
“Eu lhes suplico, irmãos, que se tornem como eu, pois eu me tornei como vocês.
Em nada vocês me ofenderam” (Gl 4:12).
Prévia da semana: Após forte argumento espiritual, Paulo fez um apelo emocional para que os gálatas permanecessem no evangelho da graça.
Leitura adicional: Efésios 4:1-16; 2 Timóteo 1:8-4:8; Tito 3. O Desejado de Todas as Nações, p. 298-307.
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No amor de um líder |
Mude! Pode ser que nos seja exigido, que sejamos forçados ou que até mesmo desejemos fazê-lo. Percebemos que existem muitas conotações positivas e negativas em relação às mudanças em nossa vida. Contudo, sem responsabilidade, mudanças positivas podem ser difíceis de realizar. Você alguma vez já ficou frustrado porque um amigo ou membro da família chamou sua atenção por estar fazendo algo errado? Talvez por um hábito desagradável, ou quem sabe por estar seguindo a multidão quando ela estava indo na direção errada? Você tem amigos que saíram da igreja porque foram solicitados a mudar de maneira não amável?
Provavelmente você se simpatize com as igrejas que Paulo reprovou na Galácia, mas a diferença está em como ele falou com elas. Ele sentia responsabilidade como seu pai espiritual e percebia que era importante mostrar àquelas pessoas que elas necessitavam prestar atenção em sua maneira de se conduzir espiritualmente, quem os estava persuadindo e por qual causa. Em um ponto, ele até mesmo perguntou: “Que aconteceu com a alegria de vocês? [...] Tornei-me inimigo de vocês por lhes dizer a verdade?” (Gl 4:15, 16).
Ser humilde para escutar alguém que está apontando nossos erros se torna um pouco mais fácil quando essa pessoa se aproxima de nós com amor e paciência. Contudo, as mudanças com as quais nos deparamos são geralmente difíceis de ser colocadas em prática. É importante relembrar que, como cristãos, somos chamados para trabalhar contra o fluxo natural do mundo e contra a maneira com que Satanás tem tentado nos conduzir. Por que foi tão importante para Paulo falar com as igrejas da Galácia de maneira um tanto rude a respeito da aceitação que elas estavam tendo em relação ao evangelho pervertido? O amor dele por aquelas pessoas, como pai espiritual, é claramente revelado em Gálatas 4:12-20, e sua dedicação à palavras puras e ao exemplo de Cristo, é sincera.
A exemplo de Paulo, podemos estar em oposição àqueles que pregam outro evangelho. Como Paulo, podemos seguir o modelo de Jesus e, através dele, mostrar amor e paciência para com nossos companheiros irmãos e irmãs em Cristo. Não se envergonhe de dar o exemplo colocando em seu coração as palavras puras de Cristo. Comece hoje!
Mãos à Bíblia |
1. Leia Gálatas 4:12-20. Qual foi a intenção da mensagem de Paulo nesses versos?
2. Qual era o objetivo de Paulo para os Gálatas? De todo o seu “trabalho” em favor deles, que resultado ele queria ver? Gl 4:19
Paulo compara a fé em Cristo ao desenvolvimento de um embrião. Através dessa metáfora, descreveu o que significa ser cristão, tanto individualmente quanto na comunidade da igreja. Seguir a Cristo é mais do que simplesmente uma profissão de fé. Envolve uma transformação radical à semelhança de Cristo.
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Aimee S. Burchard – Lookout Mountain, Georgia, EUA
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Sendo uma testemunha para todas as pessoas |
Sendo uma testemunha para todas as pessoas (1Co 9:19-23) .Em 1 Coríntios 9:19-23, Paulo apresentou sua estratégia de conduzir pessoas a Cristo. Quando ele estava com os judeus, vivia como judeu. De idêntica maneira, quando estava com os gentios, vivia como os gentios. Naturalmente, para os cristãos, algumas perguntas surgem aqui. Não devemos ser a luz que brilha num monte em meio à escuridão? Não nos chama Deus para ser um povo escolhido? Alguns podem achar que Paulo diz que devemos comprometer os padrões cristãos para alcançar os não crentes. Outros podem achar que está tudo bem baixarmos nossos padrões para aqueles com quem estamos nos associando, assim podemos nos relacionar com eles. É isso mesmo o que Paulo está dizendo aqui?
