| Lição 2 | 7 a 13 de janeiro |

“NEle foram criadas todas as coisas nos céus e na Terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos ou soberanias, poderes ou autoridades; todas as coisas foram criadas por Ele e para Ele” (Cl 1:16).
Prévia da semana: A crença na história bíblica da criação afeta não somente nossa aceitação de um Deus Criador Todo-poderoso, mas também nossa maneira de compreender o sábado, a cruz, a ressurreição, e muitas outras doutrinas.
Leitura adicional: Ellen G. White, Bible Readings, p. 12, 13 (Silver Spring, Md.: Better Living Publications, 1990); June Strong, Journal of a Happy Woman, “August”; Max Lucado, The Great House of God, p. 69-79.
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O reflexo perfeito |
Para mim, é difícil imaginar o mundo sem o Criador. Não posso acreditar que passei a existir por acaso, que não tenho propósito. Algo que me mantém segura é o pensamento de que um Deus amoroso criou o ser humano e, portanto, me criou. Quando Ele criou Adão e Eva, deu-lhes um propósito para viver. Eles iriam administrar a Terra e criar a família. E mesmo quando pecaram contra Deus, Ele proveu para a sua salvação (Gn 3:14, 15; Jo 3:16). Agora Ele está esperando que Seu Filho volte à Terra para recriá-la tornando-a ainda melhor do que era quando Ele primeiro criou a Terra. Muitas vezes quando olhamos para o mundo que continuamos a destruir, sentimo-nos culpados. Perguntamos se Deus está realmente presente conosco. Mas não deveríamos sentir medo porque Jesus nos ensinou: “Vocês valem mais do que muitos pardais!” (Lc 12:7).
Frequentemente somos acometidos de uma espécie de amnésia espiritual. Esquecemos quem somos e quem projetou este mundo e a nós. Perdemos de vista o amor de Deus e Seu propósito para nós e criamos nossa própria razão para a existência. O resultado final é que não temos razão para existir. Nosso conhecimento só vai até aí, mas a sabedoria de Deus é eterna. Quando Ele formou os seres humanos, Ele os fez à Sua imagem, “tanto na aparência exterior como no caráter”.* Assim como uma criança se parece com seus pais, parecemo-nos com Deus, nosso Pai celestial. Frequentemente clamamos que somos Seus filhos, mas não tomamos decisões divinas. Esquecemo-nos de onde viemos quando esquecemos quem somos. Por que esquecemos que Deus é nosso Criador, quando sabemos que Ele Se importa tanto conosco que até mesmo pode contar o número de cabelos em nossa cabeça (Lc 12:6)? Como podemos nos esquecer de Deus quando Sua Palavra e natureza cantam louvores pelo Seu amor por nós? Que ao estudar a lição desta semana, você possa perceber como o plano da criação divina se encaixa perfeitamente em sua vida.
* Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 45.
Mãos à Bíblia |
1. Existe a possibilidade de se estabelecer um acordo entre a Bíblia e a evolução darwinista, com base nas primeiras palavras das Escrituras? Gn 1:1
O livro de Gênesis começa com Deus em ação como Criador. Nada nesses textos deixa qualquer indicação de que algo foi deixado ao acaso. Ao contrário, os textos ensinam o oposto: tudo foi meticulosamente planejado e executado.
2. Quais pessoas também acreditavam no relato bíblico da criação? Mt 19:4; Êx 20:8-11; 1Tm 2:13; Is 40:26
Tudo na Bíblia atesta o fato de que o Senhor criou o mundo, trazendo-o à existência por meio de Sua palavra, como está descrito em Gênesis 1 e 2. Podemos escolher a criação, ou a evolução, mas a honestidade não permite a fusão dos dois. Os próprios textos não nos deixam essa opção.
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Brittany Hudson – Brampton, Ontario, Canadá
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Nada deixado ao acaso |
Deus disse que Jó era seu servo devoto. Ainda assim, em seu momento mais escuro, Deus lhe falou sobre a precisão de Seu poder criativo. Considere a evidência.
