
“O Senhor lhe apareceu no passado, dizendo: ‘Eu a amei com amor eterno;
com amor leal a atraí” (Jr 31:3).
Prévia da semana: Desde o primeiro casamento no Jardim do Éden até o casamento do Cordeiro no Apocalipse e as muitas histórias entre esses dois momentos, as Escrituras revelam a santidade e a beleza do romance, amor e intimidade nos relacionamentos saudáveis.
Leitura adicional: 1 Coríntios 13; Cântico dos Cânticos; João 3:16. Ellen White, A Ciência do Bom Viver, p. 356-362. Joni Eareckson & Steve Estes, Um Passo a Mais, cap. 5.
Nesta semana, ore pelos amigos que serão convidados a estar na sua igreja e na sua casa no dia 31.
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Uma história de amor |
Um elegante herói de guerra. Uma bela princesa. Uma história de amor contada de geração em geração.
O herói de guerra e a princesa estavam apaixonados; mas o pai dela, o rei, não os permitiria casar-se porque ele achava que sua filha merecia alguém melhor. Então, ele enviou o herói para longe para combater 200 soldados inimigos. Se ele fosse bem-sucedido, poderia casar-se com a filha do rei. Apesar das poucas chances, o herói de guerra retornou vitorioso para casa. Então, o rei lhe deu sua filha. Contudo, ele estava furioso e enviou seus homens para matar o herói durante seu sono. A filha, porém, descobriu o plano, avisou seu amado e o ajudou a escapar.
O herói de guerra passou a ser um homem caçado, e sua princesa foi dada em matrimônio a outra pessoa. Após vários anos, contudo, o herói de guerra tornou-se rei e sua princesa voltou a morar com ele. Essa história não parece familiar? Deveria, porque é a narrativa bíblica da vida de Davi e Mical.
Deus é amor. Ouvimos isso todo o tempo em nossas igrejas e sabemos que é verdade. Ele sempre estará lá por nós, pois Seu amor é inesgotável. Assim é dito na Bíblia, que é, entre outras coisas, um livro de história, começando com o dia em que o nosso mundo foi criado e terminando com a vinda de Jesus e a recriação do nosso mundo. Pelo fato de que a Bíblia cobre grande período de tempo, não encontramos descrição detalhada de tudo o que acontece durante esse período. Mesmo assim, Deus inspirou os autores bíblicos a incluir histórias de amor. Deus não teria incluído essas histórias se elas não fossem importantes para Ele e para nós. Nesta semana, estudaremos algumas dessas histórias de amor para ver o que elas nos ensinam sobre Deus e o que podemos aprender delas para o nosso mundo hoje.
Pense
nisto |
1. O que a inclusão por Deus dessas histórias de amor na Bíblia diz sobre Seu caráter e Sua visão de romance?
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Mãos à Bíblia |
1. Como a Bíblia descreve a intimidade e o relacionamento entre Adão e Eva? Gn 2:21-25
Os dois estavam ligados de maneira muito íntima e estreita. Deus criou a mulher a partir do corpo do homem. Eles eram, literalmente, da mesma carne e sangue. O amor romântico certamente era um aspecto dos mais importantes para o casal. Deus não é contra o romance. Ao contrário, Ele nos criou como seres capazes de experimentá-lo. De fato, esse parece ser um dos elementos básicos que Ele criou em nós.
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Patience Panneflek – Curaçao, Antilhas Holandesas
Já ligou ou enviou uma mensagem virtual para seus convidados? Faça isso hoje. Dia 31: Amigos da Esperança e Lares de Esperança!
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Cartas de amor |
Existe um interessante fenômeno amoroso moderno, que pode estar alcançando apenas uma antecipação do amor real – mesmo que raramente a atinja, e que frequentemente permita ao mais rude falso amor esconder-se por detrás de uma máscara. Estou falando de amizades online. Eu achei isso um tanto estranho uns anos atrás quando encontrei o primeiro casal que tinha se conectado, correspondido e se apaixonado, antes de se encontrarem pessoalmente. Eles pareciam estar mesmo apaixonados.
O suficiente para se casarem! Anos depois eles ainda estão casados. E já são incontáveis milhares desde que teve início um relacionamento online terminando em coisa séria.