Quando Paulo disse que ele vivia como judeu entre os judeus ou como gentio entre os gentios, num esforço por apresentar Cristo, não quis dizer que devemos comprometer os padrões de Cristo. O que ele disse é que procurava crenças, ideias ou valores que compartilhava com ambos, judeus e gentios. Então, partindo desses, construía um relacionamento com eles e os levava a Cristo. Ele não estava dizendo que se aproximava dos estranhos e imediatamente começa a dizer-lhes tudo o que estavam fazendo de errado e provando que ele estava certo. Preferivelmente, ele procurava um terreno comum, construía confiança e amizade, e então, os conduzia ao Salvador.
A luta cristã (2Co 4:7-12). Em 2 Coríntios 4:7-12, Paulo apresenta a vida cristã como uma luta, uma constante batalha entre o bem e o mal. No verso 7, ele afirma que nosso corpo mortal reflete a glória de Deus, mostrando que nossas conquistas e vitórias pertencem a Cristo e não são resultantes de nossos próprios esforços. Neste mundo de pecado seremos tentados, cairemos, mas Cristo estará ao nosso lado para nos levantar. Esse conjunto de versos também implica que haverá mais do que uma luta espiritual. Existirão pessoas que nos odiarão e perseguirão devido à nossa crença em Cristo. Seremos desprezados e ridicularizados por causa de nossos valores e padrões por serem tão diferentes dos valores e estandartes do mundo. Essa é a nossa participação na morte de Cristo. É assim que o amor de Jesus pode ser visto em nossa vida. E, por fim, receberemos a vida eterna.
A preocupação de Paulo pelos Gálatas (Gl 4:12-20). Paulo acabava de compartilhar algumas palavras fortes e ideias com os gálatas. Falsos ensinadores com ideias estranhas estavam tentando conduzi-los para longe de Cristo. Ele mencionou que se importava com eles e não queria que fossem desviados da fé que abraçaram. Então, angustiado, apresentou a verdade de maneira franca e aberta.
Como cristãos, às vezes nos encontramos na posição desconfortável de ter que explicar a alguém que o que ele está fazendo ou no que está acreditando é algo errado. No caso de Paulo, ele escreveu uma carta porque não podia estar com os crentes naquela ocasião. Partes de sua carta foram fortes e parecem insensíveis. Em Gálatas 4:12-20, ele implorou que relembrassem que foram uma vez amigos chegados e declarou que se importava muito com eles. Desculpou-se porque estava sendo tão direto, mas disse que a situação exigia ação vigorosa. A coisa mais importante aqui é que Paulo já tinha um relacionamento com aqueles crentes. Ele era seu amigo e líder. Os gálatas não eram um grupo desconhecido de pessoas sobre quem ele havia ouvido e decidido escrever para orientar. Quando achamos necessário confrontar as pessoas, devemos primeiro estabelecer um relacionamento com elas. Devemos ser alguém a quem amam e respeitam. E precisamos dizer a verdade com amor e preocupação genuína pela sua salvação. Não devemos gastar tempo apontando o dedo e expondo as faltas dos outros. Contudo, existem ocasiões em que a verdade precisa ser dita para colocar os pés errantes de um amigo crente de volta no caminho. Essas correções necessitam ser sempre feitas com tato e amor.