A Terra é o único planeta equipado com uma atmosfera com a exata quantia de gases para manter não somente a vida humana, mas também as plantas e a vida animal. No entanto, se a Terra fosse menor ainda que um ponto decimal, a atmosfera (a camada fina dos gases hidrogênio e oxigênio principalmente que se estende aproximadamente a cerca de 50 quilômetros acima da superfície da Terra) não poderia existir.1 Se a Terra fosse um pouquinho maior, ainda que um ponto decimal, sua atmosfera conteria hidrogênios livres, tornando a vida impossível.2
Agora considere a posição da Terra em relação ao Sol. A temperatura da Terra oscila entre 34,4 a 48,8 ºC. Portanto, se a Terra fosse mais perto ou mais longe do Sol, a vida deixaria de existir no planeta.³ Além disso, a Terra gira com precisão em praticamente tudo – mesmo nos pontos decimais. Como pode existir outra explicação para tal precisão sem ser a de ter sido tudo isso planejado? Nenhuma teoria do acaso pode racionalizar com tais medidas precisas o que Deus iniciou e sustém. Como cristãos, percebemos que nenhuma teoria do acaso ou declaração evolucionista é aceitável. No princípio Deus não deixou nada ao acaso e hoje Ele continua a manter essa perfeição.
Podemos não compreender completamente a abordagem que Deus faz do sofrimento de Jó em Jó 38:1-7. Mas ele tinha um relacionamento com Deus que lhe permitia compreender que as palavras de Deus proviam as evidências que ele precisava para encher seu coração de alegria. É através dessa evidência que Jó encontrou esperança em seu projetista e mantenedor – o Deus que estava, está e sempre estará no controle.
1. Andrew Smellie, “Does God exist, or are you an accident?”, http://metrodcchurch.org/archives /267 (acessado em 2 de dezembro de 2010).
2. R.E.D. Clark, Creation, (Londres: Tyndale Press, 1946), p. 20.
3. Marilyn Adamson, “Is There a God?”, http://www.everystudent.com/features/isthere.html4. (acessado em 2 de dezembro de 2010).
4. Ibid.
Mãos à Bíblia |
3. Como Deus expressou a Jó a emoção que fez parte da criação da Terra? Jó 38:4-7
Uma sugestão da alegria no coração do Criador na primeira semana também pode ser encontrada em Gênesis 1:2: “O Espírito de Deus Se movia sobre a face das águas.” Nesse exemplo em que Moisés descreve o Espírito de Deus “pairando” sobre a face das águas, ele escolhe uma palavra que usará apenas mais uma vez, em Deuteronômio 32.
4. Em que contexto Moisés usou a palavra “pairar” pela segunda vez? Dt 32:10, 11; compare com Mt 23:37
Pense em como as aves mães amorosamente preparam o ninho para seus filhotes. Então, imagine essas aves pairando sobre seus filhotes, trazendo-lhes comida e depois ensinando-os a voar. Com inspiração divina, Moisés descreveu as mesmas emoções no coração do Espírito Santo, enquanto nosso “ninho” humano estava sendo construído.
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Amanda Riddell – Brampton, Ontario, Canadá
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Uma criação infantil |
Abraçando a Deus (Dt 32:10). Crianças são inquestionavelmente dependentes dos pais para sobreviver. Da perspectiva de uma criança, a mãe e o pai se agigantam e parecem capazes de resolver qualquer coisa. Embora saibamos que essa perspectiva é falsa, ela aponta para o desejo de ter um pai que incorpore tais características poderosas. As boas-novas são que tal Pai existe, e Ele espera que tenhamos um relacionamento com Ele.
Ao terminar sua carreira, Moisés fez seu discurso final para o povo de Israel (Dt 32). Após 40 anos peregrinando pelo deserto, ele relembrou sua relação e aliança com Deus. No verso 10, ele mencionou ao povo (e a nós) que, apesar da natureza humana caída, Deus tem grandes planos para Seu povo. Mais que tudo, Moisés quis que eles compreendessem o significado do papel que estavam prontos a assumir. Mal sabiam eles que sua história – uma história de nômades do deserto sujos e cansados – seria um dos alicerces das Santas Escrituras.
Durante nossa existência, frequentemente damos pouco valor às nossas habilidades ou delas duvidamos. E tendemos a esquecer que somos peregrinos no deserto, tal qual os israelitas. Apesar do fato de que Deus não está escrevendo sua vida em outro testamento bíblico, Ele desesperadamente quer que você compreenda que sua vida é tão importante para Ele quanto a vida dos israelitas. Não é essa a figura do Pai que ansiamos abraçar?