É o amor online realmente diferente daqueles de nós que amam a Deus – nunca O tendo encontrado? Lemos sobre Ele; O tocamos emocionalmente; tendo por vezes recebido retorno online, até mesmo suficiente para que alguns de nós tenham mudado a vida totalmente e formado uma ligação emocional profunda e forte o suficiente para durar por toda a vida e além.
O livro de Cânticos obviamente tem uma narrativa superficial do amor humano. Mas não deve ser aumentado ao ser lido, como os rabis faziam, como um caso de amor entre um Deus emocionalmente envolvido com o Seu povo. Assim, o livro retrata
a paixão do Criador por Sua criação – tudo como uma paixão marcada pelo sol (pecado!), pele queimada e noites de terror.
Certa vez eu participei de uma aula que ensinava a Bíblia como literatura. Alguns de nós ríamos do hábito do professor de colocar os casais casados para ler em classe o livro de Cantares em voz alta. Mas seu método funcionou e pudemos enxergar o sublime paralelo. Aqueles que acham que esse poema seja o canto de um devasso, não tiraram tempo para lê-lo como o drama da alma. Talvez seja a hora que eles fiquem online com “Jesus, o amante de minh’alma.” Afinal de contas, dissemos há muito tempo para nós mesmos que o casamento foi designado para ensinar-nos mais completamente sobre o amor de Deus.
E o Senhor insiste em comparar Seu relacionamento com Seu povo e Sua igreja com o relacionamento conjugal. Deve haver algo na Canção, afinal de contas!
Pense
nisto |
1. Quais paralelos existem entre o livro de Cantares e o livro de 1 João?
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Mãos à Bíblia |
A Bíblia dedica tempo para retratar alguns romances, como a história de amor entre Abraão e Sara, Isaque e Rebeca, Jacó e Raquel, entre outros.
2. Quais foram alguns dos erros que trouxeram tanta dor e sofrimento a esses relacionamentos? Mais importante ainda, o que podemos aprender com seus erros? Gn 16; 25; 28; 29 (leitura dinâmica)
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Lincoln Steed – Hagerstown, Maryland, EUA
Continue em oração por seus amigos! Ao longo do dia, reserve momentos para interceder por eles.
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As múltiplas faces do amor de Deus |
O amor de Deus revelado (Gn 2:21-25).Conforme declarado na introdução desta semana, o tema desta lição trata sobre histórias de amor na Bíblia, o que elas nos ensinam sobre Deus e o que podemos aprender delas para nosso mundo de hoje. É interessante notar que a primeira história de amor aparece bem no início com a criação de Adão e Eva.
Esse primeiro casal era igual em todos os sentidos. Quaisquer diferenças funcionais entre eles de forma alguma implicam desigualdade. Essa igualdade é vista no primeiro poema de amor da Bíblia. Nesse poema, Adão declarou a respeito de Eva: “é osso dos meus ossos e carne da minha carne!” (verso 23). Por ter Deus criado Eva do corpo de Adão, o homem deve deixar seu pai e a sua mãe para ser um com sua esposa, uma unidade inseparável na Terra tanto quanto ambos vivam.
Considere as analogias do casamento nas Escrituras, como em Mateus 22:1-14 e Apocalipse 19:7, 8. Podemos ter a certeza de que Jesus tomou sobre Si a humanidade para restaurar o relacionamento quebrado entre Deus e a humanidade. Temos o conforto de que Jesus fará qualquer coisa que seja necessária para recriar o relacionamento entre Ele e a humanidade da maneira que originalmente foi designado.
O amor de Deus explicado (Êx 20:5; Is 62:5). A frase “Eu, o Senhor, o teu Deus, sou Deus zeloso” pode ser problemática para algumas pessoas por causa da bagagem que a palavra zeloso/ciumento leva em muitas culturas. Através de uma análise de todas as vezes em que essa palavra é usada em conexão com o relacionamento entre Deus e Seu povo (por exemplo, Deuteronômio 5:9; Josué 24:19), é claro que zeloso nestes termos refere-se ao grande desejo de Deus de restaurar Seu relacionamento quebrado com a humanidade. Seu ciúme é uma expressão de Seu desejo para que nós não tenhamos outro deus diante dEle e tenhamos um forte relacionamento com Ele como nosso Deus. Tal zelo significa que, quando retornamos para Ele, Sua misericórdia é capaz de ultrapassar Sua justiça em relação ao nosso pecado.