Um exemplo cristão (1Co 11:1; Fp 3:17). Nos dois versos desta seção, pode parecer que Paulo foi um pouco arrogante. Contudo, o que ele realmente estava dizendo era que seguia a Deus tão intimamente que a imagem de Cristo estava sendo refletida nele. Muitas pessoas estão buscando alguém para seguir, alguém a quem possam imitar para moldar sua vida. Muitas pessoas se espelham nos políticos, estrelas de filmes, cantores ou homens e mulheres de negócios para seguir seus passos. Procuram um bom exemplo para seguir. Algumas pessoas olham para os cristãos para saber como Cristo é. Se não enxergam diferença alguma entre aqueles que professam ser cristãos e os que não, então por que deveriam eles se tornar cristãos? Nós devemos desejar refletir a imagem de Deus para que quando as pessoas olham para nós, também possam estar vendo a Cristo.
Pense
nisto |
1. Que limites você deveria ter quando se aproxima das pessoas para conduzi-las a Cristo?
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Mãos à Bíblia |
3. Qual era a necessidade dos gálatas e o que Paulo pediu a eles? Gl 4:12. Paulo tinha autoridade para fazer esse apelo? 1Co 11:1; Fp 3:17; 2Ts 3:7-9; At 26:28, 29
Nas cartas de Paulo, várias vezes ele encorajou os cristãos a imitar seu comportamento. A preocupação de Paulo em Gálatas 4:12 parece ter sido um pouco diferente. O apóstolo não pediu que eles o imitassem. Em vez disso, pediu que eles se tornassem como ele era. Estava falando sobre ser e não sobre agir. Em outras palavras, Paulo estava se referindo à sua experiência como cristão, um fundamento que se apoiava unicamente em Cristo, uma fé que confiava no que Cristo fez por ele e não em suas obras da lei. Os gálatas estavam dando mais valor ao seu comportamento do que à sua identidade em Cristo.
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Sarah White – Ooltewah, Tennessee, EUA
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A igreja da Galácia na U.T.I. espiritual |
“Em sua carta aos crentes gálatas, Paulo recapitulou brevemente os incidentes principais relacionados com sua própria conversão e com sua experiência cristã primitiva. Por esse meio ele procurou mostrar que foi através de uma especial manifestação de poder divino que ele havia sido levado a ver e abraçar as grandes verdades do evangelho. Foi mediante instrução recebida do próprio Deus que Paulo foi levado a advertir e admoestar os gálatas de maneira tão solene e positiva.”¹ “Os que o ouviam sabiam que ele havia estado com Jesus. Assistido com o poder do alto, estava capacitado a comparar as coisas espirituais com as espirituais e a demolir as fortalezas de Satanás.”2
“O apóstolo exortava os gálatas a deixar os falsos guias por quem haviam sido desviados, e a voltar à fé que havia sido acompanhada por inquestionáveis evidências de aprovação divina. Os homens que os haviam procurado desviar de sua fé no evangelho eram hipócritas, de coração não santificado e vida corrupta. Sua religião era feita de um acervo de cerimônias, por cujas práticas esperavam ganhar o favor de Deus. Não tinham interesse num evangelho que requeria obediência à Palavra.”3
“Quão diferente da maneira de Paulo escrever à igreja de Corinto, foi o caminho que ele seguiu em relação aos gálatas! Aos primeiros ele repreendeu com cautela e ternura; aos últimos, com palavras de forte reprovação.”4 “A situação era crítica. Os males que haviam sido introduzidos ameaçavam destruir rapidamente as igrejas da Galácia.”5 “Ele escreveu, não em hesitação e dúvida, mas com a segurança de decidida convicção e absoluto conhecimento. Esboçou claramente a diferença entre ser ensinado pelo homem e receber a instrução diretamente de Cristo.”6
“Uma importante lição que todo ministro de Cristo deve aprender, é a de adaptar seu trabalho às condições daqueles a quem busca beneficiar. Ternura, paciência, decisão e firmeza são igualmente necessárias; mas devem ser exercidas com o necessário discernimento. Tratar sabiamente com diferentes classes de mentalidades, sob circunstâncias e condições variadas, é uma obra que requer sabedoria e juízo iluminado e santificado pelo Espírito de Deus.”7
1. Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 386.