O construtor-chefe (Jó 38:4-7). Alguma vez você já viu um pai jogar seu filhinho para o alto? A criança solta gritos de felicidade, inconsciente de que está inteiramente dependente da coordenação e da força do pai. É surpreendente quão poderoso um pai pode parecer aos olhos do filho. Foi essa característica que Deus apontou a Jó quando ele O desafiou a explicar porque ele estava passando por momentos tão difíceis.
Abalado pelas mortes trágicas, dores e ruína financeira, Jó se tornou cego para a bondade inata de Deus. Quando clamou desesperadamente a Deus por uma explicação, o Senhor relembrou a Jó Sua onipotência. Deus pediu a Jó que Lhe explicasse o processo da criação (Jó 38:4). Dessa maneira, Deus Se apresentou como o Criador Todo-poderoso do cosmo; um construtor-mestre cujas ferramentas são Suas palavras, o Arquiteto que não necessita de calculadora. Quando Deus lhe expôs isso, as reclamações de Jó se reduziram à mera falta de fé.
Neste mundo em que o conhecimento é crescente, é fundamental que nos permitamos admirar o tamanho, a capacidade e a grandeza de Deus. Comparados a Ele, não somos mais que filhos dependentes, sem esperança, olhando ao nosso magnífico Criador com admiração e assombro.
A criação e a lei (Salmo 19). Seguir regras pode ser desafiador para as crianças. Mesmo quando as regras são estabelecidas para sua proteção, elas as desobedecem. O Salmo 19 provê compreensão sobre a lei de Deus. Nesse salmo Davi uniu duas áreas da teologia que às vezes vemos separadamente: criação e lei. Após a queda de Adão e Eva, Deus articulou Sua lei aos pecadores não como uma série de diretivas de um raivoso, totalitário, mas como uma série de redes de segurança criadas para nos ajudar a navegar nas traiçoeiras águas do pecado. Davi desenhou um paralelo entre a beleza e a perfeição da criação e a beleza da lei de Deus. Ele terminou esse salmo “com uma oração que de uma vez pede aceitação das palavras e pensamentos que [ele] proferiu, e constitui sua petição em geral por pureza [de palavras] e de pensamento nas experiências de cada dia.”*
A humanidade de Deus (João 1:1-13). Como pais que instruem seus filhos a não tocar um fogão quente, a lei de Deus provê a mesma salvaguarda. Sua lei existe para nos manter fora de perigo.
Alguma vez você já viu uma criança que perdeu de vista seus pais? É comum que, nessas situações, elas gritem por ajuda. O Evangelho de João comunica as qualidades inerentes de Deus e Sua criação. Como obra da criação de Deus, estamos intrinsecamente ligados ao nosso Criador. João 1:1-13 descreve a interação de Deus com a história humana. O Criador que antecedeu todas as coisas criadas Se tornou carne, criando inteiramente uma nova dimensão no relacionamento entre Deus e a humanidade. João pinta o quadro de Deus guiando e dirigindo os seres humanos quando literalmente Se tornou um de nós, vivendo como nós. Ao abrir seu evangelho destacando a humanidade de Jesus, João confere a Deus participação direta em nossa humanidade (v. 14).
Obviamente, nosso Pai celestial quer que entremos num relacionamento próximo, dependente com Ele. O Senhor quer muito que compreendamos que Lhe pertencemos porque Ele nos criou.
* The SDA Bible Commentary, v. 3, 2ª ed., p. 678.
Mãos à Bíblia |
Os Salmos muitas vezes se referem às “grandes obras” de Deus. No salmo 19, Davi descreve a glória dos céus e do firmamento. Depois, ele compara o esplendor do Sol à perfeição da lei de Deus. Assim, o conteúdo da lei é relacionado à grandeza das ações criativas de Deus (v. 7-11).
5. Na infrutífera tentativa cristã de combinar a evolução com a cosmovisão cristã, que ponto importante infelizmente tem sido deixado de lado? Ec 7:29
Sem dúvida, o mundo criado revela o amor e o poder do Criador. Mas nosso mundo também tem sido devastado pelo pecado, pelas cicatrizes e rupturas causadas pelo grande conflito. Mas, mesmo em meio a essa devastação, podemos ver o amor e o poder do Criador. A solução é não se concentrar nas coisas ruins, mas nas coisas boas que estão na sua base.