Isaías 62:5 aborda novamente o tema do casamento de Gênesis 2:21-25. Deus tem ciúmes de nós da maneira que um noivo tem ciúme por sua noiva. Seu desejo é por nenhuma outra, e Ele Se regozija em Seu relacionamento conosco.
O amor de Deus experimentado (Is 43:4). Isaías 43:4 ocorre no meio de uma descrição do que Deus tem feito por Israel. Ele os criou, redimiu, e chama-os pelo nome. Além disso, Ele está com os israelitas em suas lutas (versos 1 e 2). No verso 4, Deus afirma que Israel é precioso aos Seus olhos. Ele também relata a profundidade que Ele percorrerá por aquele que Ele ama. A entrega de pessoas refere-se a tais tempos em que Deus libertou Israel de Faraó nos dias de Moisés e Senaqueribe durante a época de Isaías.1
O amor de Deus demonstrado (Rm 5:8). O amor de Deus demonstrado em diversas situações através das Escrituras vem em Sua realização final de uma forma improvável. Vemos na crucifixão de Cristo a prova final de que Deus está desejoso de fazer o que for
necessário para restaurar Seu relacionamento conosco. Que, sendo necessário (e foi), Ele mesmo, na forma de Cristo, viria à Terra não somente para mostrar como viver mas também para sofrer a morte nas mãos de Sua própria criação. Tal amor nos ensina que, com a ajuda de Deus, maridos e esposas podem e devem percorrer grandes distâncias para ajudar um ao outro em muitas diferentes e algumas vezes difíceis maneiras ao viajar juntos pela estrada para o Céu.
O amor de Deus vitorioso (Rm 8:37-39). Deus não somente fará o que for necessário para nos ter de volta, mas uma vez que aceitemos Seu amor, nada pode separá-Lo de nós. Desse modo, Seu amor será vitorioso em, finalmente, nos reconciliar com Deus.
“Em vez dos problemas nos separarem do amor de Cristo, ... ao contrário, ‘através dEle, que nos ama’, somos vitoriosos sobre eles. Não existe aflição tão pesada, nenhuma tentação tão forte, que não possa ser vencida através de Cristo. Pois Aquele que nos amou a ponto de Se dar por nós e está agora vivendo em nós para continuar a obra de nossa salvação (Gl 2:20). Então, podemos fazer todas as coisas através dAquele que nos fortalece (Fp 4:13). Paulo experimentou e reconheceu esse poder Salvador, e isso o levou a exclamar: ‘Graças a Deus, que nos dá a vitória por meio de nosso Senhor Jesus Cristo’ (1Co 15:57).”2
1. The SDA Bible Commentary, v. 4, 2ª ed., p. 259, 260.
2. Ibid., v. 6, 2ª ed., p. 579.
Pense
nisto |
Pense em maneiras pelas quais o amor de Deus revelado, explicado, demonstrado e vitorioso pode ajudar a manter casamentos fortes e vibrantes.
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Mãos à Bíblia |
É fascinante a frequência com que a Bíblia usa a imagem do amor, do casamento, para descrever o tipo de relacionamento de amor que Deus busca ter com Seu povo.
3. Que palavra revela o sentimento de Deus para com Seu povo? O que significa essa palavra para Deus? Que problema evitamos quando refletimos nessa atitude divina? Êx 20:5
Muitas vezes, Deus expressa Seu ciúme a respeito de Seu povo (Êx 34:14; Dt 4:24; Jl 2:18). Por mais difícil que seja para nós entendermos, Deus nos ama e sofre por causa de nossa infidelidade.
4. Quais são os sentimentos de Deus para conosco? Como Ele quer Se relacionar com Seu povo? Is 43:4; 62:5; Ez 16:1-15; Jr 31:3; Ap 21:9
A Bíblia ensina claramente que Deus ama profundamente os seres humanos de maneira individual. Deus não apenas declarou Seu amor por nós, Ele o demonstrou de muitas maneiras poderosas. A maior delas, é claro, foi a cruz e o que nela aconteceu.
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Paul Torchia – Berrien Springs, Michigan , EUA
Estude o material que você vai utilizar no dia do almoço especial com os amigos. É a mensagem de Deus dentro do seu lar!