2. Ibid., p. 208.
3. Ibid., p. 386.
4. Ibid., p. 385.
5. Ibid., p. 383.
7. Ibid., p. 385, 386.
Mãos à Bíblia |
4. Leia 1 Coríntios 9:19-23. O que Paulo quis dizer na última parte de Gálatas 4:12? 1Co 9:19-23; At 17:16-34; 1Co 8:8-13; Gl 2:11-14
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Jessica Marie White – Ooltewah, Tennessee, EUA
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Obras ou caminhar pela fé? |
A carta aos Gálatas é um apelo ardente. Paulo via as pessoas que ele amava caindo na armadilha mortal da justificação pelas obras.
Os gálatas alegremente receberam as boas-novas de Paulo no início, mas rapidamente se distanciaram do que aprenderam. Paulo imediatamente enviou uma amorosa repreensão dizendo: “ainda que nós ou um anjo dos céus pregue um evangelho diferente daquele que lhes pregamos, que seja amaldiçoado!” (Gl 1:8).
Ele explicou que Abraão se esforçou para ter Ismael e, ainda assim, Deus lhe disse que mandasse Ismael embora. A promessa era para o outro filho. Isaque era um presente e Abraão não tinha mais chance de produzi-lo por si mesmo do que nós de produzirmos justiça por nós mesmos.
Paulo encorajou os gálatas a compreender que não se tratava de suas obras; tratava-se da justiça de Cristo. Ele claramente equilibrou fé e obras em um verso: “Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no Filho de Deus, que me amou e Se entregou por mim” (Gl 2:20).
Nesse verso, Paulo responde à pergunta que ardia no coração dos gálatas: Como poderiam agradar a Deus? Cristo viveria neles porque suas obras nada significavam sendo que “todos os nossos atos de justiça são como trapo imundo” (Is 64:6). Justiça é literalmente “um atributo de Deus” e é “demonstrada na morte de Cristo.”* Boas obras podem apenas ser produzidas quando Cristo habita em nós. As palavras de Paulo não foram somente para os gálatas. Elas são estendidas a nós também. Sabemos disso porque “toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra” (2Tm 3:16, 17).
* Merrill Unger and William White Jr., Vine’s Concise Expository Dictionary of Biblical Words (Nashville, Tenn.: Thomas Nelson Publishers, 1997), p. 77.
Pense
nisto |
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Ainda existe algum perigo de anjos satânicos aparecerem como anjos celestiais nos desviando para o caminho errado? Se sim, qual deve ser nossa defesa?
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Mãos à Bíblia |
5. Que evento parece ter levado Paulo à decisão de pregar o evangelho na Galácia? Gl 4:13
Aparentemente não havia sido a intenção original de Paulo pregar o evangelho na Galácia. Algum tipo de doença, entretanto, obrigou-o a ficar ali mais tempo do que o esperado ou a viajar para a Galácia em busca de recuperação.
6. Por que Deus permitiu que Paulo sofresse? Como ele poderia ministrar aos outros, quando estava lutando com seus próprios problemas? Rm 8:28; 2Co 4:7-12; 12:7-10
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Liesse Bohlmann – Hendersonville, Carolina do Norte, EUA
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Traçando um padrão |
Ligar os pontos e figuras que se colorem por números eram minhas diversões favoritas quando criança. Se eu seguisse o padrão, uma imagem aparecia. Paulo encorajou os novos cristãos: “vivam de acordo com o padrão que lhes apresentamos” (Fp 3:17). Para a jovem igreja, Paulo era o modelo de um cristão porque ele tinha se moldado conforme Cristo. O conselho de Paulo não era somente para as igrejas do tempo bíblico. Nós também devemos “viver de acordo com o padrão”. Aqui está como podemos conseguir isso:
Veja o quebra-cabeça. Para montar um quebra-cabeça, primeiro você precisa ver uma figura completa dele. Como cristãos, precisamos primeiro reconhecer que existem verdades que ainda devemos descobrir, lições que ainda precisamos aprender, e muito mais que Deus anseia mostrar-nos. Se ignorarmos esse fato, querer ajustar as peças fora do jeito que elas estavam, deixará o quebra-cabeça incompleto. Precisamos estar desejosos de permitir que Deus nos ajude a enxergar novas verdades, não importando quão difícil ou confusas elas possam ser ao primeiro olhar.