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Craig Mattson – Tulsa, Oklahoma, EUA
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Revelando Deus através de Sua criação |
“No Jardim do Éden a existência de Deus era demonstrada nos objetos da Natureza que os cercavam. Cada árvore do jardim lhes falava. As coisas invisíveis de Deus eram vistas claramente, sendo entendidas pelas coisas criadas, tanto o Seu eterno poder como a Sua divindade. ...
“As coisas da Natureza que hoje contemplamos dão-nos uma ideia muito pálida da beleza e glória do Éden; entretanto o mundo natural, com voz inequívoca, proclama a glória de Deus. Nas coisas da Natureza, manchadas como se acham pela maldição do pecado, permanece ainda muita coisa bela. Alguém onipotente, grandioso em bondade, em misericórdia e amor, criou a Terra, e esta, mesmo em seu estado maculado, inculca verdades acerca do hábil Artista-Mestre. Neste livro da natureza que nos é aberto – nas belas e perfumosas flores, com seus variados e delicados matizes – Deus nos oferece uma expressão inequívoca de Seu amor. Depois da transgressão de Adão, Deus poderia ter destruído todo botão a entreabrir-se e toda a floração, ou podia ter despojado as flores de seu perfume, tão aprazível ao olfato. Na Terra, ressequida e maculada pela maldição, no matagal, nos cardos, nos espinheiros, no joio, podemos ler a lei da condenação; mas na delicada cor e perfume das flores, podemos aprender que Deus ainda nos ama, que Sua misericórdia não está inteiramente retirada da Terra.
“A natureza está repleta de lições espirituais para a humanidade. As flores morrem apenas para ressurgir com nova vida; e nisto nos é ensinada a lição da ressurreição. Todos os que amam a Deus florescerão de novo no Éden do alto. ...
“Deus é o superintendente, assim como Criador, de todas as coisas. O Ser Divino Se empenha em manter as coisas por Ele criadas. A própria mão que sustenta as montanhas e as mantém em posição, guia os mundos em sua misteriosa marcha em volta do Sol.” *
* “Creation and the Revelation of God”, The Advent Review and Sabbath Herald, 8 de novembro de 1898.
Mãos à Bíblia |
Em vários lugares, a Bíblia conecta claramente a ação criadora e a ação redentora de Deus, uma ligação que provê mais evidência de que a evolução não pode ser conciliada com a Bíblia, especialmente com o ensino da cruz.
6. Qual é a importância da compreensão literal do relato de Gênesis para todo o plano da salvação? Rm 5:12
A queda é a única maneira de dar sentido à cruz e à necessidade de resgatar, por meio do Salvador, a humanidade caída. A queda implica uma decadência, uma degeneração. Significa que partimos do que era bom para o que não era tão bom. Isso faz todo sentido a partir de uma compreensão literal de Gênesis. Com a evolução, isso não tem sentido. Na verdade, a ideia da evolução zomba da queda e também da cruz.
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Pense nisto |
1. Como nos é revelado o amor de Deus na natureza?
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Alexandra Yeboah – Brampton, Ontario, Canadá
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Criação: pedras básicas de construção |
Imagine viver numa casa sem fundação. Provavelmente, você esteja pensando que tal casa seria bastante instável. Agora, considere que a doutrina da criação é a fundação do cristianismo. Se não compreendemos quem nos criou e por quê, não temos nada sobre o que construir nossa fé.
A Bíblia ensina que Deus estava presente no princípio e que tudo foi criado através dEle e por Ele (João 1:1-4). Enquanto a evolução discute a mutação aleatória e a seleção natural ocorrida através do tempo sem qualquer alvo final, a Bíblia mostra que, desde o início, Deus tinha um propósito pelo qual Ele criou todas as coisas. Isso é evidente em Sua maneira de criar. Ele usou seis dias para formar o mundo cuidadosamente e tudo o que nele há, em vez de magicamente fazer aparecer tudo num minuto. A teoria da evolução tem uma abordagem aleatória de como viemos a existir. Mas a criação mostra que somos mais que um surgimento acidental da natureza. Deus nos criou à Sua própria imagem (Gn 1:26, 27). “Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das Suas mãos” (Sl 19:1).
A criação é essencial como base de tudo o que acreditamos como cristãos porque estabelece que Deus existe e tem estado presente através de todas as gerações (Sl 90:1, 2). Para nos ajudar a conhecer a verdade sobre a criação e todos os outros fundamentos que dela se originam, deveríamos buscar conhecer o poder criativo de Deus todos os dias:
Lembre-se de que você foi criado à imagem de Deus. Você é Sua obra-prima (Ef 2:10).