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O romântico à porta |
Existem pelo menos quatro tipos de amor: amor por um amigo, irmãos, filho e cônjuge. Quando a maioria das pessoas pensa sobre o amor de Deus, frequentemente se focalizam nos primeiros três tipos de amor. Raramente as pessoas pensam em Deus tendo um amor apaixonado por nós. Mesmo assim Ellen White compara o amor de Cristo por nós como um noivo para com sua noiva. “Cristo honrou a relação matrimonial tornando-a também símbolo da união entre Ele e os remidos. Ele mesmo é o esposo; a esposa é a igreja, da qual diz: ‘Tu és toda formosa, amiga Minha, e em ti não há mancha’ (Ct 4:7).”1
“Deus ligou a Si nosso coração por inúmeras provas no Céu e na Terra. Pelas obras da natureza, e os mais profundos e ternos laços terrestres que pode imaginar o coração humano, Ele procurou Se revelar a nós. No entanto, essas coisas só muito imperfeitamente representam Seu amor.”2
Essas observações e maravilhas representam uma fração do quanto Ele nos ama. O sinal final de Seu amor por nós foi Ele ter dado Seu Filho para nos salvar do pecado. Quando perguntamos a Deus quanto Ele nos ama, Ele aponta para Jesus na cruz, e diz: “Esse tanto!” “O dom de Cristo revela o coração do Pai. Testifica que, havendo empreendido nossa redenção, Ele não poupará coisa alguma, por cara que Lhe seja, a qual se necessite para completar Sua obra.’”3 “Tal amor é incomparável. Filhos do celeste Rei! Preciosa promessa! Tema para a mais profunda meditação!
O inigualável amor de Deus por um mundo que não O amou!”4
Sim, Deus está disposto a pagar qualquer preço por Sua noiva, mas como um cavalheiro Ele não Se impõe para ninguém. O amor de Deus pelo mundo é comparável ao de um homem que anseia pelo dia em que possa casar-se com sua noiva. E ao mesmo tempo, Seu amor abrange os outros três tipos de amor. Nenhum relacionamento humano pode assemelhar-se ao sentimento que Deus tem para conosco.
1. Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 356.
2. Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 10.
3. Ellen G. White, Conselhos Sobre Mordomia, p. 14.
4. Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 15.
Mãos à Bíblia |
Fomos projetados por Deus para desfrutar os prazeres saudáveis. Encontramos prazer no sabor dos alimentos e na beleza das cores. Também sentimos prazer na sexualidade matrimonial. Deus nos fez assim. Criou os humanos como seres físicos que devem desfrutar prazeres físicos. Nenhum livro da Bíblia trata melhor desse assunto do que Cânticos dos Cânticos.
5. Como Deus olha para os prazeres físicos no contexto correto? (Folhear os capítulos do livro Cânticos dos Cânticos.)
É claro, em comparação com muitas práticas rudes e licenciosas da cultura que nos rodeia, as ideias cristãs sobre sexo, casamento e prazeres físicos em geral podem parecer ultrapassadas. Mas esses princípios vêm dAquele que criou nossos prazeres físicos e que sabe como eles podem ser mais bem apreciados.
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Kaitlyn Gavin – Glen Burnie, Maryland, EUA
Fale a seus amigos sobre o programa especial de sábado na igreja. Diga-lhes que será uma ocasião inesquecível.
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“Num relacionamento com Deus” |
Todos já ouvimos que Deus é amor (1Jo 4:8), e que precisamos ter um relacionamento íntimo com Ele. Mas como traduziríamos isso para a vida do dia a dia? Sendo que somos a noiva de Cristo, pensemos em nosso relacionamento com Deus como um relacionamento “romântico”. Existem alguns princípios básicos necessários a um bom casamento que também podem aplicar-se ao nosso relacionamento com Deus:
Exclusividade. Não muitos esposos ou esposas apreciariam que seu cônjuge sentisse saudade de outra pessoa. Da mesma forma, o Senhor disse que Ele é “um Deus zeloso” (Êx 20:5). Ele deseja que adoremos somente a Ele, assim como um cônjuge no casamento deseja o amor exclusivo do outro cônjuge. Se algo está interferindo entre você e o seu Salvador, reconsidere suas prioridades para que Deus sempre seja seu número um.
Qualidade de tempo. Uma esposa e seu marido que raramente passam tempo juntos arriscam a boa saúde de seu casamento. O mesmo se aplica para nosso relacionamento com Deus. Portanto, separe algum tempo para ter um encontro com Ele, seja indo à igreja, andando na natureza, ou apenas estando silencioso diante dEle (Sl 46:10). Permita-Lhe ser parte de sua vida diária. Convide-O para sair e passar tempo com amigos. Deixe sua alma ansiar por Ele como a corsa brama por água (Sl 42:1). Quanto mais você estiver com Ele, mais você desejará estar em Sua presença.