Confira o diagrama. Sem um diagrama para uma pintura do tipo colorindo-por-número, seria difícil pintar a figura. Da mesma forma, Deus nos deu um “diagrama”
– a Bíblia. Nela Ele nos dá tudo que precisamos saber.
Peça ajuda. Como uma criança, eu nem sempre sabia o que as letras v-e-r-d-e significavam, ou que número vinha depois de 53, mas nunca hesitei em perguntar a minha mãe. Os cristãos também deveriam, neste sentido, ser como crianças. Jamais hesitar para perguntar a Deus o que você precisa saber. Algumas vezes Seu modelo pode parecer incerto ou talvez confuso por outros crentes, mas quando, com uma confiança infantil, pedirmos ajuda a Deus, Ele jamais nos decepcionará.
Una os pontos. Assim como você uniu os pontos quando criança, agora siga as instruções bíblicas para sua vida. Sim, todos nós cometemos erros – algumas vezes o ponto dois pode ficar conectado com o ponto quatro – mas Deus tem uma borracha infalível chamada graça. Ele sempre perdoará e, com Sua ajuda, o resultado será uma vida bonita que claramente O retratará.
Pense
nisto |
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Mãos à Bíblia |
Em contraste com a sinceridade de Paulo, seus oponentes estavam ativamente cortejando o favor dos gálatas, não por amor a eles, mas por seus próprios motivos egoístas.
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Amanda Ernst – Charlotte, Carolina do Norte, EUA
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Aprendendo a liderar |
Paulo podia falar aos gálatas como fez porque ele mantinha um relacionamento pessoal com Cristo. Para ser capaz de compartilhar Cristo com outros, precisamos conhecer pessoalmente Quem queremos compartilhar. É preciso um íntimo conhecimento de Deus para que Ele Se torne real para nós. É preciso passar tempo ininterrupto no início e ao fim do dia para orar, estudar e invocar Sua presença na vida. Kaye Johns escreveu: “Eu não entendia que poderia ter um relacionamento pessoal com o Senhor até meus 46 anos de idade. Jamais teria experimentado isso se eu não tivesse finalmente começado a ter um momento silencioso regular que incluía oração e leitura devocional da Bíblia. Sem tempo consistente gasto com o Senhor, é impossível ter um relacionamento de profundidade com Ele. E sem um relacionamento profundo, não podemos ter a poderosa e eficaz vida de oração que a maioria de nós gostaria de experimentar.”*
Ao passar tempo orando e estudando a Bíblia, você será capaz de fixar em sua mente o que acredita. Você pode estudar tópicos como: Quando Jesus vier novamente, onde eu estarei? Como Ele virá? Como posso reconhecer um anticristo? Por que é importante o dia em que eu O adoro? Como Jesus realmente é?
Procure respostas na Bíblia para as questões da vida. Você sabe o que a Bíblia ensina sobre a morte? Deus Se importa quando você está desencorajado?
Tome notas do que aprender e reparta com outros o que descobrir. Quanto mais você estudar, mais fácil será compartilhar essas ideias.
Ao você se aproximar de Jesus, sentirá em seu coração uma emoção de compartilhá-Lo com os outros. Então aproveite cada oportunidade que tiver! Fale de Jesus. Viva como Jesus. Ore com os outros. Quanto mais você compartilhar, mais fácil e mais natural se tornará.
* Kaye Johns, Can we have a personal relationship with the Lord? [Podemos ter um relacionamento pessoal com o Senhor?] http://www.learntopray.org /print_materials/messages/d2/d2-1.htm (acessado em 5 de agosto de 2010).
Dicas |
1. Procure uma trilha ou parque onde você possa encontrar uma lição objetiva na natureza que demonstre delicadeza e humildade. Compartilhe o que descobriu com alguém que você conheça.
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Karen Pires – Lexington, Carolina do Sul, EUA