer desafio enfrentado por um companheiro crente. Ninguém está isento dos fardos opressivos da vida num ambiente de pecado. Apesar de que, em Gálatas 6:1, Paulo admoesta determinado grupo de indivíduos – o “espiritual” – a restaurar outro grupo – o “caído” – no verso 2, todos os crentes estão na mesma categoria, e o convite é por apoio mútuo. Trata-se de uma interdependência que desconhece níveis espirituais ou sociais. Todos nós temos nossos fardos opressores, e precisamos apoiar uns aos outros ajudando-nos a suportar os fardos uns dos outros. Paulo orienta que assim “cumpram a lei de Cristo” (Gl 6:2). Aqui ele reafirma a declaração feita na seção precedente que, amor pelos outros, é a peça central da vida guiada pelo Espírito: “Toda a Lei se resume num só mandamento: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’” (Gl 5:14). Essa ordem, referida como a “lei do reino” (Tiago 2:8), Paulo a descreve como “a lei de Cristo”, porque a lei de Cristo é a lei do amor. Cristo não somente afirmou que amor por Deus e amor pela humanidade constitui o centro da lei e dos profetas (Mt 22:37-40), mas Ele deu um “novo mandamento” aos Seus discípulos: “Amem-se uns aos outros. Como Eu os amei, vocês devem amar-se uns aos outros” (João 13:34). Quando amamos uns aos outros dessa forma, perdoaremos e restauraremos todos os que caírem, e suportaremos os fardos uns dos outros.
Amando e servindo a todos (Gl 6:1-10). Paulo termina a seção advertindo para persistir em viver o amor infundido, da vida cheia do Espírito. Como membros da igreja, é nosso dever demonstrar amor fazendo o bem a todos, especialmente aos nossos companheiros crentes. Não deveríamos nos cansar de fazê-lo, mesmo que no momento não vejamos quaisquer resultados positivos, pois estes virão em tempo oportuno, sob a forma de vida eterna, como “quem semeia para o Espírito, do Espírito colherá a vida eterna” (Gl 6:8).
* Gerhard Kittel, ed., Theological Dictionary of the New Testament, v. 1, trans. by G. W. Bromiley (Grand Rapids: Eerdmans, 1964), p. 553.
Pense
nisto |
1. Como conciliar o apelo para suportarmos as cargas uns dos outros com a afirmação de que cada um deve carregar seu próprio fardo (Gl 6:5)?
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Mãos à Bíblia |
Não deve ser menosprezada a seriedade das palavras de Paulo em Gálatas 6:1 – guardar nossa vida para que nós também não entremos em tentação.
2. Por que Paulo precisou advertir os Gálatas contra o orgulho espiritual? 1Co 10:12; Mt 26:34; 2Sm 12:1-7
Um dos maiores perigos para a caminhada cristã é o sentimento de orgulho espiritual que nos faz pensar que somos imunes a certos tipos de pecado. Todos temos uma natureza pecaminosa. Sem o poder de restrição do Espírito de Deus, poderíamos nos entregar a quase qualquer pecado, se as circunstâncias fossem convenientes. Essa consciência de nossa verdadeira identidade fora de Cristo pode nos impedir de cair no pecado da justiça própria, e nos tornar mais solidários com os que erram.
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Orlando Moncrieffe – Teaneck, New Jersey, EUA
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Nós semeamos, Deus multiplica |
“Os meios de que dispomos talvez não pareçam suficientes para a obra; mas, se avançarmos com fé, crendo no todo-suficiente poder de Deus, abundantes recursos nos serão oferecidos. Se a obra é de Deus, Ele mesmo proverá os meios para sua realização e recompensará a sincera e simples confiança nEle. O pouco sábia e economicamente empregado no serviço do Senhor do Céu aumentará no próprio ato de ser comunicado. Nas mãos de Cristo permaneceu, sem minguar, a escassa provisão, até que todos se saciassem.”1
“Liberalidade tanto em assuntos espirituais quanto temporais, é ensinada na lição da semeadura. O Senhor diz: ‘Bem-aventurados vós, que semeais sobre todas as águas’ (Is 32:20). ‘Digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância também ceifará’ (2 Co 9:6). Semear sobre todas as águas significa uma contínua distribuição das dádivas de Deus. Significa exercer a generosidade onde quer que a causa de Deus ou as necessidades da humanidade exigirem nosso auxílio. Isso não nos levará à pobreza. [...] O semeador multiplica a semente lançando-a fora. Assim é com aqueles que são fiéis no distribuir as dádivas de Deus. Repartindo, aumentam suas bênçãos. Deus lhes prometeu suficiência para que possam continuar a dar. ‘Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando vos darão; porque com a mesma medida com que medirdes também vos medirão de novo’ (Lc 6:38).