Comunicação. Quando foi a última vez em que você disse a Deus que O amava? Quando foi a última vez que você sentou-se com Ele e tiveram uma séria conversa de coração para coração? A comunicação sempre foi parte essencial do amor. Portanto, invista tempo cada dia comunicando-se com seu Salvador. Fale com Ele através da oração, e abra o coração e a mente para deixá-Lo responder. Sempre tenha esta conexão aberta entre você e Ele, para que você possa verdadeiramente orar sem cessar (1Ts 5:17). Adore-O com todo o seu coração; diga-Lhe que você não pode viver sem Ele; cante-Lhe uma ou duas canções de amor, pois Ele deseja receber o louvor de Seu povo.
Aprendamos a amar o Senhor com todo o nosso coração, alma, mente e força – com tudo que existe em nós.
Pense
nisto |
1. Como amar a Deus é semelhante a ter um cônjuge? Como isso é completamente diferente?
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Mãos à Bíblia |
6. Qual foi a atitude de Jesus para com o casamento e o amor romântico? O que significa o fato de que Ele abençoou aquela cerimônia? Jo 2:1-11
Jesus, que oficiou o primeiro casamento no Jardim do Éden, realizou então Seu primeiro milagre em uma festa de casamento.
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Yvonne Badu-Nimako – Spring Valley, Nova York, EUA
Lembre-se de que sua casa será mais do que um lar no próximo sábado. Será a porta do Céu aberta para quem você convidou. Neste domingo começa a Semana Santa.
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A pergunta romântica |
Quando observamos a mídia de hoje, não podemos deixar de notar que o amor é um tema dominante. Mesmo a mídia, durante a época de nossos pais e gerações anteriores, falava sobre o amor. Discussões sobre o amor nunca cessarão. O amor é até mesmo a mensagem fundamental da Bíblia.
Estudiosos bíblicos indicam que a Bíblia descreve dois tipos diferentes de amor: phileo_ (amor fraternal), e agapao_ (amor incondicional, como o amor que os pais têm para com seus filhos). Mas a Bíblia fala de um amor romântico? A maioria dos amores românticos de hoje é fundamentada na imaginação. Imaginamos romance como retratado em novelas, poemas, revistas, programas de televisão, e música. Tais retratos têm a intenção de ativar certo tipo de amor entre um homem e uma mulher. Mas quando vemos o romance da perspectiva de Deus, então, sim, vivemos uma gloriosa experiência. Então, exploremos como os casamentos eram durante a época de Jesus.
O processo do casamento ocorria em duas etapas chamadas Kiddushin e Nisuin. Kiddushin é mais vinculativo que o período de noivado nas culturas ocidentais. Durante este período, uma mulher é legalmente a esposa do homem. E durante esse tempo, o marido prepara um lugar para sua esposa. Esse período pode ser longo como um ano. Ao tempo de Nisuin, o marido traz sua esposa para a casa que ele preparou para eles, e iniciam sua vida juntos.* Embora esse fosse um costume judeu de muito tempo atrás, ainda parece um tanto romântico. Cristo está agora no Céu, preparando um lugar para nós. Este é para nós o tempo do Kiddushin. Somos Sua noiva, esperando pelo tempo do Nisuin, quando Ele voltará e nos levará para o Céu com Ele. Essa é a maior história romântica de todos os tempos: saber que Aquele que morreu e ressuscitou está agora tomando tempo para preparar um lugar para nós. Ao nos prepararmos para aquele grande casamento, perguntemo-nos como nossa vida reflete nosso amor por Ele.
* “Marriage”, Judaism 101, http://www.jewfaq.org/marriage.htm (acessado em 10 de janeiro de 2011).
Dicas |
1. Envie um e-mail a Deus em http://sendemailtogod.com/ dizendo a Ele porque você O ama. Seja específico.
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Philip Kuttikkattu-Mathew – Berrien Springs, Michigan, EUA
Amanhã será o dia dos Amigos da Esperança e dos Lares de Esperança. Confirme a presença dos seus amigos. E domingo, começa o programa da Semana Santa.