Respeite a criação e cuide dela. Porque Ele nos tornou administradores sobre Sua criação (Sl 8:5, 6), precisamos aprender a cuidar dela sabiamente.
Aproveite a criação de Deus. Diretamente explore a natureza quando e onde seja seguro fazê-lo, ou aprenda sobre ela em livros conceituados e programas de televisão.
Peça sabedoria a Deus. Peça-Lhe que o ajude a compartilhar com outros a história de Deus como nosso Criador.
Seja grato. Cada dia, mostre gratidão a Deus pelas bênçãos da natureza – sua comida, sua beleza e a saúde que dela provém quando interagimos com ela.
Mãos à Bíblia |
7. Que promessas maravilhosas são encontradas nos textos a seguir? Qual é sua ligação com o modelo bíblico da criação, revelado nos primeiros capítulos de Gênesis? Is 65:17; Is 66:22; 2Pe 3:13; Ap 21:4
Toda a esperança cristã repousa nas promessas de um novo céu e uma nova Terra, sem a devastação que o pecado trouxe ao planeta em que habitamos. A promessa da vida eterna é maravilhosa, mas sem as tristezas e decepções da realidade atual. O que poderia ser pior que a vida eterna neste mundo em que a miséria é muitas vezes a regra, e não a exceção? Tente imaginar como era nosso mundo em sua primitiva beleza. Imagine também como será quando ele for recriado.
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Pense nisto |
1. O que significa ser criado à imagem de Deus?
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Elizabeth Downs – Toronto, Ontario, Canadá
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Sinais do amor de Deus |
Não posso imaginar como Deus trouxe a constelação Ursa Maior à existência. Sua onipotência é frequentemente esquecida por muitos neste mundo em que somos constantemente relembrados da destruição que o pecado tem causado. Mas mesmo quando existe desastre, jamais deveríamos esquecer que, debaixo do céu, tudo é de Deus (Jó 41:11).
Como pecadores, tendemos a nos tornar afundados em nossa própria vida. Sou culpado de algumas vezes equiparar a bondade e o amor de Deus com a quantidade de bênçãos que eu recebo. Mas ao fazer isto, estou limitando o poder e a glória de Deus assim como o que Ele pode fazer para mim e por meu intermédio. Equivocadamente, reivindicamos o direito aos privilégios que Ele nos dá gratuitamente. Esquecemos que, apesar do que Ele dá ou tira, Ele é sempre digno de nosso louvor apenas por ser Ele o Altíssimo. Esquecemos que Ele nos sustenta mesmo quando não merecemos nem mesmo o ar que respiramos (Rm 3:23).
Quando nos humilharmos diante dEle, Deus nos dará vislumbres de coisas maiores que nós mesmos. Em Jó 38:4, 31, 32, Ele pergunta, “Onde você estava quando lancei os alicerces da Terra? [...] Você pode amarrar as lindas Plêiades? Pode afrouxar as cordas do Órion? Pode fazer surgir no tempo certo as constelações ou fazer sair a Ursa com seus filhotes?”
Se acreditamos que Deus é Criador e Administrador do Universo, também precisamos crer que somos pecadores e precisamos confiar em Sua força. Somos capazes de atender Sua vontade e submeter nossa vida completamente a Ele quando temos fé nEle como nosso Criador. Se Ele pode guiar as constelações, o sol, e a lua, Ele é mais que capaz de guiar nossa vida. Assim, nossa crença na Criação forma a base de nossa fé.
Negar a criação é negar um valor próprio fundamental em determinar o que fazemos com nossa vida. Pode ser que não sejamos nada parecidos com a Ursa Maior, mas aos olhos de Deus, sei que sou valiosa tanto quanto as constelações. Somos a manifestação de Seu amor, um presente muito caro do Pai do alto, cuidadosamente planejado, perfeitamente executado, modelo único, ordenado pelo divino Feitor e Rei. Para Ele, temos uma beleza muito maior que as estrelas.
Pense nisto |
Como podemos fielmente refletir o amor de Deus por nós em nossa vida diária?
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Dicas |
1. Visite um planetário para explorar os céus. Considere como Deus planejou as estrelas para guiar viajantes na Terra.
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Michelle Smith – Brampton, Ontario, Canadá