“E mais do que isso está envolvido no semear e ceifar. Distribuindo as bênçãos temporais de Deus, a evidência de nosso amor e simpatia desperta, no que recebe, gratidão e ações de graças a Ele. O solo do coração é preparado para receber a semente da verdade espiritual. E Aquele que provê a semente ao semeador, fará com que a semente germine e produza fruto para a vida eterna.”2
1. Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 371.
2. Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 85, 86.
Mãos à Bíblia |
3. Além de restaurar os caídos, que outras instruções Paulo deu aos cristãos da Galácia? (Gl 6:2-5; Rm 15:1; Mt 7:12)
A palavra grega traduzida como carga em Gálatas 6:5 é baros. Ela se referia literalmente a um grande peso ou carga que alguém tinha que carregar por uma longa distância. No decorrer do tempo, no entanto, se tornou uma metáfora para qualquer tipo de problema ou dificuldade, como o fardo de uma longa jornada de trabalho em um dia quente (Mt 20:12).
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Mark Henry – Phillipsburg, New Jersey, EUA
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Para que estou aqui mesmo? |
“Deus tem um plano para a salvação definitiva do mundo – um plano concebido desde a criação – e Deus nunca Se desviou dele.”¹ Somos todos propensos a pecar por causa de nossa natureza, mas podemos vencer por causa da morte sacrifical de Cristo na cruz por nossos pecados.
Quando Paulo estabeleceu a igreja dos gálatas, ele não deixou os membros sem assistência, mas os encorajava através de visitas periódicas, bem como por cartas. Sua missão era levar o evangelho às populações não judias da Europa e Ásia. Ele ensinou que a salvação vem somente através da fé em Cristo (Gl 5:6). Paulo lembra que o foco é sempre sobre ser uma nova criatura em Cristo (Gl 6:13-15).
Deus aceita todos aqueles que O buscam pela fé. Abraão é um exemplo de fé na prática. Ele deixou Ur e, pela fé, foi para uma terra sobre a qual ele não conhecia absolutamente nada. Então Deus lhe disse que olhasse os céus e contasse as estrelas. “Assim será a sua descendência” (Gn 15:5). A declaração indicava que sua esposa e ele mesmo teriam descendência, apesar do fato de eles terem, respectivamente, 100 e 90 anos de idade. Contudo, “Abrão creu no Senhor, e isso lhe foi creditado como justiça” (Gn 15:6).
Seria a mudança que Deus quer fazer na vida de alguém, mais importante do que o que esperamos deste mundo? Devemos, portanto, pedir a Deus que transforme nossa mente e nosso coração? (Ez 36:26, 27; 2Co 5:17, 19). Precisamos “tornar a religião de Jesus Cristo tão atrativa que outros sejam motivados a entregar a vida ao Salvador.
A igreja de Deus deve ser agora uma bênção para o mundo.”2
1. Kenneth L. Boles, Galatians & Ephesians (Joplin, Missouri: College Press, 1997), p. 85.
2. The SDA Bible Commentary, v. 4, p. 1.104.
Pense
nisto |
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Sob a luz da atitude de Paulo para com os não crentes comparada com sua atitude para com os judeus, qual deveria ser nossa atitude para com as pessoas que estão buscando uma comunidade cristã?
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Mãos à Bíblia |
4. Para Paulo, levar os fardos e cumprir a lei de Cristo eram atitudes relacionadas. O que ele quis dizer com “lei de Cristo”? Gl 5:14; 6:2; Jo 13:34; Mt 22:34-40
Ao levar os fardos dos outros, não apenas estamos seguindo os passos de Jesus, mas também estamos cumprindo a lei, em amor. Existem alguns fardos que as pessoas podem nos ajudar a carregar, mas há outros que nenhum ser humano pode carregar por nós, como o peso de uma consciência culpada, o sofrimento e a morte. Para esses, precisamos contar com a ajuda de Deus somente (Mt 11:28-30). Há cargas que você deve levar unicamente ao Senhor.
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Beverly I. Henry – Mandeville, Jamaica, Caribe
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O manto de Jesus |
Gálatas 2:20 apresenta um paradoxo. Como podemos ser crucificados em Cristo e, ainda assim, continuar vivos? Cristo vivendo numa pessoa é o mesmo que dizer que ela usa Seu manto de justiça? Não usamos todos nós o mesmo tamanho de roupas, então como pode o manto de Jesus servir em todos? Ainda bem que não é tamanho único! Ao contrário, é algo que precisa ser experimentado individualmente. Então, como podemos ajudar outros a conhecer pessoalmente a Deus e experimentar Sua salvação transformadora?
Prepare-se. Entregue tudo a Cristo para que você possa ter um relacionamento em tempo real com Ele através da oração, estudo da Bíblia, meditação e serviço. No processo, desenvolva os talentos que Ele lhe deu, trabalhando diligentemente para Ele.
Use o que você tem em mãos. Muitas pessoas desejam privacidade. Além disso, em geral, as pessoas são suspeitas se estiverem distribuindo literatura de porta em porta ou se elas querem falar de Cristo com alguém. Em alguns países, as pessoas podem até mesmo ir para a cadeia por testemunhar. Em muitos casos assim, podemos usar os avanços tecnológicos que estão literalmente na ponta de nossos dedos (iPods, iPads, Facebook, Twitter, etc.) para compartilhar nossa fé.
Servir como Cristo serviu. Fomos criados para fazer boas ações. Nós que recebemos o dom da salvação, deveríamos estar desejosos de repartir as boas-novas
com outros como voluntários em nossas comunidades, sendo bons vizinhos e semelhantes a Cristo em nossas relações quotidianas com os outros. Qualquer coisa que fizermos, grande ou pequena, para promover o reino de Deus, é valiosa aos Seus olhos.
Diga ao mundo, “Jesus é suficiente para você. Veja o que Ele tem feito por mim!”
Pense
nisto |
Por que ser crucificado em Cristo é tão importante para uma mudança de vida bem sucedida, realística, um relacionamento salvífico com Ele?
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Mãos à Bíblia |
As pessoas podem ignorar a Deus ou mesmo zombar de Seus mandamentos, mas não podem enganá-Lo. Ele é o Juiz supremo e, no fim, eles terão que pagar o preço por suas ações.
5. O que Paulo quis dizer em Gálatas 6:8? Que exemplos você pode encontrar na Bíblia de personagens semeando para a carne e para o Espírito? At 5:1-5; Lc 22:3; Dn 1:8; Mt 4:1
Embora Deus nem sempre nos livre das consequências terrenas dos nossos pecados, não devemos ser dominados pelo desespero. Quando O buscamos em sincero arrependimento, Deus nos perdoa e nos adota como Seus filhos.
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Ralna Simmonds – Mandeville, Jamaica, Caribe
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Sem compromisso |
A verdadeira obediência para com a lei de Deus só é possível quando temos um relacionamento com Ele. Para que este relacionamento seja significativo precisa ser construído sobre um fundamento de fé. É pela fé que aceitamos Sua existência, Seu poder criativo que fez o mundo e Seu poder redentor que transforma nossa vida.
Uma leitura rápida de Gálatas 2:15, 16, poderia dar a ideia de que guardar a lei não é importante. Contudo, ao nos aprofundarmos no estudo, torna-se claro que Paulo ensinou que a salvação não é alcançada pelos esforços no sentido de estritamente aderirmos à lei, nem é possível praticando uma série de boas ações para cancelar nossos pecados. Na era de Paulo, os judeus acrescentaram seus próprios requisitos (tradições) à lei e rigorosamente os executavam. Eles se equivocaram ao enfatizar a justiça pelas obras em lugar da justiça pela fé em Jesus.
No mundo em que vivemos precisamos pagar por quase tudo. Damos presentes, principalmente para as pessoas que realmente apreciamos. Levamos presente a um casamento mais em retribuição por termos recebido um convite para a cerimônia. Dificilmente daríamos um presente para um completo desconhecido ou para alguém que não conhecemos bem. Se alguém nos dá algo que não pedimos nem merecemos, ficamos perguntando a nós mesmos o que o doador quer em troca.
Para sermos salvos, precisamos aceitar a graça de Deus e acreditar que a salvação é tornada possível pelos méritos de Jesus. Nossas obras não contam nesta equação. Fé completa e confiança em Deus significa que entregaremos incondicionalmente todos os nossos planos a Ele e permitiremos que Ele tenha o controle completo de nossa vida.
E então, verdadeiramente, compreenderemos que, sem fé, a justiça se torna impossível.
Pense
nisto |
Quais são algumas das “coisas da fé” que fazemos diariamente?
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Dicas |
1. Nesta semana, elabore um registro de duas coisas: (1) todo ato de bondade que você executar e (2) cada ato de bondade que você receber. Ao lado de cada ato, escreva uma sentença que descreva antes e depois do ocorrido.
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Lilith Scarlett – Mandeville, Jamaica, Caribe